Blue Rose, A Dama Do Gelo

1 Capítulo 1 - O nascimento de uma heróina


Notas iniciais
Acompanhem a história de Karina e entendam sua ligação com o Ironman.

Após uma longa e chata viagem, Karina Lyle, uma jovem de apenas 18 anos, chega em Manhattan. Ela saiu do estado da Carolina do Norte, onde morava com seus pais, para procurar por patrocínio e conseguir realizar o seu sonho de infância: ser uma cantora internacionalmente reconhecida. Assim que chegou de viagem, ela pegou um taxi e foi para Central Harlem, se encontrar com um velho amigo do seu pai que é dono de um grande condomínio, sendo um dos imóveis propriedade do pai da jovem, uma vez que o mesmo havia comprado para o caso dele, sua esposa e sua filha, decidirem passar umas semanas longe casa, mas num lugar conhecido. Seu nome era Mike Thompson, mas desde que Karina era pequena, ele gostava que a jovem o chamasse de "Tom".

– Há quanto tempo, Karina! Olhe para você... Como cresceu! Está se tornando uma mulher tão bonita! — disse Mike, ao mesmo tempo em que apertava o corpo de Karina com um forte abraço -

– Ahn.. O-Obrigada.. Tom.. — respondeu a jovem com um pouco de dificuldade, já que mal conseguia respirar com o abraço -

Quando o homem finalmente a soltou, pegou as malas de Karina e pediu para que a mesma pegasse a chave que estava dentro do bolso de sua camisa. Sem desobedecer ao pedido de seu amigo, Karina tirou a chave do bolso dele. Era a chave de número 604. Eles pegaram um elevador e foram até o sexto andar, onde Mike mostrou o quarto que ficaria com ela por um bom tempo. Ele deixou as malas dela num canto do apartamento e comentou.

– Desde a última vez que vocês vieram aqui, eu tenho arrumado este apartamento com muito cuidado. Seu pai sempre soube que um dia você iria precisar dele para algo importante e este ano finalmente chegou.. O que pretende fazer agora, Karina? — perguntou o homem, curioso -

– Meu pai não te contou? — perguntou a jovem, surpresa com a dúvida dele. Ela caminhou até o sofá da sala, sentou-se e puxou um papel do bolso de seu short — Eu vou.. procurar por um patrocinador.


O papel que estava no bolso de Karina continha o nome e a localização dos prédios das grandes empresas da indústria fonográfica. Seu plano era tentar convencer o diretor de uma dessas empresas à apostar em seu talento, o que ela sabia que não seria tão fácil como planejava, mas estava determinada! Ela contou seus planos para Mike e disse que iria se arrumar para começar a correr atrás de seu sonho. Aquelas palavras fizeram o alto e parrudo homem derramar alguns lágrimas.. estava emocionado com o amadurecimento de Karina, quem ele tratava como uma filha, que nunca teve. Assim que Mike saiu do apartamento, Karina separou um vestido preto, nem muito curto e nem muito longo, mas bastante elegante, um sapato de salto alto azul e uma bolsa da mesma cor. Em seguida, ela foi se banhar. Lavou suas madeixas longas e loiras, e depois, quando terminou de se vestir, foi se olhar no espelho que havia no quarto do casal, que se tornaria seu: estava PRONTA! Simples, mas elegante e bonita. Como era para conseguir um patrocínio, teria que impressionar os diretores, não somente com a sua voz, mas com uma bela aparência também. Ela se despediu de Mike e saiu do condomínio determinada à voltar com ótimas notícias para seu amigo e para seus pais.

O primeiro lugar para o qual Karina se deslocou foi para o prédio da Sony Music, mas o diretor se recusou à ouví-la. O segundo prédio foi o da Warner Music, mas o diretor estava numa reunião muito importante. O terceiro foi o da Universal Music, mas o diretor da empresa não demonstrou qualquer sinal de que realmente havia se interessado pelo pedido e pelo talento da jovem. Karina estava ficando deprimida. Contudo, lembrou-se das palavras de apoio de seus pais, quando ela estava para sair de casa, e levantou a cabeça.


– Calma, Karina.. não desanime! Ainda falta um lugar para você ir. — lembrou a garota. A loira olhou para um prédio que havia do outro lado da rua que, além de sua altura assustadora, chamava a atenção pelo letreiro que havia no topo. " O dono desta empresa... parece ser, realmente, um belo exibido. " — pensou Karina, enquanto se dirigia para o prédio da Stark Industries.


Chegando lá, Karina se deparou com um amultuado de gente, andando para lá e para cá, a maioria carregando uma grande quantidade de papéis em suas mãos, provavelmente de novos projetos da indústria. Sentia-se um pouco apreensiva, como se não fosse conseguir achar alguém que pudesse lhe dar informações ou levá-la até o diretor, mas um "anjo da guarda" estava para cruzar o seu caminho. Após respirar profundamente, Karina deu alguns passos a mais para dentro do prédio e acabou trombando com uma ruiva que corria com vários papéis em suas mãos. Com o acidente, os papéis escaparam de suas mãos e se espalharam no chão.

– Ai, Ai... M-Me desculpe! — disse a jovem, com a mão sobre a sua cabeça, acareciando a região que havia se machucado com o encontro das duas -

– AH, não. Tudo bem.. a culpa foi minha. Não estava olhando para onde ia. — revelou a ruiva, se recuperando do tombo — AH, NÃO! OS PAPÉIS!


Ao ver o desespero com o qual a mulher recolhia os papéis do chão, Karina decidiu ajudá-la. Pegou todas as folhas que estavam perto dela, juntou-as com cuidado e entregou-as para a mulher.

– 28..29..30. AH, ótimo.. estão todas aqui, obrigada! — agradeceu a ruiva, aliviada por não ter perdido nenhuma folha — Aliás, meu nome é Virginia Potts, sou a diretora da Stark Industries. — apresentou-se, enquanto colocava as folhas na ordem correta -

– A D-DIRETORA?! — gritou Karina, espantada -


A reação de Karina assustou a Potts, que arregalou os olhos com o grito e quase derrubou as folhas de novo. Sem graça por tê-la assustado, Karina se desculpou novamente.

– S-Sinto muito! Não queria assustá-la! — desculpou-se Karina, de cabeça baixa diante de Virginia — M-Meu nome é Karina Lyle. Vim aqui para procurá-la e pedir a sua ajuda, senhorita Potts.

– Minha ajuda? — repetiu a ruiva — O que houve? Venha! Vamos para a minha sala.


Virginia levou Karina até a sala dela e pediu que a jovem se sentasse na cadeira que havia em frente a sua mesa. Ambas se acomodaram em seus assentos, e Karina revelou sua ideia para Potts. Contou sobre seu sonho de ser uma cantora, a viagem que fez de casa até Manhattan e o que queria que Potts fizesse por ela. Ao final, Potts sorriu e disse:

– Você é bem determinada, eu gosto disso. Veio sozinha para Manhattan, sem qualquer tipo de emprego que possa sustentá-la..

– NÃO É VERDADE! — interrompeu Karina — ... M-Me desculpe, mas não é verdade. De fato, o apartamento onde moro agora foi comprado pelo meu pai, mas as passagens para cá e o dinheiro que tenho agora sairam do meu próprio esforço. Antes de vir para cá, eu fiz algumas apresentações nos restaurantes e bares do meu bairro e guardei o dinheiro que recebia como pagamento. Logo, não sou tão inexperiente quanto aparento.

– Eu sei. — afirmou Potts — Acredito que você esteja pronta.

– Então... isso significa que você aceita? Você irá me ajudar? — perguntou Karina. Com a notícia de um possível contrato entre elas, Karina esticou seus braços e segurou em ambas as mãos de Potts com as suas, enquanto olhava fixamente para a mulher com um largo sorriso em seus lábios -

– B-Bom.. eu não sei se eu dev-


Neste momento, alguém bate na porta da sala de Virginia.

– Pepper, está aí? Estou entrando.


Um homem com um pouco menos de meia idade entrou na sala, comendo uma maçã. Seus olhos procuraram a imagem de Potts após fechar a porta, mas deparou-se justamente com a imagem da loira que estava sentada diante de sua parceira. Com uma das sombrancelhas erguidas e sem fazer rodeios, o homem perguntou, curioso.

– Quem é esta garota?

– Ah, senhorita Karina... este é Anthony Edward Stark, ou somente Tony Stark, o dono da Stark Industries. — disse Potts, levantando-se de sua cadeira -

– S-Senhor Stark? MUITO PRAZER! — cumprimentou a jovem, ao levantar de sua cadeira e virar-se para o homem — Eu me chamo Karina Lyle, senhor.

– Certo, certo.. e o que faz aqui? — perguntou Tony, aproximando-se das duas -

– Vim pedir à senhorita Potts para que a Stark Industries se torne a minha patrocinadora. — respondeu Karina, fitando Stark com um olhar confiante -

– Patrocinadora? Para...?

– Ela quer que a ajudemos em sua carreira como cantora. — explicou Virginia -

– Ora.. uma cantora? Muito bem... Quero que me mostre um pouco do seu talento. — disse Stark, enquanto se encostava na mesa de Potts -


Virginia e Karina se entreolharam. A ruiva fez um sinal positivo para Karina que o retribuiu com um sorriso, e sem exitar ou tremer por estar diante de alguém tão poderoso economicamente, alguém que poderia ser "aquele" que lhe ajudaria a conquistar o seu objetivo, Karina fechou seus olhos e começou a cantar. Cantou uma música antiga, uma que sua mãe lhe ensinou quando era pequena, a primeira música que Karina aprendeu a tocar no piano, instrumento que ela tanto ama. Quando terminou de cantar, voltou a abrir seus olhos e encarou Tony, com um olhar apreensivo.

– E.. E então? O que achou? — perguntou Karina, um pouco nervosa -


Stark manteve-se em silêncio. Virginia, que também havia ficado apreensiva quanto ao veredicto de Stark, exclamou:

– STARK!

– Sim? — perguntou Tony, brincando com a situação -

– E então? Gostou ou não gostou? — perguntou Potts, impaciênte -

– É.. de fato, a senhorita tem muito talento. É jovem e tem uma voz tão bonita quanto você.. tenho certeza que faria muito sucesso entre o pessoal da sua idade. — disse Tony, enquanto terminava de comer sua maçã -

– Então irá me ajudar? — perguntou Karina, encarando Stark com um largo sorriso nos lábios -

– Não. — respondeu o homem, friamente. Ele jogou o resto de sua maçã na cesta de lixo próxima à mesa de Potts e caminhou em direção à Karina — Entenda, senhorita Lyle... a Stark Industries não tem interesse em patrocinar um.. "iniciante". Aposto que você ainda tem muito o que aprender para conseguir ser a "garota propaganda " da Stark Industries, logo, sugiro que procure começar com empresas pequenas. — Stark parou de caminhar quando ficou diante de Karina, que após ouvir as duras palavras do homem havia abaixado a sua cabeça, como se aceitasse a sua derrota. Ele esticou seu braço direito, apoiando sua mão sobre o ombro esquerdo da jovem e lamentou — Sinto muito. Mas aqui não é o seu lugar.


Sem dizer uma única palavra e tremendo um pouco, Karina balançou a sua cabeça positivamente e virou as costas para os dois. Andou, calmamente, em direção à porta, mas antes de sair da sala, ela parou de andar e com a mão já sobre a maçaneta, disse num tom de voz calmo e sereno, sem virar seu rosto para os dois.

– Obrigada.. pela atenção. Tenham um bom dia.


Ditas tais palavras, a loira se retirou do recinto. Stark se virou para Potts que já o encarava com um olhar fixo, e antes que ela pudesse dizer alguma coisa, Stark tentou confortá-la.

– Ora.. Não fique assim, Pepper! Você sabe que não teria como eu fazer isso. — afirmou Stark, enquanto caminhava em direção a mulher, com os braços abertos, procurando abraçá-la -

– Aham... sei. — disse Potts, fugindo do abraço de Stark -


Ao mesmo tempo em que Stark tentava se explicar para Potts, Karina lamentava-se por ter falhado, dentro de um dos elevadores do prédio. Ela sentou-se no chão, abraçou suas pernas, encostou seu rosto nos joelhos e começou a chorar. Contudo, seu corpo fora coberto por uma aura azul que brilhava intensamente, e neste momento, todo o prédio da Stark Industries começou a tremer. Enquanto os funcionários da empresa se jogavam no chão, Potts se jogou nos braços de Stark, com medo do tremor. Quando o prédio parou de balançar, Potts e Stark se entreolharam, assustados, até que Potts quebrou o silêncio entre eles.

– Terremoto? Aqui?

– Aparentemente. — respondeu Stark -


Stark puxou Virginia para a sua sala, onde Stark deu sua ordem para Jarvis, seu fiel parceiro, e um computador com consciência e capaz de falar.

– Jarvis, localize o epicentro deste terremoto!

– Stark, o tremor foi sentido somente dentro do prédio e o epicentro também está aqui.

– Como? — perguntou Stark, espantado com as informações — Eu quero imagens das câmeras de segurança! De onde veio isso?


Atendendo às ordens de Stark, Jarvis enviou imagens de uma das câmeras para o um dos computadores do homem. As imagens eram de um dos elevadores. O elevador onde estava Karina. Esta, por sua vez, ainda estava coberta pela aura azulada, mas desta vez, ela havia percebido a anomalia e se olhava no espelho do elevador com um olhar assustado. Ao ver as imagens, Stark voltou-se para Potts e disse:

– Traga-a aqui.


Virginia ligou para os seguranças e disse que assim que Karina saisse do elevador, avisasem-na de que Stark havia pedido para que ela retornasse, pois tinham boas notícias. Curiosa com o que os seguranças haviam lhe dito, Karina voltou para a sala de Potts, onde Stark a esperava.

– KARINAA! — exclamou o homem, abraçando-a gentilmente. Logo em seguida, ele apoiou suas mãos sobre os ombros da jovem, olhou fixamente nos belos olhos cor de mel de Karina e desculpou-se — Perdão por ter sido tão rude contigo. Eu não estava ciente do quão "especial" você é.

– O que quer dizer com isso? — perguntou Karina, encarando-o com uma expressão de dúvida, franzindo a testa -

– Quero dizer que preciso de você.


Dito isso, Stark caminhou até a mesa de Potts e sentou-se na cadeira da mesma, voltando seu olhar para a loira que mantinha-se parada, apenas a encará-lo, logo em seguida.

– Sente-se. — pediu Stark -


Karina não ousou negar o pedido de Stark, ainda mais depois de ouvir sobre uma tal "boa notícia". Contudo, desta vez ela estava impaciênte.

– O que quer comigo? — perguntou a jovem, encarando Stark fixamente -

– Eu queria dizer que mudei de ideia e estou disposto a patrocinar a sua carreira como cantora. — explicou o homem -

– Como assim? Você acabou de me dizer que não patrocinava "iniciantes"! Por que isso agora?! — exclamou Karina -

– CALMA, calma.. eu entendo que ainda esteja chateada pelo que eu lhe disse mais cedo. Contudo, após o tremor que balançou este prédio que percebi que estava deixando ir embora tudo o que eu precisava... — disse Stark, fazendo um pouco de mistério. Ele olhou para Karina, que encarava-o com uma expressão de dúvida e explicou — Você não é como eu, não é uma humana normal, certo?

– O que está insinuando? — perguntou Karina, engolindo seco -

– Não se faça de sonsa. — disse Stark, irritado — Meu computador a identificou como o epicentro do tremor... VOCÊ causou aquilo! Ou por acaso você está querendo brincar de Avatar, ficando azul daquele jeito? — ironizou o homem, encarando-a -


Karina se manteve em silêncio por um tempo, até finalmente revelar o que Stark queria saber.

– Eu.. não sei o que está acontecendo comigo, tá legal? De uns 5 anos para cá, isso começou a acontecer comigo. Sempre quando fico muito nervosa, eu começo a ser envolvida por algo azul.. meus olhos ficam azuis, e alguma sempre acontece. Há dois anos atrás, eu consegui salvar uma criança, parando um carro em movimento.. pedi para que ela mantivesse aquilo em segredo e conseguir enrolar o motorista dizendo que ele conseguiu parar o carro a tempo. Por isso não espalharam nada estranho sobre mim.

– Isso é incrível! — afirmou Stark — Era exatamente disso que eu precisava. A senhorita sabe que além de dono da Stark Industries eu sou.. um super-herói, não?

– Difícil não saber quem é o Ironman. Você também é muito exibido... — sussurrou a jovem -

– Anh? Disse algo? — perguntou Stark -

– Não, nada. — mentiu Karina — Mas o que quer me dizer, falando sobre isso agora? — perguntou a jovem, voltando ao assunto principal -

– Bom, não é nada fácil ser o dono de uma empresa tão importante e ter que salvar à todos, enfrentar bandidos, concertar pontes, entre outras coisas mais grandiosas como enfrentar psicopatas com armas que planejam dominar o mundo, exércitos alienígen-

– TÁ, TÁ! E ONDE EU ENTRO NISSO? — interrompeu Karina -

– É exatamente AÍ que você entra! — disse Stark, animado -

– C-Como assim "aí"? — pergunta Karina, confusa — Afinal de contas, o que quer que eu faça?

– Você tem super poderes, Karina... Poderes que podem me ajudar neste trabalho de "herói". Se me ajudar, eu irei realizar o seu sonho... e você se tornará um ídolo da música, aqui e no exterior, como sempre desejou ser.


A loira ficou em silêncio por um momento. Olhando nos olhos de Stark, ficou a pensar sobre o acordo, mas não tardou a aceitá-lo, apertando a mão direita que Stark havia estendido para ela, mesmo que ainda um pouco exitante. O acordo tinha sido feito! Alguns dias se passaram. Stark disse para Karina que iria chamá-la quando tudo estivesse preparado para ela. Três dias depois, Karina recebeu uma ligação de Potts e dirigiu-se rapidamente para o prédio da Stark Industries, onde se encontrou com a senhorita Potts e Stark. Ambos, levaram-na para uma sala, onde Karina se deparou com aquilo que mudaria sua vida. Guardada dentro de uma caixa de vidro que havia na parede no final da sala, um traje bastante incomum lhe chamou a atenção. Mas antes que pudesse perguntar sobre ele, Stark lhe revelou.

– Esta é a roupa que irá usar quando for lutar. Com ela, você se transformará numa heroína como eu. — afirma Stark -

– C-Como você? Essa ideia não me parece nem um pouco atraente... — comentou Karina, desgostosa em ser comparada com o homem -

– O que foi? Algum problema? — perguntou Stark, desconfiado -

– Não. Nada. — respondeu a loira. Karina voltou o seu olhar para aquilo que viria a ser o seu "traje de heroína" e reparou em alguns detalhes da roupa — Mas.. por que tem o slogan da Pepsi Next na roupa?

– Ah, nós revelamos este nosso plano para o diretor da Pepsi, que é um dos nossos companheiros comerciais, e ele disse que estava disposto a nos fornecer os materiais necessários para a criação da sua roupa, sem custo algum, se apenas colocássemos o slogan da Pepsi Next nela. Ou seja, eles também serão seus patrocinadores, lhes darão refrigerentes de graça também. — explicou Potts -

Na verdade, eles entraram nessa de intrometidos... — sussurrou Stark — AAH, preciso lhe dizer algumas coisas, Karina.

– O que é? — perguntou a jovem, curiosa -

– Essa roupa não é tão resistente quanto a minha armadura, mas protegerá o seu corpo, principalmente de queimaduras. Além disso, as unhas de suas luvas são capazes de produzir gelo, assim como suas pistolas são capazes de atirar balas congelantes. Achamos que.. como você gosta muito de azul, seria um poder interessante para ti. — disse Stark -

– De fato. Eu gostei da roupa... ela é bem bonita. E suas habilidades são legais. — afirmou a jovem, encarando as suas vestes com um certo encantamento em seu olhar -

– Mas tem algo ainda mais importante que eu ainda não te contei. — revelou o homem -

– E... o que seria? — perguntou a loira, virando-se para Stark -

– A partir de agora... quando você usar seus poderes, você será conhecida como... Blue Rose.

~ Fim do primeiro capítulo ~

Notas finais
Eu me empolguei escrevendo este capítulo, então espero que realmente tenham gostado da fanfic. Por favor, mandem comentários. Isso me motivaria a continuar esta fanfic /mesmonãotendoideiasdoqueescreveragora qq
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.