Blackmail

5 Deserve a reward?


Já tinha anoitecido, o trânsito estava caótico na cidade; nada fora do normal. Ele estava ansioso e não via hora de encontrar o moreno, queria ouvir a ideia dele e se tivesse sorte seria algo que o ajudaria sair dessa chantagem. Tinha pegado um taxi, pensando em chegar mais rápido. Mas, se culpava por não ter ido de metrô; estava preso em um congestionamento. Faltava so alguns quarteirões e talvez andar o faria se acalmar um pouco

-Vou descer aqui. -Informou ao motorista.

-Tudo bem, deu $ 21,75. -Disse o motorista.

Erick pegou sua carteira do bolso e jogou uma nota de 50 ao motorista.

-Pode ficar com o troco. -Ordenou o ruivo enquanto guardava sua carteira.

Saiu do carro rapidamente, andou por alguns minutos e logo estava no endereço em que foi instruído a comparecer. Parecia um armazém antigo que tinha sido convertido em prédio. Analisou a lado da porta o interfone, apertou o número 69.

Erick não sabia o que estava fazendo ao certo ali, tinha se convencido que iria ser para ouvir a ideia de Jason de como se livrar do chantagista. Mas, sabia muito bem que o beijo que trocou com o moreno tinha mexido consigo, não sabia ao certo o que significava; tudo estava tão confuso.

-Quem é? -Jason inquiriu pelo interfone.

-Sou eu, o Erick. -O ruivo respondeu.

Ouvisse um estalo metálico e porta estava aberta. Erick adentrou ao saguão do prédio, não tinha nada a não ser portas. Na frente de uma estava Jason, usando um suéter preto, jeans e pantufas de coelho. Erick não pode deixar de rir ao notar o calçado do moreno

-O que foi? Eu amo coelhos. -Disse Jason dando passagem para Erick adentrar o apartamento.

O ruivo adentrou ao apartamento, era um lugar simples, possuía uma cama, um sofá, uma mesa e uma TV antiga que estava no chão.

-Qual sua ideia? -Perguntou o ruivo enquanto andava pelo apartamento.

-Andei pensando. — Disse Jason ficando de frente para ruivo. -Eu quero minha recompensa antes.

O moreno foi se aproximando e tomando os lábios de Erick, a língua pedia passagem que foi cedida relutantemente. As mãos do moreno, já deslizavam pela coxa do ruivo. Eles separam depois de alguns segundos. Mas, o ruivo puxou Jason para si, e voltou a explorar a boca do outro.

Jason parou o beijo e tirou a camiseta do ruivo, começou a deixar marcas em seu pescoço e morder sua orelha, enquanto apertava um dos mamilos de Erick. Sua mão que estava livre, se encontrava esfregando a masculinidade de Erick por cima da calça.

Erick soltou um gemido abafado, seu membro já estava completamente rijo no momento em que Jason o havia beijado e agora ele sendo tocado pelo moreno, mesmo que por cima da calça; parecia que o faria perder o controle.

Ambas a mãos do moreno se concentravam agora em abrir a calça de Erick. As bocas voltavam a se explorar, as mãos do ruivo apertavam as nádegas de Jason.

O beijo foi interrompido, Jason se ajoelhou, tirou a calça de Erick junto com a sua cueca. O membro já saltou rijo, o moreno abocanhou o pênis e iniciou uma sucção, o ruivo colocou sua mão na cabeça do outro guiando os movimentos e ainda movia seu quadril fazendo sua masculinidade ir mais fundo na garganta do outro.

Erick gemia roucamente era inusitado para estar com o homem. Jason sabia exatamente o que fazer e o melhor modo lhe dar prazer. Ficaram alguns minutos assim, mas o moreno tirou sua boca do falo do ruivo.

Erick iria protestar; queria que a felação continuasse. Jason levantou-se e tomou os lábios do ruivo, o fazendo sentir seu próprio gosto. O moreno foi guiando Erick à cama, ambos se exploravam com bastante intensidade.

O ruivo colocou sua mão dentro da calça do moreno apertava as nádegas, Erick o penetrou com um dedo. Jason interrompeu o beijo e tirou sua camiseta, enquanto Erick forçava seu dedo em sua entrada.

-Não vejo a hora de estar aqui dentro. -Sussurrou o ruivo com a voz rouca.

De súbito, o ruivo tomou a iniciativa e voltou a beijar os lábios do moreno com volúpia. Ambos se entreolharam e o moreno fez menção de se abaixar, dando rapidamente ao ruivo a chance de tê-lo para si.

-Você já fez isso, né? –Perguntou o moreno ao ruivo, quando o mesmo já ia direcionando o falo até a entrada destrambelhadamente.

-P-por que a pergunta? –O ruivo congelou.

-Eu geralmente não faço sexo anal sem cunete ou lubrificante; no duro dói. –Disse o moreno, sem pestanejar.

-A-ah. Não...

O moreno riu e moveu-se sensualmente à escrivaninha próxima à cama. Fez menção de mandar aquele olhar “eu te seduzo” para o ruivo e, depois de pegar o lubrificante, pediu para que Erick o passasse em seu ânus.

Erick obedeceu e passou, excitando-se na hora em que viu o outro postar-se de quatro com a abertura totalmente à sua vontade.

-Me fode. –Disse o moreno sem pudor.

Erick então finalmente entrou em Jason vagarosamente. Ambos gemeram baixo até que finalmente Erick entrou totalmente em Jason. Mas não fez algum movimento. Jason que tomou a iniciativa rebolando no pênis enterrado em seu corpo. Apoiava-se na cabeceira da cama. Quem começou a gemer primeiro foi o ruivo. Ele, portanto, começou os movimentos de vai e vem. O concurso de gemidos tomou conta do apartamento do moreno

Com o passar do tempo, Erick aumentou a velocidade tornando o “concurso” mais disputado, de tão alto que os tons se tornaram. O moreno desde o começo massageava seu próprio pênis e sempre se contraía com as estocadas do ruivo e com o prazer da sua masturbação e da pressão que o pênis de Erick causava.

Erick estava tomado pelo prazer, não queria saber se Jason era homem, mulher ou formiga; ele certamente iria ter prazer com ele, não importasse como.

-Senta em mim. –Ditou Erick.Sem responder, saiu de seu apoio e sentou no falo do ruivo. Sentou com toda a força do mundo e quicou no pênis que nem bola quando bem chutada. Os gemidos não eram mais medidos; eles gemiam conforme os convinham.

Finalmente, Jason gozou e, por consequência, contraiu sem ânus e fez o outro gozar também. Jason desabou ao lado do ruivo e respirava ofegante. O ruivo começou a ter seus pensamentos de volta.

Não acreditava que essa era a segunda vez que havia feito sexo com Jason, não se lembrava da primeira mas, nessa ele esteve bem consciente. Estar com o moreno era diferente ele sabia o que fazer e o melhor modo de excitá-lo relutantemente admitiu a si mesmo; que ele era melhor do que muitas mulheres com quem ele já havia ficado.

O moreno ao seu lado se mexeu, sua respiração já estava normalizada. Jason se posicionou do melhor modo possível e voltou a abocanhar o membro de Erick; ele lambia toda a extensão e o engolia completamente já que ainda estava flácido.

O moreno enquanto iniciava a sucção, já tinha uma visão perfeita da entrada do ruivo. Forçou um dígito e sentiu o ruivo se contrair. Aumentou seus movimentos com a boca fazendo com que o outro se concentrasse no prazer que lhe proporcionava.

Erick ao sentir que Jason o penetrava, sentiu uma dor intensa, nunca tinha sido tocado naquela área, sentiu o moreno a começar a mover o dedo dentro de si. Era algo que o incomodava no começo, mas agora sentia até uma sensação boa.

Sentiu o moreno introduzir mais um dígito; dessa vez a dor não era tanta, igual à primeira. Logo, já havia se acostumado e sentiu o moreno começar a movimentar. Ele continuava com a felação seus movimentos estavam mais rápidos; seu membro já estava rijo novamente.

O moreno parou a felação e tirou os dedos de dentro de Erick, antes que pudesse protestar ele se posicionou e colocou sua língua na entrada do ruivo. Lambia toda área e sentia o ruivo se remexer na cama de prazer.

Ao mesmo tempo em que Jason realizava o cunete, ele o masturbava em um ritmo frenético. Seu corpo se contorcia, sentia que logo chegaria ao ápice novamente. Seus gemidos podiam ser ouvidos por todo o quarto.

Na medida em que seus gemidos aumentavam e seu corpo se remexia na cama, Jason aumentava os movimentos com a mão. Sentiu seu membro se contrair, gozou na mão de Jason e sujou seu próprio abdômen. O moreno parou com o cunete, e deitou-se ao lado do ruivo.

-Na próxima não serão só os dedos. -Disse Jason em um tom malicioso.

Um som de um baque pode ser ouvido; o ruivo olhou para o moreno, querendo saber o que seria.

-Não é nada. -Ditou o moreno.

Mais uma vez; o barulho pode ser ouvido.