Notas iniciais
Notas iniciais do autor:
Eba! Conteúdo novo!!! E foi escrito HOJE. Bem mais cedo do dia de hoje, na verdade. Mas só consegui postar agora. Espero que vocês gostem.
Romance leve e momentos agradáveis de leitura.
Ps.: Este foi (provavelmente) o primeiro ‘fluffy’ que eu escrevi relacionado a esta obra. E me veio de forma tão simples e natural, que eu mesmo me surpreendi. Deve ter ficado bom, não é? ^^
Bem, eu estou contando com isso...
Mais uma vez, eu não consegui postar uma obra cedo. Bem, eu já estou acostumado com isso... kkkkk
.
.
.

Bom dia feliz

Danny se sentia confortável. Suave. Aconchegante. Raios solares brilhavam e o acalentavam.

Era uma ‘manhã preguiçosa’.

...

“Nove horas da manhã do dia três de junho está para acontecer o baile de debutantes da princesa. Todos devem comparecer!”.

[...]

“Há-há-há. Todos estão vestindo roupas da idade média... O que é isso, gente? Algum tipo de concurso de fantasia na cidade?”.

Um garoto adolescente estava rindo sozinho na Praça de Amity Park. Esse rapaz era nada mais, nada menos, do que o fantasma de maior fama pela região. Mas não exatamente um ‘amigo’ da população. Muitos o viam como um problema e outros o viam como um rapaz arteiro. Há quem diga que ele não passa de um pobre fantasma que não sabe a diferença entre confusão e diversão. Mas este era o segredo dele...

Aqui. Agora. Ele não era o poderoso Danny Phantom, mas sim sua verdadeira face. Ali estava o adolescente humano, Danniel. Ao qual era ainda menos respeitado ou sequer notado do que seu alter-ego. Mas isso não vem ao caso...

O adolescente impopular e deslocado de grupinhos de outros jovens adolescentes. O freak geek... Ou somente um pirralho qualquer no meio de tantos outros.

Bom, ser alguém comum é o mais comum que se pode encontrar na vida comum.

Voltando ao ponto... Muitos dos habitantes da cidade estavam vestidos, ao ponto de ‘wear character’.

“Vamos, todos venham... Este para começar.”.

“Bom, que seja. Então eu também vou participar dessa ação toda.”.

O próprio rapaz nem notou que ele mesmo já estava vestindo roupas típicas de tal cenário medieval. Era somente um detalhe a mais para ser adicionado a todas essas turbulências de surpresas.

Quando a cidade inteira está agindo de forma estranha, você não vai se agitar por detalhes tão discretos como ROUPA TOTALMENTE DIFERENTE da habitual. E você nem pensaria que isso poderia ser algum plano de domínio ou controle de outros fantasmas...

Não?

Não... O que importa, é se divertir.

...

Ao chegar ao tão aguardado baile, Danniel percebeu que muitas pessoas já estavam dançando no que seria o salão de baile, da côrte da realeza.

Ele também estava no salão principal, mas nenhum dos participantes interagia com ele. Na verdade... Nenhum deles parecia notar o rapaz lá.

Somente um pequeno cãozinho começou a brincar com o rapaz um pouco. Um bicho pequeno e de tom de pele esverdeado. Mas sua aparência fofa e seu jeito dócil cativou o menino a lhe dar atenção e não sentir-se tão excluído no grande salão.

Com o tempo; em meio a tantas brincadeiras, o rapaz acabou sendo interceptado. Ou foi o que ele pensou, já que poderia estar tumultuando o baile todo com isso.

Mas não foi essa o caso. Era algo muito melhor... Era a voz de uma pessoa conhecida, uma das poucas que ele mais conhece nesta vida, que foi direcionada a ele. E algo bem mais gratificante do que uma repreensão pelas atitudes de garoto traquino.

“Com licença, mas por que o jovem cavaleiro honrado e heroico como você não está a dançar?”.

“Ah, olá. Muito engraçado... Mas eu não vou cair nas suas brincadeiras.”.

Ao notar o olhar estranho no rosto de tal pessoa, Danny resolve então ‘entrar no clima’ e ‘fazer o personagem’ de cavaleiro imperial da idade média. Era tudo muito engraçado. Mas começou a ficar bem chato, enquanto ele estava sendo ignorado. Agora, com tal atenção dessa pessoa, ele voltou ao seu humor normal.

“Pois bem, minha ‘donzela indefesa’, vosso humilde cavaleiro aqui não recebeu a devida atenção de nenhuma outra existência durante esse dia todo; além desse pequeno cachorro. E a incomparável recepção de tal ‘moça bonita’ diante dos meus olhos.”.

“Oh. Que situação mais triste e desmerecida. Então concedei a esta jovem senhorita ‘donzela’ a chance de valsar no baile?”.

E com isso, o rapaz estendeu sua mão e segurou a mão da jovem garota. E ambos começaram a dançar ao ritmo clássico e medieval. Um real momento de ‘contos de fada’.

Todo o som, todos os arredores. E, principalmente, a companhia interligada a tal dança... Tudo parecia perfeito e aconchegante.

Enquanto o par dançava, o pequeno cãozinho pulava e ‘valsava’ circulando-os. O casal estava ao centro, enquanto o animal os circulava, os envolvia em mais um momento gratificante. Em poucos instantes o animalzinho chamava a atenção da dupla, mas isso acabou por acrescentar ainda mais ao clima. E tudo foi se encaixando. Parecia que tudo estava certo.

Aos poucos o salão foi silenciando. A música ficou mais baixa...

E eles foram parando de dançar. Mas não se soltaram de tal proximidade.

Então a garota começou a conversar mais suavemente com ele.

“Bom. Muito bom. O belo cavaleiro aqui já está dançando muito bem... Você já estará apto para o baile após a noite de núpcias”.

Breves aplausos soaram pelo ambiente, até o pequeno cãozinho parecia mais agitado; mais animado e feliz. Pulando e latindo ainda mais, enquanto continuava a circular por entre eles e brincava com as vestes das pernas de ambos.

“Bom. A princesa da realeza já fez a sua escolha! A partir de hoje, todos devem comemorar a chegada do novo príncipe. O casamento está confirmado!”.

“Você me escolheu?”.

“Você. Só você terá a honra de desposar a nova rainha. E você será o novo rei”.

“Isso significa...?”.

“Exato; nós vamos nos casar-”.

[...]

“Parece que temos alguém ‘muito feliz’ essa manhã... Bom dia”.

“Bom... Bom dia? O que... Ahhh...”.

Ao notar uma voz tão próxima dele próprio, o rapaz logo abre os olhos, notando uma pessoa abraçada a ele...

Na verdade, era ele quem estava abraçando tal ‘superfície macia’.

O choque da surpresa, em conjunto com todo o aglomerado de outras imagens agitadas na mente dele... O fez recuar. Mas não havia ‘espaço’ o bastante para tal atitude agitada da parte dele. o fazendo cair ao chão. Bagunçando um pouco a cama na qual ele se encontrava instantes antes. E quase derrubando o lençol ao qual ambos ainda estavam enrolados; emaranhados agora seria a expressão mais sensata.

Ao notar que não só ele, mas a própria pessoa foi derrubada ao chão, ele nota que ainda estava com tal figura feminina envolvida em seu abraço desengonçado.

Com tal turbilhão de pensamentos, informações, agitações e pensamentos sentimentais aos quais ele preferia não se concentrar no momento; somente um pensamento louco saiu por seus lábios.

“Mas que ‘merda’ eu fiz na noite passada?”.

“Oh, você não se lembra, meu ‘príncipe’?”.

“O-o-o-o que?”.

“Eu ouvi algo ‘engraçado’... O que você quis dizer com ‘noite de núpcias’?”.

Toda a cena no quarto era algo hilário. O rapaz estava quase hiperventilando; seu rosto, que estava vermelho feito tomate maduro, passou a ficar tão pálido que ele parecia não ter recebido luz solar na pele pelos últimos anos... E Danniel estava gaguejando como nunca antes.

“Oh, não. Eu... Eu-eu não fiz isso...”.

“O que você não fez, ‘herói honrado’? Ah, a propósito... Você fala bastante enquanto está dormindo... Qual é? ‘Sam... Donzela’? O que você estava sonhando, afinal?”.

“Então...”.

Só então ele percebeu; tudo. Era tudo um sonho. Um sonho ‘bom’, mas também avassalador.

...

Na noite passada, o trio estava realizando um projeto escolar de história medieval. O grupo constituído por Danniel, Tucker e Sam estava estudando na casa da amiga; Sam. Eles precisavam ler sobre muitas coisas e termos relacionados a reis, côrte real, plebeus, cavalaria... Baile. Casamentos...

Todos os pontos estavam se encaixando...

[...]

Com o passar das horas e acréscimo de tal trabalho chato, o trio passou a ficar mais cansado... Eles já estavam ‘fatigados’ por terem passado o dia caçando o fantasma do ‘fã-clube’ número 1 de encrenca; o Box Ghost. Esse vai ficar um bom tempo sem suas preciosas caixa...

Aos poucos, todos foram pegando no sono. E o primeiro foi o Danny.

E adivinhem aonde ele ‘adormeceu’? Correto...

Tucker começou a rir e fazer piadas e logo Sam o acompanhou nas risadas. Tudo isso por conta do amigo cansado e que nem percebeu o quanto precisava descansar.

No mais, a dupla passou mais uma hora imersa nos estudos... E nada do rapaz acordar. Pelo visto, ele realmente estava bastante cansado.

Os amigos logo decidiram que já estava bom de tanto estudar e resolveram acompanhar o dorminhoco espaçoso na ‘terra dos sonhos’...

“Devemos acordá-lo?”

“Não. Tudo bem. Deixe-o dormir. Ele parece bastante manso dormindo assim. Até que é legal.”.

“Tudo bem, então. Mas seus pais não irão reclamar; ou achar estranho?”.

“Bom, não seria a primeira ‘coisa estranha’ que eles receberiam de mim. E, no mais, eles já sabem que vocês estão aqui, estudando. Então é normal passarem a noite para dormir. E vocês são meus amigos. Tudo bem.”.

“Então... Você vai dormir em algum quarto de hóspedes? Ou eu devo levá-lo até lá e carregá-lo comigo?”.

“Eu não sei... Bom, que seja. Deixe do jeito que está? Pronto, que tal se todos nós dormimos aqui mesmo hoje?”.

“Ok. Eu me viro aqui no chão, mas eu ‘aposto’ que você tem um lugar mais ‘confortável’ para relaxar. E não me refiro somente à cama... Hu-hu-hu.”.

Como de costume, Tucker começou a provocar sua amiga. Sobrancelhas subindo e descendo. Sarcasmo e ‘dicas’ para aproveitar a chance.

E lógico, ele recebeu um chute em retaliação da amiga envergonhada.

Mas que, com o passar dos minutos, decidiu ter tal ideia ‘ousada’.

“Por que não? Pois bem, eu vou seguir o seu ‘conselho’. Afinal, a cama é minha. E tem um bom espaço para dois”.

“Isso é sério? Oh, rapaz... Eu aposto que ele vai tomar um grande susto quando acordar.”.

“Isso se ele acordar primeiro. E isso se eu o deixasse me ver nessa situação”.

“Ok. Tem razão. Mas ainda assim isso poderia ajudar o ‘Mr. Clueless one’ a pensar um pouco, quem sabe-”.

“Está bem, já chega. Tucker é hora de ir se deitar.”.

[...]

...

Cada qual adormeceu e tudo estava tranquilo. Um pouco ‘inovador’, mas confortável e até um pouco de agito tímido do coração. Mas era justamente isso que a deixava ainda mais confortável; exceto pelo fato da garota notar uma sutil mudança nos acontecimentos.

Ela despertou, um pouco agitada, mas não podia se mexer direito. O rapaz a estava segurando!

Abraço...

Ele estava fazendo de propósito? Não... Ele não teria essa ‘coragem’ ou vontade...

Um sentimento bom; depois uma constatação desanimadora... Após isso um conjunto de surpresas.

O rapaz estava ‘cochichando’ algo.

Ele estava dormindo ainda. E parecia que ele estava sonhando. E ele estava ‘narrando’ coisas durante o sono.

Sam... Dança... Núpcias... E mais um monte de questões constrangedoras. Como ela conseguiu decifrar boa parte do diálogo embaralhado pelo fato de estar dormindo, isso é algo surpreendente, mas não importa muito.

Ele continuou murmurando coisas, até que ele começou a sorrir e se agitar sutilmente, como se estivesse se acordando. O que levou o abraço a ser ainda mais ‘aconchegante’ e encher ainda mais de vergonha a garota.

Mas ‘se você está na chuva, é para se molhar’. Já estava vergonhoso e constrangedor demais, então ela deveria, ao menos, descontar com humor e levar como uma ‘brincadeira’.

Uma brincadeira de sentimentos...

[...]

“Agora que você parou de gritar feito uma garotinha histérica, Danny, que tal me dar um ‘bom dia’ também. E ao nosso ‘colega de quarto’ ali“.

“Ahn?”.

“Vire um pouco o rosto e diga ‘oi’ para todos”.

Quando ele o fez, ele notou.

“Oh... Não”.

Tucker estava rindo tanto, que até seu rosto estava cheio de lágrimas. E ele não aguentava mais sufocar o ‘riso silencioso’ e começou a gargalhar.

Mas Tucker não perdeu o equilíbrio... Não.

A gravação em seu PDA continuou.

...

Ironicamente, Tucker foi o primeiro a acordar. Ele estava ‘apertado’ para ir ao banheiro. Ele notou alguns risos de satisfação no quarto. Mas tudo estava normal. Todos estavam dormindo normalmente.

Mas ele tinha um ‘pressentimento’, então correu logo do banheiro e voltou a tempo de presenciar desde o início do show...

Ele notou o rapaz se remexendo deitado, enquanto dormia, até que o mesmo alcançou tal ‘superfície macia’ e se aconchegou nela com um abraço. Os sorrisos de satisfação da dupla enquanto dormiam, também foi algo muito ‘fofo’ e natural. Até a garota acordar ‘assustada’ e ficar nervosa... Envergonhada; tímida e procurar uma forma de sair dessa situação constrangedora.

Mas logo ela se concentrou em outra coisa...

[...]

O rapaz dorminhoco estava sonhando e resmungando coisas ‘interessantes’.

Então tudo culminou até o que está acontecendo. E, por sinal, ela só notou o Tucker gravando quando o rapaz despencou da cama.

Então tudo foi autêntico; sem encenação e sem ‘restrição’.

Uma verdadeira gravação para ‘chantagem’ no futuro.

“É! Agora eu tenho um troféu e tanto”. — Tomara que não seja motivo de minhas ‘memórias póstumas’.

“Tucker!”.

O rapaz gritou junto de sua parceira. E logo o ‘casal’ começou a arremessar travesseiros na direção do amigo techno-geek com a filmagem comprometedora...

.

.

.

E o mais surpreendente era os pais da garota não terem flagrado nada com tanto barulho.

[...]

“Bom dia... Sammykins... Mas o que-”.

Quem disse que não...?

“Oh, que ótimo...”.

Quando Danny caiu, ele acabou ‘puxando’ Sam junto. E eles ficaram ‘embolados’ no chão devido a isso.

Só então houve a represália contra o Tucker. E só depois houve o ‘flagrante’ de uma mãe raivosa por se deparar com tal estado ‘constrangedor’ de sua filha... Eles não se recuperaram a tempo de se recompor antes da cena de tal posição ‘ambígua’.

Tudo isso ocorreu em menos de um minuto, desde o acordar de Danny.

E tudo foi filmado.

Espero que fique tudo muito bem ‘encaixado’ para a apresentação durante o baile do casamento deles... – Tucker pensou.

Pensou o Tucker, com a torcida de que ele seria capaz de manter armazenado tal conteúdo até lá.

‘E que eu não seja obrigado a apagar essa filmagem para não ser espancado por certa amiga descontrolada’.

Fim.

.

.

.

Notas finais
Notas finais do autor:
A data e a hora são uma ‘homenagem’ minha pelo meu esforço em produzir esta história POR UMA HORA DIRETO! Minhas mãos ainda estão ardendo de tanto escrever, digitar, traduzir (postagem em inglês não é o meu ponto forte ^^) e adaptar tudo! Só para eu conseguir postar logo.
É algo desse tipo... Eu acho que eu ‘merecia’ colocar um pouco de sarcasmo e autoestima aqui. :P
Criado na manhã de 3 de junho de 2018, enquanto eu estava com o maior trabalho para editar e poder postar o primeiro capítulo de ‘O que o futuro reserva’; que será adiado, novamente!
Adição de última hora... Eu queria colocar o Cujo na obra. ^^ Não sei se ficou bom, mas eu tentei.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!