Blizzard Or Love ?
1 Cest juste ..
Notas iniciais
É algo bem louco, pôs eu queria uma fic diferente, que não ficasse na mesma mesmice de MelloxNear sempre as mesmas coisas, NearxBB e etc. Queria algo diferente, então inventei uma personagem chamada; Aléxis. Que seria o misto perfeito de BB/Mello/Near, seria a garota perfeita provavelmente, mas bem vocês terão que descobrir sozinhos dai em diante. Minha primeira fic sem a ajuda de minha irmã. Ira ter tanto Lemon quanto sexo hétero.
Fiquem atentos, sou uma menina estranha. e.e
Vejo vocês lá em baixo . Queeeeeem vai ler minha fiic levanta oooo braço !!!!!!!!!!!
~~le levanta braço sozinha~~
Vejo vocês ládibaxo sz , POV ALÉXIS.
Não que o dia estivesse sendo bom, não é isso, é só que alguma coisa me dizia para ficar alegre entende? É, nem eu. Estava feliz porque bem, eu moraria em algum lugar longe daquele inferno. Tá, tá você deve esta ai pensando.. "Nossa Aléxis você era o que? Filha do diabo?" , né que você acertou criatura? Enfim, enfim, eu estou indo morar em um local chamado.. Como é o nome mesmo.. Wam.. Wammos.. Wallamo.. Ah dane-se quem se importa com o nome se tem uma cama pra dormir e um teto em cima da minha cabeça e não tem aqueles desgraçados?
E se alguém me perturbar bem... Dei um sorrisinho para mim mesma, lembrando-me do canivete em minha mochila.
– Senhorita Vettra, chegamos a Wammy's House. — O senhor que dirigia o 4x4 até agora, parou bruscamente, fazendo com que eu desse um pulo para frente quase batendo com o rosto no banco do motorista. Se aquilo acontecesse sem dúvida eu estaria com um dente a menos. Ele saiu do carro pedindo desculpas e abrindo a porta do carona para mim.
– É aqui que irei ficar? — Falei observando aquela casa.. Casa não, mansão não é? Era um casarão em uma parte e dois prédios ao leste, com seis andares, contei rapidamente enquanto ajudava o motorista, Sr. Watari, pegar as malas.
– Obrigado senhor. — Disse para ele, com um sorriso calmo no rosto e virando-me para entrar no enorme portão de ferro que estava à frente. Bem, sem duvida não seria tão ruim passar um tempo ali... Até que era bem agradável.. Espera, que merda é aquela?
Tinha um garoto, sim um garoto.. ou um algodão gigante sentado em uma caixa de areia.. Aquilo me fez lembrar o gato que quase matei semana passada, aquele bostinha tinha feito eu pisar na bostinha dele. Tá, tá voltando ao algodão-doce-gigante, era um adolescente.. ou bem parecia ser.. ele estava na caixa de areia com um balde de praia e bonecos, sim bonecos, tinha o capitão América, o homem de ferro, um boneco verde gordo, que brinquedos feios.
– Onde será que eu vim parar? — Murmurei para mim mesma, será que aquele maldito do Oliseu havia me mandado para um orfanato de crianças retardadas? Se ele fez aquilo...
– Seja bem vinda Srta. Vettra! Vejo que Watari a trouxe em segurança. — Uma voz atrás de mim fez-se a ouvir, me virei, cautelosa. Um senhor com em média cinquenta e poucos anos estava parado a alguns passos atrás de mim com um sorriso gentil em sua face, possuía costeletas loiras que adornavam seu rosto e um cabelo igualmente loiro que ele penteava de lado para que não aparecesse a careca.
– Sim, Watari foi muito gentil comigo. — Assenti, colocando as malas no chão. O senhor veio em minha direção, estendendo a mão enluvada, com o intuito que eu a apertasse. Fiz o que ele esperava apertando sua mão com força.
– É um prazer tê-la aqui. — Ele sorriu de canto, se afastando indo em direção do cocozão-gigante-branco na caixa de areia, falou com ele. Sinceramente, começo a me assustar com esse lugar, eu mal cheguei e já vi duas meninas olhando para mim fofocando entre si entre risinhos idiotas e um algodão-gigante.
– Me chamo Roger e sou o responsável pelo orfanato e este é Near, ele ira mostrar seu quarto, instale-se e vá conhecer, se quiser é claro, o orfanato. Tenho certeza que Near terá prazer em mostrar o local para uma menininha bonita como ti. — Ele sorriu de um modo.. um modo.. Malicioso?
WTF? OH MY GOD, EU IA SER ACEDIADA POR UM VELHO CARECA E UM COCOZÃO BRANCO GIGANTE?
ESPERA AÊ, ele estava me cantando também? Aiai, to gostando desse orfanato, mal cheguei já chamei atenção de duas meninas, bem gostosinhas pra falar a verdade, do diretor e do cocozão-gigante, o que mas teria naquele lugar? O cocozão-branco-gigante-algodão cutucou meu braço, fazendo com que eu direcionasse a atenção a ele.
– V-v-venha c-com-igo. — Ele falava de um modo tão... fofo ? Era engraçado ver ele se atrapalhando com as palavras, até que o cocozão branco era bem fofinho. Sorri pra ele, vendo as bochechas do mesmo ficarem coradas com aquilo, senti as minhas também corando.. que estranho. Ele se abaixou pegando duas malas e eu peguei as outras. Porque Watari não estava ali quando eu precisava dele mesmo?
– Bem, vamos.. Quero ver meu quarto! — Disse entusiasmada, estava de certo animada para conhecer o local e sem dúvida seria divertido passear por lá com o algodão de ouvido humano. Ele parou por uns instantes, recolhendo os brinquedos da caixa de areia e foi em direção a uns dos prédios que ficava ao lado leste, bem cadê o povo daquele local? Não vão me dizer que só tinha, aquele velho tarado, o marciano branquelo e aquelas duas garotas safadas né? Mas bem, como sempre minhas ideias estão sempre erradas, avistei um enorme refeitório onde estava dezenas de adolescentes comendo e gritando para se comunicarem.
– Parecem animais no cio... — Comentei para mim mesma e parecia que o garoto branquinho ouviu, pôs soltou um pequeno risinho. Segui os passos dele, chegando a uma escadaria. Aquele lugar não tem elevadores?! Subi no mínimo uma sequencia de cinco andares até chegar ao maldito corredor que ficaria meu quarto pelo qual Near falou — Sim, eu aprendi o nome do algodão, problem? —
– É-é este a-q-qui. — O garoto-ovelha falou quase em um sussurro e abriu a porta, dei uma espiada.. Quem sabe não pulava outro ser estranho lá de dentro e começava a brincar com o cocozão do meu lado de homem aranha, vai entender. O quarto até que não era feio, possuía duas camas, afastadas, encostadas na parede. Ao lado de cada uma, tinha um pequeno criado mudo, uma janela grande ao lado esquerdo que dava em direção a um pátio com bastantes árvores. Tinha uma porta qu ficava quase ao lado da entrada, não fiquei curiosa em ver o que era, não agora. Havia um enorme armário de madeira ao lado de uma mesinha, que provavelmente era para ter um computador, creio eu. Fiquei olhando por um tempo, as paredes eram bem claras e o chão possuía um carpete escuro, quase preto. Sem duvidas aquelas paredes iriam passar por uma mudançinha... Sorri para mim mesma, lembrando das latas de spray na minha mochila para grafite.
– Ro-roger falou q-que você vai f-ficar aqui. S-sozinha. — O albino falou, levando as malas até minha cama, deixando-as ali. Hm, então quer dizer que eu irei ficar em um orfanato, cheio de pessoas gostosas, loucas, estranhos e em um quarto sozinha? Engraçado.. Começo a gostar cada vez mais deste lugar.
– Ei, Near, onde é seu quarto? — Perguntei meio sem jeito, afinal, mal cheguei e já estava querendo saber onde o garoto dormia.. Espero que ele não pense que sou uma pervertida ou coisa do tipo. Vi as bochechas dele corarem de leve, como era fofo ver ele daquele jeito.
– E-eu fico no q-quarto 127... — Ele deu alguns passos para fora do meu quarto, apontando para algum lugar. A última porta do corredor. Que ótimo, eu durmo perto do albino isso era totalmente ótimo. Sabe aquela pessoa que você sente que pode confiar? Então, eu sentia isso nele.. Estranho né? Fazer o que, sou maluca mesmo, euein, problema?
Tá, já chega de ficar brigando comigo mesma, tenho coisas mais importantes para fazer agora no momento.
– V-você, érm... Eu tenho que te e-e-explicar as coisas do O-orfanato... — Near entrou no quarto novamente, sentando em uma das camas que ficava encostada na parede. Fechei a porta de meu novo quarto e fui em direção a janela, abrindo-a e esperando que o algodão-gigante se pronunciasse.
– E então? Fala ai. Espero que não tenha muitas regras... — Falei sem me virar, observando o pátio abaixo, era bem bonito com árvores a adornar e rodear o local. Parecia até mesmo uma clareira se não tivesse um muro ao longe limitando o espaço. Near pigarreou ao meu lado. Dei um pequeno salto, com o susto. Como aquela criaturinha estranha conseguia chegar tão perto assim sem nem fazer barulho???! Me ajeitei, fitando-o.
– Érm.. As aulas começam a-as sete. — Ele me estendeu um papel, onde havia várias palavras em vermelho, bem era o horario das aulas a maioria de Sete às uma da tarde.
– O almoço é as d-duas e quinze. O horario de recolher é a-as dez. N-não podemos sair do orfanato sem autorização do Roger... — Ele olhou para o chão ao terminar a frase, ou ele era muito envergonhado ou tinha medo de algo, mas bem, mal conheço o garoto e acho que seria falta de educação da minha parte pergunta coisas sobre a vida dele. Sorri para ele de canto e o mesmo que já havia levantado a cabeça retribuiu o sorriso de modo tímido.
Afinal, parecia que ia ser um lugar bom para se passar um tempo.. Pelo menos, por enquanto. Sem duvida aquele cara estranho, o tal de .. Como é mesmo.. Lawliet? Não me tiraria do meu antigo orfanato, pra me trazer a esse a toa, não é mesmo? Suspirei ao lembrar de meu antigo 'lar'. Near já não estava do meu lado, agora estava sentado sobre a cama .. brincando, sim, novamente brincando com aqueles bonecos estranhos.
Ele seria uma boa companhia, pelo menos é o que me parece.
Notas finais
~~silêncio infinito~~
Tá, tá. Ninguém ama a Tia Viick mesmo, aiai. Quem leu //ninguém//, espero que tenha gostado, é minha primeira fic sem minha irmã & etc, estou nervosa. >.
Esse capítulo, foi só um "prologozinho", o próximo eu juro dizer quem é essa criatura que se chama Aléxis, bem tentar né. e.e ' então, então. BEEEEEEEEESÔS & até o próximo cap.
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