Notas iniciais
Hey, pessoal! Acreditem ou não, essa One Shot veio de um sonho meu, mas está com algumas modificações.

Quinn entrou na sala do coral e sorriu, ao vê-la cheia como sempre via. Seus dias em Yale, em New Haven, não estavam sendo dos melhores. Não que ela estivesse odiando, ela amava Yale, mas o que acontecia em sua vida em si. Tinha quase um ano que ela não via seus antigos amigos do Glee Club, aquela reunião seria importante para ela, já que Quinn estaria passando por uma transição importante. Brittany foi a primeira a vê-la, a mesma deu o máximo sorriso que pôde e pulou da cadeira, correndo até ela.

— Quinn! – a garota gritou, a abraçando. – Fico feliz em te ver novamente.

— Também fico feliz, Brittany. – Quinn sussurrou, aproveitando ao máximo aquele abraço.

— Você está radiante, Fabray. – Santana disse, se aproximando.

As duas se abraçaram meio de lado, Mercedes foi a próxima a se aproximar, com Tina e Rachel.

— Eu chutaria sete ou oito meses. – Kitty disse, de longe.

— Nove, na verdade. – Quinn a corrigiu, terminando de abraçar Tina e passando para Rachel.

— Eu fiquei feliz quando soube. – Rachel comentou, se afastando dela.

— Como assim? – Quinn perguntou, desviando seu olhar para Santana. – Achei que eu tinha pedido segredo, Santana.

— Na verdade você disse que não saberia como contar, e que precisaria de ajuda, então eu fiz esse trabalho por você.

Todos olharam para Quinn com brilho nos olhos, e ela se sentiu minúscula no meio de tantos olhares. A grande novidade, que naquele momento não era mais uma novidade, era que Quinn estava grávida, novamente. Não foi uma notícia tão bem recebida por ela mesma, até porque ela achava que isso aconteceria cinco ou seis anos depois de se formar.

Flashback

“Quinn saiu do banheiro e suspirou, sentindo seu estômago embrulhar novamente. Nessa semana ela não se sentia bem, vomitou quase todas as tardes depois do almoço, sentiu vontade de comer torta de maçã em um dos dias, e acordava durante à noite, por ter sonhos estranhos com bebês. Isso a deixou nervosa no início, porque ela já tinha sentido aquilo antes, quando engravidou de Beth.

— Tem certeza que não comeu um burrito estragado? – sua colega de quarto perguntou.

As duas haviam saído em um dos finais de semanas, por ter sido aniversário de sua colega de quarto, elas comeram burritos, voltaram para Yale com milhares de sacolas de doces, à pedido de Quinn, e passaram a noite comendo todos os doces.

— Eu não comi um burrito estragado. – Quinn respondeu, se sentando em sua cama. – Biff disse que aquele lugar é confiável.

— Às vezes os lugares confiáveis podem se tornar os piores, sem que alguém perceba.

— Eu não comi um burrito estragado, Scarlett.

A garota revirou os olhos e se levantou, indo procurar um casaco no armário.

— Se você não comeu um burrito estragado, só pode estar grávida.

— Não fale besteiras!

— Não é besteira. – Scarlett se virou para ela. – Pense, você vomita depois de comer, passou a semana enjoada com meu perfume, o que é bastante estranho, já que você o rouba às vezes, sentiu uma vontade imensa de comer torta de maçã, e pelo que eu saiba, você nem gosta tanto de torta de maçã.

— Eu não posso estar grávida.

— Olhe, eu vou até a doceria comprar algo. Quer que eu passe em uma farmácia e compre um teste de gravidez?

— Eu não estou grávida.

— Vou levar isso como um sim.

Depois de minutos de espera, e de uma Quinn nervosa, Scarlett voltou com alguns doces e uma sacola da farmácia mais próxima. Quinn pegou o teste e olhou para o banheiro. Ela não queria fazer isso, na verdade ela não queria que fosse verdade.

— O que houve? – Scarlett perguntou, parando ao seu lado. – Não é tão difícil assim, Quinn.

— Como não é difícil?

— Sabe? É só fazer xixi no ponto onde indica e depois...

— Eu sei usar um desses, Scar. Eu só não quero acreditar que isso poderia acontecer... novamente.

— Novamente? Como assim, novamente?

— Nada. – Quinn foi até o banheiro e parou de frente para a pia. – Espero que não seja verdade.

Depois de fazer todo o processo, Quinn voltou para o quarto e ficou sentada em sua cama, quase devorando todo seu dedão.

— Se você continuar assim, não sobrará dedo para contar história.

Quinn revirou os olhos e ouviu o pequeno beep do cronômetro de seu celular, indicando que os minutos necessários já haviam passado. Ela se levantou rapidamente e correu até o banheiro, Scarlett correu atrás dela e pegou o teste, olhando para o resultado.

— Então? – Quinn perguntou, se apoiando na pia.

— Como funciona?

— Dois traços quer dizer que sim e um é não.

Scarlett olhou para Quinn, seus olhos estavam levemente arregalados. Quinn sentiu um buraco se formar no chão e ela ser puxada com toda força.

— Testes assim falham às vezes, certo? – Scarlett perguntou, ainda a encarando.

— Isso não pode estar acontecendo...”

Quinn esperou duas semanas depois do suposto resultado e fez mais três testes, todos deram positivos. Assim ela ligou para Santana e contou tudo.

— Quem é o sortudo? – Rachel perguntou, seguindo Quinn até as cadeiras.

— Biff Mcintosh. – Quinn respondeu, com o olhar perdido.

— Tem algum problema? – Santana perguntou.

— Não. Por que teria algum problema?

— Você está... estranha. – Brittany respondeu. – Meio distante.

— Eu estou bem, mesmo.

As conversas começaram a surgir de repente. Falavam sobre o bebê, falavam sobre Brittany estar indo bem no MIT, falavam sobre a briga estúpida entre Rachel e Santana, que tentavam mudar de assunto sempre. Depois de poucas horas conversando, Sr. Schuester entrou na sala com sua pasta marrom de sempre, sorrindo mais ainda ao ver seus antigos alunos juntos.

— Olá, pessoal! – ele comemorou, colocando sua pasta em cima do piano. – Estão todos aqui, certo?

— Ainda falta o Puck. – Quinn respondeu.

— Certo. Podemos esperar por mais alguns minutos, se vocês quiserem.

Todos concordaram, Sr. Schuester começou a conversar com alguns de seus antigos alunos, Quinn engatou em uma conversa com Mercedes e Rachel, Santana e Brittany conversavam entre elas. Quando todos acharam que Puck não iria aparecer, Sr. Schuester iniciou a tarefa, fazendo alguns de seus alunos deixarem poucas lágrimas descerem.

***

Quinn virou em um dos corredores, vendo o máximo de alunos que ela viu no ano em que visitou a escola, alguns outros ela não conheciam, mas que a olhavam com admiração, como Kitty faz quando a olha. Era o terceiro dia que estava ali e já se sentia em casa novamente. Do outro lado do corredor ela pôde ver o garoto que a tratou tão bem quanto qualquer outro garoto, mas agora com um ar mais adulto, um homem. Puck a viu, de início se assustou. Provavelmente ele era o único que não sabia da gravidez. Ele se aproximou mais dela, Quinn sorriu mais ainda para o olhar surpreso dele, acariciou sua barriga por instinto e parou de frente para ele.

— Ora, ora, ora... – Puck começou, ainda olhando para a grande barriga. – Quem diria que Quinn Fabray engravidaria novamente?

— Se você olhar nos meus olhos, nem perceberá que tem uma barriga grande na sua frente. – ela disse, corando um pouco. – É bom te ver novamente, Puck.

— Digo o mesmo.

Ele a abraçou com cuidado, beijou o topo de sua cabeça e acariciou sua barriga, sentindo toda a emoção de antes, quando descobriu que seria pai.

— Já fique avisado que esse não é seu. – Quinn brincou, fazendo Puck rir.

— Será mesmo?

Os dois riram, Puck desviou seu olhar para os lábios de Quinn e sorriu, ela percebeu isso, mas não ligou, já que ela fez o mesmo com ele. De repente dois braços a envolveram por trás, Quinn se assustou de início, mas logo sorriu, ao ver seu namorado parando ao seu lado.

— Eu estava te procurando. – ele disse, olhando para ela, sem notar que havia mais alguém ali. – Quantos corredores há nessa escola?

— Hum... Querido, esse é Noah Puckerman. – ela disse, apontando para Puck, que tinha a testa franzida. – Puck, esse é meu namorado, Biff Mcintosh.

Quinn pôde perceber que Puck não gostou muito do homem ao seu lado, porque ele ainda tinha a testa franzida para Biff, assim como Biff tinha para Puck.

— Bem... – Puck começou, voltando a olhar para Quinn. – Vou me encontrar com o pessoal no auditório. Você vem?

— Eu...

— Nós vamos almoçar. – Biff respondeu por ela. – Depois teremos que desfazer as malas, certo Quinn?

— Hum... Sim. Nós ainda poderemos nos ver essa semana, não?

— Sim. – Puck respondeu, olhando entre Biff e Quinn. – Se você mudar de ideia, sabe onde nos achar.

— Obrigada.

Puck se virou ainda desconfiado e seguiu seu caminho até o auditório, Quinn o seguiu com o olhar até que ele virasse o corredor, em seguida o desviou para um dos armários.

— O que foi isso? – Biff perguntou, segurando em seu braço.

— Isso o que?

— Esse olhar entre vocês dois.

— Que olhar? Do que você está falando, Biff?

— Escute. – ele apertou um pouco seu braço, Quinn gemeu de dor. – Eu não vim para esse fim de mundo, para ver minha namorada flertando com outro.

— Você está me machucando, Biff...

— Esse filho dentro de você é meu, e por mais que eu não quisesse, é meu, e você não tem o direito de flertar com outro na minha frente.

— Me solte...

— Você não ouviu o que ela disse? – Artie perguntou, se aproximando. – Solte ela agora mesmo.

— Caia fora daqui. – Biff respondeu, apertando mais o braço de Quinn.

— Você devia sair daqui. – Mercedes o confrontou, parando atrás de Artie.

— Qual é o problema dessas pessoas?

— Você tem um problema aqui. – Puck se aproximou com Rachel, Santana e Brittany atrás. – Solte-a agora, ou terei que te tirar daqui à força.

Biff soltou o braço de Quinn e olhou para ela, esperando uma explicação.

— Depois conversamos, entendeu?

Puck o ameaçou novamente, Biff deu meia volta e saiu. Quinn tinha lágrimas nos olhos, não só pela dor que sentia no braço, mas também pela raiva que sentia dos amigos.

— Você está bem, Quinn? – Santana perguntou, se aproximando.

— Qual é o problema de vocês? – ela quase gritou, mas se controlando.

— O que? – Rachel ficou surpresa.

— Vocês viram o que fizeram?

— Mas que merda você está falando, garota? – Mercedes perguntou.

— Biff está bravo! – finalmente gritou, agradecendo interiormente pelo corredor estar vazio, com apenas ela e seus amigos. – Provavelmente ele irá terminar comigo e...

— E o que há de errado nisso?

— Vocês não entendem! A família dele é bem sucedida. Sem ele, meu filho crescerá sem uma vida financeira boa e...

— Isso é o que você pensa? – Puck perguntou, se aproximando dela. – Aquele idiota estava te machucando, mas você só pensa no dinheiro dele?

— Vocês realmente não entendem.

— Você tem razão, nós não entendemos, e nunca entenderemos. Essa é a coisa mais estúpida que você já fez, Quinn.

Sem querer mais ouvir aquilo tudo, Quinn se virou e saiu dali, deixando seus amigos preocupados, mas ao mesmo tempo desapontados.

***

O auditório estava vazio, mas os bancos e os instrumentos permaneciam ali. Ouvir seus amigos cantando Keep Holding On foi emocionante, ela se lembrava dos seus momentos difíceis, ela se lembrava também que todos eles a ajudaram, a apoiaram para qualquer decisão que ela tomasse, mesmo que esse fosse dar Beth para Shelby. Nenhum deles a julgaram, pelo contrário, tentaram ao máximo entendê-la.

— Só me diz uma coisa. – Puck pediu, entrando no auditório. – Esse filho realmente é dele?

— Por que a pergunta agora? – ela devolveu, secando algumas lágrimas.

— Eu te conheço, Quinn. Você mente tão bem, quanto Rachel.

— Esse filho é dele, e você tem nada à ver com isso.

Ele se aproximou dela, Quinn se virou de costas para ele e se aproximou do piano.

— Diga a verdade para mim, por favor.

Quinn o ignorou, Puck segurou sua mão na tentativa de chamar sua atenção, mas Quinn a recolheu.

— Eu tenho namorado, Puck. Você não pode simplesmente vir até aqui e...

— Ele disse isso para você? Aposto que disse que se você ficar comigo, te deixará pobre para o resto de sua vida.

— Puck...

— Você não pode ouvir tudo o que aquele idiota diz.

— Por favor...

— A Quinn que eu conheço é feliz com as coisas que ama, com os amigos que ama, com o homem que ama.

— Aquela Quinn não existe mais! – ela gritou, se apoiando no piano.

Sua vista começou a embaçar, Puck se aproximou mais, mas ela não deixou.

— Quinn, deixe-me ajudá-la. – ele pediu.

— Não é dele. – ela disse, se sentando no banco do piano. – E-eu dormi com um cara um dia antes e... no outro dia, Biff ficou tão bêbado, que nem percebeu que tínhamos passado a noite em seu quarto.

— E como sabe que...

— Nós não... ele dormiu antes. Nós estávamos dando uns amassos, ele tirou a roupa e começou a tirar a minha, mas antes que algo acontecesse, ele dormiu. Eu disse à ele que o filho era dele, por causa do dinheiro dele. Eu não sou mais aquela Quinn, eu...

— Você ainda é aquela Quinn que eu conheço. Só deve parar com toda essa mentira. Diga a verdade à ele, diga ao verdadeiro pai sobre a criança.

— Eu disse, eu realmente disse, mas ele não ligou. Se eu não me casar com Biff, terei que cuidar da criança sozinha.

— Você não está sozinha. Você tem sua mãe, seus amigos, tem a mim...

— Isso não é tudo que eu preciso.

De repente Quinn sentiu uma dor forte atingir seu útero. Suas mãos instantaneamente foram para sua barriga, deixando Puck preocupado.

— Você está bem, Quinn?

— E-eu não...

O líquido de sua bolsa rapidamente escorreu por suas pernas, novamente ela sentiu dor, fechando os olhos e gemendo.

— Oh, meu Deus... Quinn, temos que ir para o hospital.

Puck passou um braço pelas costas de Quinn e outro por baixos de seus joelhos, a pegando nos braços. Quinn gemeu novamente, dando um grito em seguida, seus olhos já se enchendo de lágrimas.

— Puck... não temos tempo para chegar no hospital...

— O que? Não! E-eu não posso deixá-la ter o filho aqui e...

— Puckerman! – ela gritou.

Naquele momento Puck se sentiu com 16 anos novamente, vendo a garota que ele amava, prestes à ter um filho, e gritando com ele. Com cuidado, Puck colocou Quinn deitada no tapete que Rachel havia pedido para colocar, Quinn gritou novamente e apertou seu ombro.

— Certo... – Puck sussurrou para ele mesmo. – Primeiro... primeiro... O que eu faço primeiro?

— Puck! – Quinn novamente gritou, rosnando para ele.

— Está tudo bem. É só tirar a calcinha e... a calcinha...

— Eu terei que fazer isso sozinha? – Quinn perguntou, sentindo outra dor.

— Não, me desculpe.

Puck tirou a calcinha lentamente, fechando os olhos para não ver a parte íntima de Quinn, em seguida tirou sua gravata e sua camisa de manga comprida. De repente seu celular começou a tocar, Quinn gritou novamente, procurando por algo para apertar.

— Puckssauro na linha. – ele avisou, dando uma espiada de baixo da saia de Quinn.

— Puckerman, onde você está?

— Santana! Graças à Deus! Eu preciso que você ligue para o hospital agora.

— O que aconteceu? – Santana perguntou, já preocupada.

— É a... Quinn. Ela está...

— Noah, largue esse celular agora! – Quinn gritou, sentindo mais uma dor.

— Eu preciso de ajuda, Santana! – ele também gritou, ficando apavorado.

— Onde vocês estão? – Santana perguntou, com a respiração pesada.

— No auditório. Oh, meu Deus! Eu estou vendo a cabeça, Santana!

— Fique calmo, por favor! Eu já estou chegando ai.

Assim que Puck desligou a ligação, Quinn gritou novamente, sentindo mais dor à cada contração.

— É agora ou nunca, Quinn.

Seu celular voltou a tocar, Puck fez menção de atender, mas Quinn pegou o celular rapidamente, sabe lá como, e jogou longe deles. O som de Bohemian Rhapsody tocava insistentemente, Quinn não aguentava mais sentir toda aquela dor, seu corpo tremia e seu rosto suava. Puck já não tirava os olhos daquela cabecinha saindo aos poucos. Depois de alguns minutos, os dois ouviram o choro soar mais alto que o celular de Puck, o mesmo envolveu o pequeno corpo com sua camisa, com o maior cuidado que pôde, e sorriu, ao colocar o bebê deitado em cima de Quinn, com a loira arfando.

— É um menino, Quinn. – ele disse, sentindo as lágrimas em seus olhos. – É um lindo menino de olhos verdes.

Puck puxou Quinn com cuidado e a colocou totalmente encostada em seu corpo, alguns passos foram ouvidos e os dois desviaram seus olhares do pequeno para as pessoas que se aproximavam.

— Quinn... – Brittany sussurrou, surpresa pela cena que via.

— Ele se parece com você. – Rachel comentou, se aproximando mais com os outros.

— Tem os mesmos olhos. – Santana concordou.

— Tire os olhos daí, Sam Evans. – Quinn resmungou, vendo o garoto corar.

O celular de Puck parou de tocar, assim Mercedes e Tina se aproximaram com os outros membros do Glee Club. Aquele momento se tornou deles, apenas Puck, Quinn e o pequeno bebê de cabelos castanhos e olhos verdes.

***

O quarto do hospital estava silencioso, Quinn dormia tranquilamente enquanto Puck paparicava o bebê em seus braços. Ele não sabia o nome do pequeno ainda, não houve tempo para isso, depois de vê-lo sair de dentro de Quinn. A loira lentamente abriu os olhos e ficou maravilhada com a cena à sua frente. Aquele era o seu passado, o seu presente, e, se tudo desse certo, seria seu futuro.

— Ele se parece mesmo com você. – Puck comentou, ao perceber que ela já estava acordada. – Tem os seus olhos e... Oh, Deus! A coisa que você faz com a sobrancelha!

— Nicholas Puckerman.

— Lindo nome... Espere, você disse o que?

— Eu quero isso, quero que você faça parte da nossa vida, se...

— Não diga o resto, não tem “se”. – ele se aproximou dela e sorriu. – A partir de agora seremos eu, você e Nicholas.

Quinn sorriu, Puck beijou sua testa e colocou Nicholas próximo à Quinn, assim ela beijou seu filho. Aquele era um novo começo, uma nova vida, tanto para Quinn e seu filho, tanto para Puck.

Fim

Notas finais
O que acharam?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!