Notas iniciais
Hooy amores! Não aguentei esperar o banner de capítulo e aqui estou eu novamente ♥ Cara,eu amei os comentários suas lindas *--* fico feliz que estejam gostando da fic! Nesse capítulo vai aparecer mais um personagem (gostoso) novo o/ Espero que gostem ^^Ps: Eu particularmente achei esse capítulo muito chatinho :c

Skyfall
This is the end
Hold your breath and count to ten
Feel the Earth move and then
Hear my heart burst again
For this is the end
I've drowned and dreamt this moment
So overdue, I owe them
Swept away, I'm stolen

Let the sky fall
When it crumbles
We will stand tall
And face it all
Together
Let the sky fall
When it crumbles
We will stand tall
And face it all together
At skyfall
At skyfall


Me separei de Sam bruscamente e saí correndo ignorando os chamados do meu irmão. A ultima imagem que vi antes de sair daquele lugar foi meu gentleman me encarando com seus belos e tristes olhos azuis.
Por que eu tenho uma certa habilidade de fazer tudo errado?
Eu me sentia terrível, uma mistura de raiva, desprezo de mim mesma e tristeza rondavam minha cabeça em quanto eu corria sem rumo. Parecia que o céu estava caindo sobre a minha cabeça . Já cansada encostei em uma árvore com a respiração ofegante, minhas mãos tremiam e meu coração parecia um tambó de escola de samba.

Skyfall is where we start
A thousand miles and poles apart
Where worlds collide and days are dark
You may have my number
You can take my name
But you'll never have my heart

Let the sky fall
When it crumbles
We will stand tall
And face it all
Together
Let the sky fall
When it crumbles
We will stand tall
And face it all together
At skyfal


Sentei no chão e fitei o céu sem estrelas, uma brisa gelada batia contra o meu rosto levando junto algumas folhas secas, agradeci mentalmente por ainda estar com a jaqueta do meu irmão. Encostei a cabeça no tronco da árvore e peguei a espada que Castiel me dera dias atrás naquela lanchonete, ainda havia rastros de sangue do anjo que matei. Nessa hora aquela famosa pergunta veio a minha cabeça: o que de tão errado meu pai fez para grande parte dos anjos quererem minha cabeça em uma bandeja?
Dei um gemido de desgosto ao perceber que havia sentado em um formigueiro e que varias formiguinhas caminhavam em minhas costas, dei um pulo desastrado na tentativa de me livrar das formigas claro, sem sucesso e comecei a correr desesperadamente até chegar a estrada onde eu parei no meio do caminho ainda dando pulinhos para tentar tirar as poucas formigas que ainda caminhavam em mim.
Detalhe: Eu odeio formigas. Elas são malvadas.
Já me livrado das formigas levantei minha blusa até um pouco a cima do umbigo e percebi que haviam deixado ferroadas por toda a minha barriga e provavelmente minhas costas que estavam coçando pra caramba. Ouvi o som de um carro se aproximando peguei a jaqueta do meu irmão que no meu surto foi jogada no meio da estrada e quando me virei a luz do farol do carro que se aproximava rapidamente quase segou minhas vistas, a única coisa que deu tempo foi tampar meus olhos com o braço e virar a cabeça ligeiramente para o lado. Quando voltei a abrir meus olhos uma bela Mercedes preta estava parada a poucos centímetros do meu corpo.
– Qual o seu problema?! – Gritou o motorista saindo do carro e batendo a porta sem pena. – Por acaso está querendo morrer?
O homem tinha sotaque inglês, cabelos castanhos bem claros e olhos cinzas, usava um smoking muito elegante e levava um cigarro no canto da boca. Até que era bem bonito...
– Você está machucada? – O cara disse me ajudando a levantar do chão. – Que grosseria a minha, meu nome é Richard. Richard Grace, Rich para os mais íntimos.
– Mona Walker, prazer – Disse apertando sua mão.
– O que faz a essa hora da noite andando pela estrada, Mona Walker?
– Esfriando a cabeça, talvez...
– Eu sei que é estranho mas, você gostaria de tomar um drink, talvez?
– Você costuma convidar todas as mulheres que atropela? – Ri ironicamente. – Você tem cara de maníaco inglês, não sei se estou afim de ser estrupada ou morta.
Richard deu uma gargalhada e tirou um cigarro do bolço me oferecendo em seguida, neguei com a cabeça e o olhei de cima a baixo.
– Você com certeza não está vestido para "tomar um drink" – Disse apontando um dedo para seu smoking e fazendo uma péssima imitação da sua voz.
– Na verdade eu tenho uma grande festa para ir esta noite, mas posso passar sem essa. – Ele disse e jogou o cigarro no chão pisando em cima em seguida. – Você vem? – Richard perguntou entrando dentro do carro.
– Eu devo estrar maluca... – Sussurrei e entrei no carro.
(...)
" I got pocket, got a pocketful of sunshine
I got a love, and i know that it's all mine, oh, oh, oh.
Do what you want but you're never gonna break me
Sticks and stones are never gonna shake me, oh, oh, oh. "

Abri os olhos com dificuldade e olhei em volta, eu estava em um quarto muito bonito e bem sofisticado, o despertador continuava a tocar a música terrível que havia me acordado a cama de casal com belos lençóis brancos com detalhes vermelhos estava terrivelmente bagunçada, eu vestia uma camisola de seda com renda que batia até os joelhos em um tom de rosa bem claro.
Droga, onde eu poderia estar? Eu tenho um certo dom de acordar em lugares desconhecidos, só pode.
Desliguei o despertador e agradeci por não ter que ouvi aquela música mais, causei uma pantufa que estava debaixo da cama e abri a cortina grande revelando uma varanda que se mantinha separada do quarto por uma grande porta de vidro.
– Quê isso hein, haja money. – Disse sorrindo.
Ouvi a porta se abrir e um Richard com uma toalha enrolada na cintura entrou no quarto com um sorriso de orelha a orelha.
– Bom dia! – Ele disse animado – Você deve estar com fome.
– Ai meu deus, não me diga que nos... – Disse passando a mão pela testa
– Não se lembra?
Fiz que não com a cabeça e ele riu.
– Era de se esperar – Comentou ainda rindo – Uma dica, nunca mais beba! Ontem você ficousuperbêbada e começou a chorar e falar coisas que eu não entendia depois desmaiou. Já que eu não sabia onde você mora eu te troxe para a minha casa, mas pode ficar tranquila, não aconteceu nada.
– Uma perguntinha: você é gay?
– Não, eu sou um cavalheiro. É diferente. – Ele disse sorrindo e andou até a porta – Apropósito, o café já está na mesa.
Vesti um roupão e segui Richard até a sala onde a mesa do café da manhã já estava perfeitamente arrumada, o apartamento era enorme e muito bonito.
– Então sr Richard Grace, o que faz da vida? – Perguntei enquanto mexia a colher dentro do copo de café.
– Sou um dos sócios da empresa de Dick Roman e ajudo nos negócios do meu pai já que ele não tem mais condições de trabalhar.
– Então você é o "poderoso chefão"
– Mais ou menos. – Ele disse sorrindo – Mas eu confesso que não posso reclamar de nada
Logo que Richard acabou de falar a porta deu um estrondo, como se alguém tivesse a arrombado e em seguida Dean, James e Sam entraram apontando a arma para Richard que jogou as mãos para cima.
– Mais oque significa isso? – Perguntei com a minha voz aparentemente irritada.
– Nos viemos te salvar! – Dean falou e em seguida pegou um croissant na mesa o enfiando todo na boca. – Quem é a figura? – Ele perguntou com a boca cheia.
– Um amigo. – Respondi irritada.
– Amigo... – Debochou Sam.
– Eu acho que estou sobrando aqui. – Disse Richard.
– Fica quieto! – Disse James.
Revirei os olhos e dei um tapa no braço do meu irmão.
– Rich, me desculpe pelo trastorno – Disse me levantando e empurrando a turminha do barulho – James, Dean e Sam – toda para fora do apê.
– Está nos expulsando, madame? – Perguntou Dean com seu "famoso" sarcasmo.
– Não saiam daqui ,eu vou só trocar de roupa.
Disse e voltei para dentro do apartamento encontrando Richard ainda sentado na mesa mexendo com a colher no seu chá.
– Bom, eu acho que eu já vou... Obrigada, por tudo!
– Sua companhia foi muito boa – Ele disse sorrindo – Vou cobrar que me visite mais vezes, mais sem trazer seus amigos, por favor.
– Pode deixar! – Disse mandando uma piscadela – Mas, onde estão minhas roupas?
– Ontem você derrubou bebida na sua roupa, não acho que seria legal usar ela agora. – Rich disse rindo – Olha, se essa camisola da minha irmã te serviu as outras roupas dela também vão e servir.
Ele disse e foi até o quarto que eu havia dormido e voltou com um vestido roxo muito bonito e um scarpin preto.
– Sua irmã não se importa?
– Não, na verdade essas roupas não entram nela desde que ela teve o primeiro filho. – Ele disse rindo.
Fui ao quarto e coloquei o vestido que caiu muito bem a não ser nos seios que acabou ficando um pouco apertado, o sapato por sorte era do meu número. Quando cheguei na sala Richard arqueou uma sobrancelha e sorriu de lado.
– Com toda certeza fica melhor em você do que na minha irmã. – Ele me olhou e cima a baixo e mordeu os lábios.
Ah ele não é gay!
– Está frio é melhor você se agasalhar – Ele disse me entregando um casaco.
– Obrigada... De novo, tenho certeza que nenhum outro homem faria o que você fez por mim.
– Não há de que – Ele falou e beijou a minha mão – Sempre que quiser companhia me ligue.
– Depois não se queixe de receber ligações no meio da madrugada. – Peguei meu celular em cima da mesa e lhe mandei um sorriso antes de sair.
Quando eu coloquei o pé para fora do apartamento Sam, Dean e James me olharam assustados.
– Meu deus, quem é você e o que você fez com a minha irmã! – James falou rindo.
– O que é isso milady, onde você vai toda chique assim, Palácio de Buckingham? – Perguntou Dean rindo junto com James.
– V-você está bonita – Sam disse acanhado.
– Obrigada. – Agradeci sorrindo – Mas agora nos podemos dar o fora daqui?
(...)
Fazia mais ou menos duas horas que estávamos na estrada, Dean falou algo sobre voltar para a casa do Bobby porque eles haviam descoberto como matar a tal "mãe de todas as aberrações". Paramos em uma lojinha no meio da estrada, os três entraram e eu fiquei esperando do lao de fora encostada no carro aguentando aqueles tios caminhoneiros mexerem comigo.
– Amor, eu não sou instituição de caridade, mas estou aqui te dando sopa! – Disse um tio muito desprovido de beleza que parou na minha frente.
– Olha só vovô, eu sei que você está fazendo hora extra aqui na terra mas, se mandar mais uma dessa eu te castro.
– Garota mau criada – Rosnou o tio – Você tem que aprender a deixar de ser marrenta.
Ri escandalosamente enquanto o tio tarado se afastava.
– Porque você adora conversar com homens desconhecidos – Perguntou uma voz conhecida me fazendo dar um pulo de susto – Está bonita.
– Olha só quem deu as caras! Se divertiu com seu demônio de estimação, gentleman ou melhor, Clarence. – Perguntei com um sorrisinho forçado.
– Por que está fazendo isso?
– Isso o que?
– Você está me irritando – Ele disse com a cabeça baixa
– Bom saber – Disse tentando disfarçar minha voz triste. – Qual o motivo da sua ilustre presença?
– Eu vim te alertar que dormir na cara de caras desconhecido pode ser perigoso, ainda mais quando um te atropela.
– Olha anjinho, você está mais informado da minha vida do que eu hein? – Disse arqueando uma sobrancelha – Parabéns, você merece um estrelinha dourada no meio da testa!
– É sério, poderia ter acontecido algo com você, afinal nunca o viu na vida ele poderia ter te violentado ou feito coisas piores! – Ele disse com uma expressão irada.
– Haha, seria mais fácil eu violentar ele.
– Você e suas atitudes infantis! – Castiel falou com ódio nos olhos o que fez me assustar um pouco – Não entendo como não consegue ver o quanto eu me preocupo com você... – Ele passou a mão de leve no meu rosto e eu fechei meus olhos.
– Cass... – O anjo colocou um dedo sobre os meus lábios me impedindo de completar a frase.
– Não diga nada.
Castiel desapareceu me deixando parada olhando para o nada.

Notas finais
É assim que eu imagino o Richard ♥ Então, oque acharam do Rich (para os íntimos, pfvr)? Ele vai ficar um tempinho sem aparecer na história, mas lá pra frente ele vai ter uma participação muito importante (talvez até polêmica)Se a bagaça do link da roupa da Mona não pegar: http://alexandra-daddario.net/photos/albums/shoots/shoot18/set18_18.jpgBjocas ^^