Notas iniciais
Oi minhas flores.
Gente muito obrigado pelos comentários
eu amei todos viu?
Mas um capitulo para vocês.
Boa Leitura ;)

POV Edward.

Entrei no quarto batendo a porta e a trancando. NÃO ESTAVA COM MEDO OK? Só... Só estou... Há não interessa. Eu sou um homem adulto e posso muito bem me esconder no meu quarto se eu quiser. Não me julguem, nenhum de vocês é tio das crias de Satã.

Tirei as roupas e me enfiei embaixo do chuveiro, eu precisava me acalmar. Elas são somente duas adolescentes e eu sou um homem adulto e responsável. Tudo bem que elas mais parecem uma arma em massa projetada para identificar e destruir o inimigo, mas ainda sim duas garotas e eu não posso me deixar assustar.

Sabe o que é pior? Isabella. Por que ela tinha que ser tão... Tão gostosa? ARGH.

Quando chegamos em casa as pestinhas foram olhar seus quartos. Eu tinha pedido a Victoria, mulher de James para decora-los. Ela realmente se empenhou na tarefa. Ligou para a minha cunhada e pegou dicas dos gostos das meninas.

Pelos gritos que as duas deram ao ver os quartos eu acho que elas aprovaram. O problema foi que elas vinheram agradecer. Primeiro foi Alice que pulou em meu colo se pendurando em mim e gritando que eu não era mais tão mão de vaca assim e, portanto ela me perdoava pelo vôo horrível que ela teve como se fosse culpa minha elas serem malucas. Depois a nanica saiu em disparada para o seu novo quarto.

Sorrir me lembrando daquela baixinha, se ela não fosse uma bombinha recheada de confusão eu poderia até gostar dela. Mas meu sorriso morreu ao me lembrar de quando foi a vez de Isabella agradecer. Gemi frustrado e desliguei o chuveiro, saindo do boxe e começando a me enxugar.

Bella, como ela frisou que gostaria de ser chamada, não teve o mesmo rompante de agradecimento da irmã mais velha, o que eu agradecia imensamente.

Ela simplesmente caminhou sensualmente até mim, me prendendo no gingado dos seus quadris perfeitamente arredondados até ficar perigosamente perto.

Mesmo agora ali no meu closet, colocando as minhas roupas eu podia sentir os efeitos daquela aproximação. Era como vários choques sutis por toda a minha pele.

Quando finalmente estava satisfeita com a distancia entre nos, que devo acrescentar era quase nula, ela sorriu e eu me perdi ali. Nunca tinha me sentido dessa forma com mulher alguma. Maldição, ela não era uma mulher, era uma garota de 16 anos que é a minha sobrinha, sangue do meu sangue. Mas naquela hora, ali perdido naquele calor que emanava dela.

Sem conseguir e conter segurei possesivamente a sua cintura só para me deliciar com os tremores dela. Aquela sensação indescritível estava me tirando do controle, acabei apertando a sua cintura com ainda mais força e a trouxe para mim fazendo-a colar-se inteiramente a mim.

Para acabar com a minha sanidade ela soltou um gemido sôfrego que saiu na forma do meu nome e ela elevou os braços enlaçando o meu pescoço e seus dedos se enroscaram em meus cabelos, dando leves puxadas. Fitei aquelas olhos achocolatados, tentadores e sem conseguir raciocinar aproximei meu rosto do dela, inspirando seu aroma adocicado de morangos que parecia emanar dela e minha certeza era que eu precisava sentir seu gosto, prova-la de todas as formas possíveis. Eu necessitava de descobrir o seu sabor e então sem conseguir esperar nem mais um minuto capturei aqueles lábios macios e naturalmente avermelhados entre os meus, provando do seu gosto.

Ela soltou a respiração em arquejos entreabrindo os lábios em um convite mudo que eu não exitei em aceitar, mergulhando minha língua avida em sua doce boca, buscando a sua e quando elas se encontraram, gememos em unissono.

Era sem sombra de duvida o beijo mais delicioso que já tive a chance de provar e a única coisa que eu conseguia pensar enquanto devastava aquela boca perfeita era o contraste do seu gosto com o seu cheiro. Enquanto o seu cheiro era de morangos o seu gosto era algo como cerejas.

Estava perdido ali com Bella em meus braços, quando ouvir um barulho alto no andar de cima que me fez larga-la na mesma hora, dando alguns passos para trás, a realidade me atingindo em cheio.

Eu estava beijando a minha sobrinha. A garota mal tinha chegado em minha casa e eu já a atacava como um maldito pervertido. Praguejando baixo praticamente corri para o meu quarto e agora aqui estou.

Terminei de me vesti e me joguei em minha cama me amaldiçoando e desejando me livrar daquele desejo insano que me tomava com a simples lembrança do seu gosto.

Bella tinha corpo de mulher, reações de mulher, mas era uma menina. Droga, ela só tem 16 anos e eu sou seu tio. Mas tinha que ser tão deliciosamente encantadora? Aquelas curvas, aquele cheiro, aquele olhar de sapeca que dava a ela um ar de Lolita, simplesmente me levava a loucura. Como em tão pouco tempo ela conseguiu mexer tanto comigo? Eu estava malditamente excitado. Aquela praga tinha conseguido me deixar duro com apenas um beijo.

Rolei na cama, ficando de bruços e enfiei a cara no travesseiro, totalmente irritado comigo mesmo e com meus pensamentos de maníaco sexual. Mas por Deus como eu queria, a como queria.

Alguém bateu a minha porta.

Levantei somente o rosto do travesseiro. – O QUE É? – gritei muito irritado.

– OW POÇO DE EDUCAÇÃO, ESTAMOS COM FOME. – Alice gritou do outro lado. Era incrível como eu já reconhecia até as vozes dela. Acho que era o trauma.

– SE VIREM. JÁ SÃO BEM GRANDINHAS E PODEM MUITO BEM PROVIDENCIAR O PROPRIO JANTAR. – gritei de volta. Elas já são bem crescidinhas. Meu membro vibrou me lembrando do quanto crescidinha a Bella era. Doente, maníaco, pervertido, minha mente não parava de me acusar.

– VOCÊ TEM CERTEZA TIO? – Isabella gritou do outro lado da porta. — TIPO A GENTE NUNCA COZINHA A MAMÃE... – ela parou de repente soltando um sonoro “Ai doeu” e eu pude ouvir a voz de Alice sussurra um “cala a boca ele já deixou”.

Aquilo me pareceu bastante assustador, mas naquele momento não tinha condições alguma de me preocupar com isso agora. Afinal são duas meninas, sei que conseguem causar grande confusão, mas que mau elas podem causar em preparar algo para comer?

Fiquei ali moscando sem ter muito que fazer e sem vontade de sair do quarto e dá de cara com a Isabella. Em que eu tinha me metido?

Ouvir meu celular tocar em algum canto do quarto. Levantei a procura do dito cujo e nada de encontrar. Acabei me lembrando de ter deixado as minhas roupas no banheiro, corri para lá que topei com um banquinho acochado que tinha no caminho.

Como dói bater o dedo mindinho, fui xingando e mancando até a o banheiro e finalmente peguei meu celular no bolso da minha calça, que devo confessar joguei de volta no chão. O que? Não sou bagunceiro. Quer dizer só um pouquinho.

– O que é?

– Pela educação eu vejo que as minha filhas já chegaram na sua casa. *risada*

– Ei Emmett. Que bom que ligou, eu queria te perguntar uma coisinha.

– Pode perguntar Brow.

– Essas suas filhas já foram batizadas?

*risada estrondosa* — Já sim meu caro. Nos costumávamos ir a igreja todo domingo.

– Como assim costumávamos, por que não vão mais?

– Fomos proibidos. Assim como no restaurante, em La Push, em...

– Vocês não podem entrar na reserva?

– É, foi um dia bem longo, algo como afogamento e incêndio, bobagem. Mas a igreja nos temos chance de voltar, o padre Billy esta nas ultimas então estamos na torcida, sem ele aqui, o substituto não as conhece. Então estamos esperando.

– Vocês estão torcendo pela morte do padre? Não me responda. Me diga como esta a mamãe.

– Ela esta melhor. Já teve alta e a Rose esta com ela. Você deveria vim no natal Brow, ela sente sua falta.

– é farei isso. Como as meninas ainda estarão aqui acho que as levarei para o natal.

– Que bom mano. Mas diga como estão as minhas anjinhas?

– Anjinhas? Aquelas ali são crias de Satã.

– Que mau humor Edward. *risos* Fique você sabendo que algumas Beatas daqui já tentaram exorciza-las e não funcionou viu?

– Deus é pior do que eu pensei.

*risos* — E onde elas estão em?

– Sei lá, devem esta na cozinha providenciando algo para comerem.

– NA COZINHA? TA MALUCO EDWARD, ELAS VÃO ACABAR EXPLODINDO A SUA CASA.

– Deixa de grito Emmett, elas já estão lá a pelo menos meia hora e não ouvir um barulho se quer.

– Edward aprende uma coisa elas são fatais e silenciosas. Acho bom você correr lá.

– Ai Meu Deus, você tem razão. Xau Emmett.

– Xau Brow. E Boa Sorte.

Assim que desliguei corri lá para baixo, assim que entrei na cozinha elas me olharam e sorriram.

Tudo parecia estranhamente igual. Ainda estava desconfiado.

– Ei Tio Ed, vem nos fizemos macarrão e frango. – disse Bella sorrindo e eu acabei esquecendo o porquê estava tão preocupado.

Sentei na cadeira que Alice puxou para mim. Elas colocaram a comida no meu prato e ficaram sorrindo e esperando eu comer. Será que estava envenenada?

– Vai provar não tio? – Alice perguntou com a cara quase enfiada na minha.

– Vou claro. – Eu já soava frio. Elas vão me envenenar eu sabia. Provavelmente Isabella tinha dito a irmã como eu abusei dela e agora elas planejaram me matar.

Bom se era para morrer eu ia morrer como homem.

Lentamente enrolei o macarrão no garfo.

– Não esquece o frango. – disse Bella também me olhando estranho.

Engolir em seco e cortei um pedaço do frango e coloquei tudo no garfo e fui levando até a boca. Já fazia minhas preces em minha cabeça. Deus me perdoe por ser um tarado pervertido que quer muito traçar a sobrinha gostosa, me perdoe por não ir a igreja ou por todos os maridos que eu ajudei a enfeitar a testa amém.

Finalmente o garfo chegou a minha boca e me despedindo desse mundo, “XAU MUNDO”, eu o coloquei na boca de uma só vez e mastiguei. E cuspir.

Se aquilo não era veneno era quase. Tinha um gosto da meia suja do Emmett, não que eu já tenha comido a meia suja do Emmett, mas é que eu sou o mais novo e em uma briga ele sentou em cima de mim e me calou enfiando uma meia dele na minha boca e eu meio que traumatizei e nunca esqueci aquele gosto maldito, então eu poderia dizer que aquilo tinha um gosto igualzinho.

– Que foi esta ruim? – Bella perguntou preocupada.

Ela e Alice deram garfadas e comeram e cuspiram em seguida.

– CREDO ISSO TA HORRIVEL. – Alice gritou fazendo uma careta.

– Droga, queríamos fazer um jantar de agradecimento para você tio. – Isabella disse e me olhou de um jeito que me fez ferver. – desculpa. – ela disse e baixou os olhos.

– Não tem problema, vocês não sabiam cozinhar e tentaram me dizer. Que tal irmos a um restaurante?

– JURA? A GENTE NUNCA VAI A RESTAURANTES. – Alice disse alegre.

– É MESMO DESDE QUE A GENTE... — Isabella começou a falar mais levou um beliscão da irmã e se calou.

Talvez o restaurante não fosse uma boa ideia, mas eu era um cara legal e elas tentaram fazer um jantar para mim e estavam tão felizes.

– Sim, vão lá se arrumar.

Elas praticamente saíram correndo da cozinha em direção aos quartos, gritando e dizendo o quanto eu era legal.

Credo ainda estava com aquele gosto horrível na boca. Andei até a geladeira e abrir pegando uma garrafa de agua e fechei a porta da geladeira.

E bom, tudo despencou. SIM a cozinha despencou. As portas de todos os armários foram ao chão, o forno desmontou a porta da geladeira ficou pendurada e a torneira estourou jorrando água para todo lado.

E eu? Eu estava ali parado no meio da cozinha destruída tentando entender como isso tinha acontecido.

E então me lembrei do que o Emmett disse. Fatal e silenciosa. Cara ele não estava brincando.


Notas finais
Putz tadinho do Ed em?
Será que eles ainda vai querer levar as crias de Satã no restaurante?
E como alguém consegue ser expulsa da igreja? kkkkkkkkkk
Amando escrever essa Fic.
Logo estarei me dedicando 100% a ela e ai ela vai ficar melhor, do jeitinho que imaginei.
WLN esta nos ultimos capitulo.
Bom é isso, valeu pelo apoio e o incentivo viu?
Beijos s2