Notas iniciais
[Capítulo revisado e editado em 07/09/13]

Oi oi gente *-*

Não me matem please, eu disse que ia demorar um pouco, mas não se acostumem eu não vou postar todos os dias, okay?

E então, esse capítulo ta meio pesado, então, né? Sintam-se avisadas.

Enjoy;*

Hermione rolara na cama ficando de barriga para cima.

Ela havia acordado, mas ainda não abrira os olhos.

Com certeza não estava em sua cela, ela não sentia seu surrado colchão de solteiro com manchas de gordura e mofo, pelo contrário sentia um aconchegante colchão de casal, bem macio e confortável e além de tudo isso estava coberta por um felpudo cobertor.

O lugar não era úmido nem cheirava a mofo, era uma atmosfera calma e a meia luz.

Estava quase certa de que esse era mais um delírio com Hogwarts. Tinha certeza que se abrisse os olhos veria Gina.

Gina.

Uma lágrima inconsciente rolou pela face da castanha.

– Hermione? –uma voz masculina chamou ao fundo – Está acordada? – a voz estava mais perto, esse cheiro hm... Hortelã, chocolate meio amargo, canela e maçã.

Malfoy.

Ela abriu rapidamente os olhos.

Sua cabeça deu um giro.

Não estava em Hogwarts.

Não estava em seu quarto.

Sua amiga estava morta.

Ela era uma boneca.

– Sim, mestre. Estou acordada. – ela respondeu mecanicamente.

– Vá tomar um banho, tem roupas e toalhas limpas na pia, junto com uma escova de cabelos.

Os olhos de Hermione brilharam em agradecimento e ela rapidamente foi para o banheiro que ali havia.

Draco soltou um baixo riso.

Era um banho. Só um banho.

Algo tão simples, para, qualquer pessoa.

Mas pra ela, parecia que ele havia lhe dado um milhão de galeões.

~*~

Hermione se despiu numa velocidade incrível, e logo estava no chuveiro quente.

A água quente escorria pelo corpo magro e curvilíneo da jovem moça, fazendo a dor diminuir, no entanto as marcas dos toques daqueles brutos ainda estavam lá.

Ela esfregara, inconscientemente, mais forte com a esponja em sua pele, tentando apagar a sujeira e levar o nojo qual sentia de si mesma.

Lavou os cabelos e saiu do banho, secando-se e colocando roupa limpa – e nova – Em seu corpo, agora limpo.

Secou e escovou os cabelos, deixando-os úmidos e saiu do banheiro.

Ela trajava um lingerie preto, uma blusa de mangas curtas vermelha e um short verde.

Draco apontou a cama para que ela se sentasse. Ela obedeceu e se sentou.

– Está com fome? –ele perguntou.

A castanha hesitou.

– Sim mestre. –ela respondeu olhando para baixo.

Ele pegou uma bandeja com dois grandes lanches com tudo que lhes era permitido e uma jarra com suco de abóbora.

– Coma. –ele disse, mas não era necessário.

Hermione apreciava cada mordida, não era sempre que tinha comida, e nunca havia comido tanto naquele lugar.

Ela finalizou seu suco e Draco retirou a bandeja.

Ele se acomodou ao lado da castanha, e a fez deitar-se.

– Continue me contando, Granger.

– Sim, mestre.

– Não me chame de mestre, Granger!

– Me perdoe mest... Malfoy.

Ele suspirou.

– Pois bem, conte logo.

– E não sei bem o que aconteceu depois que adormeci...

Flashback on

Hermione sentiu-se sacudir algumas vezes até acordar.

Sua esperança era que Ginny a acordasse para mais um dia de aula, reclamando pelos gritos da noite anterior por causa de seus pesadelos.

Mas não era nada daquilo.

Ela estava sendo carregada por dois homens, cada um deles segurava um de seus braços e suas pernas estavam amarradas.

– Me Soltem! –ela gritava e se debatia nas mãos dos homens que apenas riam.

Um deles apertou ainda mais forte o braço de Hermione e fechou a cara numa carranca horripilante.

– Escute aqui, sangue-ruim imunda, é melhor ficar quieta, ou irá se arrepender. –ele sibilou letalmente.

A grifinória engoliu em seco e ergueu o queixo

Por fora, uma grifinória arrogante, por dentro, uma garota em frangalhos, morrendo de medo.

Mais a frente ela vira uma porta dupla de madeira, havia dois homens um de cada lado, vigiando a entrada.

Um dos comensais que a carregava fez um aceno com a mão, e os homens rapidamente abriram as portas.

Eles a lançaram lá dentro, ela caiu e caiu até atingir o chão.

– Incarcerous – um dos comensais empunhara a varinha.

– Estupefaça! – o mesmo comensal a estuporou, ela foi de encontro à parede e gemeu.

As portas foram fechadas fazendo um barulho estrondosamente alto.

O lugar estava escuro e muito abafado.

Hermione levou alguns minutos para que sua vista se acostumasse à escuridão para poder enxergar melhor.

O lugar era algo como um porão, sujo, mofado, e com umidade.

Havia outras pessoas ali, mas estavam todas inconscientes.

Ela reconheceu alguns rostos, como: Romilda Vane, Carlinhos Weasley, As irmãs Patil, Percy Weasley, e Rony Weasley.

A castanha tombou a cabeça para trás respirando fundo, ela tinha que manter a calma.

~*~

Hermione sentiu as cordas que a prendiam soltarem seu pequeno corpo.

– Vamos sangue-ruim, é a sua vez. – um dos comensais vociferou a pegando rudemente pelo braço.

Ela foi puxada durante algum tempo, até ser, novamente, jogada ao chão.

– Ora, ora, ora, quem temos por aqui? Não seria Hermione Granger? – o riso sádico de Bellatrix fez a castanha tremer involuntariamente.

– Está com medo? – ela ria ainda mais enquanto se aproximava.

A grifinória a encarava bravamente de queixo erguido, recuando sempre que a comensal avançava.

– Pensa que pode me atingir sua louca? Está muito enganada. – ela olhava cínica para a mulher a sua frente.

Lestrange enfureceu-se, e fez um gesto com as mãos.

Logo a castanha sentiu algo bater fortemente em sua cabeça e ela despencar.

Lucius Malfoy estava com um punhal em mãos.

Bellatrix a encarava mordaz.

– Mais confortável sangue-ruim? Espero que esteja, pois vai ficar muito pior.

A comensal tinha em cada mão uma lança pontiaguda e muito afiada.

O grito de Hermione soou pelo ambiente como uma sirene.

Bellatrix havia cravado ambas as lanças em seus ombros.

A sonserina riu-se, empunhando mais duas lanças, as quais cravou em suas canelas.

A castanha soltou um urro de dor, o que fez a comensal rir ainda mais alto.

– Crucio. –Bellatrix sibilava lenta e fatalmente o feitiço que atingiu Hermione.

A moça se contorcia e gritava. A dor do feitiço a fazia se mover, e se movendo as lanças entravam mais em sua carne.

O sangue escorria pelo chão, Bellatrix estava radiante como uma criança que espera pelo seu presente de natal.

O feitiço se repetiu uma porção de vezes, até Hermione finalmente perder a consciência.

~*~

– O que faremos com ela agora?

– Matá-la?

– Não seus inúteis! Devemos sim matá-la, mas não assim.

– Como então?

– Não lhe interessa! Levem-na para uma cela no corredor das bonecas, e façam o que lhes for necessário.

Após isso o silêncio apenas era cortado pelos barulhos de saltos contra o piso de pedra.

Os dois homens pegaram a castanha e a levaram para uma cela, pequena e imunda, diga-se de passagem.

O homem que a carregava atirou-a contra a parede, a castanha acordou com o baque e instintivamente colocou a mão na cabeça.

Sangue.

Um dos comensais pegou a menina pelos braços apertando com brutalidade.

– Me solte! Agora! –ela gritava, mas nada se ouvia.

– Fique quieta garota, não iremos lhe fazer mal, pelo contrário. – o homem sorriu enquanto se aproximava dela.

Ele desafivelou o cinto, e os olhos dela se arregalaram no mais puro horror.

– O q-ue v-vai fazer? – ela gaguejava com nojo.

– Fique quieta vadia! – ele lhe apertou o rosto dando-lhe um tapa em seguida.

Hermione aquietou-se.

O comensal rasgou-lhe a blusa e o simples sutiã que usava, ela gritou.

O homem tomou um de seus seios com a boca e o chupava dolorosamente apertando o outro com força.

A castanha não sentia nada além de dor e nojo, muito nojo.

Não satisfeito, ele arriou a cueca, e rasgou-lhe a saia.

Outro grito, o comensal a penetrou.

Hermione era virgem, e a dor que sentia era inimaginável, ele penetrava impiedosamente, com força e muito rápido, mas antes de chegar ao ápice, saiu de dentro da castanha.

O comensal que segurava a grifinória soltou-a fazendo-a cair de joelhos no chão.

– Abra a boca. – o ogro que a violara ordenou, porém ela não fez nada. – Eu disse abra a boca, agora!

Hermione sentiu um forte chute na coluna e abriu a boca para gritar.

Grande erro.

O membro do comensal mal cabia em sua pequena boca, ela tentou se desvencilhar, mas foi inútil.

Ela já a segurava fortemente pelo cabelo, puxando e empurrando sua cabeça para frente e para trás, até que, finalmente, chegou ao clímax, dentro da boca dela.

– Engula. – ele ordenou, Hermione chorava. – EU MANDEI ENGOLIR VADIA! –mais um chute, dessa vez nas costelas, e ela engoliu enquanto as lágrimas mancavam sua face.

A castanha pensara que havia acabado, pensara.

– Minha vez. – o comensal que a segurava abria o cinto.

Flashback off

Hermione chorava e mantinha as mãos sobre o rosto.

– Quando não consigo mais suportar o nojo, eu viro o rosto e fecho os olhos para não ver, e obrigo meu corpo a ficar dormente. – os soluços eram muito altos.

Draco novamente a deitou na cama e a cobriu, as mãos da castanha ainda cobriam-lhe a face, mas logo ela adormeceu.

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Leia também minhas outras One Shots:

Até Que A Luna Nos Separe | Carpe Diem | Carta Para Sirius | Inverno |Íris | Diamond Eyes | Dark Paradise

E a minha outra Longfic: Frutos Do Amor

Notas finais
Gente eu tenho 25 leitores e 17 reviews, tem alguma coisa errada não acham?

Então você ai, fantasma, é bom aparecer, ou eu vou mandar o tio Vold e a tia Bellatrix te fazerem uma visitinha ;*

#MonaMá kkkk'

É sério gente eu não mordo (só as vezes rawr;3)

Beijos e deixem reviews!