Bloomington

1 Bem-vinda a faculdade


Notas iniciais
Ei pessoal, mais uma vez estou aqui escrevendo uma fic nova, espero que gostem e mandem rewiews, kisses!

Rachel POV.

Guardo minhas roupas e acessórios dentro da pequena mala e saio de casa com um ar diferente, me sentindo feliz como muito tempo não me sentia. Depois de uma hora e meia de viagem, chego até a nova faculdade onde vou morar/estudar. Espero dentro da pequena sala do reitor da faculdade de artes e ciências, Hecht.

H: Rachel Berry. Neptune 26. Porque a série acabou? Vou encaminhá-la ao curso PSI-110 que é requisito para todos os outros. Se optar por duas matérias depois, pode reforçar Psicologia. — Ela assente — Shuester. Segundas, quartas e sextas. Aqui diz que sua primeira opção é Lit. Inglesa. Confirma isso?

R: Sim. — Ela diz.

Uma mulher com aparência jovem entra na sala.

Q: Aqui está a apostila do 209. Deixo com você?

H: Sim, obrigada. A mais longa lista de espera do departamento! De novo! Não sei como você consegue.

Q: Obrigada.

Olho para a mulher loira parada na porta e ela está me olhando também, ela dá um pequeno sorriso antes de ir embora e eu também sorrio por isso e não sei o que acontece comigo.

H: Alguma pergunta? — Hecht me tira dos meus desvaneios.

R: Ah, não. Não senhor.

H: Certo, aqui está seu cronograma do trimestre. E uma cópia do manual do aluno. — Me levanto e ele me entrega as folhas — Eu preciso dizer, minha mulher e eu adorávamos o seu programa, nunca perdíamos um episódio. — dei um pequeno sorriso.

R: Que gentileza dizer isso. Obrigada, professor Hecht.

H: De nada.

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Entro dentro do grande quarto que irei ficar e uma menina me acompanha. Seu nome é Claire.

C: Bem, aqui está seu quarto. O seu armário é bem grande, isso é legal. Instalamos um telefone, qualquer problema, avise. Ele não é muito confiável.

R: Tudo bem.

C: Você tem o seu próprio banheiro, isso é especial — ela diz e eu sinto uma pontinha de inveja — Aqui está a chave.

R: Valeu. — dou um pequeno sorriso.

C: Sabe, é raro um calouro conseguir um quarto individual aqui. — Fico desconfortável mas mesmo assim sorrio.

R: É, fiquei sabendo.

C: Na verdade, é difícil para qualquer pessoa. — Ela me olha de cima a baixo e sai do quarto.

Respiro fundo e penso: Não será fácil.

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S: Vocês terão dois exames: no meio e no final do curso. Vejam na apostila que o primeiro exame já é daqui a três semanas. Para quem se interessar, há listas para grupos de estudos no corredor. — ele diz e todos saem da sala — Eu recomendo, pessoal! Obrigada.

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N: Os temas para dissertação são: Questões do Séc. XIX, Prosas do Séc. XX, e, finalmente, Literatura durante a Primeira Guerra Mundial. Alguma pergunta?

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S: Rach? Sabemos que anda ocupada, mas eu queria saber como está. Seu número ainda é o mesmo? Disse que manteria. Bom, eu e seu pai sentimos sua falta e queríamos saber de você. ..

Desligo o telefone antes de minha mãe acabar de falar.

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Ando até o corredor e vejo a pequena lista dos grupos de estudo. Entro na pequena sala e paro na porta.

R: PSI-110, do Shuester?

Uma loira simpática sorri e diz que sim. Entro e sento-me.

R: Estou atrasada?

B: Não, chegamos agora, me chamo Brittany, muito prazer.

R: Rachel.

O menino ao meu lado diz que eles sabem quem sou.

S: Santana.

R: Oi.

S: Então, vai se formar em Psicologia?

R: É a minha segunda opção, a primeira é Literatura.

B: Já se inscreveu para participar das pesquisas? É obrigatório, pelos veteranos, sabe?

R: Ainda não, obrigada. Pesquisas tipo... testes de drogas?

S: Ouvi dizer que é algo idiota tipo: Quão rápido identifica uma cor? Devíamos fazer juntos, como equipe, e acabar logo com isso.

F: Deve ser uma grande mudança pra você.

R: Como disse?

F: Após tanto tempo naquele programa. Por acaso frequentava a escola?

P: Finn..

R: Ahn... Shuester disse se o exame será múltipla escolha?

S: Sim, porque ele não sabe ler. Diferente da Fabray, que faz você soletrar tudinho.

R: Quem é Fabray?

S: Ela dá o curso 209. Psicopatologia. É uma aula muito boa.

R: Acho que eu a vi.

P: Ela dorme com alunos. Quando a faculdade descobre, todos desaparecem misteriosamente. Encontraram um cadáver no porta-malas dela.

B: Eles não desaparecem, provavelmente só deixam a escola.

R: E ela já tentou algo com você?

S: Acho que menino não é bem a praia dela.

P: Soube que curte os dois.

S: Soube que ela está no programa para testemunhas porque o pai era da máfia.

B: Pessoal, podemos voltar aos livros?

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S: Foram cruéis com você? Tiraram sarro da sua cara?

R: Não, não é isso. Mas parece que o programa é o único assunto.

S: É que ainda não conhecem você e ainda não há o que dizer.

R: Também não conhecem uns aos outros. E nem por isso rola uma conversa normal.

S: Ainda não entendo por que quis ir estudar do outro lado do país. Há boas faculdades aqui em Nova York, e você não estaria tendo esse problema.

R: Que problema?

S: Pessoas curiosas sobre você. Nunca soube lidar bem com isso.

R: Não está ajudando, mãe.

S: Rachel, não banque a vítima. Só estou dizendo que não sei por que se coloca nessa posição. E não tem mais o Kurt pra te ajudar.

R: Não quero falar do Kurt, mãe.

S: Tudo bem, tudo bem. Desculpe.

R: Acha que abandonar a faculdade seria melhor?

L: Shelby?

S: Já estou indo, desculpe! Tenho que desligar, ligo amanhã. Durma um pouco.

R: Mãe, não vou estar aqui amanhã e...

''E mais uma vez ela desligou na minha cara.''

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Vejo a professora Fabray carregando uma pilha enorme de livros e decido a ajudar.

R: Vou ajudar você com isso.

Ela diz com uma voz rouca e incrivelmente linda.

Q: Oh, obrigada.

Entro na grande sala dela e boto os livros na estante do lado de sua mesa.

Q: Todos pagam pela mensalidade, mas não tem bons modos.

R: Eu percebi.

Observo seu grande armário localizado do lado da janela.

R: Isso é um projetor ou uma câmera?

Q: O que disse?

R: Isto.

Q: Nenhum dos dois. — Ela se senta na mesa com um caderno na mão — É uma máquina de TEC. Cerca de 1940.

R: Oh, tipo de decoração?

Q: Uh, não, é de verdade.

R: Legal! Onde conseguiu?

Q: Eu roubei.

Olhei para ela de volta um pouco surpresa e depois voltei minha atenção ao grande armário.

R: TEC? Serve para gravar coisas?

Q: Não, é para dar choque. — Ela larga seu livro e continua sentada na grande mesa — Terapia eletroconvulsiva.

R: E porque faria isso?

Q: É um tipo de tratamento.

R: E esta funciona?

A loira levanta e vai até a aluna, bota um de seus braços no armário perto da cabeça da morena.

Q: Não sei, faz tempo que não uso.

Rachel fica desnorteada.

R: Ahn... Ok, tenho que ir pra aula, agora. — ela dá um sorriso sem graça e a loira se divertindo com as expressões da aluna.

Q: Divirta-se.

R: Ok. — Ela sai com passos largos e Quinn se vê rindo.

Notas finais
Então pessoas, espero reviews, sugestões, criticas, tudo. Como leram, primeiro contato entre Rach e Q. hahahahah
Se quiserem, posto mais um cap hoje!