Notas iniciais
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Ela me seguia. Desta vez com roupas de luto e com a máscara da solidão em sua cintura um molho de chaves tão pequenas, seriam para abrir as máscaras e retirar do rosto?

Eu já me deparei com a solidão em umas das noites sai do baile. Quis abandonar o palácio, quis deixar de dançar e celebrar a vida.

Eu estava triste não havia ninguém para ser meu par, lembro que na data essa moça usava a máscara da raiva ela seguiu-me até o jardim lá ao ver a Solidão deixou-me a sós com ela.

O jardim permitia uma visão do céu, estava tão lindo, estrelas brilhavam, no ar um cheiro suave de rosas e eu encantada busquei conhecer melhor o lugar.

Eu recordo que a solidão ofereceu-me uma rosa cujo espinho feriu-me.

— Posso apresentar-lhe um velho amigo ou conduzi-la a uma rival só depende de como vai tratar essa rosa. Já que me achou em meu recanto responda: O que devo plantar?

Desde então visito o jardim, mas mesmo tendo aprendido a apreciar a solidão não me agrada ver alguém usando o seu rosto.

Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.