Notas iniciais
Muuito obrigada pelos comentários, minna!

– Terra a vista!

Fui jogado para o lado, fazendo meu cigarro cair da boca. Luffy havia passado correndo, animado por, finalmente, termos avistado terra. Saímos a tempos da Ilha de Drum, e eu já não aguentava mais navegar. Estava ficando sem comida, também, no ritmo que nosso capitão come.

– Chegamos em Alabasta?! — vejo Vivi abraçar Nami.

- Oe, Vivi .. Alabasta é uma floresta?

– Como assim, Luffy?

– Bem... ali só tem árvores. Você não mora em uma ilha civilizada?

– BAKA! — dei um chute nele — Não vê que está deixando a Vivi-chan triste? Peça desculpas.

– Gomen Vivi — abaixou a cabeça e se retirou.

– Não foi nada, Luffy-san... só que eu havia pensado que finalmente havíamos chegado em minha terra natal... mas parece que vai demorar não é? — ela forçou um sorriso — Sanji-kun, nós precisamos de alimentos?

– Hum? É-ér, Vivi-chan, do jeito que o nosso maravilhoso capitão come, a comida não dura uma semana.

– Então vamos precisar parar... Até por que o Log Pose tem que se ajustar... certo Nami?

– É sim, mas... vocês não acham meio estranho? Não tinha ouvido falar dessa ilha aí, e não me parece ter os suprimentos necessários.. Quem sabe a gente não precise parar...

– NANI?! — Luffy volta — Eu sou o capitão por aqui e digo que nós iremos parar nessa tal ilha-floresta, para mais aventuras! — ele dá um sorriso.

– Só espero que não encontremos mais algum velho... — resmunga Zoro, ainda de olhos fechados — E nem que esse ero-cook resolva fazer outra competição para ver quem pega mais carne.

– Oe, Zoro, foi você que começou da última vez! — digo irritado, até porque, havia sido ele mesmo – Marimo idiota.

– Cozinheiro tarado — e dormiu.

– Usopp, lance a âncora! — gritou Nami, já começando a mandar em todos — Luffy ! Espere, você vai se perder!

– Estou indo em direção á aventuras! — ele parou e olhou para trás — Chopper, Usopp, venham também! Rumo á Ilha da Carne! — a ruiva bateu com a palma da mão na testa.

Os dois desceram, e começaram a fazer aquela dancinha irritante, dando os braços e levantado as pernas. Bakas. Em seguida, os três nakamas saíram correndo e gritando, adentrando a floresta. Aposto que vão se perder.

– Oe, Zoro, acorde! — Nami acordou o, posso dizer?, amigo com um chute — Você vai ficar cuidando do navio!

– Bruxa, deixa eu dormir! — resmungou.

– Tudo bem, mas, fique sabendo, se o navio for roubado a culpa é sua — disse a ruiva dando um soco nele — Bem, eu vou indo. Vou explorar a ilha, tenho que desenha-lá para meu mapa — ela sorriu para Vivi — Quer vir?

– Não precisa, Nami, acho que de qualquer forma só vou atrapalhar... mas obrigada.

– Se você quer assim — ela deu de ombros e pulou em direção á areia, em seguida desaparecendo entre as árvores.

Espera aí. Luffy, Chopper, Usopp. Zoro. Nami. Isso quer dizer que...

Fui correndo na cozinha e peguei uma bebida gelada que já havia deixado pronta para Vivi mais cedo. Com um sorriso no rosto, fui andando até ela.

– Vivi-chwan, aceita um drinque? — levantei a bandeja para ela.

– Ó, arigatou, Sanji-kun — ela sorriu.

– Você gostaria de dar um passeio comigo? Imagine, só nós dois, no meio de um floresta, sem ninguém para incomodar...

Ela corou, mas assentiu com a cabeça.

Senti uma mão me empurrar pelas costas, e caí na areia abaixo de mim. Droga, eu havia batido a cabeça. Bem que o Chopper podia ter esperado mais um pouco...

– Mr. Bushido! Por que você fez isso? — escutei a voz de Vivi lá de cima. Ela estava preocupada comigo!

– Esse ero-cook já estava me irritando com essas frases românticas idiotas. Por isso resolvi apressar a 'voltinha' de vocês.

– Só que você não tinha esse direito! — eu nunca havia visto a Vivi brava desse jeito.

Escutei o som de alguém caindo na areia, e me sentei. Ela estava correndo em minha direção, com uma cara bem preocupada. Que fofa.

– Vivi-chwan, você estava preocupada comigo? Que gracinha! Mas eu estou bem — fiz menção de me levantar, mas caí.

– Não, deixa que eu te ajudo — finalmente levantei.

– Bom, então vamos nos aventurar pela floresta? — sorri.

– Não, claro que não! Primeiro eu tenho que cuidar de você — eu aumentei o sorriso, e acho que ela se deu conta do que tinha falado — Quer dizer... do seu machucado. Pare de rir, você entendeu!

Fiz força para parar de rir, mas não consegui. Como ela era inocente!

– HAHAHAHAH, desculpa! Mas estou rindo da sua cara, você está muito vermelha HAHAHAHAHA.

– Baka... não diga isso — ela virou o rosto pro lado, mas eu coloquei um dedo embaixo de seu queixo e fiz ela olhar para mim.

– Ei, não fique envergonhada. E eu estou bem. Vamos então?

– Hum? Ah, sim.

Eu segurei a mão dela, e nós, finalmente, entramos na floresta. Mas eu nem sabia o que nos esperava...



Notas finais
O que será que tem na floresta, hein?