Boa Sorte Edward!
18 Capítulo 18. Decisões difícies.
Notas iniciais
Tendo drama para entrar na minha conta... não sei por que :S
Enfim, tenho uma pergunta para lhes fazer...
A Lily chegou em um empasse na história e há dois caminhos a seguir...
1° continuar e terminar nos 30 capítulos.
ou
2° fazer uma segunda fase depois do 20° capitulo.
Por favor digam o que acham...
Eu sei, eu sei... estou sendo uma tremenda nojenta e não estou respondendo os comentários, mas irei. Tirarei um dia só para isso... é que esta correria pura.
beijos e até o próximo. ;)
POV Alice.
Maluco a minha vida é uma aventura vou te contar viu?
Estava eu bem linda e feliz no refeitório com o meu príncipe inglês todo cheio de intenção das boas para cima da minha pessoa, quando descubro que iriamos ser liberados mais cedo por conta de um acidente no laboratório de química.
Opa sem aula, vou agarrar o Jasper.
Mas nem tudo são flores. Quando eu cheguei até os portões do colégio para encontrar a Bella, ela estava lá com carinha de elfo domestico triste.
Ela disse que não estava se sentindo bem. Quer dizer, não foi ela que disse e sim o molambento ao lado dela.
Que era aquele afinal?
Sim eu perguntei isso em alto e bom som e quem quiser que ache ruim.
O meu príncipe Inglês tratou de me explicar q ele é um dos professores do colégio.
Estava tudo ótimo, tudo lindo, mas eu queria ralar peito. Chamei a Bella, expliquei que o Jasper nos levaria, não que ele tenha se oferecido, mas me trouxe vai me levar, esta achando o que? É bate e volta.
Mas o tal do professor molambento disse que nos levaria e pasme, a Bellita insistiu em ir com ele.
O molambento foi o caminho todo cheio de sorrisos e conversinha mole para a minha irmã.
Cara coitado do meu tiozão gente boa, um dia e já é corno...
Mas em honra da família não permitirei isso. Tratei de me meter na conversa e fiquei tagarelando o caminho todo.
HÁ HÁ HÁ. Toma meu filho, eu sou Alice Cullen, falar é um dom.
Você acredita que o professorzinho de quinta subiu com a gente. Se não fosse a Bella eu ia tascar a bolsa na cara dele.
Quando a porta do elevador se abriu a Bellita saiu sozinha e logo atrás o molambento.
Enquanto a Bellita se anunciava para a secretaria/escrava do tiozinho, o professor meia boca virou para mim.
- Você deveria tomar mais cuidado minha linda, ser tão ativa pode lhe trazer problemas. – e então a criatura deu uma piscada de olho sinistra.
MEDO.
Eu arregalei os olhos. Meu Deus eu estava sendo ameaçada. AI MINHA VIDA.
Gritei para a secretaria que não queria nos deixar entrar e logo ela deu um jeito.
Logico que o tiozinho sentiu o cheiro que chifre queimado ne? Mas eu ajudei, coloquei o molambento para fora.
Ai eu conheci o Black e foi onde a minha aventura começou.
Estava eu linda e perfeita na maior performance do mundo, simplesmente sendo a Fergie morena, quando no meio da minha coreografia o maluco rumou a cabeça no meu pé.
PODE ISSO?
Agora serei acusada de assassinato por que o sem talento do Jacob resolveu martelar a cabeça no meu pé.
Mas para me pegar, terão que correr. Mas é nunca que me entregarei...
Sair correndo feito uma desembestada da sala do tiozinho.
Pude ouvir os gritos atrás de mim, mas eu não podia parar. Corri pelo corredor e desci as escadas em disparada.
Podia ouvir os passos atrás de mim e os gritos com o meu nome.
Entrei na primeira porta que vi e dei de cara com uma mulher que foi ao chão.
Olhei para trás e vi o tio Ed se aproximando e tratei de pular aquela louca que se bateu comigo e continuar a correr.
Do nada saiu um cara de terno e um treco no ouvido.
LASCOU ERA O SEGURANÇA.
Ele estava em frente a única saída.
- SEGURA ESSA LOUCA. – gritou o tio Ed ainda correndo atrás de mim.
O segurança grandalhão fez cara de malvado e abriu os braços e as pernas para tomar mais espaço e não me deixar passar.
ELE NÃO CONHECE ALICE CULLEN.
Peguei uma das cadeiras e rumei para cima do tio Ed para atrasa-lo, mas ele segurou.
DROGA.
Mas nem tudo estava perdido. Joguei-me no chão e derrapei com tudo por entre as pernas do segurança que agarrou o ar.
HÁ HÁ HÁ. TOMA MEU FILHO, EU SOU DEMAIS.
Levantei rindo e recomecei a correr, mas no meio do caminho alguém abriu uma porta e eu não conseguir frear...
Só tive tempo de dizer.
- FU...
BAM.
Fui com tudo na porta, só sentir o baque na testa e no nariz, sentir tudo roda, ou será que era eu rodando?
Só sei que no momento seguinte tudo apagou.
[...]
Eu acordei algum tempo depois estirada no sofá da sala do tiozinho.
Minha cabeça esta martelando. Diabos de porta dura? Por que não podem fazer a porta como as das casas na Vila do Chaves, de isopor? Ia me ajudar bastante viu.
E para piorar minha vida, o tio Ed estava me dando o maior sermão.
- Você tem passado de todos os limites Alice. Já não se trata mais de você ou da sua doença, trata-se da sua segurança, de limites e de que você pode acabar machucando seriamente alguém.
- Pega leve Edward. – a Bellita que estava segurando uma bolsa de gelo na minha testa, foi em meu socorro.
- Não Isabella. – ih chamou de Isabella. – Alice precisa aprender a ter limites, a doença dela não pode ser usada como desculpa a vida toda.
- Ela não faz por querer. – me defendeu mais uma vez a minha mana linda.
- Não importa por que eu vou manda-la de volta para Forks. – ele disse serio e se jogando na cadeira.
Eu ouvir bem? Ele vai me mandar para casa?
Sentir lagrimas vertendo dos meus olhos e meu coração se apertando.
- Não fiz por mau. – conseguir dizer baixinho.
Levantei do sofá e me joguei no colo do tio Ed.
- Por favor tio, não me manda de volta. Não quero me separar de vocês.
Já sentia meus olhos arderem em lagrimas e os soluços subindo pela minha garganta.
Não era fácil ficar longe dos meus pais, mas eu me acostumei ao tio Edward e não posso ficar sem a Bella.
Quem vai cuidar de mim?
- Por favor tio. – disse já chorando sem parar.
- Desculpa Alice, mas não sei lidar com isso. – o Edward disse e eu vi que ele estava triste.
- Se ela for eu irei também. – a Bella disse ainda sentada no sofá.
- Você fica. Alice precisa dos pais, de controle que eu não consigo ter. Por favor, me entendam.
- Entenda você de uma vez Edward, Alice é minha irmã e não vou me separar dela, não me peça para escolher por que será ela, SEMPRE. – Bella parecia determinada e vi mágoa em seus olhos.
Era nítido que aquilo estava impossível para ambos.
E ali eu sentir o peso que eu era na vida da minha irmã e de toda a minha família. O tio Edward não pediu pela gente, não é como nossos pais que nos amam incondicionalmente.
O tio não queria nada daquilo, não queria uma família, filhos ou esses problemas familiares, ele tinha fugido de tudo isso e nos caímos de paraquedas em sua vida, colocando tudo de cabeça para baixo.
- Eu vou. – disse tomando a decisão mais difícil da minha vida.
- Iremos então. – disse Bella e vi lagrimas brilhando em seus olhos.
- Não. Eu vou sozinha.
- Mas nem pensar... – Bella começou, mas eu interrompi.
- Pode parar Bella. – disse e me levantei do colo do estático Edward e fiquei de frente para a minha irmã, respirei fundo e contei a maior mentira que já contei na vida. – Eu não quero que você vá. Estou de saco cheio de você controlando cada passo que eu dou, de cada segundo que você passa me dizendo o que fazer, o que comer. Eu quero ficar sozinha e vai ser muito bom ser filha única por um tempo. – disse o mais arrogante que conseguir.
Vi o choque na expressão da minha irmã ao mesmo tempo em que um suspiro cortado e longo vinha do tio, atrás de mim.
Eu estava lutando para manter o foco e fazer tudo certo.
Respirando com dificuldade, caminhei para perto da minha irmã e deu o golpe de misericórdia.
- Não quero que vá, por que estou de saco cheio de você.
Vi impotente as lagrimas da minha irmã e pela primeira vez eu não poderia colhê-las e fazer uma gracinha arrancando assim um sorriso dela.
- Alice. – chamou o tio Ed. Não me virei, só continuei ali olhando Bella chorar.
- Alice não fale assim com a sua irmã, não precisa ser assim.
Eu não queria ouvir, eu queria correr dali.
- Onde esta Jacob? – perguntei sentindo minha visão turva e minha cabeça pesar.
- Esta na sala de James. – respondeu confuso pela minha mudança de assunto.
- Irei pedir desculpas a ele e depois podemos ir para casa. – disse áspera e caminhei até a porta.
Perguntei a secretaria e ela me indicou onde ficava a sala do tal James.
Bati na porta e entrei.
- VOCÊ! – gritou o cricri com cara de limão azedo. – Você quase matou o Jacob sua idiota.
- Não exagere Quil, eu estou bem. – disse Jacob, me defendendo. Depois virou para mim. – Esta tudo bem Alice? – ele parecia preocupado.
Olhei nos olhos negros e profundos do Jacob e sentir minha mente clarear. Eu finalmente estava conseguindo manter o foco e então tive uma ideia.
- Posso falar com você? – perguntei formulando um plano em minha mente.
- Claro. – respondeu sorrindo e levantando.
Logo estávamos fora da sala.
- O que houve Alice?
- Jacob eu preciso de sua ajuda.
- No que precisar. – disse ele, pronto para ajudar.
- Tenho sua palavra?
- Claro que tem, o que você quiser, basta dizer e será seu. – disse me encarando serio, passando certeza em seus olhos.
- Preciso que me ajude a fugir da minha família. Não quero mais ser um peso para ninguém.
Esse era o único jeito, a única forma de deixara a minha família seguir em paz e me afastar do meu príncipe, que estava sendo arrastado daquela loucura sem nem saber no que estava se metendo.
Jacob me encarava serio, então acrescentei.
- Me ajude Jacob, pois eu não posso mais ser aquela que destrói a vida de quem ama.
Não sabia a resposta de Jacob e rezava para ele me ajudar, mas com ou sem ele eu estava decidida a seguir pois sei que é a única solução.
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