Blood Money

3 Stop holding your breath


Eu estava assutada com tudo o que poderia acontecer. Fui para um bar encher a cara e depois voltar para o meu apartamento esperando Prims ir para lá. Eu não tinha entendido porque ele teria negado da primeira vez. Pelos boatos, ele não negava nenhuma mulher, e se ele negasse nunca voltaria atrás, mas ele negou e voltou atrás. Aquilo não saia da minha cabeça. A campainha soa, e eu estava com medo. Fui até a porta e lá estava Prims com uma mala de costas parado da minha porta, e eu não poderia deixar ele parado la, então eu abri.

– Oi gata. — Ele começou a me beijar, mas eu fui para trás. — O que foi? Está com medo? — Ele tira a blusa e deixa o tanquinho super definido (meu deeeus)

– Eu não estou com medo. — Ele começou a tirar minha blusa, mas novamente recuei. — Porque você recusou a primeira vez? — Ele me olhou.

– Eu não quero falar disso. — Ele continuou me beijando, mas eu continuei recuando. — Por que você quer saber a minha recusa? Isso não importa. — Ele tentou beijar, mas novamente eu recuei. — Você quer saber? — Num tom mais alto. — Por isso. Você é diferente de todas as vadias que eu já conheci, elas tão pouco se fudendo se eu vou comer elas ou não, elas simplesmente abaixam minha calça e me chupam. — Ele parou de me beijar. — Chega eu vou embora. — Ele levantou da cama no qual estávamos deitados e foi saindo.

Eu não sabia o que fazer, eu não devia ter perguntado, mas aquilo estava me mordendo por dentro:

– Você quer que eu te chupe? Você quer que eu seja uma vadia? Por isso me mandou embora? — Eu tive uma coragem fora de mim. — Fracote. Só come aquelas fáceis, aquelas que seu pinto sobe pagando boquete. Eu não preciso disso. Hoje de tarde o seu "amiguinho" já estava bem em pé quando eu passei a mão. — Ele me olhava como se eu tivesse falando mentiras. — Novamente irá me recusar só porque eu não te dei? Seu bosta.

– Julia, para de fingir quem você não é.

– Agora eu sou assim, aprenda. Eu não sou mais aquela garotinha de 6 anos que tinha os pais para decidir por ela. Eu tenho 19 e sei muito bem o que eu quero. — Ele me olhou. — Se você ainda me enxerga daquele jeito tire o seu cavalinho da chuva.

– O que você quer da sua vida? — Fiquei quieta. — Ãnh? — Continuei em silêncio. — Quer ser uma prostituta que da para qualquer um? É isso? Quer ser uma vadia que da para um cara por dinheiro? Pra mim isso se chama prostituta e eu me recuso a te tratar como eu trato as outras, me recuso ver você como elas.

– Já disse que eu não sou como elas, sou melhor.

– Eu queria estar errado sobre o fato de você estar fazendo isso por dinheiro, Julia. Seus pais não ficariam feliz em te ver assim.

– Se os meus pais tivessem aqui, eu poderia estra em uma faculdade, sem ter que trabalhar, talvez com um carro melhor e condições melhores, mas eles não estão então eu faço o que me sustente. — Ele me olhava com dó. — Se seus pais estivessem aqui, você seria Gângster? Comendo mulher adoidado e dando dinheiro de contrabando para elas? Tenho certeza que não.

– Você quer o que? Se tornar a principal mulher de um gângster, é isso? Quer dinheiro fácil?

– Além disso posso te ajudar com o contrabando, Prims. — Ele me olhava com desejo. — O que acha Prims? Me ter a hora que você quiser além de poder "facilitar" a entrada das suas armas e drogas. Se é que você me entende. — Apertei meus seios que saltaram da blusa.

– Você está querendo se meter em algo muito maior do que imagina.

– Só espero que seja grande o suficiente para essa metida me de prazer. — Ele sorrio. — Vem Prims. — Levantei da cama e fui até ele provocá-lo. — Vamos terminar o que você veio fazer aqui.

Joguei ele na cama e aos poucos fui tirando sua blusa. E assim ia mais uma vez um puta sexo. Prims teria se sentido seduzido a me aceitar como sua comparsa, para mim já estava bom. Viveria das mais altas grifes, em casas boas, carros de luxo, seguranças e muito muito dinheiro.

Além do sexo na cama, ainda fizemos na cozinha e no banheira do banheiro. Uma uma das noites mais sensacionais possíveis, estilo filme pornô. Prims era o tipo de cara que sabia o que estava fazendo, quando era para fazer ele fazia direito e cada vez melhor, mais gostoso. Sexo rude.