Boatos

1 Boatos


Notas iniciais
FELIZ DIA JAYROSE!!!!!!!!!!!!!!!

ATO I

— Você ficou sabendo?

— Que James Sirius Potter e Rose Weasley estavam transando nas arquibancadas?

— O que? Eu achei que eles só tinham se beijado!

— Eu ouvi dizer que Ronald Weasley proibiu o relacionamento deles e prometeu deserdar a Weasley!

— E eu ouvi que ela está grávida!

— Você não soube? Ela abortou!

— Não acredito!

— O que você acha que Scorpius vai fazer?

— Por que ele faria alguma coisa?

— Ele é o ex dela!

— E daí?

— Boatos que eles ficaram juntos na última festa da Corvinal.

— Dessa semana?

— Dessa semana!

— Eu acho que é um relacionamento de fachada só para ela mostrar que superou o Malfoy.

— Eu não sei... Eles sempre estavam juntos, né?

— Você acha que ela traia o Malfoy com o James?

— Sempre achei ela uma vadia. E agora isso! Ficou até com o primo!

— Isso não é, tipo, crime?

— Acho eles tão perfeitos juntos!

— O filho de Harry Potter e a filha de Hermione e Rony Weasley!

— Será que ela vai usar o sobrenome Potter quando eles se casarem?

ATO II

— Você não tem nada para me contar, Rose Weasley?

— Não...?

— Resposta errada.

— Não faço a mínima ideia do que você está falando, Roxy.

— Você não ouviu os boatos?

— Não. Você sabe que eu detesto fofocas.

— Eu acho que você deveria ouvir essa.

— Qual é?

— Há um boato de que James e você estão saindo.

— Como é que é?

— Estão dizendo que vocês foram vistos se beijando.

— Quem é que está dizendo isso?!

— Todo mundo.

— Mas... por quê?

— Eu estava esperando que você me esclarecesse isso.

— Eu? Eu não tenho nada a dizer sobre isso.

— Então, é mentira?

— Eu preciso encontrar o James! Ele vai me pagar por isso.

— Pagar pelo o que? Você acha que foi ele que inventou isso? Rose, volte aqui!

ATO III

— James Sirius Potter!

— Eu acho que esse é o meu nome...

— Por que diabos você contou para as pessoas que me beijou?!

— Então, você ouviu o boato...

— Quem não ouviu? A escola inteira está falando disso.

— Bem, eu não tenho nada a ver com isso.

— Por que será que eu não acredito nisso? É típico de você algo assim.

— Por que eu espalharia isso?

— Porque você gosta de se vangloriar e tem um ego do tamanho do universo.

— A forma que você me ofende depois de me beijar é diferente.

— Você me beijou.

— Que estranho, eu me lembro de você me puxando para um beijo.

— Você me forçou a te beijar.

— Como eu faria isso?

— Não vou entrar em detalhes.

— Você está admitindo que foi o meu charme que te forçou a me beijar?

— Não foi isso o que eu disse!

— Não?

— Tire esse sorriso idiota do rosto, James, e resolva o que você começou.

— Eu não espalhei o boato, Rose.

— Ainda não estou convencida disso.

— Não foi eu e não há nada o que possamos fazer sobre. Só espere passar, logo eles esquecem.

— E enquanto isso eu tenho que aguentar eles falando sobre mim?

— Não há o que fazer, Rose.

— Você poderia fazer alguma coisa.

— O que você quer que eu faça?

— Ameace todo mundo! Diga para eles que é mentira! Eu não sei!

— Você acha que eles vão me ouvir?

— Por algum motivo idiota eles te respeitam.

— É assim que você me pede um favor?

— Só resolva isso, James!

ATO IV

— Olá, família!

— De repente o ambiente ficou radioativo...

— Vai ficar me tratando assim até quando, Rose?

— Você resolveu aquilo que eu pedi?

— Eu tentei, mas eu não controlo as pessoas.

— Sobre o que eles estão falando?

— Sobre o boato.

— Que boato?

— Que mundo você vive, Louis?

— Esse. O mesmo que você.

— Eles estão falando do boato que diz que James e Rose se beijaram. A escola inteira está comentando.

— Qual é o problema disso?

— O problema é que James espalhou mentiras para a escola toda.

— Ahn... Talvez não tenha sido o James.

— É claro que foi ele. Olhe para a cara dele!

— Ei!

— Talvez tenha sido... meio que... eu.

— O que, Louis? Eu acho que não ouvi direito.

— Eu comentei com algumas pessoas sobre vocês.

— Por que diabos você fez isso?

— Porque eu vi vocês dois se beijando. Não achei que fosse segredo!

— Vocês estavam o que?

— Como assim vocês estavam se beijando?

— Esse não é o ponto!

— Eu acho que é bem o ponto. Vocês não têm nada para dizer?

— É que...

— Não! Não temos nada para dizer. E, Louis, qual é o seu problema? Por que você quer o meu fim?

— O que? Eu não quero o seu fim, Rose!

— Não é o que está parecendo.

— Desculpe! Eu não sabia que não deveria falar nada...

— Na dúvida, não fale!

— Desculpe! Eu sei disso... agora.

— Parece ter sido um erro legítimo, Rose.

— Argh. Eu sei.

— Eu realmente sinto muito, Rosie.

— Tudo bem. Venha cá, Louis. Eu não consigo sentir raiva de você.

— Acho engraçado que eu não recebi esse tipo de tratamento.

— Me poupe, James.

— O que nós achamos engraçado é vocês fingindo como se nada tivesse acontecido.

— Nada aconteceu.

— Rose, qual é!

— Nós somos família. Você pode nos contar.

— Eu não sei do que você está falando e agora eu vou indo, pois esqueci um livro... na biblioteca.

— Não fuja, garota!

— Você acha que vai conseguir escapar para sempre? Nós moramos no mesmo lugar!!!

ATO V

— Rose!

— O que foi?

— Você não acha que me deve desculpas?

—...

— Vai ficar só me encarando?

— Eu estava pensando, James. E, sim, eu te devo desculpas.

— Estou esperando.

— Desculpe por, sabe, ter te acusado de espalhar o boato.

— Em uma escala de 0 a 10, o quanto isso doeu?

— Você é detestável, James.

— E ainda assim você me beijou.

— Uma falha de caráter momentânea.

— Você tem resposta para tudo, não tem?

— O que mais você quer, James? Eu já me desculpei.

— Eu quero resolver nossas pendências.

— Por que você está tão próximo assim? Não sabe o que é espaço pessoal?

— Você sabe qual é a melhor maneira de acabar com um boato?

— Não...

— Dizendo a verdade.

— O que você está sugerindo? Que eu suba na mesa de jantar e diga que sim, eu beijei o meu primo e daí?

— Mais ou menos isso. Se você quiser acrescentar que eu beijo muito bem, eu não veria problemas.

— Eu pensei que a ideia era dizer verdades.

— Você pode mentir, Rose, mas o seu corpo dificilmente vai.

— James...

— Eu pensei que o seu receio fosse que todo mundo ficasse sabendo, mas agora todo mundo sabe.

— Você realmente quer que eu suba na mesa de jantar, não é?

— Não literalmente... Mas eu não quero esconder mais. É desgastante.

— E ineficaz já que falhamos completamente.

— Então...?

— Eu odeio isso.

— O que?

— Quando você está certo.

— O jeito que você gosta de mim é bem diferente.

— Bem, supere.

— Talvez eu precise de um tempo...e de alguns beijos.

— Tudo bem.

— O que? Fácil assim?

— Eu só tenho uma observação para fazer.

— Qual?

— Você deveria sorrir menos. Pode deixar a sua mandíbula dolorida.

— Não posso demonstrar meu bom humor?

— Só se você quiser que surjam boatos de que você está apaixonado...

. . .

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