Bloody Fetish
6 Capítulo 5 - Hóspedes ou Prisioneiros?
Notas iniciais
Bom, eu queria dizer que estou MUITO GRATA ao carinho que vocês estão dando á essa fic. Sério mesmo!
Ah, eu devo passar as atualizações para as quinta feiras ou até mesmo sábados ao invés de todas as sextas, porque as vezes ocorrem imprevistos como o dessa semana.
Por isso estou postando hoje, uma quinta. (óbvio)
Anyway, espero conseguir continuar as atualizações semanais. E caso que não consiga manter o ritmo, não me batam. -qs
Chega de enrolação e boa leitura. ♥
Os três humanos acordaram, dispersos, sem muito entender o que se passava. Demoraram a se darem conta de que não estavam em casa e nem que iriam voltar para a mesma. Olharam-se partilhando a angústia silenciosa que os infligiam, suspirando pausadamente em busca de força para seguirem até o salão principal e encararem o que os esperavam.
Levantaram-se, buscando algum tipo de roupa para usarem, e puderam perceber que havia malas, com roupas e objetos pessoais de SungMin no chão do quarto ao lado do guarda roupa. Os três se olharam deduzindo que deveria ter malas em cada quarto.
— Voltamos já. – Assim, HeeChul e DongHae puseram-se para fora do quarto, indo em direção aos seus respectivos.
SungMin então virara-se para suas malas, escolhendo rapidamente uma peça de roupa. Optou por jeans e camiseta, já que o tempo estava agradável e seguiu para o banho. Nos quartos ao lado, os meninos estavam já em seus devidos banheiros, desfrutando de deliciosos banhos. Os outros dois, devidamente prontos, encontraram-se no corredor e quando iam para o quarto de SungMin depararam com RyeoWook e KiBum saindo de um dos quartos.
— Ya! – DongHae abraçou os outros dois. HeeChul apenas sorria para eles.
— Estão bem? Sem nenhum machucado?
— Ya! DongHae! Calma! Estamos bem. – Wookie tentou acalmá-lo.
— Pessoal...? – SungMin saiu do quarto, olhando-os.
《 — KyuHyun’s POV ∙ 》
“Don’t be afraid to be addicted.”
“Não tenha medo de ficar viciado.”
Minha cabeça ainda não raciocinava normalmente. Mal podia acreditar que ele estava ali, no corredor do lado. Aquele homem que eu tanto queria; possuidor do cheiro, gosto, visão que eu mais desejava. Seu corpo sinuoso e totalmente proporcional me deixava louco. Olhá-lo era um pecado, pois minha mente divagava para os pensamentos mais pecaminosos que eu poderia sequer pensar. Haja tamanha paciência para esperar por ele. Não poderia tomar-lhe para mim até nosso elo estar completo, mas quando isso aconteceria? Não tenho como saber.
O que mais me irrita nessa situação toda é que ele me viu daquela forma. Ele me viu no meu pior momento. Por que raios ele tinha que chegar quando eu estava amavelmente matando aquela mulher?! Ele me olha com receio e um pouco de desejo, o que meio que me diverte. Preciso deixar de ser tão sádico.
Estava no fim do corredor do quarto de SungMin, encostado no pilar final, esperando pela melhor oportunidade de falar com ele. Queria ter certeza de que ele não tinha a impressão errada de mim, porém algo me dizia que eu não me satisfaria com tal resposta.
Para minha felicidade, pude ouvir vozes e sentir a presença de pessoas no corredor. Deduzi então que os outros dois haviam saído de seu quarto. Pronto, oportunidade perfeita. Assim que os outros entraram em seus respectivos quartos, rumei até a porta do quarto de SungMin, na esperança dele me recepcionar amigavelmente. Bati uma vez, que foi aberta logo em seguida.
— Ya! HeeChul, deixe-me tomar meu... – Olhou-me dando-se conta de que não era seu amigo. — Ah... Olá?
— Bom dia! – Sorri divertido. — Com licença. – Entrei no quarto, tendo total consciência da minha inconveniência. — Sabia que esse quarto já foi meu?
— Sé-sério? – Olhava-me um pouco assustado e surpreso.
Como ele consegue ser tão lindo. Essa carinha de criança inocente que me desperta tanto desejo. E posso dizer que ele não deveria estar vestido do jeito que está nesse exato momento. Como esse menino me está apenas de calça de moletom?! Essa pele branca; nesse corpo delineado e lindo acabaram por chamar minha atenção e uma onde de calor tomou conta de mim.
— Dormiu bem? – Perguntei e ele apenas confirmou com a cabeça.
Pude perceber que seus olhos se prenderam no meu corpo. Ri baixo, observando-o babar totalmente em mim. Modéstia parte eu estava bem atraente. Estava usando uma calça preta social junto com uma blusa de seda verde escura, que estava aberta nos dois primeiros botões e em cima um blazer preto. Olhei-o novamente, soltando uma risada um pouco mais alta, chamando sua atenção.
— O que veio fazer aqui?
— Eu? Hm... – Aproximei-me dele, começando a sentir-me embriagado por seu cheiro, que me deixava totalmente desejoso. Sua pele alva, contrastando com seus cabelos negros e seus olhos igualmente negros que agora me olhavam com receio nítido, tiravam-me o fôlego e o esforço interno que eu fazia para não jogá-lo naquela parede e fazê-lo meu era gritante e chegava a doer. — Eu vim ver como você está. Me parece que está tremendamente bem... – Ri de canto, fixando meu olhar ao dele.
Seu corpo parecia que iria derreter e eu adorava aquilo. Não podia negar.
— Eu não quero te ver. – Disse-me sério assim que se recompôs. — Eu não quero ter nada a ver com você.
— O quê? – Não podia acreditar no que ouvia. Como ele não poderia querer cair nos meus braços? Meu desejo por ele era tão gritante que aquelas palavras conseguiram arruinar todo o meu bom humor, deixando-me irritado. Eu o faria ver que era meu. Afinal, ele é meu.
— Eu preciso terminar de me arrumar.
— Não estou te impedindo. – Ouvi-o bufar, terminando então de colocar suas roupas.
Assim que ele estava devidamente arrumado, – e lindo – olhou para mim, na esperança de que eu saísse dali, porém sou chato e insistente e não sairia até que eu de fato quisesse. Quando ia dizer algo, pudemos ouvir vozes no corredor e ele olhou-me advertindo-me por estar ali. Apenas enfrentei-o com o olhar e pude vê-lo seguir para a porta, saindo sorridente.
— Pessoal...?
Ele então saiu do quarto para conversar com os outros. No meio da conversa LeeTeuk apareceu, chamando-os para comerem algo. Eu então saí do quarto quando me certifiquei de que todos já estavam longe dali. Não queria dar ideias precipitadas.
— Minnie! – KiBum o abraçou. — Vocês... – Apontou para todos. — Quase me mataram de preocupação.
— Eu estou aqui. Por que diabos você ainda está se preocupando? Eu que deveria estar com vocês. – HeeChul olhou-os mexendo no cabelo como se fosse um manda chuva.
— Idiota. –KiBum pôs-se a rir, logo em seguida os outros juntaram-se a ele.
— Vocês estão aí. – Uma voz masculina fez-se presente tirando os meninos do meu momento de diversão. — Dormiram bem?
Eles olharam para o vampiro que ali estava e apenas assentiram com a cabeça.
— Venham comer alguma coisa. – O vampiro se pronunciou novamente, sorrindo amigavelmente para eles. — Venham. Mandei preparar um ótimo café da manhã para vocês. – Os chamou, pedindo por um gesto de mãos que os acompanhassem.
Em poucos minutos, estavam todos os cinco humanos, reunidos na cozinha, sentado numa bancada negra da qual HeeChul se lembrava muito bem. Havia inúmeras opções de comida para eles, que se deliciavam explicitamente com tudo. LeeTeuk estava sentados junto á eles, que comiam divertidos, ignorando a tensão que os internamente lhes consumia. Após alguns minutos comendo, todos estavam devidamente alimentados e satisfeitos. Assim LeeTeuk os olhou com preocupação no olhar para aviá-los:
— Meninos, venham comigo! Nós precisamos conversar.
《 — LeeTeuk’s POV ∙ 》
“You trick your lovers,
That you're wicked and divine.”
“Você engana seus amores,
Dizendo que é cruel e divino.”
Fiquei pensando a noite toda sobre como conversar com os meninos, que estavam visivelmente tensos e preocupados com tudo que estava acontecendo. Não sabia quando eles poderiam voltar para casa, nem se voltariam. A cidade estava um caos e mais da metade havia sido evacuada. Nossos contatos importantes e leais haviam feito com que a situação estivesse sendo causada por um ataque terrorista e não por idiotas da nossa espécie. Ainda não havia entendido com que eles conseguiram fugir de lá e chegado até aqui e muito menos o por que.
Arrumei-me no quarto em que dividia com KangIn. Ele apenas olhava-me, sem perguntar nada. Sempre fora assim. Ele deixava-me tomar minhas próprias decisões e só opinava quando eu lhe pedia. Sempre me dava força quando precisava. Como eu o amo, meu senhor!
Sorri para ele, avisando-o que iria até os meninos. Encontrei-os no corredor, indo logo para a cozinha, permitindo-os de desfrutarem de um bom café da manhã, que encarreguei um de meus subordinados de fazer. Assim que terminaram, chamei-os para a sala de estar, onde iria reunir todos para uma conversa. Precisaria contar dos riscos e da situação. Não seria fácil e eu tinha muito medo de que alguns deles rejeitassem a situação, mas se isso ocorresse, não haveria muito a se fazer. Respirei fundo, sentando-me no sofá. Os cinco humanos sentaram no sofá em frente a mim, visivelmente tensos. Poucos segundos depois, KangIn chegou e sentou-se ao meu lado. Logo depois, os outros vieram chegando. Pedi-os para sentaram á uma certa distância de seus escolhidos, para não haver risco de muitas distrações.
Logo, estávamos eu, EunHyuk, KangIn, HanGeng e KyuHyun sentados no mesmo sofá, enquanto ZhouMi estava chegando com SiWon e Yesung. Olhei para eles, avistando ZhouMi se sentar no braço do sofá ao lado de KyuHyun. Ri baixo, sabendo do envolvimento carnal dos dois e lembrando quando eu costumava fazer isso. Yesung sentou-se no outro braço do sofá, ficando perto de KangIn. Ele olhava fixamente para RyeoWook, que na minha opinião era o menos apreensivo.
Pus-me a observar SiWon, que olhara para cada um dos humanos enquanto escolhia um lugar para se recostar, parando seu olhar finalmente em KiBum. Senti seus músculos trincarem e seu olhar se perder nas íris negras do humano. O mesmo acontecia com KiBum que parecera ter visto um deus. Sorri minimamente. É... Parece que SiWon encontrou o seu. Finalmente o sofrimento da minha criança parecia que iria cessar. Olhei para KangIn que parecia ter visto o mesmo que eu; sorrimos um para o outro partilhando da alegria alheia. Então seu olhar ficou sério e ele indicou com a cabeça o sofá que era ocupado pro cinco humanos. Respirei fundo e tomei coragem para iniciar a conversa.
— Bom... Como passaram a noite?
— Foi diferente... – HeeChul se pronunciou.
— Ah, espero que tenham gostado dos aposentos.
— São confortáveis e bonitos. – SungMin elogiou e pude ouvir Kyu suspirar. Ri baixo.
— Bom... Vocês já devem saber por que estão aqui, não é? – Pude vê-los concordarem com a cabeça e prossegui. — Provavelmente há uma pergunta na cabeça de vocês: Por que salvaram apenas a nós? Ou algo do gênero. – Eles assentiram novamente. — A resposta para isso é a seguinte: Vocês e alguns dos nossos estão destinados desde que nasceram. Nós não nascemos assim, nós por acaso nos transformamos. Nós estávamos destinados de alguma forma a nos tornarmos isso. E vocês também. Não iremos forçar nenhum de vocês a ficar com nós, porém, seria ruim se os fizessem. Agradecemos á vocês por não ficarem tão assustados conosco. De verdade. E obrigado por nos deixar cuidar de vocês sem escândalos maiores.
— LeeTeuk-ssi... Quanto tempo nós ficaremos aqui?
— Bom RyeoWook... A situação lá fora não está estável. Nós temos subordinados cuidando disso, mas não sabemos quando poderemos liberá-los. Aliás, vocês também têm a opção de não irem mais.
— O quê?! –Todos exclamaram com surpresa visível.
— Vocês podem escolher ficar com a gente, ou esperar mais um tempo para ficarem. Uma vez que vocês escolham viver e ficarem como a gente, vocês terão que abandonar tudo que conhecem. Cabe apenas a cada um de vocês.
Pude então ver HanGeng se movimentar meu lado direito, completamente nervoso e ansioso. HeeChul não estava de forma diferente. Sabia que estavam assim por culpa do modo como se conheceram e se tocaram. Eles não deveriam ter passado do limite como fizeram. Agora, eles necessitam esperar até o elo se completar e não sabemos quando isso ocorrerá. SungMin apenas ouvia, com uma expressão não muito feliz, mas tenho certeza que a opinião dele mudaria a partir de agora. Apenas um instinto.
— Por mim... Tudo bem ficar.
— Hyung! Está louco?! – KiBum olhou-o confuso.
— O que foi Bunnie? Não disse nada demais.
— Você sequer ouviu o que ele acabou de dizer?! – SungMin interveio. — Você vai ter que abandonar tudo e todos.
— Vocês estarão aqui também. O que irei perder? Esqueceram que eu não tenho pais? Não irei perder nada. Apenas ganhar. – Sorriu olhando para HanGeng.
— Hm... Eu ficaria também... Acho. – DongHae disse baixo, segurando a mão de HeeChul, que olhava-o incentivando-o.
— Sejam bem vindo vocês dois. Espero que se sintam confortáveis aqui. Por ora, nenhum de vocês poderá ir para casa, ou seja, vocês não precisam decidir isso agora. Apenas pensem como se aqui fosse a casa de vocês. Sintam-se totalmente confortáveis aqui, por favor. – Respirei fundo. — Bom. É isso. Podem fazer o que quiserem, sem sair da casa. Até o almoço. – Saí do local, levantando-me junto com KangIn e indo para a cozinha.
《 — ZhouMi’s POV ∙ 》
"Feel my breath on your neck
And my fingers in your hair."
“Sinta minha respiração no seu pescoço,
E meus dedos em seus cabelos.”
Havia passado pouco mais de duas horas desde a conversa com LeeTeuk, o almoço para os humanos não estava pronto, assim cada uma estava em um canto da casa, acompanhados, provavelmente fazendo algo. Era difícil lidar com todos eles felizes e ansiosos, apaixonados e com os hormônios em alta por culpa deles.
Há tanto tempo que eu me senti assim, a sensação era tão boa. Pena que acabou. Não havia como negar que eu pensava nele todos os dias. Não há como esquecer tal amor. Ainda mais para mim, que provavelmente viverei por toda a eternidade. Ele. Meu Henry. Oh, como eu sinto falta dele. Porém ele não sente mais a minha. Na verdade... Ele não sente mais nada.
Estava sentado no divã de uma das salas pensando sobre o meu antigo pequeno quando senti Kyu chegar. Aquela sala era muito frequentada por mim desde que passei a morar naquela casa, pois havia meus livros favoritos. Não era a biblioteca do local, mas também continha livros. Havia o segundo piano da casa, juntamente de uma TV e dois sofás e um divã, no qual eu me encontrava.
O local era confortável. As cortinas avermelhadas se encontravam fechadas, permitindo-me descansar um pouco no silêncio, que agora fora preenchido pelo barulho que Kyu fazia enquanto falava comigo.
— Está bem Mimi?
— Sim... E você?
— Também. – Sentou-se no pé do divã. Sentei-me e agora nos olhávamos.
— Você deve estar feliz. – Sorri fraco.
— Nem tanto. Ele me rejeita.
— Sério? Sabe que isso vai mudar não é?
— Espero que sim. Você está me parecendo triste. Estava pensando nele não é?
— Pare de adivinhar o que eu penso. – Soquei-lhe amigavelmente o ombro.
— Pare de ser previsível então. – Levantou-se. — Venha cá. – Puxou-me pelas mãos, fazendo-me ficar em pé.
Olhamo-nos e pude sentir suas mãos tocando-me as costas, aproximando nossos corpos num abraço carinhoso. Adorava aquele homem. Além de meu parceiro para momentos carnais, era um de meus melhores amigos. Não poderia viver sem ele nem se eu quisesse. Fora ele quem me ajudara quando Henry me rejeitara pela primeira vez, pela segunda... E quem me acudira quando ele se fora de vez.
Suas mãos brincalhonas passaram de minhas costas para minha bunda, apertando-a devagar, fazendo-me rir e quebrar o abraço. Ô homem brincalhão. Como lidar? Olhei-o rindo, empurrando-o levemente, enquanto o mesmo também sorria.
— Idiota.
— Um idiota muito gostoso, pode falar. – Aproximou-se de mim.
— Muito. Gostoso. – Toquei-lhe o peito com o dedo indicador, fixando nossos olhares. Sorri perversamente, sendo correspondido na mesma hora por ele.
— Não comece. – Lambeu os lábios, ainda olhando-me.
— Já comecei... – O virei, jogando-o no divã onde estava deitado. Ele rira divertido, assim como eu.
Pus-me então a sentar por sobre sua pélvis e pude sentir suas mãos agarrando minhas coxas, esfregando-as e fazendo-me perder um pouco o fôlego. Tal mão me agarrando era tão bom que podia fazer-me perder a sanidade em questão de segundos.
Inclinei meu corpo para com o dele, esfregando minha pélvis na dele novamente, arrancando um suspiro pesado e sensual do mesmo. Minha boca agora se encontrava na orelha de Kyu, onde eu lambia devagar, fazendo-o dar um novo suspiro desconcertado. Ri zombeteiro, passando a língua novamente pela extensão completa do pescoço e orelhas, rumando para seus lábios, onde os toquei lentamente, iniciando um beijo calmo, que após alguns segundos, fora necessitado uma pausa em busca de fôlego. Para então nos olharmos novamente e cairmos num beijo selvagem e necessitado. Nossas línguas não estavam nenhum pouco calmas; e ambas brigavam por espaço e dominação.
Ainda podia sentir as mãos de Kyu alisando-me por completo. Suas mãos subiam por minha blusa, tocando-me a barriga, apertando-me a cintura; meus gemidos baixos eram tremendamente evitados por mim durante todo o tempo. Assim que cessei o beijo por busca novamente de ar, senti Kyu trocar nossas posições, ficando com o torso meio ereto, deixando-o um pouco sentado e suas mãos puxaram minhas duas coxas ao mesmo tempo, fazendo-me ficar sentado por completo em sua pélvis. Gemi baixo com o movimento e senti a presença de alguém. Não me importei, uma vez que todos ali já estavam acostumados com nossos encontros.
Kyu então segurou em minha nuca, fazendo-me abaixar a cabeça. Sua língua avidamente tocou-me a orelha, mordendo-a, fazendo-me gemer novamente. Com o pescoço exposto e totalmente submisso, senti Kyu arranhar-me e morder-me com os dentes e pude sentir que saíra um pequeno filete de sangue. Não me importava nenhum pouco com isso, na verdade adorava. A língua quente de Kyu tocou-me a pequena ferida, lambendo-a com gosto, deixando-me arrepiado.
Passei a mão por seus ombros, apertando-os e arranhando-os quando senti sua boca voltar a trabalhar no meu queixo, seguindo para a minha boca. Seus lábios tocaram novamente os meus, mordendo-me os lábios de maneira não carinhosa, deixando-me excitado. Entreabri a boca para receber sua língua e assim que ambas se tocaram novamente, Kyu sugou a minha, chupando-a como se fosse um doce. Movimentei meu corpo novamente contra a pélvis dele, sentindo seu membro dando sinais de vida, divertindo-me. Sua boca foi novamente para minha orelha, soltando um suspiro sensual ali e então o senti parar. Suas mãos deixaram de fazer pressão em meu corpo. Abri os olhos e vi que ele encarava algo. Antes que pudesse virar-me para ver quem era, já pudera imaginar.
— SungMin! – Minhas suspeitas se fizeram reais. — O que está fazendo aqui?
— Eu sabia!
O humano então saíra do local, deixando-me um Kui Xian confuso e perdido. Olhei-o com certo receio. Não queria vê-lo sofrendo. Todo o tesão que ambos estávamos sentindo minutos atrás se esvaíra, mas isso não me irritara.
— Vá atrás dele. Não o perca.
— Desculpa Mimi. De verdade.
— Está tudo bem. Agora vá!
— Obrigado. – Ele então saíra da sala, indo atrás do pequeno amado. Mas antes ele olhara pra mim. Incentivei-o novamente por olhar e pude vê-lo relaxar um pouco.
— SungMin! – Foi a última coisa que ouvi dele.
Logo, voltei para o divã, pensando novamente em Henry e tudo que nos aconteceu. Torcendo para que não ocorresse o mesmo com meu querido KyuHyun. Ele não merecia aquilo. Ele precisa ser feliz. Eu... O amo afinal de contas...
Meu melhor amigo.
Notas finais
Espero que não estejam querendo me bater, afinal esse não foi um dos piores fins de capítulo que eu já fiz né?! -s
A partir de agora as coisas provavelmente começarão a ficar um pouco tensas, mas tudo ao seu tempo -q *corre*
ANYWAY, espero que tenham gostado.
Comentem. Eu não mordo [/risca] muito forte [/risca]. qq
Vejo vocês no próximo e obrigada novamente pelo carinho.
Chu~ ♥
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