Beware of Love
1 This is the Real Love
Notas iniciais
Espero que aproveitem ;)
O sentimento ruim em meu peito permanecia enquanto eu estava sentada encarando o lindo mar azul a minha frente. Tudo bem, não tão azul. Parecia mais um verde por causa das algas, mas... Enfim, esse não é o ponto.
Estava brincando na areia com meus pés – sinceramente, não sei nem o porquê estava ali, já que eu não gosto muito de praia e a evito ao máximo — quando o idiota apareceu. Odiei aquilo. Primeiro, porque eu sabia a sua intenção de surgir ali, e segundo, porque ele era um imbecil em um corpo de um adolescente muito bonito.
Ele tentou se aproximar, mas à medida que me alcançava, meu coração batia mais forte e logo meus pés criaram vida própria, dominando meu corpo e saindo dali como um leopardo.
- Agora você está aqui, dividindo um milk-shake comigo. – Trish balançou os longos cabelos negros enquanto repreendia-me com o olhar. Eu sabia que ela deveria estar me achando à maior covarde de todos os tempos, mas eu não podia fazer nada... Bem, eu podia, mas não queria no momento. — Você deveria dar uma chance ao garoto de se explicar... Quem quer que seja. – Ela esperou eu dizer o seu nome, o que não aconteceu, e a fez bufar fortemente. – Sou sua melhor amiga desde pequena, mereço saber o que causou tudo isso querida, afinal eu morava longe e mereço ser atualizada das coisas agora que estou de volta. – A garota fez um incrível bico que me deu vontade de batê-la por conseguir me chantagear tão facilmente.
- Mas eu preciso te contar tudo desde o princípio, ok?
- Claro. Temos uma longa e ensolarada tarde pela frente. – Ela me deu sua piscadinha sexy e eu ri, sentindo-me aliviada.
- Por onde eu começo? Ah sim...
Há seis meses eu conheci o infeliz. Eu estava em uma festa na casa da Kira, uma garota incrivelmente popular, que consegue ser simpática quando quer. Eu não estava nos meus melhores dias, então aquela barulheira eletrônica não fazia o efeito de me animar, como antigamente, então apenas fiquei sentada em um sofá, observando o Dez dançar satisfeito com algumas garotas a sua volta. Decidi sair um pouco da loucura que estava ali e fui em direção ao quintal, mas fui interrompida, já que alguém derrubou todo seu copo de cerveja em cima de mim.
E por alguém, eu quero dizer, alto, com olhos caramelados hipnotizantes, pele bronzeada de revista, cabelo loiro meio bagunçado e extremamente sexy, lábios não tão grossos, mas perfeitos de beijar, braços fortes e perfeitos para abraçar e um maxilar maravilhoso, completo com uma nuca incrível apenas coberta por um cordão escondido em uma camiseta branca de botões.
Fiquei um tanto estressada, mas o momento me fez rir, já que meu mês não estava dos melhores, minha auto estima estava para baixo, minha casa estava uma bagunça, minha vida estava uma zona e o que mais poderia faltar? Um garoto lindo e assustado na minha frente, possivelmente bêbado, derrubar sua bebida pegajosa em mim.
Ri por causa da raiva que eu sentia, da dor que invadia minha mente e da sua expressão, que passou de assustada para confusa.
- Você está... Bem? – Ele perguntou-me com certo ressentimento em voz. Acenei enquanto observava o estrago feito em minha blusa de tricô. Pensei em tirá-la, mas com o frio que estava fazendo lá fora, com certeza ficaria com uma possível hipotermia, então deixei quieto. – Tem certeza? – Concordei e passei por ele, deixando-o parado ali como uma estátua.
Passei pelo portão de vidro e andei até as escadas, onde me sentei nos degraus inferiores, respirando fundo. Senti o vento gelado em meu rosto e resolvi tirar a blusa, porque o líquido estava piorando a situação álgida.
Logo senti o arrepio forte correr pelos meus braços desnudos e arrependi-me por não ter trazido um casaco.
Quando pensei em voltar para dentro e puxar o Dez para ir embora, alguém colocou uma jaqueta nos meus ombros e eu pulei de susto.
- Desculpa. – O garoto de anteriormente estava parado a minha frente e eu estranhei sua ação. – Achei que você ficaria com frio por estar aqui fora, então te trouxe algo. – Olhei para o couro em meus ombros e a vesti. O cheiro de sua colônia era gostoso e fazia-me lembrar de... Uma brisa de verão?
- Obrigado. – Sentei-me novamente e ele repetiu minha ação, ficando ao meu lado.
Começamos a conversar durante um longo tempo, mas fomos interrompidos quando vi um ruivo sair da casa gritando e vomitando. Eu sabia muito bem quem era aquele ruivo...
- Tenho que ir. Meu amigo já ultrapassou seu limite, e quando isso acontece... Coisas ruins sempre ocorrem.
- Posso ter seu número pelo menos? – Pensei em não dar-lhe, pois isso poderia passar a impressão de que eu estava interessada, mas... Que mal isso pode fazer?
- Claro. – Peguei seu celular e digitei rapidamente meu número.
- Por falar nisso, qual o seu nome?
- Ally E o seu?
- Austin.
- Bonito nome. – Devolvi seu celular e lhe dei tchau. Quando estava me afastando logo escutei sua voz.
- Podemos nos encontrar um dia desses? — Ri com sua pergunta.
- Talvez. – Gritei para o mesmo enquanto via um sorriso grande aparecer em seu rosto. Não o brincalhão, das piadinhas que fizemos enquanto conversávamos, mas um verdadeiro e bem brilhante.
Meu coração bateu mais forte em meu peito com tal ato, mas logo tratei de esquecer, enquanto corria para socorrer meu best, que estava encurvado sobre uma moita.
- Amore! – Ele arrastava as palavras e eu sabia que o mesmo estava mais bêbado que qualquer pessoa dali naquele momento.
- Vamos para casa.
- Mas já?
- Temos que ir. – Ele fez um enorme bico enquanto vinha tropeçando. Ri de sua falta de equilíbrio e apoiei seu braço em meu ombro, o acudindo.
- De quem é esse casaco? – Percebi que ainda estava com a jaqueta do Austin e bati-me mentalmente por ser tão esquecida. Olhei para onde estávamos, mas o garoto havia sumido.
Definitivamente iríamos nos encontrar de novo.
*
- Então vocês se conheceram em uma festa? – A Trish sorriu, enquanto brincava com o copo que já estava vazio a um bom tempo.
- Exatamente.
- Prossiga. Quero saber onde tudo isso vai dar. – Um sorriso malicioso apareceu em seu rosto, e eu revirei os olhos com sua falta de ingenuidade.
- Bem...
No Domingo à tarde eu estava na casa do ruivo, assistindo um filme com um delicioso pote de sorvete, até eu receber uma mensagem.
De: Número Desconhecido
Minha jaqueta ficou com você? Não consigo encontrá-la. – Austin ;)
Sorri com seu emoji e logo respondi.
Ficou sim. Acho que ela está cheirando a cerveja... Desculpa.
Estamos quites agora. Sua camiseta e minha jaqueta.
Nunca estaremos quites. Você terá que ser muito legal para compensar minha blusa. Tive que botá-la no lixo.
SÉRIO?
Brincadeira. Desculpa, eu tive que dizer isso.
Não gostei. Pareceu até que eu tinha sido o mal da história.
Mas você é mal.
Hahaha, engraçadinha. Quando nos veremos de novo?
Pensei em não responder como se eu estivesse muito entusiasmada, mas... Eu tinha gostado de conversar com ele e sabia que queria vê-lo novamente.
Está livre amanhã depois da aula?
Eu sou capitão do time de basquete da minha escola, então só lá pelas sete. Pode ser?
Claro. Você vem me buscar?
Só se você jantar comigo.
Fechado então hahaha. Te mando meu endereço mais tarde. Até.
Até ;)
- Quem manda emoji hoje em dia? – Assustei-me com meu amigo, que agora estava quase em cima de mim, observando minha conversa.
- Dez!
- É o garoto da jaqueta?
- Dez! – O repreendi novamente.
- Sim, esse é meu nome, eu já sei. – O mesmo revirou os olhos, estressado. — Mas enfim, é o bofe maravilha?
- Ele mesmo.
- Encontro amanhã? – Seu sorriso travesso apareceu.
- Ele é meu... Amigo.
- Hesitou quando respondeu a posição do bofe. Isso significa que você quer que ele seja algo a mais ou ele já é algo a mais?
- Eu o conheci ontem Dez. Além do mais... Ainda não estou pronta para seguir em um relacionamento. – Ele suspirou, compreendendo a situação.
- Tudo bem. – O mesmo abraçou-me de lado. – Eu te entendo. Consegui o número de uma garota ontem, mas depois da Carrie... Meu coração nunca será o mesmo. – Ele chorou e eu passei o resto da noite consolando meu amigo, esquecendo completamente do filme.
*
- O Dez nunca bateu muito bem das ideias.
- Posso terminar de falar?
- Ai! Meu braço foi arrancado depois desse seu corte. – Minha amiga fez um biquinho e eu ri, voltando a acostumar-me com seu jeito doido. – Mas sim, pode terminar de falar.
- Obrigado. Então...
No outro dia, quando chegou à hora, arrumei-me rapidamente com algumas roupas que havia separado – com algum help, claro — e esperei o Austin aparecer. Assim que chegou, entrei em seu carro e logo lhe devolvi sua roupa. Ele sorriu e seguiu dirigindo. Saímos, nos divertimos, comemos, conversamos e desfrutamos da companhia um do outro.
Marcamos para sair no outro dia novamente e eu concordei satisfeita. Passamos os próximos dois meses saindo sempre que podíamos e eu me acostumei totalmente com sua presença.
Sempre que eu estava ao seu lado, meu coração bombeava fortemente. Eu não sabia se aquilo era de uma possível arritmia, ou se era amor (com minhas anteriores experiências, eu sabia que aquilo não era possível, já que meu velho amigo estava fechado para reformas). Minha respiração parava a cada toque gentil que ele dava não intencional – ou intencional, dependendo de sua mentezinha suja – e minha mente lembrava-se de seus olhos nos momentos mais inusitados. O som de sua risada me dava certa estranheza no estômago e eu tentava me convencer de que não era nada demais.
Em um dia que ele havia aparecido na minha escola de surpresa (era o último dia de provas do semestre), o Dez insistiu em ir ao parque conosco, e o Austin aceitou feliz (menos a sua expressão, que parecia de dor) por conhecer um de meus mais íntimos e antigos amigos.
Estávamos em um banco, tentando contar os patinhos do lago, quando o Aus disse que precisava fazer uma ligação e eu estranhei sua ação, mas assenti, deixando-o saber que estava tudo bem.
- Ele gosta de você. – O ruivo falou na maior cara de pau quando o outro garoto já estava bem distante.
- O quê? – Meu amigo sorriu brilhantemente.
- Os olhos lindinhos dele brilham sempre que te olham. Assim que me viu uma carranca apareceu no seu rosto, o que significa que o ciúme domina seu corpo. E quando você estava tentando jogar um pedaço do pão do seu sanduíche no lago ele ficou te observando como se fosse à última garrafa de água do mundo inteirinho.
- Então... Ele gosta de mim? – Estranhei aquela frase sair de meus lábios, tentando achar algum tipo de falha nela...
- Não acho que gosta. Acho que te ama. – Achei ridículo o que saiu de seus lábios, e logo rebati com minha longa explicação.
- “Amor”, como o dicionário diz, “é um sentimento intenso que induz a aproximar, a proteger ou a conservar a pessoa pela qual se sente afeição ou atração”. Ele deve ser construído com o tempo, fazendo o casal confiar um no outro. Fazendo com que os dois não tenham segredos. Criando e derrubando barreiras. Movendo mundos. E isso definitivamente não é amor. É mais como uma atração totalmente física, já que, encarando os fatos, ele é lindo.
- Enquanto você tenta negar, o garoto cria expectativas, você sabia? Todos nós temos esperanças Ally Dawson, e só porque um babaca fez com que as suas fossem exterminadas, não quer dizer que ele não quer ter algo com você. Cresça Ally, novas paixões vão aparecer e possivelmente, serão melhores que as anteriores. – Suas mãos se fecharam em punhos, e eu sabia que meu amigo estava estressado. Eu não queria respondê-lo, por que sabia que o mesmo estava certo, então apenas o encarei. Seu discurso não tinha sido só para mim, mas como para ele, por isso seus olhos estavam molhados.
- Als, Dez, eu trouxe... – O loiro olhou para nós enquanto segurava dois refrigerantes. – Vocês estão bem?
- Quero ir para casa. – Meu amigo levantou-se enquanto seguia para o estacionamento.
Seguimos atrás do mesmo e eu lhe deixei em casa, parando um tempo para vê-lo entrar em seu lar. Soltei um suspiro profundo, pois eu sabia que o Dez não estaria de bem comigo até, pelo menos, amanhã à tarde.
- O que aconteceu entre vocês?
- O ruivo se estressa facilmente. Só isso. – Dei de ombros enquanto ligava o carro novamente e dirigia calmamente. Ficamos em silêncio, algo que raramente acontecia, e quando estávamos na rua de sua casa, surpreendi-me com sua voz que ressoou pelo automóvel.
- Als, eu preciso te contar uma coisa e senão for hoje, eu acho que nunca vou ter coragem novamente. – O olhei pelo canto do olho e sua expressão estava séria. Parei o carro e o encarei.
- Continue.
- Eu... Já faz um tempo que eu queria te dizer isso, mas... – O mesmo começou a ficar gago e nervoso e eu sabia exatamente quais seriam suas próximas palavras, por isso o impedi.
- Não fale. – Minha visão ficou embaçada e minha respiração acelerou. Não podia o deixar fazer aquilo comigo... Mexer mais com meus sentimentos do que ele já mexia... – Eu sei o que você vai dizer e, por favor, não diga. – Seu rosto ficou confuso e triste. Seus olhos transmitiam dor, mas eu não os quase enxergava direito, porque as lágrimas já turvavam minha visão.
- Tudo bem. – Ele suspirou e abriu a porta do carro, mas antes de sair virou-se para me dar uma última olhada.
Tentei dizer algo, mas logo seu corpo se inclinou e seus lábios estavam firmemente nos meus. Senti meu coração pulsar mais rapidamente e minha caixa torácica quase explodindo. Meu estômago girava e girava, e minha mente parecia ter parado de processar toda e qualquer informação do momento.
Suas mãos um pouco calejadas seguravam meu rosto firmemente, como senão quisesse que eu escapasse. Depois do choque, eu coloquei minhas mãos em seus ombros e puxei um pouco sua camiseta. Ergui-me na ponta dos pés e senti sua língua passar pelos meus lábios, e eu abri minha boca, permitindo que nosso beijo seguisse adiante, sem hesitação alguma.
Demoramos mais um pouco, e quando eu estava precisando de ar, me separei do mesmo, o fitando nervosamente.
– Quando quiser me contar o que aconteceu, estarei aqui. – E fechou a porta, dando as costas para mim e meu coração, que sentia mais dor do que da vez que foi quebrado.
Passou-se duas semanas desde a última vez que eu o tinha visto e eu sentia-me cada vez pior. Não conseguia dormir e passava vinte quatro horas do dias pensando nele – e naqueles lábios macios -, o que se tornou uma obsessão. Minhas aulas estavam acabando naquela semana o que me deu certo empurrãozinho para eu tomar uma atitude. Quando por fim a tomei, corri para sua escola com meu carro e preparei-me.
Sai em um impulso rápido, mas assim que entrei no pátio, vi certa cabeleira loira abraçada de uma garota. Ele a abraçava de lado enquanto estavam no grupo. O observei sussurrar algo no ouvido dela e aquilo foi demais. Dei meia volta, mas esbarrei em alguém que me fez tropeçar e cair. Todos que estavam lá no canto começaram a se aproximar, principalmente o Aus, que vinha mais rápido. Assim que eu percebi a movimentação, sai correndo em direção ao meu carro, os fazendo parar automaticamente. Quando entrei, liguei logo o veículo e sai correndo, escutando de longe meu nome.
*
- Então foi isso? – Acenei em concordância, deixando-a pensativa. – Você sabe que poderia ser apenas uma amiga, certo?
- Eu não quero ter que arriscar Trish... Já passei por muita coisa, e não quero mais ninguém na minha vida.
- Já passou pela sua cabeça que talvez você o ame também? – A observei como se fosse uma espécie de alienígena e neguei com a cabeça.
- Claro que não... Isso não pode ocorrer. Eu...
- Então diga.
- Dizer o quê?
- Que não o ama.
- Eu... O odeio. – Falei calmamente, modificando minhas palavras.
- Às vezes, ódio não é realmente ódio. É só uma forma de esconder o seu amor real. – Sua fala impressionou-me. – Agora diga que não o ama.
- Eu... – Suspirei derrotada. – O amo.
- Me ama? – A voz do Austin ressoou pelo local e meu coração se agitou no meu peito.
- Austin? O que está fazendo aqui? – Me virei para observá-lo e percebi que o mesmo estava na mesa de trás. Então quer dizer que... – Trish! Você sabia que ele estava ali?
- Depois da sua exata descrição e do pedido silencioso dele para eu manter o bico calado, sim, eu sabia. Além do mais, o Dez estava do lado dele quando chegaram. – A raiva que eu estava sentindo dos meus amigos me fez sair correndo dali, mas não muito longe, já que uma mão segurou meu braço.
- Ally, espera.
- Austin! Por que me seguiu? – Estávamos tão perto, mas eu não conseguia o encarar. Eu sabia que, se olhasse para os seus olhos seria hipnotizada.
- Eu iria atrás de você até no inferno se fosse necessário. — Sorri com sua fala. — Ally, me escuta. Ela é uma amiga antiga minha. A mesma tem até namorado, então não tem o por que se preocupar. — O encarei com a maior cara de trouxa, e senti-me ainda mais estúpida por ignorá-lo naquela última semana.
- Aus, eu... Desculpa. Eu tinha ido atrás de você para me desculpar e para contar toda a verdade, eu só não esperava alguém agarrada como carrapato no seu braço. — Ri um pouco com tal pensamento e ele sorriu.
O abracei fortemente sentindo seu peito subir e descer calmamente.
- É por isso que eu gosto de você. Dentre todas as garotas, nenhuma seria tão controlada como você. Seu sorriso me encanta, seu jeito me fascina e seus olhos me hipnotizam. Na verdade, — Um sorriso apareceu em seu rosto. — eu acho que... — Coloquei um dedo na frente de seus lábios.
- Não preciso de três palavras para confirmarem o que você sente por mim e o que eu sinto por você. — Sorri para o mesmo que levantou e girou-me.
- Vamos, temos um encontro com seus amigos e panquecas.
- Sério Aus? — Alegrei-me com sua sugestão, e fui atrás do mesmo, com uma sensação de alívio no corpo.
Notas finais
XOXO
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