Black Rock Shooter- A Ultima Lagrima
26 Um Campo de Batalha
No meio da densa neblina que cobria a desértica cidade inabitada que parecida estar a se desfazer no ar por questão dos diversos estragos causados pela mítica “Mestra das Marionetes”, estava firmemente em pé meio a rua destruída e esburacada, a morena cujas marias-chiquinhas sacudiam na direção em que o forte vento soprava trazendo consigo uma densa poeira que não misturava-se ao ar quente daquele dia ensolarado de derreter a pele.
Todo o lugar parecia estar num clima calmo... Porem extremamente tenso de dar calafrios em suas almas, mas isso não parecia ser o suficiente para afetar o único ser visível em uma situação de tensão como aquela, que parecia caminhar lentamente enquanto se mantinha firme e silenciosa como era de seu natural costume. Cessou seu deslizar de passos mediante a um vasto cruzamento e assim permaneceu por alguns curtos segundos até, em meio a ventania que tendia aumentar e envolver Black Rock Shooter enquanto arrastava folhas de jornal rasgadas e sujas e as atirava por toda a parte, um veloz vulto negros mexeu-se da vitrine de uma das desoladas lojas de conveniências destruídas.
A garota de preto apenas ignorou a presença do vulto que para ela repercurtia na cena como o estrondo do pisar de um gigante e manteu-se nesse patamar até que vários vultos em toda a parte passaram a agitar-se rapidamente, como se a cercassem cada vez mais.
A menina apenas permaneceu parada á olhar para frente, ela sabia o que estava por vir depois desta cena curiosa, e parecia bem preparada para enfrentar tal desafio... Bem preparada mesmo...
-Nossa, não é que você se atreveu a voltar pra ver a morte de frente hein, tô impressionada... – Disse a mesma voz da loira de antes que pareceu emergir em meio á neblina densa que cobria á tarde. Sobre a beirada de um prédio, a loira ria sadicamente a olhar para a menina que fitou á até sua alma com um olhar de intenso ódio enquanto ergueu lentamente seu braço direito estendendo seu dedo indicador e apontando para a loira inexpressivamente enquanto ambas sentiam o cortante vento de uma tarde quente de verão.
- Veio lutar ou apontar? – Ela ironizou para logo em seguida em um estalar de dedos dar a ordem para os ditos “zumbis” Emergirem das sombras, cercando-lhe novamente enquanto permanecia calada inexpressivamente, porem, desta vez com um tom irônico em seu olhar frio.
- Então, é nessa covardia que você luta, senhorita Mestra das Marionetes? – Falou uma voz um tanto quanto doce, porem grossa, que ria sarcasticamente e se aproximava para revelar sua face.
Acompanhada da, assustada que se escondia atrás da “menina” enquanto carregava uma enorme e enferrujada espingarda negra, Hotaro e o Prefeito da cidade, caminhava ironicamente a perturbadoramente distorcida Calcium Girl com uma estranha risada sádica a fitar a loira impaciente.
- Ah, você deve ser a “menina” distorcida e eremita que vive fugindo e se escondendo no lixo, certo? – Ironizou a loira rindo como uma cruel criança psicopata.
- Pois é, e porque não vem aqui e me enfrenta invés de usar bonequinhas, sua garotinha fracote mimada? – Falou Calcium com um olhar psicótico de dar arrepios e tirar qualquer um do serio enquanto cerrava um de seus olhos e esbugalhava o outro.
A loira serrou os punhos junto a seus olhos flamejantes de ódio aos ouvir as palavras irônicas de Calcium, enquanto Hotaro apertava o braço do prefeito com medo e hesitante.
- Garo...Tinha mimada... – Ela murmurou enquanto se levantava do terraço do redio imundo em que estava com o ódio a mil. – ENTÃO VAMOS VER COMO REAGE A LUTAR COM ESSA GAROTINHA!!!
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