Notas iniciais
Nota da Mari:
Eu queria ter alguma coisa pra dizer, mas eu não tenho. Minha mente está uma bagunça e pra mim ainda é inacreditável. Qualquer coisa que eu tente dizer não será suficiente, porque o Cory se foi. O meu coração se parte quando eu penso em uma Season 5 sem nenhuma cena Finchel. Sem as baboseiras ditas e feitas por Finn Hudson. Parece besteira que você fique devastado pela morte de alguém que, para todos os fatos, você não conhecia. Mas não é. Não é, porque a gente conhecia o Cory. A gente sabia que ele tinha uma voz maravilhosa. A gente sabia que o sorriso dele fazia as nossas pernas bambearem. A gente sabia que Cory e Lea tinham uma química muito além de Finn e Rachel. E a gente comemorou muito quando isso finalmente veio à tona. A gente sabia que o Cory tinha uma ótima namorada. E a gente sabia que ele estava passando por uma fase difícil. Os próximos dias vão ser dificeis pra gente. Estão falando em overdose ou suicídio, e quanto mais eu leio sobre as hipóteses mais eu penso no Cory dançando, aqueles quase dois metros de altura se movendo desengonçadamente. Eu penso naquela camiseta escrito Cant Dance. E aí eu vejo que não importam as causas, o que importa é que o Cory tocou a minha vida e a de milhões de outras pessoas. O que me importa é que em vida ele foi uma das pessoas mais humildes e divertidas dessa indústria tão cheia de soberba. Já sinto a falta dele. Como a Taylor Swift já tweetou: Sem palavras. E pelo pior motivo.
http://www.youtube.com/watch?v=yaILnVZFjTU
No one ever said it would this hard... Oh take me back to the start.

Rachel estava sentada na mesma pedra localizada no meio da praia, como na última vez em que estivera ali. Com amargura ela percebeu que todas as vezes em que sentira necessidade de fugir para um lugar melhor fora por causa de Finn. Ela não entendia porque o amava. Não fazia o mínimo sentido. Porque justamente ela tinha que se apaixonar por seu inimigo? O casamento dos pais havia fracassado e ela havia sido abandonada pela mãe quando não era mais do que uma garotinha. Aquilo já não era o suficiente?

Pelo visto não. Finn tinha que aparecer em sua vida, a virando de cabeça para baixo e fazendo a Rachel forte e organizada agir como uma adolescente hormonal. Mas ela sabia que não podia culpar somente a ele por tudo. Ela pediu por isso. A vida lhe dera diversos sinais de que se apaixonar por Finn era uma péssima ideia. E mesmo assim ela se apaixonou. Deixou que o amor tomasse conta de ações. Mudou por Finn. Deixou-o entrar em sua vida, quebrando todas as suas convicções. E o pior de tudo, deixou que uma chama de esperança surgisse em sua mente, mesmo sabendo que Finn nunca poderia retribuir seu sentimento.

Ela sentia que poderia cair em lágrimas a qualquer momento, quando ouviu um barulho vindo da mata que se estendia por trás da praia. Imediatamente ela esqueceu Finn, sua tristeza e todo o resto. Levantou-se apressada da pedra, ficando em posição de alerta. Concentrou sua visão central na mata, enquanto procurava por rotas de fuga usando da periférica. Era certo que, apesar de só terem observado os costumes de Gian nas últimas semanas e analisado o vídeo de seu apartamento, qualquer barulho era motivo para os agentes ficarem em alerta.

Os barulhos foram ficando cada vez mais próximos e Rachel cada vez mais nervosa. Logo um labrador cor de caramelo saiu da mata, vestindo uma roupa de lã. O corpo da morena relaxou imediatamente, e ela começou a rir de sua bobeira.

- Oi bonitão. – ela disse, se abaixando para acariciar o animal que havia corrido em sua direção.

Ele mexeu a cabeça sob as mãos enluvadas de Rachel, que imediatamente sentiu-se apaixonada pelo grande e desajeitado cão à sua frente.

- Bo! – gritou uma voz masculina ao longe.

Rachel se levantou.

- Acho que tem alguém procurando você. – ela disse para o labrador, que virou a cabeça para o lado, como se a entendesse.

Logo um homem vestido com uma jaqueta grossa e jeans surrados apareceu pelo lado direito da praia. Ele tinha cabelos pretos cortados no estilo militar e conforme ele foi aproximando-se de Rachel e Bo, ela pôde ver olhos verdes que se destacavam da pele branca. (N/A: Imaginem o Jesse Metcalfe. Aí gostaram, né? hauahauha pra quem tem preguiçinha, link aqui: http://www.wallpaperpimper.com/wallpaper/Male_Celebrity/Jesse_Metcalfe/Jesse-Metcalfe-11-RLHZRKXTY0-1024x768.jpg )

Imediatamente o reconheceu como o jovem médico que cuidava de Finn.

- Bo, seu menino levado! – ele disse, se abaixando ao lado do cão e prendendo uma guia em sua coleira. Quando ele se levantou foi que pareceu notar a presença de Rachel.

- Hey! – ele disse, colocando um bonito sorriso largo no rosto. – Você foi uma das visitantes do... – ele hesitou por um momento. – Finn Hudson hoje, não é?

Rachel assentiu, sorrindo também.

- Me desculpa pelo Bo. – ele disse, batendo uma das mãos no lombo do cachorro. – É que o garotão aqui tem só um ano e está tentando me enlouquecer! – Quando o médico terminou de falar, Bo tentou soltar-se da guia, batendo nas pernas do homem e quase o derrubando.

Rachel riu gostosamente.

- Não tem problema nenhum. – ela abaixou-se ao lado do cachorro. – Tchau, Bo.

Bo virou-se de costas para ela, se enrolando na própria guia.

- Que coisa mais feia, Bo! Não se pode dar às costas a uma dama! – ele repreendeu o cão, que parecia muito interessado em girar no mesmo lugar. – Agora eu vou ter que me desculpar com a moça por você. Desculpe o Bo, senhorita...? – ele disse, se virando para Rachel.

- Rachel. Rachel Berry. – ela informou seu nome, sem tirar o sorriso do rosto.

- Mattia Caldin. – ele se apresentou, abaixando-se ao lado de Bo logo em seguida e ajudando o cachorro a sair da própria armadilha que havia feito com sua guia. — Tinham me dito que cachorros eram uma ótima forma de atrair mulheres, mas esse aqui só me trouxe prejuízos!

Rachel riu da confusão de Bo e Mattia.

- Eu vou indo. – ela disse, e depois acariciou a cabeça de Bo. – Foi um prazer, Mattia. – então ela começou a se afastar pela areia da praia.

- Espera! – a voz de Mattia soou ao longe, fazendo Rachel parar e olhar para trás. Os dois já estavam a uma distância considerável, mas ainda conseguiam se ver com nitidez. Mattia pegou a coleira de Bo e os dois foram correndo até Rachel. – Já está tarde. Quer companhia até chegar em casa? – ele disse ofegando quando a alcançou.

Aquilo poderia ser arriscado, se Rachel não soubesse nada sobre Mattia. Mas ele era o médico que cuidara de Finn até à noite cair e não havia motivos para renegar sua companhia, afinal. E, que diabos, ela não queria dizer não! Tudo o que não precisava era ficar mais um pouco na própria companhia e além de tudo Mattia e Bo foram os únicos que a fizeram sorrir naquele dia.

- Eu adoraria. – ela sorriu para o homem ao seu lado e os dois seguiram, juntamente com Bo, para a casa de Rachel e Finn.

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Era impressionante quanto assunto aqueles dois estranhos tiveram no curto caminho da praia até a casa. Mattia contou a Rachel que era natural de Roma, mas havia se mudado para Elba em busca de uma vida mais simples. Ele tinha 32 anos, e era um clinico geral muito bem pago. Tudo o que conseguira em sua vida, fora por conta própria. Ele tinha motivos de sobra para se orgulhar, mas sentia que sua vida estava incompleta.

- Eu me sinto solitário às vezes. – confidenciou a Rachel. – Minha família está em Roma, eu não tenho muito tempo para fazer amizades e a mulher certa nunca apareceu. Somos só eu e o Bo aqui.

Rachel também confidenciou que sentia-se da mesma forma, apesar de na maioria do tempo estar acompanhada de pessoas. Contou que morava em Nova Iorque e estava passando uma temporada à trabalho em Elba. Mattia lhe perguntou qual era o seu trabalho, e Rachel respondeu que não podia dar informações. Ele deu de ombros e não tocou mais no assunto.

- Qual sua relação com Finn Hudson? – ele perguntou, finalmente. Os dois andavam lentamente, como se dessa forma pudessem evitar que o caminho terminasse logo. A verdade é que sentiram-se bem na companhia um do outro.

Rachel sentiu o corpo estremecer. Finn. Não pensara nele nem por um segundo desde que Bo saíra do matagal na praia, alguns minutos atrás.

- Finn é só um colega de trabalho que por acaso sou obrigada a dividir moradia pelo tempo em que estivermos por aqui.

Mattia assentiu.

- Eu pensei que vocês tivessem algo a mais, quando te vi hoje.

“Sim, eu também pensei”.

- Uma bobeira, não é? – ele continuou, sorrindo.

“É isso o que Finn acha.”

Rachel forçou um sorriso também.

- Somos só colegas de trabalho.

- Isso significa que talvez você esteja disponível para comer fondue na minha casa, na sexta feira, não é? – Mattia perguntou, lançando à Rachel um olhar fofo, enquanto eles paravam na frente de sua casa.

Rachel parou de andar e o olhou curiosa.

- E seu eu for uma matadora de aluguel? – ela começou. – Você não pode simplesmente sair por aí e convidar as pessoas para irem à sua casa. É perigoso.

Ele deu uma risada, mostrando os dentes brancos e perfeitamente alinhados.

- Não acho que você seja uma matadora de aluguel. – ele deu de ombros. – Além do mais, eu comprei o aparelho em Paris, em uma viagem que fiz no ano passado. Eu nunca o usei. O quão triste é isso?

- Muito triste. – ela respondeu, honestamente. – Nesse caso, acho que eu vou poder ir.

Mattia deu um sorriso tão luminoso e contagiante, que Rachel não pôde evitar sorrir também.

- Vai ser ótimo. – ele respondeu e logo em seguida mostrou o caminho até a sua casa, que se localizava surpreendentemente perto da dela. – 20:30 está bom pra você?

- Perfeito. – ela respondeu sinceramente. Não importava o horário. A companhia de Mattia era tão tranqüilizadora que ela aceitaria comer fondue no meio da praia, às 03:00 da manhã se ele estivesse ao seu lado.

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Quinn discou novamente o número de Rachel, sentindo-se nervosa. E se ela não atendesse? Quinn precisava tanto de sua ajuda! Odiava o fato de não tê-la por perto, ainda mais se levasse em consideração o momento que as duas viviam. Ela precisava da ajuda de sua irmã e adoraria torrar a paciência dela falando sobre Noah o dia todo. E Quinn tinha certeza que Rachel precisava dela também, considerando sua Complicada relação com Finn.

A loira abandonou o celular, frustrada, quando ele caiu na caixa postal de novo. Ela começou a livrar-se das roupas de inverno que vestia. Talvez se tomasse um banho quente e deitasse em sua cama, conseguisse relaxar. Puck tinha acabado de voltar para seu próprio apartamento, e Quinn sentia-se livre para extravasar, finalmente, o seu nervosismo.

Ela sabia o quanto a mãe de Noah era importante para ele. Ele nutria uma bonita admiração pela mulher que lhe dera a vida e agora Quinn a conheceria. Além disso, ainda estariam lá o pai e a irmã menor de Puck. Com certeza ela não estava pronta para encarar toda a família Puckerman.

De repente seu celular tocou. A loira pulou na cama, avançando em cima do aparelho. O nome de Rachel apareceu no visor.

- Eu preciso tanto de você agora! – as duas disseram em uníssono quando Quinn atendeu o celular. Logo estavam rindo da coincidência. – Hey, B. – disse Quinn.

- Q.! É muito bom ouvir sua voz! – a amiga respondeu, e a única coisa que Quinn pensava era que queria muito os braços da morena a rodeando agora. Já faziam dois meses que não se viam, e era realmente muito doloroso.

- É muito bom ouvir a sua também! – a loira respondeu sinceramente. – Eu preciso da sua ajuda, Berry.

- Digo o mesmo. – A voz de Rachel parecia extremamente triste e de repente Quinn esqueceu-se dos seus próprios temores.

- Comece a me contar tudo.

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Após uma boa meia hora de relatos de Rachel, tudo estava devidamente explicado. A morena contou à Quinn sobre os momentos que havia passado com Finn, o estranho comportamento dele na última semana, o acidente, suas palavras dolorosas e também sobre Mattia.

- Posso ser honesta? – disse uma revoltada Quinn, após ouvir tudo.

- Deve meu amor.

- O Finn pode superar a Ally. Ele só não quer. E se não quer, nunca vai se esforçar o suficiente para conseguir. Talvez ele ache que ser feliz ao lado de outra pessoa é um insulto à memória dela, ou talvez simplesmente não possa amar outra pessoa, assim como te disse. Mas você é ótima Rachel. É linda, é jovem e bem sucedida. Você não precisa de um homem como Finn te colocando pra baixo com seu amor por uma mulher morta e tentando apagar o seu brilho só porque o dele foi apagado. Supere, amor! O destino está te mostrando que você pode e deve ser feliz sem o idiota do Finn ao seu lado, e cruzou o seu caminho com o de Mattia. Você devia dar a ele uma chance.

Rachel ficou em silêncio por alguns segundos, e depois sua voz, levemente desequilibrada, encheu os ouvidos de Quinn.

- Eu sei que você está certa, Q. Mas agora que cheguei em casa e pensei bem sobre tudo, vejo que não vai ser fácil superar o Finn. E eu não estou pronta pra deixar outro homem entrar em minha vida. Foi um erro ter aceitado o convite de Mattia. Talvez ele seja um bom homem ou talvez só queira brincar um pouco comigo. A questão é que fui precipitada em aceitar seu convite e vou cancelar tudo. Se realmente for destino, como você diz, vamos nos encontrar novamente, quando eu estiver mais preparada.

Quinn pensou um pouco. Achava que Rachel era maluca por não aceitar o convite de Mattia, mas para ser honesta entendia o que a amiga estava querendo dizer e sabia que Rachel era muito mais racional do que emocional, portanto não havia chance nenhuma desse fondue acontecer.

- Eu te entendo.

- Mas alguém aí precisava de mim também. O que aconteceu?

Quinn estava tão absorta nos problemas da amiga que esqueceu-se momentaneamente porque estava ligando desesperadamente para Rachel mais cedo.

- Nada tão grave quanto a sua situação, mas é o seguinte...

Quinn contou tudo a Rachel, que a ouviu pacientemente, surtando de felicidade quando ouvia a loira descrever os momentos bonitos que havia passado com Noah desde que a última vez que as duas haviam se comunicado.

- Para ser bem honesta, eu não entendo porque você está tão nervosa Quinn! – Rachel disse, depois de ouvir os relatos da amiga.

- Eu nunca fui apresentada aos sogros antes. Sempre namorei homens mais velhos que não queriam se precipitar. Conhecer a família de seu namorado é uma forma de oficializar a união, entende? E eu estou apaixonada pelo Noah, preciso que tudo saia bem. Mas se levarmos em consideração que nada é perfeito da primeira vez, tenho certeza que eu não vou saber como agir ou o que vestir e eles vão me odiar.

- Eu te entendo, Quinny. Mas você é ótima. Se o Noah faz questão que você conheça sua família, essas pessoas tão importantes na vida dele, é porque se orgulha de você e acredita que tudo vai ficar bem. Talvez o que você tenha a fazer é acreditar também. Você só precisa ser você mesma, essa mulher linda e madura, que é totalmente educada e meiga. – Rachel dizia as palavras carinhosamente e de repente Quinn acreditava nela. – E quanto ao que vestir, use algo simples. O vestido florido da Zara, combinado com o casaquinho azul marinho, as sapatilhas Balenciaga pretas e uma bolsa de mão. Vai ficar elegante e ao mesmo tempo comportada. Se eles te odiarem serão loucos. Mas mesmo assim você não precisa se preocupar, porque o Puck te ama e você o ama, então superam qualquer coisa.

Quinn sorriu e a saudade em seu peito apertou ainda mais.

- O que eu faria sem você, Miss Berry?

- Provavelmente uma terapia de compras que estouraria o seu cartão de crédito.

A loira riu gostosamente. Rachel realmente a conhecia muito bem.

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No dia seguinte, Rachel acordou ansiosa. Finn voltaria para casa naquele dia e ela não tinha muita certeza se estava pronta para ficar a sós com ele novamente. Não depois de todas as coisas cruéis que ele havia lhe dito. E com certeza, não enquanto ela não conseguisse parar de pensar no quanto sentia falta de seus beijos e de sua presença.

Mesmo sem vontade de sair da cama, ela se obrigou a levantar. Desceu as escadas, tomou um leite com café e depois subiu para um banho revigorante. Usou cada um dos produtos de spa que havia comprado na Sacks e nunca tivera oportunidade de estrear. Se teria que conviver com Finn, era bom que convivesse estando linda e com uma ótima auto estima. Ela achava que era incrível como uma simples horinha cuidando de si mesmas era capaz de deixar as mulheres renovadas e amando a si próprias novamente.

Rachel vestiu jeans simples e uma blusa rendada que fazia o seu corpo ficar totalmente incrível. Depois, se olhou no espelho e se convenceu de que era maravilhosa e Finn realmente não a merecia.

Mas quando a porta da entrada se abriu, e um Finn Hudson totalmente lindo, apesar de estar machucado, entrou por ela todas as suas convicções caíram por água abaixo.

Ela não se importava sobre ele não merecê-la.

Porque ele era quente como o inferno e ela o amava como uma tola.

Mas ela havia prometido para si mesma que não voltaria atrás de sua decisão sobre esquecê-lo, por isso, quando ele a olhou, Rachel deu um leve aceno de cabeça frio e depois voltou ao seu quarto.

Seu coração batia descontroladamente quando ela fechou a porta de seu quarto e encostou-se nela. Esquecer Finn seria mais complicado do que parecia e ela tinha pouca fé de que um dia conseguisse fazê-lo.

Mas isso não mudava o fato de Finn Hudson ser o maior idiota que ela já teve o desprazer de conhecer.

Nem significava que ela correria atrás dele como uma cachorrinha.

Afinal, ela era Rachel Berry e se amava demais para prejudicar-se por causa de um sentimento infantil.

Notas finais
Nota da Waal:
Acordei com várias mensagens no celular, vindas do face, todas com a mesma notícia: Cory Monteith morreu. Como?
Há duas semanas atrás, ele fazia o photoshoot da 5ª temporada, alegre e sorridente, finalmente voltando a Glee depois do tumultuado processo de reabilitação que o afastou do final da 4ª temporada. E agora, está morto. Morreu. Se foi.
Eu nunca passei por algo assim, nunca vi um ator/cantor que eu REALMENTE gostava e tinha relevância para mim, morrer. E eu só posso dizer que é um sentimento tão ruim, tão...
Eu fico pensando na Lea, que perdeu o namorado e amigo, o par romântico dentro e fora das telas, o cara que, como ela mesma diz, fazia ela se sentir a mulher mais feliz do mundo. Ele se foi.
Nós nunca veremos a concretização do casamento entre Finn e Rachel, nunca veremos ele ter sua pequena Drizzle, nunca veremos ele assumir o Glee Club de verdade, se tornar professor.
Cory Monteith começou Glee cantando Don't Stop Believin e deixou Glee cantando Don't Stop Believin, então eu posso dizer que a lição principal ele nos ensinou: Nunca deixem de acreditar. O que já fica bem claro pela história de vida dele.
E afinal, o garoto da cidade pegou o trem da meia noite para um lugar que nós não poderemos acompanhá-lo. Mas eu sei que ele está lá, tocando sua bateria e se enrolando nos próprios pés, enquanto espera sua pequena estrela chegar.
Vá em paz Cory ♥

(Sim, esse texto tá rodando solto por ai, mas ele é de minha autoria, então posso postá-lo).
Muita força para todas nós e especialmente para a Lea.
Beijos para todas ;@