Caroline Miller fora desde sempre oprimida pela família. “- Não deves comportar-te como as outras crianças, Caroline. Estás destinada a ser maior que elas!”, diziam-lhe sempre.

No entanto, Caroline não era da mesma opinião. Ela acreditava que era igual a elas… Que devia ser igual a elas. Ela queria acreditar que era igual a elas.

Fora numa qualquer primavera que a pequena Carol se atrevera a sair de casa para brincar na relva. E fora tão… bom! Ela sentira-se tão… livre? Sim. Livre. Sentira-se livre. Tão livre quanto a pequena borboleta branca que pousara no seu dedo. Livre como uma borboleta.

Mas Caroline não sabia… Não, Caroline nunca saberia… que borboletas são livres por uma vida e presas pela eternidade.

Naquela primavera, Caroline fora exatamente como uma borboleta…

E aquela fora a sua curta vida…



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Notas finais
Se tiveram 3 minutos para ler isto, têm 1 ou 2 para mandar um reviwe.
Kissus
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!