Notas iniciais
Mais um capitulo ai, espero que gostem.

A porta principal foi quebrada em pedaços, uma figura escura pairava sobre a entrada, seus dentes brancos destacava no escuro pêlo, Bonnie não fez barulho tinha uma ponta de esperança de que se ficasse quieta, ele não poderia vê-la segurou sua respiração, mais o lobisomem sentiu seu cheiro, seus olhos vazios encarava os delas

–Não – Gritou Kai batendo na parede invisível com os punhos- deixem ela em paz

–Kai- foi só o que a bruxa conseguiu falar ao ver mais dois lobisomens atravessarem a porta dos fundos

–Bonnie me tire daqui- ordenou Kai sem conseguir tirar os olhos dos lobisomens que majestosamente correram em direção dela.

Ela cantarolou um pequeno feitiço que os jogou longe, mais sabia que não era o suficiente, em apenas alguns segundos eles se recuperaram balançaram a cabeça olhando para pequeno alvo.

–cantroi mais feic- Recitou Bonnie.

Kai entendeu o cântico e passou pelo o que antes impedia de sair, a barreira caiu.

–Kai- ele tocou seu braço, Bonnie fechou os olhos ao ver os lobos que estavam a centímetros atrás de kai.

–Pode abrir- disse ele, com seus dedos afastando algumas mechas de cabelo da bruxa, ela se assustou com o toque, Kai recuou timidamente. Os dois encaravam o lugar que antes uma casa em ruínas agora estavam em uma praia, a lua cheia clareava o lugar deserto de areia,o mar estava escuro mesmo com o brilho da lua encima da cabeça dos bruxos, o mar era negro como a noite, podiam ouvir as ondas se quebravam nas pedras, parecendo um estranho, lindo e solitário som.

–Onde estamos, Kai? Perguntou Bonnie se arrastando um pouco pra longe de kai.

–Eu não sei, mais temos que sair daqui- suspirou ele- você está machucada? Perguntou timidamente, ela o encarou por alguns segundos e falou:

–Bom além de não poder andar?

–Bonnie me desculpe, eu só...

–Kai você me ajudou mais isso não nos torna amigos.

–Tudo bem, vamos então?

Kai pôs de pé.

–Nós? Não vou a lugar nenhum com você- Despejou Bonnie

–Vai ficar se rastejando por ai? Ou procurar alguma cadeira de rodas? Por que não sei você. mais estamos no meio do nada, e provavelmente numa maldita prisão, então Bennet como é que vai se virar?

Bonnie tinha que admitir que ele está certo, se correr o bicho pegar se correr o bicho come, então escolheu ir com ele, um bruxo é mais fácil de cuidar do que um trio de lobisomens.

–Bom então me ajuda a fazer algum feitiço para andar e...

Kai voltou a tocar o braço de Bonnie, ele rapidamente soltou

–O que houve? Disse ela a ele.

–Não está sentindo? Kai sentou na areia ao lado dela.

–O que?

Kai para de encarar o mar escuro e a olha.

–Está sem poder Bonnie.

–Como isso é possível? Estava agora- grita ela.

Passou alguns minutos até Bonnie finalmente aceitar que está sem poder, Kai também não conseguiu fazer nenhum feitiço.

–Temos que ir- Por fim fala Bonnie- Mais se tentar qualquer coisa eu juro que eu te mato, kai.

–Você nunca confiara em mim?

–Você é um sociopata maldito, nunca, nunca Kai irei confiar em você.

–Bonnie nunca diga nunca!

Kai pegou Bonnie pelos braços.

–Nossa Bennet você pesa- reclamou Kai balançado um pouco a bruxa que bateu no seu peito violentamente- Ok, feitiço de parecer bem menos o real peso, esperava mais de você, Bonnie

–Cala boca- repreendeu ela.

–Só acho que deveria abrir um clinica ia faturar, só acho.- Bonnie revirou os olhos e Kai soltou um pequeno sorriso.

Algumas horas se passou, kai estava exausto, Bonnie estava dormindo em seus braços, avistou um palmeira na praia, com cuidado colocou deitada no chão.

Levantou, arrumou um pedaço grande madeira, segurou firme nas mãos e sentou perto de Bonnie, ela tremia de frio, tirou sua jaqueta de coro e pôs sobre ela, mais viu que não era o suficiente.O vento gelado arrastava o cabelo negro de Bonnie, deixando seu lindo rosto mais a vista, kai não pode resistir, ela estava como sempre linda, acariciou o rosto com cuidado para não acorda-la, ele ainda estava gelado com o frio da noite.

–Ahh Bonnie, é melhor esconder essa madeira antes que queira me matar- Kai deitou se, pôs a cabeça de Bonnie em seu ombro e com a outra mão a abraçou.

–Cheiro de morango- disse ao sentir a fragrância vinda do seu cabelo – e sangue- disse desanimado ao sentir o cheiro que vinha do sangue seco na testa dela.

–Boa Noite Bennet- disse beijando o topo da sua cabeça-Minha Bennet

De longe um corvo voava, pousando na Palmeira, olhou pra baixo e duas figuras estavam deitados abaixo da árvore, abraçados eles dormiam sossegados gostando do calor um do outro.

O corvo olhou pra longe, a alguns metros e lá estavam, três grandes lobos sentados perto de uma figura humana, com jaqueta preta e capuz cobrindo o rosto, observava os dois bruxos dormindo tranquilamente.