Born To Die
40 Dia de lavar roupas: Beijos, carícias e uma quase briga.
Notas iniciais
No Dia Seguinte, às 08:55 da manhã.
P.O.V Da Sam
Separei todas as minhas roupas que eram para lavar e as coloquei num cesto. Fiz um simples coque no cabelo e peguei o cesto com as roupas, o Freddie entrou no quarto e sorriu para mim, dando aquele sorrisinho de lado sedutor. Ele se aproximou e me roubou um selinho, colocou as mãos em volta do meu pescoço e deu mais um sorriso.
Freddie: — Está indo lavar as nossas roupas, amor? — Perguntou ainda com um sorrisinho brincando em seus lábios.
Sam: — Não. Vou lavar apenas as minhas! — Falei séria e ele fechou o sorriso.
Freddie: — Depois você vai lavar as minhas, não é? — Indagou, esperançoso.
Sam: — Não. — Respondi. — Não sou sua empregada, por quê eu deveria lavar suas roupas? Lave você mesmo. Que folgado! — Me soltei de seus braços e me encaminhei para a porta do quarto.
Freddie: — Eu não sei lavar. — Disse quando eu girei a maçaneta e abri a porta.
Sam: — Problema é seu! — Afirmei e sai do quarto, carregando o cesto cheio de roupas sujas.
1 hora depois...
Jade: — O Beck também queria que eu lavasse as roupas dele. — A morena disse mal-humorada.
Kristen: — E o que disse à ele? — Perguntou a ruiva quando estávamos estendendo nossas roupas.
Jade: — Tenho cara de lavadeira, Aladim? Só porque estamos ficando, não significa que vou lavar suas roupas ou fazer certos favores para você. — Contou ela nos fazendo rir.
Melanie: — E o que ele disse depois de ouvir isso? — Indagou, curiosa.
Jade: — Não falou porra nenhuma, apenas ficou me encarando, parecendo um robô. — Disse, séria.
Sam: — Eu também me recusei a lavar as roupas do Freddie. Ele quebrou a cara comigo pensando que eu faria as coisas para ele. Não estamos casados e eu não nasci para ser dona de casa. Tenho preguiça até de lavar as minhas roupas! — Comentei arrancando mais risadas das garotas.
Melanie: — Concordo. Não é uma gracinha? — Ela estendeu uma cueca vermelha do Dylan e ficou sorrindo que nem boba.
Kristen: — Não. Não é... — Negou balançando a cabeça. — Agora vou ajudar a Carly, assim ela nunca vai terminar de lavar as roupas dela. Ela pensa que desinfetante é água sanitária! — Disse risonha.
A Kristen ajuntou o cesto vazio e foi embora. Jade, Melanie e eu continuamos estendendo nossas roupas nos varais que os rapazes fizeram.
Jade: — O Freddie tem um "brinquedinho" grande? — Ela perguntou para mim.
Sam: — West! — Exclamei sentindo minhas bochechas pegarem fogo.
Melanie: — Nem pergunte para mim, nem cheguei a ir pra cama com ele. — Falou terminando de estender suas roupas, ela se despediu e foi embora.
Jade: — Desembucha, Puckett. Estamos à sós, fala logo.
Sam: — Não sei. Na verdade, nem vi. Eu estava tão nervosa que nem olhei. Pronto, falei! — Contei rapidamente.
Jade: — Aproveite para olhar quando rolar a segunda vez. Vai ser mais prazerosa, acredite. Não se recuse a fazer as preliminares, esses são os melhores momentos e são muito excitantes. Um dia ele vai querer sentir sua boca no "amiguinho" dele e...
Sam: — JÁ CHEGA, JADELYN! — Gritei constrangida e um pouco nervosa.
Jade: — Não me chame de Jadelyn, Samantha! — Me fuzilou com aqueles olhos cristalinos.
Sam: — E também não me chame de Samantha! — Peguei meu cesto vazio e lhe dei as costas, indo embora dali.
[...]
P.O.V Da Kristen
Austin e eu fomos recolher os ovos, ele ficou segurando a cesta enquanto eu tratava de fazer minha tarefa. Acho que ele ficou, com medo de tocar nas galinhas,coitado.
Austin: — Que galinha gorda! — Riu apontando para uma galinha avermelhada que estava quase dormindo.
Kristen: — Além de gordinha, a Sandy é dorminhoca. — Falei pegando o ovo dela.
Austin: — Sandy? Você colocou um nome na galinha? — Questionou prendendo riso.
Kristen: — Sim. Algum problema? Aquela é a Penélope, a branquinha é a Vic e eu ainda vou colocar nomes nas outras! — Apontei para as três galinhas sem nomes.
Austin: — Legal! — Ele sorriu fazendo carinho na cabeça da Sandy.
Me aproximei e lhe roubei um selinho. Ele me segurou pela cintura me impedindo de afastar, e fez questão de aprofundar o beijo. Nos afastamos quando ouvimos um alto cacarejo, era a Sandy.
Austin: — Acho que ela ficou com ciúmes de mim. — Disse me fazendo rir.
Kristen: — Agora ele é meu, galinha. — Falei para ela, entrando na brincadeira.
Austin: — Sou seu agora, é? — Perguntou sorrindo e voltando a me agarrar.
Kristen: — Sim. — Murmurei contra seus lábios.
[...]
Horas depois, às 22:26 da noite.
P.O.V Da Jade
Vesti apenas um moletom preto por cima da calcinha e me deitei ao lado do Beck. Ele estava apenas usando uma bermuda, comecei a passar a ponta da unha do dedo indicador, arranhando seu peito de leve.
Jade: — Qual é o seu nome verdadeiro? E quantos anos você tem? — Perguntei olhando para seu rosto.
Ele estava de olhos fechados, ignorando minhas carícias que chegaram perto da barra de sua bermuda.
Beck: — Albert Oliver e tenho 17 anos. — Respondeu com a voz baixa e levemente rouca.
Jade: — Albert? Hum... Interessante, e o seu apelido é Beck. Mas prefiro Aladim, combina mais com você. — Mordi o lábio e coloquei minha mão direita por dentro de sua bermuda.
Ele estava sem cueca, agarrei seu membro o fazendo arfar.
Beck: — Aahh! — Gemeu quando o apertei e o puxei para fora.
Comecei a acariciá-lo, massageando toda a sua extensão, deslizando minha mão por ele. O sentindo quente e ficando ereto com meus toques nada delicados.
Beck: — Assim... — Colocou uma das mãos por cima da minha, me fazendo apertá-lo.
Jade: — Aladim... — Sussurrei sentindo seu membro crescer na minha mão.
Ele puxou meu queixo, estávamos deitados um de frente para o outro. Me aproximei sem parar de acariciá-lo, quase grudando nossos corpos.
Minutos depois...
Jade: — Oh, Beck... — Gemi com a voz quase falha.
Eu estava por cima e sua língua estava me levando ao paraíso e também ao inferno, a sensação era indescritível. Me causando tremeros nas coxas e latejamento em minha intimidade quase encharcada. Ele parou de chupar meu clitóres e deslizou a língua para a minha fenda que estava ficando ainda mais molhada. Gemi alto e voltei a chupá-lo, o apertei no momento que ele me penetrou um dedo. Só não gemi porque seu membro estava na minha boca, era a minha primeira vez na posição 69 e estava sendo uma delícia chupar e ser chupada ao mesmo tempo.
[...]
P.O.V Da Sam
Encerramos o beijo e o Benson começou a distribuir beijos pelo meu pescoço. Depois dos beijos ele passou a depositar chupões, ele estava em cima de mim, mostrando o quanto ele estava com vontade de passar dos beijos para o contato carnal.
Sam: — Fred... — Fui interrompida por seus lábios sedentos pelos meus.
Naquele momento uma de suas mãos adentrou meu short e invadiu minha calcinha. Reuni forças e o empurrei, o segurei pelos ombros e o olhei fitando seus olhos escurecidos.
Sam: — Não estou com vontade... — Avisei com a voz firme.
Freddie: — Qual é a desculpa da vez? Porque semana passada foi a velha desculpa da dor de cabeça e agora é o quê? — Perguntou saindo de cima de mim, frustrado.
Sam: — Eu não estava mentindo. Realmente estava com dor de cabeça. Você só pensa nisso? — Sentei na cama, indignada. — Sempre quando estamos à sós você quer tentar avançar o sinal. — Falei o encarando.
Freddie: — Isso não é verdade. — Falou começando a ficar irritado. — Desde aquele dia, a gente nunca mais tentou... Você não é mais virgem, mas fica agindo como uma garotinha ou uma puritana quando tento iniciar as preliminares. Tem vergonha ou não gostou de ser tocada? — Suas palavras soaram secas e frias, ele estava mesmo irritado.
Sam: — Você quer foder? Então, vamos foder a noite inteira se você...
Freddie: — O que você está fazendo? — Me cortou quando comecei a me despir.
Sam: — Não era isso que você queria? — Sorri sarcástica jogando minha calcinha na sua cara. — Então, vem Benson. Vem me foder já que quer tanto! — Deitei na cama e abri as pernas para ele.
Eu estava com raiva, mas eu queria ver até aonde iríamos parar, discutindo daquele jeito. Eu nua na cama exalando pura ironia e sarcásmo, e ele em pé me encarando com pura irritação.
Freddie: — Você é louca! — Fechou os olhos e massageou as têmporas. — Pare de gracinhas, Puckett. Vista suas roupas e vamos conversar. — Falou ainda de olhos fechados.
Minutos depois...
Sam: — Eu não queria ter surtado daquele jeito. — Falei tentando esquecer a ceninha que fiz.
Freddie: — Nunca vou esquecer. Não é todo dia que uma loira de olhos azuis fodidamente gostosa deita na cama e abre as pernas para você. — Comentou me deixando ainda mais envergonhada.
Sam: — Idiota! — Por impulso dei um tapa no seu rosto
Freddie: — Acho que mereci. — Sorriu massageando o local atingido, estava vermelho.
Sam: — Realmente mereceu... — Sentei em seu colo. — E irá ganhar outros se continuar agindo como um idiota viciado em sexo. — Cruzei minhas pernas em volta da sua cintura e mordi seu queixo.
Freddie: — Não sou viciado em sexo. — Disse, ofendido.
Sam: — É bom mesmo... — Sussurrei e beijei seu pescoço, bem em cima da sua pintinha.
Eu adoro esse sinal dele, depositei um chupão em seu pescoço lhe arrancando um gemido.
Sam: — Agora estou com vontade! — Sussurrei no seu ouvido esquerdo, arranhando sua nuca.
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