Boa noite, bom dia
7 VII — Azul. (Fim)
Notas iniciais
Ponto de vista de Luiz.
Ele conseguia ver mais que muitos. Falava pouco, mas seus olhos tinham um brilho lunar que decifrava e dizia demais da mesma forma. As entrelinhas pouco eram um obstáculo. Mesmo que não dominasse 100% minha língua, ele via almas. Eu pouco poderia mentir, e isso foi o que me salvou também, quando estava quase me afogando.
Segurei a mão dele e me detive olhando-a. Eu esperava poder fazer isso do mesmo modo quando ele estivesse acordado. Ainda buscava, e ainda tínhamos tempo para isso.
Até esse dia chegar, beijei de leve sua mão, lhe desejando mais um dia de bom sono, e esperava que se cumprisse também.
Notas finais
Espero que tenham gostado! Não consegui trabalhar tanto o lado do Luiz como eu queria também, mas é o que temos para hoje. Quem sabe no futuro eu trabalhe com esses dois mais uma vez? Até lá vou ficando por aqui.
Tchau!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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