Notas iniciais
Alguns avisos prévios Me perdoem por qualquer coisa é a minha primeira vez escrevendo. Isso é um roteiro para uma webcomic que pretendo fazer futuramente (realmente sem previsão.) Estou aberta a qualquer crítica construtiva sobre a história. Essa história pode ser editada várias vezes. Eu posso demorar a postar porque eu vou entrar no terceiro ano agora. E é só isso.

23:04

[pequenos chiados de interferência]

— Alô, unidade 81-B responda, câmbio. – o rádio é tirado do gancho.

— Alooou? (risos) – uma segunda mão toma o rádio

— Fique quieto. Unidade 81-B na escuta câmbio.

— Jones é você? (fala distante do telefone) Obrigado Deus.

Escute, aquele sujeito que vocês estavam atrás, acabamos de receber uma denúncia sobre a localização.

— Pode mandar. (cochicho) Ei pegue o papel agora!

[procura-se pelo chão e porta luvas o bloco e caneta]

— Rua XXXXX número 3XX.

[silêncio]

— Espera, a gente não tava lá quase ago—

— Muito obrigado. – o rádio é colocado de volta. — Carlos coloque o cinto.

[motores roncam e o carro arranca em disparada. Alguém é puxado de volta para o encosto do banco.]

— Ei! Pera aí eu tô aqui ainda! – ele se ajeitou no assento. — Pelo menos eu posso colocar a música de novo?

— Faça o que quiser só mantenha a arma por perto. – o passageiro deu um sorriso de canto.

— Sorte sua de eu ser preparado.

[o rádio é ligado em um volume estridente então se escuta um inconfundível som de baixo ritmado junto de uma guitarra discreta e teclado. Era Bee Gees.]

— HAHA – Carlos riu satisfeito. –

MY BABY MOVES AT MIDNIGHT

GOES RIGTH ON TILL THE DAWN – o marcado sotaque mexicano de Carlos se misturava a voz aguda de Barry Gibb, enquanto isso, Jones tentava ao máximo manter-se concentrada no volante apesar do som e dos gritos de seu parceiro. Na verdade, adorava a música igualmente, mas não estava para esse clima.

Torcia a boca e revirava constantemente os olhos por de trás das lentes escuras dos óculos, odiava quando Carlos gritava enquanto dirigia, mas seu maior estresse era a arma carregada nas mãos dele balançando sem parar. Ele nunca ficava quieto.

— AAH YOU SHOULD BE DANCING YEAH

DANCING-

[forte cotovelada]

— Estamos perto fique de olho na rua.

— Ah e o que a gente vai fazer quando ver ele, atirar?

— Claro, qual é a sua ideia? – ele parou pensativo.

— Hmm.. Correr quem sabe.

— Você pode tentar, mas não vai chegar nem perto. – ele abriu um sorriso cínico.

— Você me subestima muito sabia? Isso doi. – disse colocando sua mão direita sobre o peito com tom de brincadeira. Ao passarem pela rua, um homem alto, caucasiano, cabelos castanhos, de barba, aparentando estar na casa dos 30 e vestido em jeans e camisa que mais pareciam flanelos andava calmamente. Jones então reconhecendo a descrição lhes dada anteriormente não pode segurar.

— Ele tá ali desce o vidro!

[o vidro é abaixado e tiros são direcionados ao terceiro na rua, o indivíduo assustou-se com os disparos e começou a correr. Acompanhado do carro acelerando em sua direção.]

— Mas que merda.. – Carlos praguejava enquanto recarregava a arma. – Nossa será que é pedir demais pra você dirigir em linha reta?!

— Quem sabe se você tentasse não atirar em desespero. – o sujeito em uma tentativa de despistar, entrou na esquina próxima e continuou a correr.

[o carro vira violentamente para a esquina na direita e mais tiros são disparados mas sem sucesso.]

— Para essa porra eu vou descer!

— Não você não vai alcançar ele!

— MAS QUE MERDA ELE VAI ENTRAR NO BECO PARA LOGO! – Jones acelera mais até freiar, parando de frente para o beco, lá a figura estava parada de costas para eles com os faróis o iluminando. Os dois ficaram em silêncio por um curto tempo. Carlos esticou lentamente sua mão para o banco traseiro.

— O que você quer fazer? – perguntou Jones impaciente.

— Pegar a espingarda. – ele tateou o banco até sentir o metal frio em contato com a pele, a pegou e trouxe para sí. Eles olhavam mais um pouco o homem parado diante deles, ele respirava rápido, sua coluna estava curvada e suas mão tremiam. – Você tem certeza que é esse não é?

— Tenho, mas não faça nada ainda. Vamos observar primeiro.

Então, o sujeito caiu de joelhos e com as mãos para o chão, arqueado suas costas como gato, e o que antes eram gemidos se tornavam grunhidos. Seu tom de pele passou a mudar até virar um cinza azulado enquanto seus músculos cresciam a ponto de rasgar a roupa. O cabelo havia caído apenas deixando alguns fios, as orelhas ficaram pontudas, e enquanto virava a cara em direção ao carro, mostrando olhos redondos, brilhantes e fundos, nariz afilado e achatado e uma boca repleta de dentes dos mais diversos formatos, e a coisa voltara a grunhir para os dois no carro. Eles simultaneamente suspiraram com frustração.

— Um ghoul. De novo.

— Ah, Cristo eles tem aparecido feito baratas ultimamente. – Carlos começou a procurar pelas balas no porta luvas quando Jones fechou-o violentamente.

— Nem se atreva. – ele parou e virou-se indignado.

— O que? Aquilo vai pular a qualquer momento na gente e você diz “Não se atreva”? – tirou a mão dela e voltou a procurar as balas, mas não satisfeita pegou-as primeiro as afastando dele.

— Eu preciso lembrar da semana passada pra você?

— Não aconteceu nada semana passada. Ele foi mais rápido eu não tenho nada a ver com isso. – irritado tomou as balas de volta e carregado.

— Carlos. Agora. Não! Estamos muito perto, e você sabe o que aquilo faz. – ele puxou a telha e voltou a sorrir.

— E eu sei o que eu faço, relaxa tá gata.

— Carlos! – mas antes que pudesse fazer algo ele chutou a porta.

[disparo]

Carlos atirou no ghoul sem cerimônias e acabou errando. A criatura sibilou, correu e pulou em sua direção, agora os dois ao chão, se protegendo com a espingarda e tentando afastar a boca do monstro para longe. Jones se dando conta do que estava acontecendo, pegou a arma e saiu do carro quase explodindo decidindo ajuda-lo. Atirou duas vezes contra a coisa a acertando nas costas, ela gritou. Isso deu tempo para que Carlos desse uma coronhada nela e a empurrasse, não perdeu tempo e logo se pôs de pé, e atirou novamente no ghoul.

Dessa vez o tiro acertou a cabeça, e a explodindo devido a curta distância entre eles. Carlos estava ofegante e Jones mal conseguia respirar, eles então se entreolharam e ele deu um sorriso bobo.

— Viu só? Eu sei o que eu faço. – e começou a rir e ela olhava com a boca entre aberta. – Ei Barb não fica com essa cara. – ela ficou séria e respirou fundo.

— Pega essa porra e coloca na mala.

— Aw, eu senti tanto a falta de você falando um palavrão. – abaixou-se e pegou a coisa pelos pés e começou a puxa-la para a parte de trás do carro. Barbara a pegou pelo torço, os dois a levantaram, jogaram para dentro e fecharam. Ela se reencostou no carro com Carlos do seu lado sorrindo. – Ei, pra que essa cara? A gente pegou ele!

— Nada.. – disse tirando os óculos e massageado seus ossos nasais.

[silêncio]

— Vamos sair daqui eu não quero ter que dar satisfação a ninguém. – pôs novamente os óculos e seguiu para dentro do carro, e Carlos ficou parado processando a reação dela.

— ..Se você tá dizendo.

23:50

Era quase meia noite quando voltaram ao departamento, um prédiozinho de 3 andares pintado de branco, meio afastado do centro e escondido, repleto de pequenas janelas quadradas, estava descascando um pouco e semicoberto de algumas plantas que vieram da árvore ao lado, mas ainda apresentável. O carro foi estacionado logo na frente e os dois entraram.

[burburinho]

A essa hora estava todo ocupado, (só funcionava a partir das 20h), logo no início havia a recepção. Comum, um balcão alto, cadeiras e um sofá na sua frente, uma planta ali e aqui, e uma mesa de centro. Barbara ficou próxima a porta esperando com os braços cruzados, e Carlos se dirigiu até o balcão dando algumas batidas para chamar atenção da recepcionista. Ainda adolescente e estagiaria, cabelo liso, longo e loiro, branca, olhos escuros e com cílios enormes, sempre usava algum vestido estampado e bijuterias coloridas enormes. Ela tomou um susto de primeira mas abriu um sorriso quando o viu.

— Ei Betsy, tá lendo essa revista de novo? – ela sorriu sem graça desviando o olhar.

— Ah.. É.. É que tá todo mundo ocupado e só vocês pararam por aqui agora, então tava meio chato... – ela se esticou para ver por detrás dos seus ombros. – (Sussurro) A Srta. Barbara parece zangada hoje, aconteceu algo?

— Ah, ela tá só.. – ele fez gestos vagos com a mão. – Cansada ultimamente, sabe, não tivemos as melhores noites de sono esses dias. Só me espanta que você consegue ler a expressão dela por trás do óculos. – ela reencostou seu rosto numa das mãos apreensiva.

— Sei lá... Ás vezes da pra dizer quando alguém não tá feliz com algo... Por que ela tem que usar eles á essa hora? Ela é sensível á luz? Eu acho que nunca vi ela sem eles. – ele deu de ombros.

— Eu também não sei, vez ou outra me bate um medo dela por causa disso. – eles ficaram em silêncio.

— É, o trabalho de vocês deve ser duro.. — ela arregalou os olhos. – Ah é mesmo! Apareceu um cara á pouco. Ele veio dizendo que foi ele que pediu o serviço de vocês, ele tá lá em cima falando com o Sr. Nelson e.. – ela pressionava seus lábios com o indicador. — Hmm... Ele não parecia tá muito feliz.. Acho que ninguém tá muito feliz hoje. Mas é só isso mesmo. Nossa eu quase ia esquecendo disso! Betsy bobinha! – ela deu um leve tapinha na testa.

— Então ele vai adorar saber que a gente terminou. – ele deu um sorriso. – Ei Jones escuta, o cara tá aqui vamo lá em cima!

Ela descruzou os braços e foi até os dois. E logo chegando, pegou de imediato a revista das mãos da garota, mas não arrancou violentamente dela.

— Betsy, eu mal chego aqui e você já tá com uma revista. Já disse que se quiser ler vai ter que ser mais discreta. – ela se encolheu na cadeira fazendo bico.

— Desculpa. – ela enrolou a revista bateu levemente na cabeça dela.

— Eu vou levar isso, mas eu devolvo quando descer. – ela assentiu, e fez um sinal para que Carlos a acompanhasse. – Vamos. – e ele o fez, olhando para uma última vez para Betsy revirando os olhos quase dizendo “Ela é maluca”, e ela tentou prender o sorriso.

Subiram as escadas até o segundo andar (o elevador estava quebrado já tinha uma semana), e seguiram para o final do corredor onde ficava a sala de seu chefe.

— Betsy me disse que ele não tava muito feliz.

— É mesmo? Eu não tenho muito o que fazer sobre isso. — Jones colocou a mão sobre a maçaneta e se inclinou levemente em direção a porta para tentar ouvir algo.

— (Cochicho) Tá ouvindo algo?

— Não. (Suspiro) É melhor entrar de uma vez. E se controle por favor. – ela abriu a porta e viu dois homens na sala. Um sentado perto da janela por volta dos 50, um pouco bronzeado, cabelos grisalhos, olhos atentos, um pouco sobre peso e vestindo um paletó marrom com calças da mesma cor. O outro sentado de frente para ele com uma mesa os separando, não muito mais jovem, branco, olhos verdes, cabelo preto bem penteado, vestindo um terno impecável. Era dele de quem haviam ouvido lá em baixo. – Licença desculpe o incomodo, chegamos agora, e assim soubemos que o senhor estaria aqui, viemos informar que pegamos ele--

— Eu peguei ele. – Carlos a cortou se sentindo orgulhoso de sí, ela o encarou rapidamente e virou-se para os dois.

— É, ele pegou dessa vez. – o Sr. Nelson levantou-se ansioso indo em direção aos dois.

— A-ah que bom ouvir isso! Então Sr. Walker, era deles de quem te falei, e como pode ver, voltaram com boas notícias. Quero que conheçam Charles Walker. – ele estava sorrindo de nervoso.

— É um prazer- disse Barbara enquanto Carlos permaneceu calado.

— Esta moça é a Sra. Jones e este é o Sr. Villar, foram eles os encarregados que—

— Eu já entendi. — disse com desdém analisando os dois dos pés á cabeça, Nelson ficou sem reação e já não sabia mais como continuar. O homem se levantou se dirigiu até eles pondo a mão no ombro dele. – Nelson, eu imagino que seja um homem de respeito, um homem sério com relação ao trabalho. Estou certo? – ele assentiu nervoso. – Pois muito bem, por isso resolvi aceitar seu serviço.

— Ora mas eu fico muito feliz com isso! – Walker deu um sorriso.

— Que bom. Entretanto, não acho que me leve com a mesma seriedade. – ele ficou assustado, Carlos e Barbara se entreolharam, ele com a boca torta e se reencostando na porta de braços cruzados e ela ajeitou os óculos. Eles sabiam o que estava por vir.

— Mas, não entendo aonde quer chegar com isso. Eu sou sim, um homem sério e de respeito como mesmo disse! E como diz que não estou o levando com mesma seriedade? – ele tirou a mão de seu ombro e se endireitou.

— É muito claro. Como você pôde deixar o serviço que lhe pedi e confiei para uma, mulher e esse. – ele fez uma breve pausa. – Latino. – Carlos estava o fuzilando com olhares agora. Nelson olhou para os dois atrás de sí e não tinha palavras. Ele limpou a garganta.

— Mas, eu havia deixado clara a ficha dos dois para o senhor.

— Está errado meu caro. Se soubesse disso eu não teria-o feito na recepção. – ele olhou para Barbara. – Que alias, deveria fazer companhia a sua amiga lá em baixo, acho que se daria muito melhor lá. Agora vejo o motivo da demora. – ela respirou.

— Senhor, com todo respeito, eu não acho o que você saiba o que estávamos atrás. – ele riu.

— O que? Está me dizendo que não conseguem investigar um simples homem? Mais que desleixo.

— Não apenas um simples “homem”. – ele continuava sorrindo.

— Oh! Então estamos falando de um tipo de “mafioso”? – disse com ironia.

— Você pode ver o que tem no carro. – ele olhou para Carlos.

— Urg, poupe-me de ver corpos dilacerados, vocês mexicanos parecem gostar de violência, Deus!

— Por favor vocês dois... Ah, Sr. Walker, peço que escute o Sr. Villar e veja o que tem no carro. – mas ele levantou a mão num sinal de desgosto para que parasse de falar.

— Por favor peço eu Nelson, esperava mais de você. Me pedindo para olhar. – ele limpou a garganta. – Defuntos. Ora mais que falta de consideração com seu cliente, e ainda mais encarregando essa gente. Mas o que posso eu fazer... – ele pegou a carteira de seu bolso e tirou algumas notas e as deixou na mesa. – Eu sou um homem de palavra e vou pagar, mas, não aceitarei esse tipo de tratamento uma próxima vez. – foi andando até o corredor e virou-se para os três. – Tenham uma boa noite. – e dispensou-se.

Carlos foi até a mesa, pegou o dinheiro e deu uma olhada.

— Homem de palavra, huh, sei. – Barbara aproximou-se e pegou o dinheiro começando a contar.

— 700. Não é nem a metade.

— É e acho que não vai da pra dividir. – eles olharam para Nelson, que estava extasiado e confuso com o que acabara de acontecer. – E você não vai dizer nada? — perguntou Carlos.

— Carlos, Jones... Eu sinto muito por isso.

— De novo. É a gente sabe. – falou indignado foi até a janela tirando o maço de cigarros e o isqueiro da jaqueta.

— Eu não imaginava que isso fosse acontecer.

— O que? Você tá brincando, esperava que ele fosse “legal” com a gente? – Nelson coçou a cabeça envergonhado. – Nossa mas eu quero tanto bater na cara dele. – e tragou o cigarro.

— (Suspiro) Deixem-me repor o resto do dinheiro pra vocês, eu insisto.

— Sr. Nelson, não precisa fazer isso por nós. – disse Barbara, Carlos bateu a janela e virou-se para ela.

— Eu espero você lá em baixo. — e saiu.

[silêncio]

— Deus, eu nem sei mais o que fazer. – ele passa a mão pela testa, Barbara parou um momento.

— Escute, eu não sei se você entenderia, mas eu digo isso já tem um tempo. Não é o pagamento...

— É o tratamento, eu sei eu sei... Mas eu não posso dar as costas pra esse tipo de gente, e realmente queria poder interferir nesse tipo de coisa, mas nós sabemos o que acontece. Carlos é o que fica mais incomodado. – ela respirou fundo.

— Bem, eu vou indo. A gente tá cansado, e depois disso fica exaustivo.

— Compreendo, tenham uma boa noite e voltem seguros.

— Obrigada senhor. – ela sorriu brevemente e saiu.

Passando pela recepção, foi até o balcão e devolveu a revista para Betsy, desejaram boa noite e se despediram. Saiu do prédio onde Carlos estava esperando encostado no carro ainda fumando.

— Então, o que vai ser agora?

— Primeiro. – ela tirou o dinheiro do bolso da calça e entregou parte para ele. – Da próxima vez que isso acontecer você fica com a maior parte. Toma. – ele encarou por um tempo o dinheiro e depois o tomou, colocando no bolso.

— Tá, e agora?

— Agora é arranjar um lugar pra enterrar isso e ir pra casa.

— Ótimo e eu tenho o lugar perfeito pra isso. – e foi até o outro lado do carro abrindo a porta.

— Não me diga outra caçamba de lixo. – disse suspirando, ele estalou os dedos e sorriu.

— Bingo. – e quando estava prestes a entrar no carro Jones foi até ele o puxando de volta.

— Mas antes apague isso senão você vai levar aquilo nos braços. – ele bufou, jogou o cigarro no chão e apagou com a bota.

— Pronto?

— Sim vamos embora.

Notas finais
Nossa desculpa pelos nomes bregas mas eu achei tão legal colocar os nomes de músicas nos capítulos. Espero que gostem sempre quis postar alguma história minha :) Mais uma vez perdoem qualquer erro please. A história também está disponível no Spirit, com o mesmo nome.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.