Notas iniciais
Oi. Para quem não Ler WLN eu sou Vanessa e as vezes estarei por aqui.
A lily esta sem internet e então cá estou.
Muito prazer viu? ;)

POV Edward.

E lá estava eu ainda parado em pé na minha cozinha destruída, segurando a garrafa de água, parecendo um débil mental. O que tinha passado ali um furacão? Um Tsunami? Ah mais é claro é obra das crias de satã.

Respirando fundo coloquei a garrafa de água em cima da mesa e ela também despencou. Eu não acredito que as únicas coisas inteiras ali eram as cadeiras e mesmo assim eu já estava com medo delas, por que eu não sei o que estava acontecendo ali, deveria de ser alguma maldição, ou feitiço daquelas filhas do mal.

E então como que conjuradas das profundezas elas apareceram na porta da cozinha arrumadas para sair. Ah esta bom como se eu fosse submeter as pessoas a aquela força maléfica.

– Droga Bella você não tinha parafusado tudo? – Alice disse se virando para a irmã.

– Mas eu parafusei tudo direitinho. – Bella disse assustada. – Droga não vamos sair não é? – ela perguntou tristonha.

– E qual foi a sua primeira dica? – perguntei irritado.

Olhei ao redor conferindo os estragos, caminhei até a área de serviço e desliguei o registro de água, para a torneira parar de jorrar água. Quando voltei a cozinha elas estavam catando os cacos de alguns objetos que caíram dos armários.

– Larguem isso. – disse com raiva. – Vocês são umas pragas, uma maldição. Vocês deveriam esta trancadas em uma jaula e em exposição. Aliás, vocês deveriam ser estudadas por que com certeza vocês poderiam ser usadas como armas de destruição em massa. – sem pensar despejei. – Vocês estão aqui oficialmente a algumas horas e eu não vejo hora de me livrar de vocês e dessa praga que acompanham vocês. Vocês tem o que em? O toque de Midas ao contrario? O que vocês tocam viram lixo. MAL ESPERO PARA NÃO VER VOCÊS NUNCA MAIS. – gritei e me arrependi no momento seguinte.

Alice e Bella me olhavam assustadas. Bella parecia triste, mas havia compreensão em seu olhar, já Alice tinha fúria e tristeza.

– Não se preocupe senhor Cullen, pode nos mandar de volta para casa a hora que quiser. Vou me manter fora de seu caminho o máximo que puder e aconselho a Bella a fazer o mesmo. Com sua licença. – Alice disse com a voz contida e saiu andando ereta.

Depois que Alice se foi eu olhei para Bella e ela suspirou.

– Desculpa tio, de verdade. Não fazemos de proposito. – ela disse me olhando nos olhos. Sem perceber dei alguns passos para frente me aproximando dela, mas parei antes de ficar muito próximo, eu precisava aprender a me conter perto dela.

– Eu só queria entender como vocês fazem isso. – disse externando a minha curiosidade, por que elas eram tão pequenas e parecia fisicamente impossível serem tão destruidoras. – Como conseguem causar tanto estrago?

Bella riu. Era uma risada tão gostosa, tão intensa que quase me fez gemer ao sentir os arrepios que ela me provoca. – Não é de proposito. Não é tipo “o que vamos destruir hoje?”. Por exemplo, aqui na cozinha, estávamos fazendo a comida e as coisas simplesmente foram quebrando, eu tentei concertar, mas como você pode ver não deu muito certo.

– Definitivamente não deu. – disse olhando a minha falecida cozinha e acabei rindo. Elas eram uma força da natureza.

Ela sorriu para mim e caminhou até a aérea de serviço, logo ela voltou com baldes, rodo, vassoura e panos para arrumarmos a cozinha.

– Quer que eu chame a Alice para ajudar? – ela perguntou em duvida.

Suspirei, teria que me desculpar com Alice depois. – Humm, melhor não. Ela deve esta brava comigo.

– Provavelmente. – ela sorriu. – Mas não ligue para ela, só não esta habituada a tantas reclamações sabe? O papai e a mamãe meio que já se acostumaram e só concertam nossas burradas. Assim como o vô Carlisle e a vó Esme. – ao dizer o nome de minha mãe ela baixou o rosto.

– O que foi Bella?

Ela me olhou e mordeu o lábio, ela parecia tão triste. – Tio! – ela exclamou e não sei por que aquilo me incomodou. – Você acha que a vó ficou doente por nossa causa?

Meio hesitante, mas sem suportar seu olhar triste me aproximei de Isabella e e levantei seu queixo a fazendo me olhar.

– Nunca mais diga isso Bella. Você e Alice não têm culpa de nada, foi somente uma fatalidade da vida.

Ela sorriu para mim. Tive vontade de me perder ali com ela, de jogar tudo pro ar, mas achei melhor me afastar.

– Que tal começarmos, temos muito trabalho pela frente. – ela sorriu para mim e assentiu.

Deu bastante trabalho, mas algum tempo depois a cozinha estava enxuta e livre dos entulhos. Olhei em volta, a geladeira estava amarrada para a porta não cair, os armários estava sem portas, não tinha mais mesa e a torneira era somente um buraco. Já tinha ligado para o encanador e ele viria no dia seguinte e amanhã eu veria o que fazer com o resto da cozinha.

Fiz alguns sanduiches e suco e Bella levou alguns para Alice que ainda não tinha dado as caras por lá, mas ela logo voltou e estávamos sentados no tapete da sala, em frente à TV, comendo e conversando. Era bom falar com Bella, ela era articulada, esperta e com ela eu me sentia tão bem.

– Então quer dizer que você nunca teve um namorado? – eu perguntei. Não sei como fomos parar naquele assunto, mas lá estávamos. Bella tinha me contado que nunca tinha tido um namorado de verdade e que os únicos encontros que teve foi os que Alice a obrigou a ir, para enganar o Emmett.

– Antes recebíamos muitos convites, mas depois ninguém queria namorar com as irmãs Cullen. – ela disse rindo. – então meio que ficava difícil conseguir alguém corajoso o suficiente.

Ri junto com ela. Senti-la chegar mais perto e meu sorriso morreu. Estávamos sentados lado a lado, ela estava tão perto que eu podia sentir seu doce aroma de morangos.

Não sei quem deu o primeiro passo e nem sei como tudo aconteceu, só sei que quando dei por mim, já beijava Bella loucamente, saboreando seus lábios e devorando sua língua com urgência.

Minha mente gritava para mim que eu deveria sair dali, mas eu não conseguia. Eu queria e precisava dela e naquele momento meu bom senso foi jogado para escanteio.

Os braços de Bella estavam envolvendo meu pescoço e os minhas mãos seguravam a sua cintura. Infiltrei minhas mãos por baixo da sua camiseta, sentindo sua pele sedosa contra meus dedos. Ela gemeu contra meus lábios, me fazendo enlouquecer.

Eu parecia um adolescente cheio de hormônios. Eu estava completamente duro só por causa de um beijo. Mas eu queria mais, muito mais.

Ainda a segurando pela cintura, a levantei e a fiz sentar em meu colo, uma perna de cada lado, seu sexo quente mesmo através do jeans, de encontro a minha ereção. Ela gemeu e desconectou nossos lábios respirando com dificuldade.

Eu não conseguia mais raciocinar, desci beijos molhados pelo seu pescoço e ombros, minhas mãos em sua cintura por baixo da camiseta. Comecei a subir as mãos, fazendo a camiseta subir junto. Quando cheguei ate a base dos seus seios, separei-me dela com certa dificuldade e ela entendendo o que eu queria, levantou os braços para eu retirar sua blusa e foi o que eu fiz.

Se eu já não estava surtado, com toda certeza eu estava agora. Ela usava um sutiã de renda vermelha que era a própria luxuria em contraste com a sua pele branquinha. Levei minhas mãos aos seios ainda cobertos e os acaricie. Ela gemeu alto e eu perdi a linha por completo quando por instinto ela se remexeu se esfregando contra mim.

Gemendo e sem conseguir me conter a puxei para mais um beijo urgente, enquanto minhas mãos iam para suas contas em busca do fecho do sutiã, quando finalmente cheguei até ouvir um barulho, parecia uma tossi.

– COF COF. – era sem sombra de duvida uma tossezinha constrangida. Separei-me de Bella e olhei em seus olhos e ela também estava confusa.

Virei então o rosto para a entrada da sala e quase tive uma parada cardíaca. Ali em pé estava meu sócio e sua esposa, minha ex. secretaria.

James estava um pouco constrangido e prendia o riso, mas Victoria estava de boca aberta e olhava de mim para Bella assustada.

Bella estava paralisada, as bochechas rosadas e muito constrangida. Peguei sua blusa e a entreguei e ela prontamente a vestiu.

– Edward Cullen. Pelo amor de Deus me diga que essa não é uma das suas sobrinhas. – Victoria disse saindo do seu estado perplexo e eu a olhei com culpa.

Ela arregalou os olhos e levou uma mão ao peito. – Por favor, me diga que ele não te drogou e te forçou a isso. – ela disse olhando para Bella que ficou ainda mais vermelha.

Bella ficou ainda mais vermelha e negou assustada. Victoria então olhou para mim. – O pai delas vai te dá uma surra tão grande. E sabe o que eu vou fazer? – ela perguntou e eu neguei. – Vou gravar tudo e jogar no Youtube.

Ela riu de leve, mas eu sabia que ela estava mais que chocada. E então suas palavras me fizeram sentindo, se Emmett sonhasse que eu dei uns pegas em sua filha, ele me mataria.

Ow Deus, eu estou ferrado e mau pago e tudo que eu penso é que eu estava tão perto de ter aquele delicioso par de seios por completo em minhas mãos, sem barreira alguma.

Olhei feio para meus amigos que me interromperam, mas então percebi o quanto louco era isso.

Eu gostaria de saber qual o meu problema. Ah claro eu sou um tarado que foi flagrado quase comendo a sobrinha, na sala, sendo que a outra estava no andar de cima.

Droga, mas eu queria tanto.