Bittersweet.

18 18. Eu disse que ele tinha acordado.


Notas iniciais
Well, estava protelando em escrever esse capítulo, não é uma cena muito fácil de se escrever dada as circunstâncias e eu sinceramente não gosto de postar trechinhos ao invés de capítulos de tamanhos em minha opinião considerados adequados. Enfim, sem mais delongas, boa leitura.

Voltar à consciência parecia uma tarefa quase impossível para si, parecia engraçado como o ouriço que muitas vezes parecia completamente forte e inabalável estava agora perdendo a batalha contra sua mente que parecia o empurrar cada vez mais para os confins da inconsciência.

Sentia-se como se estivesse preso no fundo de sua mente, mas de uma forma estranha conseguia sentir o que acontecia ao redor ou pelo menos ele pensava que podia.

Sentia aquelas mesmas mãos desconhecidas tocando-lhe novamente, mas de uma forma estranha, seu pulso pressionado outra vez, como se para se assegurar de que seu coração ainda batia.

A sensação era como se ele estivesse se afogando, seu corpo flutuava de uma forma que ele não conseguia sentir nada ao seu redor, senão esse toque, era a única coisa que o prendia ao pequeno momento de realidade, como se ele precisasse de ajuda para sair de onde estava preso.

.

“O que está fazendo?” Ouviu uma voz feminina dizer, a forma como seu tom parecia genuinamente curioso e ao mesmo tempo temeroso.

“Verificando a pressão arterial.” Ouviu a segunda voz, da imagem desfocada que havia visualizado mais cedo. Tão tinha certeza do porquê, mas seu tom frio e tenso o fazia sentir-se com medo, o modo como sua voz parecia com quem estivesse tentando conter algo que estava a machucando.

“Ele está” Tentou dizer aquela primeira voz, parecia alerta.

“Não, ele está bem, mas...” Deixou sua sentença no ar, embora ele estivesse em dúvidas se ela havia interrompido realmente ou ele que não conseguia apreender mais a conversa daquelas garotas que não sabia quem eram, só que as desconheciam totalmente.

“...não acho prudente... saber sobre isso... não é a hora.... G.U.N” Tentou focar na conversa, mas apenas absorvia pequenos fragmentos, como se estivessem longe e ao mesmo tempo perto, o volume da conversa por vezes oscilava, como se alguém estivesse brincando com o volume de um aparelho de som.

“... sangramento... estável...” E então sua mente desligou e só lhe restou a escuridão.

.

O tempo parecia correr preguiçosamente quando ele parecia ainda preso em sua própria mente, mas uma palavra se repetia em sua mente, sem voz, como se ele apenas a lesse sem som.

Sangramento.

Aquela palavra parecia não fazer sentido para si, não até que todas as suas lembranças retornaram a sua mente em um jorro de imagens desconexas.

Shadow cozinhando, tonturas, vômito, Rouge, testes de gravidez, o pânico, a resposta positiva.

E então sua fuga.

Ele se sentia como se estivesse preso em um sonho ou melhor, um pesadelo. Era como se não pudesse acordar.

Ele via sua vida mudar como um telespectador, não podia fazer nada para mudar o rumo para o qual estava indo e tudo apenas devido a apenas alguns testes positivos, a possibilidade de algo tão grave parecia tão surreal há apenas alguns minutos antes, foi quando toda a realidade lhe dera um belo de um soco no estômago lhe tirando todo o ar e equilíbrio que ainda pensava ter.

O quão irresponsável ele foi? Nem ao menos sabia onde estava, muito menos com quem estava.

Um medo lhe dominou, assim como o desespero de que algo de ruim lhe acontecesse.

Quem lhe havia encontrado? E por quê?

A incerteza e o medo eram fortes o suficiente a ponto de fazer seu estômago doer.

Suas pálpebras tremeram sutilmente, uma tentativa de voltar a consciência. Suas orelhas começaram a se remexer como se em desconforto, refletindo o sentimento que havia em si.

Aos poucos, o ambiente parecia real.

O eco fraco do transito movimentado, como se ele estivesse alto o suficiente para que o barulho característico de cidade não fosse tão alto quanto fosse se ele estivesse andando pela calçada. Ouvia um zumbido baixo, na qual ele não sabia a origem, mas sabia que era algum aparelho eletrônico em funcionamento. O ar era confortavelmente fresco, não tão quente, nem tão frio, mas em um equilíbrio intrigante enquanto ele percebera que de alguma forma estranha, sentia mais calor que o costume, o ar razoavelmente equilibrado lhe trazia uma sensação boa, apesar de ainda desconhecer onde estava.

Lentamente, como que se câmera lenta, seus olhos iam se abrindo, mesmo apesar do medo do desconhecido, ele finalmente decidiu arriscar.

A luz mesmo que não tão forte, o fez piscar os olhos que há muito estavam fechados, demorou algum tempo, mas por fim eles se acostumaram com a luminosidade estranha e assim pôde finalmente apreender sobre onde estava.

Era um quarto amplo e branco, cortinas brancas decorando a janela de vidro ampla, ao olhar através da abertura pela qual podia ver o vento balançar suavemente o tecido alvo, observava que faltava pouco tempo para o anoitecer, deu um leve suspiro, ao notar que não podia ver o céu azul que tanto estava acostumado, mas sim prédios que lhe bloqueava toda e qualquer tentativa de ver até mesmo as nuvens.

Não estava em um hospital, era a única certeza que tinha, apesar do quarto branco.

Olhou ao redor vagarosamente, enumerando mentalmente cada móvel que via em seu campo de visão, ainda incerto se devia ou não tentar se levantar enquanto sentia a cabeça doer.

Um guarda-roupa, uma escrivaninha com alguns papéis que de seu campo de visão não podia ver nada que poderia estar neles, duas portas cujo a destinação ele tampouco fazia ideia.

Tentou se levantar, com impaciência enquanto queria conhecer quem é que fosse que lhe havia oferecido ajuda, mas se arrependeu quando a náusea lhe atacou com força, seus olhos de relance pegou o vislumbre de um balde, não sabia qual a razão para o qual alguém o colocaria ali, nem sabia que talvez possa ter sido colocado ali para ele.

Seu estômago apertou, a sensação de que algo o torcia e retorcia doentiamente, mesmo sabendo que não tinha absolutamente nada para ser expulso ali, se empurrou para a frente, tentando ser o mais rápido possível para arrebatar o objeto deslocado em suas mãos, já sentia o gosto ruim do vômito lhe subindo à garganta, somado a sua dor de cabeça era praticamente insuportável.

Talvez aquele balde não fosse tão errado de estar ali, mas não via razão alguma para que, quem quer que fosse o tivesse colocado ali apenas por colocar, havia algo de estranho ali que ele não fazia ideia do que pensar.

Sentiu o líquido subindo a garganta, ácido e quente, não pensou quando colocou o rosto no balde e apenas esperou quando o vômito saiu.

Ouviu o som estrangulado de sua garganta quando o líquido preenchia aos poucos o fundo do balde azul, suas mãos começaram a tremer, quando algo mais se assomava a equação, a fraqueza.

O som da porta sendo aberta chegava aos seus ouvidos que mesmo contra sua cabeça ainda não haviam perdido a sensibilidade, muito pelo contrário, ele nunca esteve tão consciente dos sons do ambiente quanto naquele momento.

Ouviu quando passos apressados se distanciaram, porém não ouviu o som da porta sendo fechada, mas esse detalhe pouco lhe importava quando sentia como se seu estômago estivesse sendo comprimido e retorcido, o gosto ruim na língua enquanto o balde tremia pelas mãos fracas que o segurava.

Passos soavam e ressoavam por seus ouvidos, como ecoados pelo corredor vazio, mas não conseguia compreender o motivo da aparente pressa de quem quer que seja. Nada fazia sentido para si enquanto sentia a dor de cabeça forte, o estômago dolorido e ainda sua espinha gelar.

Algo como um temor ainda conseguia espaço suficiente em seu mar de dores para lhe incomodar. E se estivesse em mãos perigosas?

— Eu disse que ele tinha acordado. — Ouviu o sussurro baixo, mesmo com o tom razoavelmente baixo, ainda podia reconhecer como sendo uma das vozes que tinha ouvido mais cedo, embora ainda não pudesse dizer com certeza se era ou não.

— Estou vendo. — Apesar da voz ser baixa, ainda podia ouvir alguma tensão que ele desconhecia a razão.

Ouviu passos se aproximando de si, parecia como se a mulher estivesse calçada de saltos pelo som de contato contra o piso. Não precisava olhar para saber que tinha parado ao seu lado, mas não conseguia força o suficiente para levantar a cabeça e encarar quem é que fosse.

— Como se sente? — Perguntou a segunda voz, calma, mas ainda havia aquele resquício de tensão que de alguma forma o incomodava.

“Péssimo, horrível, um lixo...” Eram algumas das palavras que ele queria expor, mas o único som que conseguiu foi um som estrangulado enquanto sua voz era abafada pelo balde.

Viu quando o balde desapareceu debaixo de seu rosto, deixando-o com a visão de suas pernas cobertas por um lençol leve que não parecia estar sendo usando com o propósito de o aquecer, queria dizer algo, qualquer coisa, mas sua garganta parecia fechada depois que o refluxo terminou. Deixando-o incapaz de pronunciar qualquer palavra, mesmo que quisesse.

Sentiu quanto dedos tocavam suas costas revestidas de espinhos, mas com tanto cuidado que ele não se preocupou se podia machucar sem intenção quem parecia estar sendo tão hospitaleira que muitos dos que conhecera. A outra mão tocou seu peito, calmamente e com uma segurança cautelosa, o empurrando suavemente de encontro contra o colchão e consequentemente o travesseiro, fechou os olhos sem saber a razão, talvez pela esperança mesmo que vã que a escuridão fizesse sua cabeça parar de latejar.

Sua cabeça tocou o travesseiro, mesmo que tivesse uma quantidade considerável de espinhos para realmente saber se onde estava deitado era tão confortável quanto parecia, ainda se sentiu melhor quando dedos estranhamente mais frios que o normal tocava-lhe a testa, a sensação era boa, parecia como se seu corpo estivesse sendo exposto ao calor.

Não conseguiu suprimir o suspiro confortável pela sensação de frieza.

— Melhor? — Ouviu o tom baixo, mesmo que estivesse de olhos fechados, o tom condizia com alguém que estava sorrindo.

— Sim... — Respondeu finalmente encontrando sua voz, mesmo que ela soasse rouca demais para seus ouvidos, talvez cansada demais para os seus padrões.

— Isso é bom. — Uma pausa. — Náuseas? — Perguntou casualmente de uma forma suave.

Franziu a testa, a resposta parecia tão clara, mas mesmo assim a pergunta lhe pegou de alguma forma despreparado. Ela o havia encontrado com o balde de certa forma não vazio, enquanto não conseguia ao menos levantar a cabeça.

Balançou a cabeça de forma afirmativa, não sabendo como sua voz soaria para a desconhecida, enquanto ainda mantinha a testa franzida.

— Acontece com frequência? — Perguntou em um tom que parecia profissional, abriu os olhos com leve surpresa, enquanto uma pergunta não verbalizada era refletida pelos olhos esmeraldas. Ela não foi lenta para perceber. — Entenda. — Deu uma pausa enquanto parecia pensar levemente sobre o que dizer. — Eu lhe encontrei desmaiando em uma espécie de mata, não é como se eu quisesse fazer algo para prejudicar-te. — Disse calmamente. — Permita-me ajuda-lo da melhor forma possível. — Pediu séria de forma com que, ao encarar aqueles olhos castanhos por trás das lentes do óculos que usava, ele se sentisse em um misto de medo e ao mesmo tempo segurança.

— Não que eu me lembre. — Começou dando-se por vencido na troca de olhares, não é como se ele não tivesse capacidade o suficiente para se defender sozinho, exceto pela parte de que, ele não estava mais sozinho.

— Comeu algo que não lhe caiu bem? — Perguntou ainda naquele tom estranho, que lhe fazia lembrar de um médico ao invés da morcega preta vestida casualmente como alguém que estivesse apenas no conforto de sua casa.

— Não... — Começou lentamente, o gosto do vômito ainda persistente na língua, fez uma careta. — Não consegui comer. — Sua voz soou ainda cansada, de forma com que as palavras não saíssem nada mais que sussurros.

— Por que não? — Ainda se perguntava por qual razão ela parecia estranhamente calma, apesar de claramente saber de que ele não era um desconhecido, ainda assim ela não o tratava da mesma forma com que muitos fãs o tratavam, apenas estava sendo cordial e de uma forma estranha, atenciosa também. Isso lhe confundiu, mas resolveu dar-lhe as respostas que ela queria.

— Acordei já com vontade de vomitar. — Respondeu meio contrariado. — Ia comer algo e depois correr quando... — Ele se interrompeu se perguntando se seria prudente ou não deixar com que ela saiba sobre o que aconteceu depois, Rouge com seus testes que em sua visão eram inúteis, a confirmação da gravidez que ele tampouco sabia que era possível, a fuga desesperada sem pensar nas consequências, a tontura e por fim o desmaio que o trouxe até onde estava.

Ele não estava preparado para dizer as palavras que tornava seu estado parte da realidade, não era tão simples como em teoria deveria ser.

A morcega suspirou, o que o fez olhar curioso em sua direção.

— Não irei pedir detalhes íntimos. — Afirmou. — Mas, correr em sua condição é loucura. — Comentou levemente repreensiva. — Não faz ideia do risco que corria? — Olhou para ele com olhos severos.

— Minha... condição? — Perguntou com receio, medo de que outra pessoa descobrisse sobre ele, sobre o que tinha crescendo dentro de si.

— Não se faça de ignorante, seu cheiro não mente, outros sinais me apontaram para a resposta mais óbvia do que causou todo esse alvoroço. — Foi direto ao ponto, olhando para o ouriço com a face inexpressível.

— Eu... — Tentou dizer, mas sua garganta parecia fechada, como se estivesse com um bolo nela o impedindo de falar.

— Não estou aqui para julgar-lhe, mas para de alguma forma lhe ajudar, claro, apenas se for de sua vontade. — Suspirou repondo a máscara de tranquilidade enquanto ele parecia nervoso. — Não precisa temer, não é como se você fosse uma aberração. Apenas... uh, é um caso diferente do normal, mas não tão raro ou impossível do que você deve imaginar. — Sorriu meio pesarosa. — Tentamos manter certas informações em sigilo, para evitar certas, como posso dizer... — Pausou um pouco, talvez pensando em como colocar a questão em palavras simples. — divergências de opiniões.

Ele o olhou em confusão, abriu a boca fazer a pergunta mais óbvia, mas ela foi mais rápida.

— Os overlanders temem o que nós, mobianos significamos. — Começou sem emoção, como se apenas estivesse recitando algo que há muito tinha decorado. — Somos parecidos e ao mesmo tempo diferentes, apesar de tudo, tempo algumas peculiaridades intrigantes por assim dizer, vivi tempo o suficiente para saber que o que para nós não é tão monstruoso, para eles é tratado como bizarro e anormal.

Seus ouvidos estavam inclinados para ela, enquanto ela havia retirado a mão que ainda permanecia em sua testa. A viu caminhar para a escrivaninha, pegando uma caneta e escrevendo rapidamente algo em um dos papéis que estavam espalhados, por fim terminou o que escrevia, deixou a caneta na mesa e saiu pela porta sem dizer nada enquanto Sonic parecia ao mesmo tempo surpreso e intrigado, quem era ela? Por que estava empenhada em lhe dizer aquilo?

Ouviu novamente seus passos se aproximando, seja lá o que ela tinha feito, já estava retornando. Havia muitas perguntas em sua mente, mas naquele momento ele só pensava em duas.

Ela entrou no quarto com algo em mãos, parecia uma toalha úmida.

Se aproximou dele lentamente e com cautela, enquanto calmamente lhe colocava a toalha gelada em sua testa suava e quente, o alivio lhe tomou como ela parecia de alguma forma interpretar suas reações e não parecia ter intenções de lhe causar nenhum mal, aos poucos ele parecia confiar na morcega desconhecida.

— Quem é você? — Perguntou enquanto sentia como frio da toalha parecia apaziguar lentamente a dor que sentia.

— Que indelicadeza a minha. — Disse cordialmente. — Chamo-me Mary, sou agente G.U.N. e você está hospedado em meu quarto de hospedes. — Disse calmamente, respondendo às perguntas mais óbvias sem necessidade dele as fazer, Sonic por outro lado sentia seu corpo enrijecer enquanto ele sentia a tensão lhe invadir.

Se não sentia medo antes do que poderia lhe acontecer, agora sentia pavor, ela era uma agente daquela organização que muitas vezes demonstrara que não confiava nele, mesmo que muitas vezes tivesse provado que não era digno de toda essa desconfiança. Sentiu medo do que poderia acontecer com ele, com o ser que carregava dentro de si e que era metade sua e metade Shadow, Sonic pela primeira vez estava preso em um dilema.

Até que ouviu a risada, era uma risada sem nenhum resquício de humor.

— Não me entenda mal, ouriço. — Disse a voz da morcega, soando sem humor. — Não sou como os overlanders que você teme, tampouco ajo como tal. Apenas estou exercendo minha função e você admitindo ou não, precisa de alguma ajuda. Seria falta de ética negar-lhe tal benefício que tantos outros com a mesma peculiaridade que você recebeu quando necessitou.

— Outros como eu? — Perguntou confuso. — O que eu sou? — Perguntou com um misto de curiosidade e desespero.

— Sim, há mais. Entretanto são informações que preferimos manter em sigilo, em respeito a imagem deles. E sobre o que você é... Uh, estou surpresa que não saiba, mas é algo que é compreensível dada as circunstâncias. — Suspirou de certa forma levemente cansada. — É um caso diferente, mas dada a frequência de ocorrência em nosso meio, deixamos de considerar como uma anormalidade, mas sim como uma peculiaridade, muitos até podem passar a vida toda sem ao menos saber o que são. — Colocou a mão no queixo, divagando. — O que me leva a pensar... uh... você pelo visto desconhecia... me questiono como...

— Me diz o que eu sou! — Interrompeu exasperado antes que ela pudesse formar a pergunta que ele sabia que ela faria, não queria expor sobre sua vida particular. Ela apenas deu de ombros, ignorando o assunto por hora.

— Você é um hermafrodita, Sonic. Você nasceu com ambos os sexos. E pelo que eu estou vendo, está carregando uma criança...

Seus olhos verdes se ampliaram, sua mente somente absorveu sobre ser hermafrodita, o resto apenas parecia palavras desconexas enquanto sua mente repetia a palavra em um looping interminável.

Tudo o que ele pensava saber, toda a sua vida, sua certeza sobre sua sexualidade, parecia escorregar diante de seus olhos.

Sua existência deixou de fazer sentido, assim como ele se sentia novamente sendo puxado novamente para a inconsciência.

A informação havia sido muito para sua mente suportar.

Notas finais
Caso houver quaisquer erros, sejam eles de digitação ou gramaticais, peço que por gentileza, me avisem. Comentem caso sentirem vontade, gosto de saber sobre a opinião de vocês. Até uma próxima. by: Shadow Shirami