Blog Minha Vida

3 Clima, clima, clima...


Notas iniciais
Não tenho nada pra falar. Mentiraa, favorite, esse capitulo é ddc para quem cmmnt. Só commentar, nem que seja "Amei, demais." Apenas comentários criativos, e construtivos. Nada de insultos. Serão ignorados, só releembrando. ;)

Só um resumo do meu dia de ontem, eu mal falei com aquele garoto, já não gostei dele. É muito ignorante. Ih, eu sei que você tá falando "Mais amiga, você só maltratou o coitado." Ué, ele não é cachorro para ser o coitado da história. Coitado de mim. Quer dizer, coitada. Quando eu cheguei ontem, joguei minha mochila no sofá, e me sentei na mesa. Levei um fora tão, grande mais tão grande que eu chega chorei.

De emoção claro. Minha mãe já ficou reclamando igual uma velha. Sinceramente ela parecia legal antes de eu ter chegado porque putz, meu. É sempre assim, o velha mais chata, quer saber eu não tenho medo dela. Eu não vou responder ela.

– Filha, sai da mesa e vai lavar a mão. — Disse ela, irritada.

– Sim, mamãe. — Respondi, de cabeça baixa, rindo.

– Mãe ela tá rindo. — Disse o Mike, essa peste.

– Cala a boca moleque. — Disse eu, já indo em direção a pia.

Lavei minhas mãos, rindo muito. O Mike caiu de cara no chão, quando eu me virei, hehehe. Me sentei na mesa, minha mãe fez a minha comida preferida. Claro. Eu que mando, mentira. Ela fez estrogonofe. Quem não gosta de estrogonofe? Comi tudinho, chega até lambi o prato, e acabei me lambusando toda, minha mãe e meu pai ficaram rindo, e a peste do Mike também.

– Tina, hoje é meu dia. — Disse o Mike, rindo pra mim.

– É dia de você trocar cueca? Tomar banho? — Disse eu, já com pressa para ir ver alguma coisa mais importante lá fora.

Com certeza, teria algo mais importante. Logo a peste retrucou, com raiva de eu não ter acertado. Me lembrei que era o aniversário, dele. E antes dele dizer, eu me levantei e peguei um ovo, quer dizer vários, comecei a tacar nele. Ele correu atrás de mim, quando a gente tava lá fora. Eu atropeçei no pé de alguém e quase bati de cara no chão. E esse alguém me segurou. Com as mãos gélidas, eu até pensei.

Que fosse um vampiro, não sei. Vai que ele interpreta o Edward Cullen, e eu a Bella Swan. Aah, que divos. Eii chega de contos de fadas, focoo, foco. Sabe quem era? Não vou dizer. Mentira. Era a peste lá da escola. Ele apenas sorriu, e me colocou de pé, tipo me jogou pro alto. Sabe sacou? Então. Tá parei.

– Obrigado, é... é... — Disse eu, gaguejando.

– Eric. E denada. Bom seria minha obrigação, eu a derrubei acidentalmente. — Disse ele, dando uma explicativa, e me ignorando novamente.

Me deu uma raiva, eu apenas sorri escondendo a raiva. Totalmente, talvez ele tenha percebido que eu sou um fervor. Ou melhor estressadinha. Então eu entrei, mostrando apenas uma parte do meu charme. Ou melhor não mostrei nada. Porque eu não tenho charme nenhum.

Fui pro banheiro, e tomei meu banho. Me enrrolei na toalha da minha mãe, era a do meu pai, agora é a da minha mãe. Fui pro meu quarto. Coloquei uma blusa larga, e um short larguinho. Me deitei e fiquei escutando música no telefone. O Mike, veio no meu quarto.

– Qual é o meu presente? Você nem sabia que hoje era meu aniversário. Magoou.

– Eu tenho cara de calendário? E você não me da nada, e outra sai do meu quarto. — Disse eu irritada, ainda pelo Eric ter me ignorado.

Sei lá, me deu uma raiva. Enorme, muito, muito, muito, muito, e muito grande. Virei pro lado. E dormi, minha mãe veio e ligou o ar-condicionado. E me cobriu, deu um beijo na minha testa, e saiu do quarto fechando a porta.

No dia seguinte, finalmente hoje. Eu acordei, fui pro banheiro tomei banho, e fiz minha higiene matinal. E fui me arrumar para a universidade. Peguei o taxi. Porque já era novidade eu até perder o onibus. Cheguei e vi a Luana, com o Jonata, bem longe, de onde eu tinha saltado.

Fui andando, até eles. O Jonata, com um sorriso curinga, feliz totalmente por eu ter vindo. A Luana, me abraçou. E o Jonata logo depois. Eles foram falando umas coisas lá, que eu não tava entendendo nada.

– Amiga, parabéns. — Disse a Luana, totalmente boba, por ser a primeira a me dar os parabéns.

– Aii, monaa. Parabéns, viu? — Disse o Jonata, logo depois de se desgrudar de mim.

– Gente, hoje é meu aniversário? — Disse eu, tentando entender.

– Nãoo, boba. Nós vimos o Eric te abraçando. — Disse a Luana. E o Jonata apenas riu.

– Ai, você ficou toda boba, né loira? — Disse o Jonata, rindo da minha cara. Eu apenas sorri. — Ela sorriu, ela gostoo, hããã né. Pensou que iria enganar.

– Ele beija bem amiga? — Disse a Luana, loucamente curiosa.

– Oque? Eu não beijei ele, e não foi um abraço. — Disse eu, alterando já a história deles.

– Foi oque então mona? — Disse o Jonata, com cara de curioso, com uma cara de deboche misturado.

– Eu atropeçei no pé dele, e ele me segurou antes que eu caisse. — Disse eu, explicando. E quando percebi eles estavam com cara de ameixa chupada.

– Oi menina de ontem. — Disse o Eric, com uma cara de animado.

Ele estava uma uma blusa vermelha, e uma calça jeans claro. E um tênis preto. O seus óculos, e o cabelo um pouco arrumado, e um pouco bagunçado. Eu apenas sorri, não gostando nada do mini-apelidinho que ele me deu.

– Humm, ai mona, vamos sair deixa a menina de ontem, e o bof, em paz. — Disse o Jonata, rindo junto com a Lu.

Eu apenas me aproximei dele, e ele apenas perguntou.

– Você quer sair comigo? Ir a uma festa...

– Que festa? — Eu respondi, convencida.

– A Jade, vai dar uma festa quem sabe... — Disse ele, arrumando os óculos.

– Ah, não sei, quem sabe. Preciso ir, aula de Quimíca.

– Até... — Disse ele, acenando e sorrindo.