Blonde Angel
1 Inicio
Notas iniciais
Eu sou Luke, tenho 18 anos, dizem que tenho um espirito forte, sou determinado e me considero esperto. No momento estou morando em NY. Com o tempo tornei-me detalhista é uma qualidade dos ladrões, sou ágio, penso rápido e não tenho medo de arriscar. Mas em compensação sou frio, teimoso, orgulhoso e não me envergonho disso, eu sou oque chama de Vagabundo, Maloqueiro, Pivete, Malandro. Mas, além disso, tenho coração, um coração que pertencia a uma pessoa: Thalia Grace. Eu desenvolvi um amor platônico e obsessivo por essa garota. Meu corpo necessitava ficar perto dela, não conseguia mais passar um dia sem vê-la, sem ouvi-la falar, até que um dia me declarei para ela:
Luke- Thalia, eu não aguento mais, esse sentimento vai explodir em meu peito. Eu te amo te amo com todas as minhas forças! – Deixei um grande sorriso escapar de meus lábios enquanto falava, mas essa me olhou assustada. Nós tínhamos ido a uma festa de Ano novo, eu a levei para a praia, que era na frente da casa que estávamos dando a festa, estávamos descalços, fiquei cara a cara com ela.
Thalia- L-Luke, e-eu... – Não a deixei terminar de falar, estava tão feliz por ter me declarado a ela.
Luke- Thalia, agora nós vamos poder ser felizes juntos. Eu e você. Como sempre devia ter sido. – Enquanto falava segurei seu rosto e aproximei nossas bocas esperando ela acabar com a pequena distancia. Mas isso nunca aconteceu. Ouvi uma voz masculina familiar atrás de nós. Era Nico.
Nico- Thalia, linda, vamos, seus pais ligaram e estão esperando agente! Iai Luke! – Minha mente não conseguiu raciocinar direito depois daquelas palavras. Thalia e o Nico. Isso nunca. Eu devia ter entendido errado. Thalia tirou minhas mãos de seu rosto.
Thalia- Luke desculpe, mas... – Ela respirou fundo - E-Eu não te amo. Eu amo o Nico, sempre amei, olha você bebeu muito, todos nós bebemos, você não deve tá raciocinando direito. Eu tenho certeza que você não queria dizer tudo oque disse. A-Amanhã conversamos ok? Quando você estiver sóbrio. Se cuida Luke. – Ela me deu um beijo na bochecha e saiu andando de mãos dadas com Nico. Eu fiquei apenas olhando a cena, enquanto o amor da minha vida saia andando com outro, até eu os perde de vista. Minha única reação foi cair, cai de joelhos na areia sentindo meus olhos arderem e lágrimas molharem meu rosto. Gritei, chorei, acho que ajudei a maré a subir de tantas lagrimas que deixei cair. A única coisa que eu pensava era nela. Meu peito doía, doía muito, meu coração parecia estar se despedaçando aos poucos, era a pior dor que alguém poderia sentir. Já se passavam das 22 horas, ia ser a pior virada de ano da minha vida, as lagrimas já tinham acabado, mas aquela terrível dor não. Eu estava sentado na areia de cabeça baixa, já na chorava mais, não tinha mais forças. Levantei-me meio zonzo, eu realmente não estava bem, meu coração parecia estar congelado, já na via mais motivos para sorrir. Estava parecendo um zumbi, sem sentimentos, sem razões de viver. Uma vez já me senti assim, foi quando meu pai nos deixou (eu e minha mãe), eu não conseguia sorri, minha mãe me disse que todos os seres sejam eles bons ou ruins tem um anjo da guarda, que nos protegem e tentam nos guiar no caminho bom, mas eles só conseguem fazer isso se nós deixarmos eu acho que eu não tenho anjo e sim um demônio que me guarda, ele deve se divertir com meu desespero, pois ele sempre me faz ir para o mau caminho.
PVO Annabeth
O que dizer de mim? Bem, eu sou um anjo meio endiabrado, pois é sou um anjo da guarda. Mas, como posso explicar? Eu não sou endiabrado por que quero meu protegido me tornou assim. Eu sinto os sentimentos dele, as dores dele, mas podem acreditar dói mais nele do que em mim. E as felicidades também, há pouco tempo atrás eu senti em meu peito grande felicidade, mas essa sensação passou rápido e uma enorme dor se apossou do meu peito. Protegidos humanos sempre tão vulneráveis a esses sentimentos banais! E quem sofre somos nós pobres anjos. Logo gotas começaram a brotar nos meus olhos, mas oque está acontecendo comigo?! Senti o chamado de Zeus, e fui a seu encontro. O que será que o meu protegido aprontou para a dor chegar tão forte assim a ponto de me fazer derramar essas gotas salgadas de meus olhos? Zeus estava aconchegado em sua grande cadeira de ouro maciço com seu cetro na mão. Aproximei-me dele e curvei-me.
Zeus- Levante-se. Andou aprontando de novo Annabeth?
Levantei-me vagarosamente, essas conversas com Zeus sempre são tão chatas! E eu juro que não aprontei nada!
Annabeth- Perdão Zeus, mas vou quebrar suas expectativas, dessa vez eu não fiz nada.
Zeus- Eu sei. Mas, seu protegido fez.
Annabeth- Eu não me responsabilizo pelas atitudes daquele mimadinho! Ele não me deixa ajuda-lo! Que se dane!
Zeus- Annabeth meça suas palavras! Isso não é palavreado que se use! Ele é seu protegido! Sua responsabilidade, mesmo que ele não escute sua consciência!
Annabeth- Perdão Zeus. Mas, oque aquele (idiota) fez dessa vez? E por que tanta dor? Por acaso aquele (Ser desprezível) garoto sofreu algum acidente?
Zeus- Não. Não se trata de dor física e sim de dor emocional. Ele finalmente se declarou para Thalia...
Annabeth- Thalia... Sinto um forte carinho amigável por ela. – Intervi.
Zeus- Mas, muitas vezes os humanos não sabem diferenciar um Amor Amigável de um Amor Real. Continuando: Ele declarou-se a ela, mas essa revelou que está apaixonada por Nico, Amor Real, e que sente apenas carinho por Luke, Amor de Amigo.
Annabeth- Seres humanos sempre tão frágeis quando o assunto é amor. Mas, esse Nico, eu sinto um grande carinho por ele também. E o Luke não parece ter raiva dele.
Zeus- Sim. Mas, ele precisa de ajuda. Ele perdeu o sentido da vida. Você vai ajuda-lo.
Annabeth- Eu?! Mas, como?! Aquele Ser não ouvi a consciência dele! Oque vou fazer? Descer até ele e ajuda-lo a força?!
Zeus- Exatamente!
Fale com o autor