Bleeding Love

1 You cut me open and I


Notas iniciais
YAY! Para começo de conversa tenho que alertar que comecei essa fic quando o Nyah ainda tinha a sessão de "desafios", eu achei esse interessante e peguei. Só que como já se passaram séculos desde então, não tem como eu lembrar nem de quem havia proposto este desafio. Continuando, gostaria de pedir desculpas por qualquer deslize que pode ter ocorrido na personalidade dos personagens. Vi Ouran faz um bom tempo e, mesmo revendo alguns episódios no youtube, não sei se consegui entrar realmente na personalidade deles. Eu escrevi de coração, isso conta, né? Bem, quero agradecer demais a Rô (Roxane Norris) que betou (pelo menos metade e_e) dessa fanfic. Obrigada por sempre me aturar, amada <3. Amo-te demais. Então, se houver muitos erros da metade pro final, relevem Já falei demais u_u, agora vão ler!

Sangrando Amor (Bleeding Love)

Música: http://www.youtube.com/watch?v=EAMUIBKGZfA

Hikaru sentou-se próximo a janela, olhando através da vidraça, porém não observava algo em especial realmente. Na verdade, já fazia algum tempo que seus olhos só buscavam por uma única pessoa: Haruhi Fujioka.

Sangrando amor, é assim que eu estou me sentindo. Eu não havia percebido até ontem quando você sorriu pra mim ao ir embora, deixando para trás apenas teu sorriso doce em minhas lembranças. Haruhi Fujioka, você conseguiu desestruturar tudo o que eu achava correto, você quebrou todos os meus tabus e me fez amar de uma forma que eu nunca imaginei que fosse possível.

Fechado para o amor

Eu não precisava da dor

Uma ou duas vezes foi suficiente e foi tudo em vão

Eu sabia que ela logo estaria chegando, com aquele sorriso gentil que conseguia quebrar todas as minhas barreiras e todos os meus medos.

Meus dedos correram pelo vidro como se eu pudesse ver sua face refletida nele, e assim pudesse tocá-la.

- Haruhi... – Suspirei sozinho enquanto imaginava você ali a minha frente, mas na verdade era apenas uma janela.

Eu preferia enxergar você ali a ver através dela, percebendo que tudo não passa de uma ilusão minha.

Minha existência se resumia apenas a uma pessoa. Ela era a única com quem eu me importava – além de mim mesmo, é claro. Kaoru era o único que era capaz de entender a solidão e a dor que eu sentia por nossa igualdade, porque ele era a minha metade e sofria o mesmo que eu. Desde que éramos pequenos fomos sozinhos — nossa solidão de dois — como costumávamos chamar. Ninguém era capaz de nos diferenciar, a não se nós mesmos.

Possuíamos uma empregada que cuidava da gente e realmente gostávamos dela; entretanto, uma noite, a achamos tentando roubar o cofre de nossa mansão. Contudo, não foi isso que machucou, porque uma traição material era irrelevante, dinheiro para nós não era o problema.

Estávamos dispostos a ajudá-la se ela conseguisse apenas resolver o enigma do nosso jogo: “Quem é o Kaoru e quem é o Hikaru?” Demos um pequeno prazo para ela descobrir, se ela acertasse, nós entregaríamos a ela o segredo do cofre. Então, após a proposta, voltamos para o nosso quarto dormir. Estávamos felizes.

“Será que ela descobriria?”

Esse era o nosso maior desejo, nós realmente amávamos aquela empregada. Pensamos nisso até adormecer no silêncio acolhedor da noite. Mas o silêncio não durou muito. O alarme de segurança do cofre logo rompera a quietude da noite, ela desistira. Corremos até a cena do crime, atordoados, na expectativa que fosse um engano, mas não era. Ela estava saltando pela janela presa a uma corda junto com as jóias e o dinheiro da família. Mas o que mais doeu não foi a quebra da promessa; o que mais nos feriu, foram as palavras.

“- Que escolha eu tive? Não consigo diferenciar vocês dois. Aliás, provavelmente nunca ninguém conseguirá.”

Essas palavras nunca saíram da minha cabeça. Uma das únicas pessoas que nós gostávamos nos disse aquilo e desapareceu na noite, ela tinha razão, não é? Pelo menos era nisso que eu acreditava... Até você aparecer.

O tempo começa a passar

Quanto mais crescíamos, ficávamos mais misturados e mais isolados do mundo. O mundo era chato, e o que é chato nós dispensamos, não era esse o lema?

Lembro-me de outro caso, eu havia recebido uma carta de amor, mas será que ela realmente sabia quem eu era? Será que ela era capaz de me diferenciar do Kaoru? Bem, a resposta é óbvia: não. Realmente parecia impossível alguém nos diferenciar, acabamos aceitando isso e deixando as outras pessoas de lado, abraçar a solidão é mais fácil do que insistir em uma esperança vã.

Afastei-me da janela e caminhei para o outro lado do quarto, lembrar de tudo aquilo apenas aumentava minha angústia, meu medo de perder você. Mas as imagens daquele passado não me abandonavam por um minuto se quer, uma voz ecoava na minha cabeça dizendo todas as coisas que eu estava me forçando a esquecer.

Arfei derrotado e me joguei sobre a cama sem preocupar-me em amassar a blusa que eu estava vestindo. Então as lembranças voltaram.

Antes que você perceba que você está esfriando

Mas alguma coisa aconteceu

A solidão era fria e nada acolhedora; porém, mesmo assim, era o nosso porto seguro. Nosso mundo com grandes portões e grossos cadeados impunha barreiras para que ninguém ultrapassasse; embora ainda houvesse alguns idiotas que não percebessem isso. Como “nosso senhor”. Mesmo sendo impossível, ele tentou atravessar a barreira. Ele tentou nos diferenciar, mas bem... Era impossível não é? Pelo menos ele não havia desistido e isso, embora ainda seja difícil admitir, isso nos deixou um tanto quanto felizes. Ele falava de uma forma tão esperançosa e reconfortante que alguém um dia nos distinguiria...

Era como costumávamos sonhar quando mais novos, embora o sonho tivesse morrido após tantas decepções. Então resolvemos dar uma chance a ele e nos juntamos ao host clube. Na verdade, não era como se as palavras dele tivesse nos comovido – ou pelo menos prefiro pensar assim – seria mais ou menos como se nós estivéssemos querendo passar o tempo. Será que é possível entender? Bem, mas hoje eu devo agradecer a ele por tanta insistência. Se não fosse isso, talvez eu nunca tivesse encontrado você.

Pela primeira vez com você

Meu coração derreteu pelo chão

Achei alguma coisa verdadeira

Você que quebrou todas as regras. Você que conseguiu o que ninguém antes — além de nós mesmos — havia conseguido. Você nos diferenciou. Haruhi, você foi a única, e é por isso que hoje eu estou tal qual estou. Você conseguiu descongelar minhas emoções e reviver minhas esperanças. Somente você, Fujioka Haruhi. E, bem, isso para mim é difícil de admitir. Eu estou sempre me contradizendo, a verdade é que eu te amo, mas não posso e nem consigo demonstrar. Como poderia fazer isso? A única pessoa com quem tive contato por toda a minha vida foi meu irmão, meu reflexo. Quanto mais eu penso sobre isso, mais eu vejo que você é única. Eu gostaria de dizer isso tudo para você, mas eu simplesmente não consigo. Desculpe.

E todo mundo está olhando

Achando que estou ficando louco


Lembro-me como se fosse hoje. Você havia se reencontrado com um antigo amigo e vocês pareciam íntimos demais. O que eu poderia pensar? Como eu poderia agir? Vocês conversavam tão abertamente e ele te fazia sorrir daquela maneira descontraída e feliz. O mesmo sorriso que eu não conseguia provocar. Vocês pareciam tão bem juntos, que me fazia mal. Você não deveria ficar tão bem ao lado de outra pessoa se não eu. Talvez pareça que eu sou egoísta, mas eu não consigo aceitar a ideia de te ver com outra pessoa.

- Eu devo estar ficando louco... – murmurei — É melhor esquecer isso...

Levantei da cama impaciente. Eu não aguentava ficar parado por tanto tempo. Eu precisava te esquecer, não conseguiria te fazer feliz como você merece. Porque você merece muito mais do que eu posso oferecer.

Definitivamente eu deveria dizer adeus a esse maldito sentimento. Entretanto, quando meus olhos caíram sobre o uniforme da escola, logo lembrei você vestida nele; logo você, uma garota que não devia ficar vestindo essas roupas masculinas, mas é incrível como até mesmo esse uniforme sem graça lhe cai bem. Afinal, você fica linda de qualquer maneira.

Sorri ao lembrar do teu sorriso apático, mas tenho certeza que uma lágrima desceu queimando em minha pele. Emoções contraditórias. Será que era impossível eu conseguir demonstrar tudo o que eu sentia para você? Talvez, apenas fosse doloroso ser rejeitado novamente.

Mas eu não me importo com o que dizem, Eu estou apaixonado por você,

Eles tentam me afastar

Mas eles não sabem a verdade,

Meu coração está criptado pela veia

Que eu continuo fechando

você me corta e eu

Eu realmente não me importo com o que os outros dizem, mas o que você diria Haruhi? O que você pensaria sobre isso? Você me amaria também? Daqui a algumas horas, todos do Host Club estarão aqui em nossa mansão. Como eu poderia encarar você rodeada por outros, quando na verdade eu queria que você estivesse rodeada apenas pelos meus braços, envolta nas carícias que eu gostaria de fazer?

Levei minhas mãos à cabeça, escondendo minha face enquanto pensava sobre essas questões tão complexas. O amor deveria ser simples, mas ele nunca era, não é?

Desde quando eu estava tão apaixonado por alguém? Desde quando eu podia amar alguém como estou amando você?

Suspirei atormentado, tentando aliviar minhas frustrações e nem percebi que Kaoru já estava no quarto.

— Hikaru está tudo bem com você? – Perguntou-me um pouco receoso, afinal não importava o que eu responderia, ele já sabia a resposta. Embora fingisse não perceber agora.

— Sim – menti em vão, não estava com vontade de discutir sobre isso agora. Por alguma razão queria fazer daquele segredo só meu, fazer esse amor único para mim.

— Eles já chegaram, estão apenas esperando por você para irmos para a casa do nosso senhor.

— Hm. Então, vamos... – Sorri otimista como sempre fazia. Sorrir era a forma mais fácil de livrar de situações embaraçosas, não?

Ele fingiu acreditar na minha mentira e não se importar, talvez ele fosse capaz de me conhecer melhor que eu mesmo. Afinal éramos gêmeos, éramos metades. Descemos a escadas e ele parecia bastante animado, eu fingia compartilhar o mesmo entusiasmo. Mas a única coisa que estava em minha mente era você. Como você estaria vestida hoje?

Sangro,

continuo, continuo sangrando de amor

Sangro,

continuo, continuo sangrando de amor

Sangro,

continuo, continuo sangrando de amor

Você me corta, e

Chegamos ao hall e então meus olhos finalmente caíram sobre você. Como estava linda! Havia colocado um vestido branco simples, mas que parecia irradiar beleza só por estar no teu corpo. Os olhos chocolates curiosos se fecharam e o teu sorriso abriu-se mais esplendoroso que nunca. Parei atordoado pela sua presença. Torci para que você não tivesse notado. Ou torci para que tivesse? De qualquer maneira, voltei a mim rapidamente e continuei descendo as escadas um tanto quanto feliz por você estar lá.

Kaoru tentou se passar por mim, mas você notou que não era eu, não é? Você é incrível. Obrigado, Haruhi.

Tão logo a brincadeira de meu irmão chegou ao fim, seguimos para o carro. Eu tenho certeza que você ficou deslumbrada com a nossa mansão. Apesar de que ainda acho um tanto quanto inacreditável, o fato de você não ter se acostumado com a riqueza dos membros do host clube.

“Ricos malditos”. – Ouvi você praguejando baixinho e ri. Você notou. Eu disfarcei.

Tentando dificilmente não ouvir

Mas eles falam muito alto

Os seus barulhos irritantes enchem meus ouvidos

Tentam me encher de dúvidas

Embora eu saiba que o objetivo É me manter caindo


A viagem de carro foi um tanto quanto longa. Todos conversavam animadamente. Inclusive Kyouya-senpai, uma vez que pela manhã ele estava sempre mal humorado. Eu não tinha muito interesse na conversa, a menos que você falasse algo, mas você me pareceu entediada demais para os assuntos também.

— Está animado? – Teus olhos castanhos interrogavam-me.

— Sim! – respondi rapidamente, desviando meus olhos para a janela.

A ansiedade matava-me pouco a pouco. Era simplesmente impossível te encarar.

“O que raios eu estou fazendo?”

— Que bom... – teu tom transmitiu-me desanimo.

Eu não queria que você pensasse que eu estava irritado. Não mesmo. Então, achei que seria melhor se olhasse para você.

— Haruhi...

Uma freada brusca me fez parar a frase e, no mesmo instante, você caiu em meus braços, segurando-se em mim.

Mas nada é maior

Do que a sensação que vem com teu abraço

E nesse mundo de solidão Eu vejo o teu rosto

Ainda todo mundo ao meu redor

Acha que estou ficando louco, talvez, talvez

Mas eu não me importo com o que dizem,

Eu estou apaixonado por você,

Eles tentam me afastar

Mas eles não sabem a verdade,

Meu coração está danificado na veia

Que eu continuo fechando

Teus braços me rodearam e os meus a você. Um abraço. Eu queria que você pudesse sentir, naquele momento, todos os meus sentimentos. Teu coração batia acelerado pelo susto. O meu batia acelerado por você. Mesmo tendo sido breve, eu senti os segundos passando de maneira mais lenta. O toque da sua pele era tão macio quanto achei que fosse, e o teu perfume pueril era tão adorável quanto poderia ser. Pergunto-me se você percebeu o quão apaixonado estou por você.

Antes de soltá-la do abraço, o fiz um pouco mais forte na esperança de ter teu cheiro impregnado em mim.

— Está tudo bem, Haruhi? – Kaoru preocupou-se.

Teu corpo afastou-se rapidamente do meu. Teu rosto estava escarlate. Eu não estava entendendo. Você maneou que sim com a cabeça ao meu irmão e ignorou-me o resto da viagem.

Eu havia feito algo de errado?

Você me corta e eu continuo,

continuo sangrando amor,

Sangro,

continuo, continuo sangrando de amor

Sangro,

continuo, continuo sangrando de amor

Você me corta, e

E está drenando tudo de mim

Oh, eles acham isso difícil de acreditar

Eu estarei vestindo essas cicatrizes

Para todo mundo ver


Pouco depois chegamos à casa do nosso senhor. Tamaki já estava no jardim, completamente ansioso, andando de um lado para o outro. Saímos um a um da limusine, eu ofereci a minha mão em auxílio a você, que a rejeitou, me ignorando mais uma vez. Você não poderia imaginar como isso machucava. Disfarcei e ajudei meu irmão a sair, ele pareceu ser o único que havia notado a minha angústia, mas também — como todos os outros — nada fez. De certa forma, achei que foi melhor assim.

Tamaki mal pôs os olhos sobre você e atirou-se, dando-lhe um abraço. Você não o rejeitou como fizera comigo. Por quê? Cruzei o braço rente ao peito e fechei o cenho. Aquele dia na casa do nosso senhor seria bastante longo e meu humor estava destruído. Meu irmão preocupou-se.

— Haruhi! – ele te chamou e você atendeu, acenou para ele e, em seguida, olhou pra mim rapidamente. Enrubesceu e virou-se outra vez, ignorando-me.

Não fazia sentido. Talvez eu tivesse feito algo de errado sem saber, mas, no momento, eu apenas queria esquecer tudo. Kaoru abraçou-me, mas eu me desvencilhei dos braços dele.

— Podem ir à minha frente. Eu vou dar uma volta pelo jardim da frente – falei já caminhando para longe deles, principalmente para longe de você, Fujioka.

Falado isso, todos continuaram o caminho que traçaríamos juntos de bom grado. O som das vozes e risadas ia desaparecendo conforme iam caminhando. Fingi não me importar por eles terem aceitado isso tão facilmente, aliás, você ter ido junto com eles tão facilmente. Mas eu não poderia cobrar nada de você. Eu nunca pude, não é?

Andei até o centro do jardim. Fechei os olhos para sentir a brisa suave que brincava com as folhas verdejantes. Inspirei profundamente e expirei lentamente. O cheiro do verde é sempre afável quando queremos nos livrar de nossas angústias. O cheiro traz o significado da cor: esperança; e, quando temos um pouco de esperança tudo parece melhorar. Por um minuto tudo o que eu consegui sentir foi o verde, talvez, por isso eu não tenha conseguido sentir os teus castanhos me observando.

— Hikaru... – A sua voz atravessou meus pensamentos no mesmo instante em que sua mão tocou-me o ombro gentilmente.

Eu não disse nada, era bom ouvir você dizer meu nome.

— Hikaru! – Você repetiu.

— Por que está aqui? Você deveria ficar com o nosso senhor já que é tão receptiva a ele. – O ciúme envenenou cada uma das minhas palavras com desprezo.

O estalo da sua mão em minha face não me fez mais alegre e nem mais triste. Não tinha como o que já era ruim, ficar pior. Você nunca foi minha, Haruhi. Talvez por isso eu queria tanto tê-la pra mim, só pra mim. Ter que dividir você com os outros era doloroso demais; porém, — como eu já disse — você nunca foi minha.

Levei a minha mão até o local do tapa para parar o ardor.

— Eu estava preocupada. Você está estranho hoje... Por isso eu vim... – sua voz passou de firme para gradualmente ganhar um tom de tristeza – Mas pelo jeito você prefere ficar sempre só.

Você começou a afastar-se, caminhando para longe de mim outra vez. Poderia eu aceitar isso novamente sem nada fazer? Abaixei a cabeça e sorri de desgosto por mim mesmo. Era só isso? Não. Eu não queria que fosse só isso, não dessa vez. Puxei-te o braço lentamente, trazendo-a para perto de mim em outro abraço; porém, dessa vez, mais gentil e verdadeiro que o anterior.

- Desculpe – soprei sobre teus cabelos tão castanhos quanto teus olhos – Eu nunca consigo dizer palavras amigáveis a você, não é? Gomen ne, Haruhi. – apertei-te contra meu peito para depois soltá-la.

Teu rosto estava tão enrubescido como na limusine. Você me devolveu o teu sorriso doce e maneou positivamente com a cabeça. Em seguida puxou-me pela mão para que eu a seguisse.

“Obrigado, Haruhi...”

Após alguns passos você soltou minha mão e iniciou uma breve corrida.

— Estamos atrasados!

— Já estou indo, Haruhi... Estou bem atrás de você.

Eu ri das minhas próprias palavras. Eu deveria saber que você sempre estaria a minha frente; porém, uma parte de mim ainda queria tentar. Queria ser corajoso o suficiente, não para correr a tua frente, mas para correr — para sempre – ao seu lado.

Mas eu não me importo com o que dizem,

Eu estou apaixonado por você,

Eles tentam me afastar

Mas eles não sabem a verdade,

Meu coração está danificado na veia

Que eu continuo fechando

Você me corta e eu

Sangro,

continuo, continuo sangrando de amor

Sangro,

continuo, continuo sangrando de amor

Sangro,

continuo, continuo sangrando de amor

Você me corta, e eu

continuo, continuo sangrando de amor

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