Notas iniciais
Konnichiwa!!! Bom, esse é oficialmente o primeiro capítulo. Me esforcei bastante para fazer um capítulo grande (essa é a primeira 'estória' que estou realmente determinada a fazer, e terminá-la de forma surpreendente!) É minha primeira 'estória' original. Espero que gostem, e boa leitura!

Acordo com o sol já brilhando com sua luz juntamente com o vento entrando pela janela. Me levanto e vou até o banheiro fazer minha higiene matinal. Depois vou a cozinha e tomo meu chá da manhã, logo após, pego minha bolsa e saio de casa. No caminho para a escola, eu ando em passos leves e calmos, afinal, não tinha pressa para chegar naquele local onde as pessoas queriam ser melhores que outras, queriam ser mais especiais, mas no final, todos eles são iguais. São egoístas, idiotas que só se importam com eles mesmos. Bom, não tenho que me preocupar com isso. Mas se eu não estivesse em suspeita por assassinato, eu mataria todos eles com exceção de Katsuo-senpai. Ele é lindo, inteligente, não faria mal há ninguém, sempre preferiu machucar à si mesmo ao invés dos outros. (Autora: Referência a Tokyo Ghoul rsrs) Se ele morresse...eu com toda certeza não saberia viver sem ele. Ele é meu Katsuo-senpai! Se alguém se atrever a machucar à ele...essa pessoa irá morrer! Sem dó nem piedade! Quando reparo, já estou no enorme portão da escola. Ando devagar ao jardim, e percebo que o sinal ainda nem tocou "ótimo, cheguei pontualmente como sempre. Isso me dará tempo para observar Katsuo, que também já se encontra na escola." pensei. Me sento em um banco próximo a Katsuo, mas o banco estava vazio. Ótimo, não quero ter que espionar meu senpai com gente chata conversando e atrapalhando. Pego um livro e finjo ler, talvez ele me note aqui sozinha e venha falar comigo. Afinal, ele é tímido e não gosta de falar em público. Percebo ele me olhar, e caminhar até mim.

— Ohayo, Yuko-chan!

—O-o...Ohayo Katsuo-senpai...

Ainda éramos apenas amigos, e eu não queria correr o risco que ele descobrisse que eu o amasse, não queria que ele se afastasse de mim. Preferia e ainda prefiro omitir do que mentir.

— Como estão as coisas? Faz tempo que não nos falamos...

— As mesmas coisas monótonas de sempre. E você? também sinto falta de nossas conversas — falo com um sorriso amigável no rosto. Percebo ele olhar o chão com um olhar melancólico. Ai não! Será que fiz merda? Porra, Uko você mal fala com seu senpai e quando fala faz bosta...Puta merda!

— Desculpa se te deixei triste. Mas sou sua amiga, pode desabafar comigo. — Falei na intenção de tirar o clima tenso da situação.

—Meus pais...eles morreram. — Ele responde limpando algumas lágrimas no rosto.

Ai meu santo algodão doce! Tadinho! Eu nunca senti 'pena' de alguém, mas ele é meu senpai, e acho que é normal sentir isso por quem você ama, sabe quando algo de ruim acontece com essa pessoa. Apesar dos meu pais terem morrido em um acidente de carro, eu nunca fiquei triste. Mas, ver meu Katsuo triste me deixa triste! Sempre falei que se alguém o machucasse, eu mataria a pessoa responsável por fazê-lo ficar triste, mas nunca pensei na situação "quem o machucasse, seria uma pessoa já morta!". O que me resta fazer é ser uma boa amiga, e ficar ao lado dele. Quem sabe assim, eu pelo menos ganhe alguns pontos com ele?

— Por que você não está falando nada? — ele pergunta quebrando o silêncio.

— Estava pensativa, sinto muito ao que aconteceu ao seus pais, e sei que não é do meu interesse saber os detalhes. Meus pêsames, Katsuo-senpai. Logo essa dor passa e você volta a sorrir. — dito isso reparo ele desviar o olhar.

— Eu, ás vezes, gostaria de ser igual a você. Ser mais independente, e confiante.

— Não precisa querer ser igual à mim. Você é um garoto maravilhoso, que qualquer um teria muita sorte em ter você por perto. — Falo sem pensar muito.

Poxa! Ele é tão legal, calmo, inteligente, fofo e etc...não precisa querer ser igual à ninguém! Normalmente, em livros e filmes é a garota que é frágil e doce, mas aqui, os papeis estão invertidos. Meus pensamentos são atrapalhados ao perceber nossos lábios selados. Um beijo doce. Percebo também seus lábios macios. Eu queria que aquele momento durasse para sempre. O mundo todo ao nosso redor parecia estar parado, até o ar se tornar necessário e nos separarmos do beijo. E no exato momento em que me separo dos lábios dele, ouvimos o sinal tocar e antes de irmos cada um para sua sala ele fala:

— Obrigado, Yuko-chan.

Aquelas palavras...aquelas doces palavras...

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O sinal para o intervalo havia tocado, deve ser uma 9 horas, pois geralmente é nesse horário o intervalo. Me sento em uma das mesas no refeitório, sozinha, pois eu já havia falado com minhas amigas que eu gosto de ficar sozinha em certas ocasiões. Eu tinha poucos amigas, mas elas eram de coração. (Autora: Vocês logo conhecerão as abiguinhas da Yuko ^-^) Quando dou a primeira mordida no meu sanduíche, me deparo com uma cena de tirar minha calma! Os três garotos valentões da escola estavam batendo em Katsuo-senpai! Eu não iria deixar por isso, com certeza não. Observo a cena com ódio enquanto escrevo no meu "caderno da vingança" o plano para a polícia não achar vestígios de quem cometeu o assassinato.

Eles que me aguardem.

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A noite, como ela é bela! Me dá mais chances de sucesso nos assassinatos. Pelos meus cálculos os três idiotas passariam por aquela ruas às 19:00. Bom, eles iriam correr, mas como em todo filme, não conseguiriam escapar. Deveriam ter pensado duas vezes antes de fazer algo a Katsuo, agora eles terão que arcar com as consequências.

Já eram 19:00 horas, e como esperado, lá vinham eles. Estavam conversando sobre algo que não me importa muito, pois logo todos estariam mortos. Me aproximei com cautela e com um só golpe enfiei a faca no coração do 'líder': Hitoshi Matsui, logo Masaki Kinoshita começou a gritar e correr junto à Toyo Kubo que acompanhou o amigo para um beco sem saída. Perfeito, um trouxe o outro para a morte! Me aproximei com um sorriso diabólico no rosto, e disse:

— Ora, ora se não são Masaki e Toyo. Não fiquem com medo de morrer, pensem em como outras pessoas se beneficiariam com a morte de vocês não é mesmo? vejamos por exemplo...que tal, Katsuo? — Falo isso em um som de deboche e continuo:

— Como diria o ditado popular..."em um dia você brinca e no outro você é o brinquedo." Mas não vamos levar isso à sério, afinal, vocês vão morrer no mesmo dia que brincaram, né? — Falo e solto uma risada aguda e psicótica quando ouço eles gritarem por socorro, isso é tão bom de ouvir...

Pego minha faca e esquartejo Masaki. e amarro Toyo para que veja a morte do amigo. Logo que termino com a vida de um, começo a enforcar Toyo que vai ficando sem ar até morrer asfixiado. Depois que ele morre, começo a rir e a sentir com calma o sangue quente sob minha pele.

— Katsuo-senpai, eu faria isso de novo e de novo para te ver seguro.

Primeiro dia

Notas finais
Espero que tenham gostado do capítulo. Fiquei 1 semana escrevendo para deixar ele bem longo e pretendo fazer isso até o final da 'estória' ^-^. Provavelmente, serão mais de 10 dias! Estou realmente muito empolgada, e me dedicando bastante com essa 'estória'. Até domingo com mais um capítulo! Aceito críticas construtivas! MATANE!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.