Bloody Crown
1 Power & Evil

Neste mundo a ganância por poder predomina em todos os lugares, há poucos e raros esconderijos onde vive a paz. Mas até isso está sendo destruído. O rei do Sete Clãs é o pior de todos os tempos que já houve, atacando o caos em todos os lugares, por onde passa deixa um longo rastro de morte e tristeza. Não importa o desprazer das pessoas, somente o poder e o luxo, sempre ter mais.
O Sete Clãs é o maior e único, em seu grande e perigoso território, denomina a maior parte contendo na América do Sul. Maeve, o herdeiro do trono e agora rei, há todo o poder para si mesmo. Mas o que tanto poder não faz com as pessoas? Algumas se tornam ruins ou outras que já nascem más, assim torna o Sete Clãs, mais poderoso que qualquer outro e, também o mais cruel.
Aos quinze anos Maeve se tornou rei depois da morte de seu pai, morrendo envenenado por um suposto rebelde. Pelo menos o que foi transmitido para o povo. Ninguém sabe quem é este rebelde que “envenenou” o rei, mas alguns duvidaram e acham que foi o próprio filho, assim antecipando a sua chegada ao trono, nada para seu povo era motivo de se surpreender, vindo de uma linhagem de soberanos cruéis.
Há mais de uma década atrás o Sete Clãs está em guerra com outros clãs espalhados pelo mundo, anos atrás o clã declarou guerra a quem não estivesse a seu favor. Muitos se juntaram ao clã formando-o ainda maior e superior a muitos outros. Alguns ainda decidiram lutar até a morte pelo seu lar e sua vida, submissos ou não, eles tinham uma vida e não pretendiam deixá-la para trás por uma suposta que não parecia lhes agradar muito.
TREZE ANOS ATRÁS
Annabeth corria enquanto Mason tentava protegê-los das pessoas atrás, sua arma era grande e poderosa, mas não iria durar para sempre. Pessoas más, submissas pelo seu rei e sem nenhum pouco de amor e pena, mandadas pelo rei Tiberias II a procura da pequena e encantadora Violeta, não queriam o bem para sua filha e Annabeth sabia disso.
Enquanto sua mãe desviou do caminha achando uma pequena caverna fazendo sinal para seu marido continuar a despistar os guardas por um curto tempo até que ela pudesse deixar a pobre menina a salvo. Entrou na mesma, e percebeu que havia lobos para todos os cantos dela, lindos Lobos Bano, raros. Os únicos de sua espécie em extinção, poucos ainda existentes e aquelas talvez ainda sejam os únicos. Com esperteza e agilidade são os melhores não só em caçada, mas também tem uma grande mente, sendo-os muito espertos.
Olá, venho a pedido que cuidam de minha filha, Violeta.
Annabeth sabia que os lobos não entenderam o que ela dissera, mas mesmo assim deixou a pequena criança em um montinho de folhas que havia visto por perto. Saiu da caverna e foi atrás de seu marido, iriam proteger sua filha até a morte.
Impediriam que achassem a pequena e indefesa criança, que aguardava-se dormindo com uma matilha de lobos desconhecidos pela mesma.
DIAS ATUAIS
Violeta acabará de acordar de seu sono, é o mais profundo, não se consegue acordá-la de repente. Em seus 15 anos, Violeta era uma menina muito esperta, mesmo não tendo a educação necessária ainda sim, aprendeu muito por si sozinha.
Ela tinha poucos amigos, não saia muito de sua caverna a não ser quando para pegar água e comida, ou passear com sua amiga. Aos seus nove fez sua primeira amiga, Samantha Bessi. Que tinha dois anos a mais que Violeta, eram como irmãs. Depois que se conheceram passaram a se encontrar cada vez mais, até que tivessem um laço de amizade muito forte. Em alguns dias ou outros saiam para caçar sua comida, violeta não era muito fã de comer carne em todo momento, também gostava do que encontrava na mata. E assim foi sendo seu crescimento.
Acabará de acordar-se, deu um suspiro e olhou porta afora, o dia estava realmente muito brilhante, perfeito para uma caminhada.
Violeta pretendia levantar e se banhar em um pequeno lago que havia perto da caverna, o mais próximo de um lar. Andou até lá fora, brilhante e lindo dia. Se direcionou até o lago próximo a caverna, era seu pequeno lugar, calmo. despiu-se das poucas roupas que havia. Sempre que achava alguma roupa quando explorava ao seu redor, guardava para si. Entrou na água, estava tão ótima quanto havia pensado, não quente e nem fria, a água estava morna. Passando a mão em seu corpo em um tentativa de se limpar, sempre fazia isso, não havia sabonete no mesmo então aprendeu a se limpar por si sozinha sem sabonete. Depois de acabar de se limpar, ficou mais um tempo e se decidiu sair. Não havia toalha para se secar, o jeito era ficar no sol esperando se secar, uma ótima forma de seu pequeno corpo secar por si. Não demorou nem cinco minutos para ficar totalmente seca.
Depois de se vestir Violeta saiu para a caminhada, percebeu que havia um lobo a seguindo. Era o Alfa da matilha, á muitos anos quando sua mãe a deixou nesse lugar deu o nome para o mesmo de Querry. O lobo a protegeu desde então, estando na maioria dos lugares a vigiando, sempre atento. Ela passou a mão em seu brilhante pelo, macio como a neve, o mais lindo pelo que ela já tenho visto até então.
bom dia, Querry, — fez carinho no lobo que olhava. — vamos?
Passou a andar até seu destino. Violeta ficou pensando se chamava Samantha para colher algumas frutinhas junto com ela, estava faminta pois ainda não havia tomado seu suposto café da manhã. Normalmente a menina comia algumas bananas que deixava estocada e bebia leite que às vezes tirava de uma vaca no vilarejo. A bondosa senhora Wimper a deixava tirar um pouco de leite para si, havia algumas vacas e não tinha problema em dividir com uma pobre garota. Mesmo que o mundo estivesse sendo corroído cada vez mais pelo poder e o mal, ainda por si, havia pessoas que eram bondosas, muito poucas, mas poderia se dizer que sim.
Violeta caminhava pela floresta a procura de algumas pequenas e gostosas frutas, estava mais para olhar encantada para a paisagem. Havia uma trilha e em volta várias árvores, grandes e lindas que tampava o céu radiante acima.
Querry começou a rosnar, se postou da frente da pequena garota com a intenção de defendê-la a quaisquer ameaças. Era patas de cavalo que a pequena ouvia, ficou curiosa, mas ao mesmo tempo com medo. Cavalos do rei, havia visto Violeta atrás de uma grande e grossa árvore. Escondida apenas observando os homens, pareciam ser da guarda. Haviam símbolos em suas roupas belas, símbolos da capital, o lugar que a mesma mora-se. Inconformada e curiosa para saber o que os guardas do rei faziam na floresta, estavam virados contra ela, parecia procurar alguma coisa, ou alguma pessoa. Violeta se mexeu um pouco em necessidade da dor, havia um pequeno galho espetando seu pé esquerdo. Sem notar, deu um gritinho quando sentiu pequenas patinhas, era uma aranha. Fez o barulho suficiente para chamar atenção dos guardas para si.
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