Blood Money

7 Everything is wrong


Notas iniciais
~Se você já leu o cap 6, sinto muito mas eu mudei o nome do personagem para Fred, então o antigo Cory agora é Fred. ~ Não esqueça de comentar

Eu nunca pensei que eu poderia ter o pior dia da minha vida tão cedo. Eu não consegui fechar os olhos por nenhuma vez de noite, talvez por medo, Prims não deixava suas putinhas deixar o seu "jogo" tão fácil, até porque elas poderiam denunciar-lo. Eu fiz a maior merda na minha vida e agora estava tentando arrumar fazethhhhndo a mesma merda, de novo.

Me troquei, mesmo não querendo e desci , mas não tinha ninguém além de Byron. Eu abri a porta que dava para a garagem, nada nem ninguém.

Fechei a porta, mas na hora que eu me virei Prims estava lá:

– Como você chegou ai? — Perguntei a ele.

– Não interessa. — Ele chegou um pouco mais perto. — Eu juro que não queria fazer isso. John, Peter, acabem com isso logo.

Ele se virou e dois homens enormes me prenderam e tamparam minha boca com uma fita.

– É simples, Julia. Você só serve a mim. — Ele começou a passar a mão no meu corpo sem eu poder fazer nada, apenas alguns barulhos abafados por causa da fita. — Julia, Julia. Você será nossa cobaia... Você não pode falar nada a respeito, você vai lá da uma noite de sexo para o cara mata ele e vamos embora. — Faço mais barulhos. — Se você não fizer, eu te mato. — Pequenas lágrimas saem do meu rosto.

Eles me jogam em uma van, Prims senta ao meu lado. Eu estava com as mãos amarradas e o sobretudo todo aberto, me deixando de calcinha e sutiã todinha para Prims, que se aproveitou. Ele passava a mão em mim e me lambia e beijava chupava meus peitos e passava a mão na minha vagina. Confesso, ele era bom naquilo, mas eu estava com tanta raiva que não achava tão bom assim.

Chegamos em um galpão vazio, só com a luz de um escritório acessa:

– É o seguinte Julia, você tem 2 horas para enlouquecer e matar o cara. Qualquer comentário sobre o seu trabalho, você será morta. — Ele me soltou.

Eu queria correr, mas milhares de seguranças estavam na porta. Eu fui andando lentamente fechando o sobretudo até o escritório. Minha bota is fazendo barulho no chão o que fez o homem olhar para cima, longe da mesa na qual ele olhava anteriormente. Fui chegando mais perto, mais perto e cada passo meu o homem abria um botão da camisa. Passo, botão, passo, botão, passo, botão, cada vez mais perto, e de repente ele estava sem camisa e eu nem tinha chegado. Eu não estava perto o suficiente para decifrar se era um cara novo ou velho, então para acompanha-lo eu tirei meu sobretudo que caiu no chão do galpão e que eu não peguei.

Fui chegando mais perto, e mais perto e começo a prestar atenção em quem era. Fred. Eu não poderia fazer aquilo, não poderia simplesmente dar para ele e depois matar-lo. Isso era demais para mim, mesmo que eu não conhecesse ele bem, aquilo era muito. Ameacei voltar, mas sabia que qualquer passo em falso eu morreria. Fred parecia exitado quando eu cheguei perto dele, nós fizemos as preliminares e depois o sexo. Aos poucos no canto do ouvido dele eu pedi que assim que saísse, por qualquer coisa, se fingisse de morto ele tentou perguntar o porque, mas eu continuei beijando como se nada tivesse acontecendo.

– Por favor Fred, faça isso pela minha vida e a sua. Se finja de morto até ter certeza que não há ninguém aqui, além de você mesmo. — Fred concordou. — Depois eu te explico.

Duas horas depois de termos começado, me despedi de Fred fingindo que jogava o tal veneno em sua boca, depois disso ele caiu da cadeira para o chão, e aquilo sim poderia se chamar de atuação. Me vesti e esperei Prims, ele conferiu se Fred estava realmente morto:

– Bom trabalho, putinha. Pena que não está livre.

– Você jurou isso para mim, Prims. Jurou que eu poderia sair depois que fizesse isso.

– Você acha mesmo que seria tão fácil? Pobrezinha. Vamos. — Ele começou a me puxar pelos cabelos.

– Você prometeu Prims.

– Como pode ver, não sou um homem de promessas, assim como você. Tragam o rapaz junto.

– Solta ele Prims, ele não tem nada a ver conosco.

– Para de defender ele. Fred é pior do que você, burrinha.

Eu olhei para Fred ainda não acreditava, ele sorria com um olhar malicioso para mim, inocente. Os seguranças amararam Fred e deram um tiro na sua cabeça que depois disso ficou pendurada. Era uma cena horrível, além disso não acreditava que Fred poderia mentir para mim. Prims olhou para mim:

– Por mentir para mim, deveria te deixar presa assim como eu faço com as outras, Mas como eu adoro fazer sexo com você, putinha, eu a manterei na sua casinha de luxo... Não por muito tempo claro.
– O que você fará comigo?
– Você acha que todas aquelas mulheres nunca tiveram a oportunidade de estar aonde você está? — Ele me olhou — Todas elas tiveram oportunidades como você, só não cumpriram com o que deveriam... As únicas pessoas que fizeram o trabalho bem-feito, foram você e Beth. — Eu desviei o olhar — Não adianta mais fugir disso, Julia, agora você faz parte de tudo isso, mesmo que não queira.

Notas finais
Não esqueçam de comentar :D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.