Blood Reapers

4 Capítulo 4: Pól'ypous


Notas iniciais
-Narrado por Rooddie, filho de Lupus.

Com todos seguindo para a capela, mal percebemos que atrás de nós estava chegando uma tempestade de areia. Fui o único a sentir que estavamos em perigo, e avisei calmamente para todos:

– FUJAM FILHOS DA PUTA!

– O quê foi? — perguntou Fenix antes de olhar para trás — O MY GOSH!

Todos começaram a correr para a capela, trombando em tudo que passava. O portão da capela, por sorte, estava aberto. Mari foi a última a entrar.

– Fechem! — disse Kaluf

A porta se fechou com tanta força, que parte dela foi rachada. A capela estava vazia, não havia ninguém, algumas velas e manchas de queimaduras. A luz do sol foi coberta pela tempestade, estava frio e escuro.

– Onde estão os equipamentos Fenix? — perguntou Sky

– No porão, onde fica o túmulo de Loct.

– Túmulo de quê? — perguntei fazendo careta de assustado

– De Loct, irmão do Papa Constantino. — respondeu Fenix procurando algo enquanto descia as escadas e murmurou: — Onde ela está?

Quanto mais descíamos, mais ficava escuro. Quando chegamos no porão, havia apenas uma vela vermelha e do lado um Baú com uma fita azul. Fenix segurou a fita e fechou os olhos.

– Quem são vocês? — gritou uma voz afeminada

Olhamos assustado para trás. E uma garota jovem com um vestido branco e azul. Seu cabelo era da cor verde, e seus olhos mais azuis que os de Megan. Havia ilustrações de cruz em seu vestido.

– Como se chama? — perguntou Sky

– Primeiro a minha pergunta! — disse a garota

– Estamos procurando equipamentos para salvar nossos pais — respondeu Gabriel

A garota assentiu.

– Eu me chamo Holy, Holy Serenity.

– Olá Holy, Eu me chamo Fenix e esses são... — continuou Fenix contando de todos. Holy nos mostrou equipamentos e roupas adequadas de igreja( não gostei nem um pouco de vestir um manto branco ). Holy também nos deu um bracelete dourado, disse ela que era abençoada, e nos daria força nas batalhas. Fenix perguntou sobre ela:

– Vim de um reino próximo de Vermécia, o Reino da Luz. Vim visitar Loct quando Papa Constantino faleceu, logo Loct também se foi. Desde então fico cuidando desta pequena capela. E você Fenix?

– Não sei de onde vim, só lembro de acordar em uma torre escura e sedento por.. VINHO! — respondeu Fenix enrolando a fala

Gabriel pediu à Mari, pra ficar na capela. Ela estava mal e não queria que piorasse. Assim, Holy nos presenteou com um banquete, cheio de frutas e um pouco de pão com vinho.

– DEUSES! Isto é uma delícia — afirmei deliciando o vinho — Quase como um Refrigerante de Uva.

Kaluf estava prestes a engolir um pedaço de pão, quando ouvímos um gemido grosso e alto — AAAAAARHGGGG!

– Um Elefante? — Perguntou Fenix

– Pól'ypous! — afirmou Mari.

CRASH! — Fez a janela da capela. Era um tentáculo gigante! Estava se movendo rápido até bater na mesa.

– Mãe, volte para Serdin! — obrigou Gabriel enquanto corria

Holy ordenou que fôssemos atrás dela. Ela estava indo para um lago, quando a consegui enxergar, havia um submarino branco de déz métros de comprimento.

– Onde vamos? — perguntou todos à Holy

– Matá-lo. — respondeu Holy com confiança

– Porra! — murmurei

Holy ordenou para que Kaluf e Gabriel ficassem no atirador do Submarino. O polvo gigante ficava se sacudindo para nos atingir.

– Esse era o tal polvo da fada? — Perguntou Sky

– Mas, ele não caiu do céu! Ela estava errada. — respondi

– Não! ela nunca está. — afirmou Holy

Grabriel acertou cheio o olho do polvo com o arpão. O polvo começou a ficar nervoso, e bateu seu tentáculo no submarino.

– Está enchendo!

– O que fazemos? — perguntou Fenix

Holy apontou para uma bomba em baixo do polvo, oque poderia faze-lo voar para longe.

– Alguém vai ter que ir lá! — disse encarando Holy

– Eu vou! — respondeu Fenix abrindo a porta — Subam rápido!

Fenix começou a nadar até em baixo do polvo, mas o Polvo deu um golpe de karate em Fenix. Não consegui enxergar onde Fenix foi parar. O polvo começou a tremer rápidamente, quando mal esperávamos, a bomba expludiu. O polvo voou para o céu e caiu em cima da torre da Capela, o polvo estava morto.

– On-onde ele está? — perguntou Holy quase chorando

Todos ficamos pasmos, e olhando para Holy. Afinal, onde ele está? Não pode estar morto...