Blue Sky-Nyah! edition-

7 Capítulo 7-Planos e locais.


—Tarcks, eu acho que não escutei direito, você disse que essas crianças vão nos ajudar?-fala com uma expressão mais séria, tentando entender a situação-.

—Sim, isso mesmo. Pode parecer loucura, mas acredite os vi em ação bem de perto-fala com um leve sorriso no rosto de orgulho, poderia enquanto Aléxis e os outros guardas estavam sépticos e desacreditados-.

—Hum... Estamos no meio de uma operação sigilosa, com pouco pessoas, sem saber ainda a localização do inimigo, e pra complementar, você chama crianças que você diz que vão ajudar!?-diz quase gritando com Tarcks, era notório a raiva que sentia, chamar crianças para essa missão? Ela já havia presenciado outras coisas estranha vindas dele, mas aquilo superou os limites-.

—Ruiva, Nós nos conhecemos faz algum tempo, mas eu juro que não é brincadeira!-fala notoriamente zangado-. Aléxis... -fica com uma face mais séria-eu estou falando a verdade, isso não é brincadeira, eu confio no potencial deles. E caso você esteja certa e seja uma má ideia, eu me responsabilizo por eles, entendido?-fico com um olhar notoriamente um pouco assustador, nunca tinham visto ele daquele jeito-.

Aléxis:...tudo bem espero, que saiba o que está fazendo, não queremos nada atrapalhando o andamento...

— Tarcks então fica com expressão mais feliz e volta ao normal-obrigada, então acho que já é hora das apresentações. Esses aqui são Lux e Maria, meus sobrinhos e Esse é o Pedro, um amigo deles. — Depois aponta para os Jovens-pessoal, essa é Aléxis a capitã da guarda, nós nos conhecemos faz algum tempo, e o pessoal sentado vão nos ajudar também. Então... Depois que agente comer alguma coisa, vamos planejar como localizar esse necromante... Todo mundo concordar?

Todos falam sim, então quando todos se comeram alimentos variados como arroz, um pouco de carne, começou a discussão sobre sua missão:

—Bom, já que vocês crianças vão participar, acho melhor saberem o que nós descobrimos, não? Mas primeiro, quero apresentar de o resto da equipe. Temos o arqueiro Duck, da guarda- aponta para um homem de mais ou menos 31 anos, moreno e um arco de carbono, usando como os outros dois uma armadura do exercito de Leões estando afiando algumas flechas- e os soldados Arthur e Mike, dois que foram me recomendado.- fala olhando para os dois soldados, o primeiro com uns um jovem de provável 26 anos, tem pele clara, uma pequena cicatriz no pescoço, com uma espada na sua na bainha encima da mesa, e uma escopeta de pólvora na sua mão direita. Enquanto o segundo tinha também pele clara, com aparência e armas parecidas com Arthur-.

—ah, desculpa interromper, mas... sr Duck, por que você não tem outra arma, só o arco?

—Hum...Bom eu não preciso de outra arma se eu tenho essa beleza(mostra o arco),por que também, eu acho o arco muito mais prático que uma escopeta ou espada. Acho que não sabe mais tenho uma ótima mira e habilidade quando luto com o Ace.

Todos os jovens: Ace!?

—Sim, eu dei um nome para minha arma...vocês...não fazem isso com as suas?

Todos os três fazem um sinal de negação, até mesmo Tarcks parecia surpreso, já que pensava que isso era inútil. Assim, Aléxis interrompe a conversa com uma tosse e continua:

—Muito bem, acho melhor voltarmos ao assunto. Como todos devem saber essas aparições de mortos vivos já completaram dois meses, e assim, mais ou menos dois desapareceram e um soldado foi ferido no sul da cidade, mas esse soldado foi ajudado a tempo. Eu conversei com o soldado e ele disse que essa criatura apareceu provavelmente da floresta que tem perto do ocorrido, depois desse ataque, outros surgiram, mas aparentemente eles começaram a ocorrer longe da cidade, entre as florestas, mas conseguimos apagar alguns antes de gerarem qualquer grande estrago. -para um pouco para respirar e ver que se todos prestam atenção, e depois continua-.

—Então começamos a tentar traçar rotas de onde eles viam para encontrar o esconderijo, pois descobrimos que eles estavam vindos de um lugar "próximo" da cidade á algumas semanas. Com isso nós temos algumas ideias...

—E quais são elas?-perguntava Lux curioso-

—Que aqueles pedaços de carne ambulante parecem ter um padrão de onde estão como, por exemplo, a primeira aparição foi há dois meses no sul, então mais ou menos umas duas semanas depois mais ao norte perto da floresta e das entradas e assim em diante.- Dizia Duck enquanto mexia na corda de seu arco-.

—Exatamente... -dando um sim com a cabeça-e achamos que provavelmente ele aparecerá de novo na estrada de mire, em três dias.

—mas ainda não sabemos exatamente como vamos fazer esses mortos-vivos nos levarem ao seu esconderijo... –fala Tarcks com a mão em seu queixo, num tom pensativo, eles estavam quase de mãos atadas naquele momento, não se sabia nem o porquê de acontecer em seu reino-.

—Talvez-todos param e olham para Pedro- usar alguma isca para atraí-los e depois só segui-los numa distancia segura?

—Com o que exatamente? Todos os cadáveres estão sepultados e pega-los levantaria suspeitas-Afirmava Aléxis frustrada-.

—Antes de tudo uma pergunta, as pessoas que foram pegas, foram levadas ainda com vida?-Dizia Lux em um tom pensativo, dependendo da resposta, um plano poderia ser criado-.

—Um foi levado vivo, mas o outro infelizmente não teve a mesma sorte.- Dizia Duck num tom de tristeza- mas pra que essa informação?

—Hum... Então eu tenho uma ideia, mas é um pouco arriscada.

—Pode falar, qualquer ajuda é bem vinda, não é?-fala Arthur dando um sorriso-.

—Espero que seja boa e não uma perca de tempo – Mike Olha com seriedade para Lux, ainda não acreditava que crianças iriam ajuda-los, pensava que só iam atrapalhar-.

—Fica quieto e deixa-o falar Mike. -retruca Arthur

—Pois bem, talvez seja possível achar o esconderijo, mas precisaremos de alguém que se ofereça para ser "capturado", fingindo estar morto ou inconsciente, então o seguimos até o lugar e o livramos de qualquer problema, mas devemos nos preparar.

—Você está dizendo para um de nós nos oferecemos nessa missão extremamente arriscada para descobrir o covil desses necromantes? Eu ainda acho muito arriscado, como vamos fazer essa isca parecer uma isca? E quem se voluntariaria para esse plano?!- fala a ruiva, um pouco irritada, com as mãos na cintura, esse plano poderia gerar distúrbios sérios caso desse errado, teria que ser bem pensado-.

—Calma... Pensando bem, o plano não é dos piores. Lux, como você faria para a isca parecer ferida? O morto-vivo não e a ver diferença mais o seu chefe... É outra história- dizia Tarcks tentando manter um pouco do anime em alta-.

—Eu pegaria uma armadura destruída, encheria a isca de sangue, e deixá-lo-ia um pouco ferido na parte do rosto para o disfarce. -fala num tom pensativo-.

—hum...então depois de consegui fazer tudo isso, nós devemos esperar o servo pega-lo, nós levar ao chefão...alguém tem uma ideia melhor?- pergunta a todos, mas se mantiveram calados, até Aléxis que parecia gritar para com todos acabou aceitando o plano por não ter outra escolha-.

Todos ficam calados, e depois Aléxis pergunta:

Aléxis: muito bem, vamos dizer que esse plano funcione quem se voluntaria como isca? Eu não vou aceitar que- antes de continuar a falar, Arthur a interrompe-.

—Eu vou...-fala de forma séria de forma séria e decisiva-

—Arthur, você tá brincando certo?! Tem ideia do risco que está tomando a si?!- Mike grita nervoso e soca a mesa-

—Ele está certo, além disso, não cabe só a você...

—Bom... Se é assim...isso também não cabe SÓ a vocês também, a minha decisão conta, e eu sei que o plano é arriscado mais eu concordo com ele. E mais, se não seguirmos ele agora, o que faremos? Ficaremos esperando o inimigo mudar sua estratégia? Ficaremos parados pensando e discordando um dos outros chegando a lugar nenhum?-dizia olhando para cada um no recinto, Arthur nunca foi de voltar atrás em suas palavras e não faria agora-.

—Olha, eu concordo com o garoto, é melhor do que nada e o tempo não está muito ao nosso favor...o Stevens está frustrado e sobrecarregado, não vai demorar até ele tomar medidas mais rígidas-Diz Tarcks se lembrando do comportamento que já testemunhou de Stevens, e não era muito agradável-.

—Ok... Ok, alguém é contra essa ideia?-fala Aléxis com a mão na cara-

Todos concordam, assim, eles começam a planejar os seus próximos passos. Então, eles se dividem em dois grupos para conseguir os equipamentos na execução do plano, com primeiro grupo formado por Lux, Tarcks e Pedro que vão à procura de sangue animal para ser usado no plano, enquanto Maria, Aléxis, Arthur e Duck foram pegar peças de armadura quebrada e achar um local onde poderiam ficar escondidos e vigiando no dia que o Morto-vivo aparece-se.

Equipe 1:

Lux e Pedro vão acompanhando Tarcks pelas ruas da cidade, tentando achar um estabelecimento onde poderiam comprar um animal morto, e começam a conversar no caminho:

—Tem certeza de onde está indo, tio Tarcks?

—Garoto, eu conheço esse lugar melhor do que muita gente, e nosso "trabalho" é só pegar sangue de animal, você tem sorte que é só isso.

—Bom... Enquanto isso, Lux... Eu queria perguntar algo se não for incomodo.

—hum?...Acho que tudo bem considerando que nós quase o obrigamos a falar coisas suas. Muito bem, pode falar-Diz em um tom monótono, odiava falar sobre ele ou algo parecido, mas não poderia fazer mal responder alguma pergunta desde que não fosse besta-.

—Então, Você é um elfo, e a Maria é humana... Seus países são de raças diferentes ou isso é uma brincadeira da Maria por vocês serem muito próximos?-fala rindo, tentando conhecer melhor o Lux e se enturmar, tentando deixar de lado o clima esquisito entre eles-.

Então Lux começa a andar mais devagar, em sua cara estava uma face mais séria e sombria, suas mãos tremiam levemente, como se o estivesse lembrado de algo perturbado, deixando até mesmo com uma face um pouco mais irritada. Pedro fica um pouco nervoso, sem reação ou sem saber o que dizer então Tarcks, que ouviu a conversar, fala tentando mudar de assunto:

—Há que coisa, nós chegamos, viu, não demorou muito n-não é?-fala tentando mudar de assunto, e continua- Lux, pode ir lá pegar o que queremos? Tá aqui o dinheiro para compra-la-entrega algumas moedas-.

—Muito bem-diz tentando não pensar na pergunta- eu vou lá-fala pegando as moedas-.

Enquanto Lux vai fazer a compra, Tarcks se aproxima de Pedro e conversam:

—Por que ele ficou daquele jeito? Eu falei algo de errado?

—Garoto... Esse é um assunto complicado... Para ele e eu.-fala numa expressão um pouco melancólica, olhando levemente para Lux, enquanto ele está na loja-.

—Hum... -murmura, tentando entender a situação, pensando que talvez aquela não tenha sido a melhor hora para perguntar isso-.

—Não o leve a mal, é um assunto que ele não gosta de falar nem comigo direito, quanto mais você que ele conheceu hoje. Mas, quando ele se sentir mais a vontade, talvez ele fale com você. E eu queria perguntar algo a você.

—a-ah...sim, o que é?

—No teste que eu fiz com vocês três, por que você não me atacou de forma séria? Você estava um pouco mais na defensiva, sem querer atacar com tudo.

—e-eu, bem... É uma longa história. Para resumir, eu não gosto de machucar os outros, se desse para resolver de forma pacífica os problemas, eu sou o primeiro a tentar. E mesmo que eu tenha que lutar, eu tento não mata-lo ou machuca-lo muito.

—Por isso, eu intendo que você não quer machucar ninguém, mais às vezes isso é necessário. E se eu fosse um inimigo e atacasse pra matar?

—eu sei, mas...

Então, Lux volta com o animal sangrando e um pote, e o leve até Tarcks. Os três então esperam perto do esconderijo enquanto os outros voltam.

Grupo 2:

Enquanto isso, o segundo grupo estava indo para o lugar estrada que encontrar o morto-vivo para acharem o local adequado para vigiarem, a estrada estava deserta, com algumas arvores e mata ao redor, e plantarem a isca, então começa a conversar:

—Hã... Capitã, onde está o Arthur?-Pergunta Maria tentando conversar com a capitã-.

—Eu o mandei falar sobre o nosso "plano" para o senhor Stevens-diz em um tom de autoridade, mais ao mesmo tempo num tom pensativo-.

—...tudo bem só espero que o Arthur volte inteiro, aquele velho irritado pode come-lo vivo em xingamentos...só espero que saia tudo bem.

—há com licença senhorita Aléxis.

—Capitã...

—C-certo capitã Aléxis, tem certeza que esse é o local correto?

—Simples, o padrão que eles deixaram ficou obvio a partir da segunda aparição, já que foi para mais pra cima, o que vimos quando o terceiro apareceu que o apagamos sem deixar rastros.

—Resumindo, o problema não é se ele vai aparecer, mais sim se o plano vai funcionar corretamente. — fala Duck enquanto olha as matas e arvores ao redor-.

—Claro que vai funcionar, só precisamos ter fé!-fala exalando um sorriso, Maria pode ser uma pessoa bem inocente e otimista, até em momentos que normalmente ninguém teria-.

—Espero que seu otimismo esteja correto-diz Aléxis um pouco pensativo e receoso-.

—...?oque?-fala Maria cocando a cabeça em sinal de confusão-.

—Eu sou responsável não somente por essa operação, mas pela vida de todos que estão nela... Você se sentiria totalmente segura de seguir com um plano que, pode ser bem arriscado e pode acabar em desastre, principalmente para as pessoas ao seu redor?-fala colocando sua mão sobre a ombreira de Maria, não parecendo apenas receosa, mas também com. medo de algo de errado acontecer-.

—Não se preocupe... O objetivo principal para eu vim aqui antes de me envolver nisso tudo, era para achar um e treinar com um paladino e se tornar um também. Sabe, salvar as pessoas, protege-las, viver aventuras, isso me enche de alegria não acha? Não importa se a situação esta difícil se tiver a chance disso funcionar... Vale apena seguir. — depois que fala, dá uma risada ingênua para a Capitã e Duck, um otimismo que nunca viram antes-.

—He he he... Sabe, você é uma garota peculiar, um pouco maluca para mim, mas peculiar, caso agente consiga resolver essa missão, eu vou lidar algo especial, tudo bem? -tirando pela primeira vez que a viu, aquela face séria, dando o lugar a um pequeno sorriso-.

—Tá, se vocês acabaram, eu acho que encontrei um lugar perfeito para espreitarmos. – Duck fala apontando para trás de uma arvore não muita grande, de mais ou menos 4 metros e meio, e de trás dela, tinha um espaço livre com um pouco de mata comprida ao redor-.

—Nossa, eu acho um bom lugar, mas vai caber todo mundo?-diz Maria-.

—Não se preocupa, alguns podem ficar esperando encima dessa árvore, o que acha capitã?

—Acho perfeito, precisando de algumas modificações talvez, mas perfeito. Agora só precisamos nos reunir com os outros e ajeitar o plano e como ele sairá.

—Certo! Hora de ir-fiz Maria, andando em direção novamente a cidade, seguido por Aléxis e Duck que discutiam sobre algumas coisas-.

—Capitã, está tudo com esse plano?

—Duck, espero que sim... Não aquentaria perder mais ninguém... Temos que fazer isso sair da forma mais perfeita possível... huh.-Aléxis sempre era focado no seu trabalho e as vezes exagerava, mas vê Maria tão descontraída mesmo nesse momento, isso a deixava feliz-.