Between both of us

4 Thank you for being born, Kazunari -especial-


Notas iniciais
Demorei um pouquinho mas vocês me perdoam? :( Então, aí está, especial de aniversário do Takao lindo :3

Agora que eu já comprei tudo, é melhor ir para casa, ajeitar tudo o que irei precisar... Ele disse que viria aqui para casa, mas prefiro ligar e falar que eu dormirei lá... E amanhã ele vem para cá... Vai ser melhor assim...

Midorima chegou em sua casa calmamente, depositou suas sacolas de compras em sua cama, e começou os preparativos para o dia seguinte. Por mais que eles estivessem juntos há pouco tempo, isso não importava, já que o moreno sempre se fazia presente, e a importância dele na vida do maior era notável. Preparou tudo nos mínimos detalhes, pois queria que tudo saísse perfeito para o dia seguinte. Estava tão atento às suas organizações que se esqueceu de ligar para o nº10, mas por sorte, este o telefonou antes.

—Oi Shin-chan! Aqui, já estou indo para sua casa, tudo bem?

—NÃO VENHA TAKAO! Quero dizer, umas encomendas dos meus pais chegaram neste exato momento, então minha casa está cheia de caixas, e está um pouco desorganizada...

—Não tem importância Shin-chan! Sua casa é muito grande, com certeza tem algum lugar que não está bagunçado!

—Mas eu prefiro não receber visitas com essa desordem aqui Takao, amanhã de manhã a faxineira irá vir e arrumar isso tudo, se importaria que eu passasse a noite em sua casa hoje? E amanhã viéssemos para cá?

—Ah, pode ser então! Estou te esperando! Até!

Essa foi por pouco! Por que ele tem que ser tão persistente? Shintarou estava observando cada canto de sua casa, vendo se estava tudo devidamente preparado. Por sorte, ele era ótimo em organizar suas coisas, então poderia ir para a casa de seu namorado com tranquilidade. Afinal, o mais trabalhoso nem era a organização, era o presente em si mesmo... Sentindo-se relaxado por tirar o desespero que estava sentindo antes de arrumar o presente perfeito, pôs-se a caminhar rumo a casa do menor, e mesmo que não andasse com pressa, o seu destino não era assim tão distante. Ao chegar, ultrapassou a grade da frente sem muita demora, e foi tocar a campainha. Por sorte, não teve de esperar muito para ser atendido.

—Entre Shin-chan!

Foi adentrando o local que já muito lhe era conhecido, parando apenas para tirar seus sapatos e conferir se não havia ninguém em casa. Visto que não, passou a observar seu namorado que se aproximava, fitando seu belo semblante. O moreno colou seus lábios no do amado, como um beijo de boas vindas, e puxou-o para o sofá.

O dia ficou assim, sem muita novidade, ficaram sentados assistindo os filmes que passavam na televisão, e até mesmo os desenhos, apenas trocando algumas palavras em poucos momentos e em outros beijos apaixonados. Quando colocavam em canais de desenho, Shintarou se segurava para não rir do moreno, que cantava animadamente cada abertura que passava, já que via muitos episódios com sua irmã mais nova. A noite passou depressa, e quando eram quase meia noite resolveram ir dormir, já que teriam aula no dia seguinte. Subiram as escadas abraçados, como sempre, sentindo suas respirações em uníssono. Deitaram-se na cama, abraçados, envoltos por cobertas, já que o dia estava demasiado frio. Ficaram conversando um pouco para distrair, até o Takao ficar sonolento nos braços do garoto de cabelos esverdeados. Ao ver que o moreno quase dormira, mas ainda estava consciente, Midorima pegou seu celular para olhar as horas, e viu que haviam se passado dois minutos de meia noite.

—Feliz aniversário, Kazunari — Shintarou sussurrou ao pé da orelha do menor, provocando um rubor inconfundível.

—Obrigado, Shin-chan!

Com isso, Takao levantou seu rosto, e Midorima beijou seus lábios enquanto lhe dava boa noite. Dormiram tranquilos e, por mais que não fosse muito comum, o maior estava um pouco ansioso para a tarde daquele mesmo dia.

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Durante a manhã, tudo aconteceu como sempre, foram para a aula, assistiram horários exaustivos que faziam Takao cochilar e depois treinaram no início da tarde. Ao fim das tarefas, cada um foi para sua casa, mas o nº 6 alegou que pegaria o menor em sua casa por volta das 18 horas e não se esqueceu de pedir para o moreno usar algo formal. Por sorte, o menor havia dito que faria um bolo, portanto tinha uma coisa a menos para se preocupar.

Chegando em casa, Midorima tomou seu banho e, enquanto esperava dar a hora, sentou-se ao piano para que pudesse relaxar um pouco, já que sua cabeça estava lotada de pensamentos sobre as temporadas de provas, que nem por um obséquio iam embora.

O tempo passou rápido, e visto que estava quase na hora de sair, caminhou até a casa de Takao novamente, sem muita pressa, e ele iria chegar um pouco adiantado mesmo, tinha saído um pouco mais cedo para garantir que não teria como atrasar. Ficou cerca de 5 minutos esperando na porta, sentado no banco da praça e quando eram exatamente 6 horas, tocou a campainha. Shintarou trajava um terno completamente cinza claro, com uma blusa social branca, sem gravata, com a gola aberta. Já Kazunari vestia o clássico terno preto, com uma blusa azul claro e uma gravata anil.

—Vamos, Takao?

—Vamos! — Ele está completamente lindo, eu acho que nunca o tinha visto assim... E o que será que ele está planejando?

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Chegaram em um enorme restaurante, provavelmente um dos mais caros da região, e foram imediatamente levados para o lugar que Midorima havia reservado. A mesa era mais distante das outras, e ficava atrás de algumas plantas após um arco, fazendo com que pudessem ter mais privacidade.

—Não precisava de tudo isso Shin-chan! É muito caro!

—Eu não me importo Takao, pode escolher o que você quiser, hoje é seu dia.

Durante o jantar, os garotos conversaram pouco, já que queriam ir rápido para casa. Apenas degustaram o banquete com todo o prazer possível e, em alguns momentos, esbarravam suas mãos e trocavam olhares apaixonados, tentando fazer o possível para passarem despercebidos. Em alguns momentos Takao comentava sobre como aperfeiçoariam a nova cooperação entre eles e quanto seria difícil pará-los depois que estivesse totalmente completa. O encontro estava sendo tão animado que até mesmo o maior se permitia sorrir de canto em alguns momentos, simplesmente por que não conseguia acreditar que era possível alguém ser tão fofo e sincero como o moreno.

Ao fim da ceia, Midorima pagou a conta por completo, atitude que gerou várias reclamações por parte de sua companhia, não só por isso, mas pelo outro ter escondido o preço final. Saíram de lá por volta das 20:30 e como as ruas estavam bastante desertas e escuras, Takao aproveitou a deixa para se agarrar ao braço do namorado e tagarelar o caminho inteiro, como sempre. Ele é tão extrovertido... Como ele consegue ser assim tão... Tão... Ele?

Shintarou foi para sua casa enquanto o moreno tinha ido pegar o bolo. Aproveitou o espaço de tempo para trocar sua roupa para algo mais confortável. Colocou um conjunto de moletom vermelho, com jaqueta de zíper, sem qualquer peça por baixo. Vendo-se aconchegado, ouviu o som da campainha.

—Prontinho Shin-chan, o bolo está aqui, mas eu acho que o fiz um pouco grande demais... É de baunilha com morangos dessa vez.

—Sem problemas, se não acabar podemos guardá-lo para mais tarde — Shintarou tomou o bolo das mãos do menor, que ainda trajava seu terno, levando-o até a mesa de centro da sala de jantar, sendo prontamente acompanhado pelo outro.

Em seguida, foram em direção à cozinha, para que pudessem pegar pratos e talheres. O caminho foi feito em silêncio, enquanto o nº10 segurava a mão do outro atentamente.

Sentaram-se lado a lado e, quando Takao já se preparava para partir o bolo, Midorima segurou sua mão, fazendo-o virar seu rosto e encará-lo,

—Takao, obrigado por ter nascido — As palavras saíram com dificuldade, mas se sentia na obrigação de dizer aquilo, já que considerava "feliz aniversário" um pouco abstrato, e não mostrava realmente o que sentia. Definitivamente não se sentia a vontade em expressar seus sentimentos de forma tão aberta, mas sabia que o moreno merecia. Afinal, o namorado havia estado do seu lado todo esse tempo, aturando até mesmo suas mais chatas manias, sem sequer questionar.

—E-Eh... Obrigado, S-Shin-chan — Não sabia como reagir, nunca esperava que o outro se abrisse dessa forma. De fato estava muito feliz. Feliz por ter se sentido amado, feliz por ter tido um dia fantástico, feliz por ter aquela pessoa consigo. Mas, principalmente, feliz por ouvir tão abertamente aquela pessoa estranha se abrir, tentando deixar o orgulho de lado.

Comovido pela situação, inclinou-se em direção ao corpo do maior, beijando-lhe carinhosamente a bochecha. Virou-se novamente e partiu duas fatias de bolo, colocando cada uma em um prato. Continuaram comendo em silêncio por algum tempo, que era quebrado apenas pelo garoto de cabelo esverdeados pedindo mais um pedaço. Takao nem precisava perguntar se ele havia gostado, isso já estava estampado em seus olhos. Quando terminaram, Shintarou levou os restos de bolo que não conseguiram comer e os pratos para a cozinha, e quando voltou, puxou o menor pelos braços, levando-o até uma poltrona situada ao lado do piano.

Sentou-se e começou a tocar uma música que havia composto e praticado por dias a fio, tentando deixar a melodia perfeita e, de certa forma, parecida com seu namorado.

Durante toda a performance, Takao mantinha-se boquiaberto, já que nem em seus mais profundos sonhos conseguia imaginar Shintarou compondo uma música para si, muito menos ouvindo-o tocá-la na escuridão da noite, iluminada pelas baixas luzes de sua sala de estar e da lua, tendo aquele momento direcionado única e especificamente para si. Se perdia em seus pensamentos, a melodia entrava em seu cérebro e ecoava, a melodia penetrava seu coração como nada nunca havia feito antes. Naquele momento, mais que nunca, sabia que seu amor pelo garoto que estava bem a sua frente era infinito, sabia que nunca na vida gostaria de perdê-lo. Parou para repensar sobre todo aquele tempo que estava na Shuutoku, e chegou a conclusão que seus olhos sempre o procuravam. Bem no meio da multidão seus olhos vasculhavam os cantos procurando um garoto alto, de cabelos esverdeados, usando um óculos preto e ajeitando-os com a mão esquerda, que portava dedos enrolados por bandagens.

Kazunari sabia, também, que seus dias não mais seriam vividos sem objetivo enquanto tivesse Midorima ao seu lado. Sabia que o faria a pessoa mais feliz do mundo, simplesmente por que, a todo momento que o via esboçar um mísero sorriso, se tornava a pessoa mais feliz que já existiu. Ele amava seu namorado incondicionalmente, e seria capaz de tudo para fazê-lo feliz, assim como ele o fazia naquele momento. A alegria era tão intensa que lágrimas passaram a escorrer de seus olhos. Queria mais que nunca atirar-se aos braços do garoto alvo, abraçá-lo, beijá-lo e fazerem-se um, apenas um corpo, uma alma que iria se encaixar cada dia mais, como uma engrenagem que começava a ser colocada em uso. Sabia, mais que nunca, que o melhor presente que poderia ganhar no mundo, que o melhor presente que poderia existir no mundo, estava bem a sua frente, e era ele, era SEU Midorima Shintarou.

—M-Muito obrigado por tudo Shin-chan, isso é mais que perfeito, muito obrigado por estar comigo, muito obrigado por ter feito isso tudo, mesmo não precisando.

—Takao, não menospreze seu aniversario, por favor. Ninguém me obrigou a fazer isso, eu fiz porque quis e porque você merece. Agora venha comigo.

Midorima levou o moreno até seu quarto e, chegando lá, pegou um urso de pelúcia branco que havia comprado. O urso tinha por volta de um metro de altura quando sentado, e em seu pescoço, além da gravata borboleta que o compunha, tinha um fio de náilon segurando uma caixa de joias. Takao pegou-a e abriu, revelando um colar de prata com detalhes em ouro branco, e um pingente de cadeado.

—Cadeado Shin-chan?

—E-Er... É que eu... Hm... E-Eu queria que, hm, todos soubessem que... — abaixou sua cabeça, ajeitando seus óculos, tentando esconder sua face que corava lentamente. Dessa vez não queria expor o que estava pensando, por isso, sussurrou o resto de sua frase. Eu só queria que soubessem que você não está disponível...

—Eu entendi, não precisa se forçar a falar — abraçou o namorado pelo pescoço — muito obrigado, novamente, Shin-chan! — beijou-o.

Pouco a pouco o beijo foi se aprofundando, e os garotos foram se aproximando, por fim, deixando seus corpos caírem na enorme cama presente no canto do quarto. A cada toque se arrepiavam, gostavam de sentir as reações de seus corpos mediantes aquele estímulo, gostavam de sentir a paixão espalhar e tomar conta de suas mentes. Naquele dia, Shintarou cuidaria do menor com tudo que podia, seria gentil, e provaria para ele o quanto sua presença era fundamental.

Apesar de cada toque fluir paixão, não podiam esperar demais, queriam estar juntos rapidamente, queriam se sentir unidos de uma forma tão física que os levaria a união psicológica. O nº6 desabotoou a blusa do menor aos poucos, fitando-o os olhos, perdendo-se nas orbes azuis que o encaravam. Por fim, arremessou a peça longe, aproveitando para distribuir beijos por todo o peitoral. Até então, Takao não se mostrava disposto em inverter a situação, estava adorando sentir a língua do lançador dançar por seu abdômen sem o menor pudor, ainda mais porque o maior não se dispunha a esse tipo de situação sempre.

Midorima retirou-lhe a calça, imediatamente levando a boxer anil junto, e começou a estimular a ereção do menor com sua boca. Os movimentos de lamber, morder e chupar variavam, fazendo sua companhia grunhir por entre os dentes. Gostava de ver as reações de seu amado, gostava de vê-lo arcar as costas, gostava de vê-lo falar seu nome, gostava de tê-lo só para si e, principalmente, gostaria de tê-lo sempre, gostaria que ele fosse unicamente seu, sempre. Levava seus lábios gentilmente até o final do membro, puxando-lhe os quadris, para que o outro se fizesse mais próximo.

Quando os gemidos estavam mais fortes, cessou seus movimentos, engatinhando até o outro lado da cama para que abrisse a gaveta e retirasse de lá um tubo de lubrificante. Voltou até seu amado, que deslizou o zíper do moletom que trajava, deixando seu abdômen definido completamente a mostra. Em seguida, o menor retirou-lhe o resto de suas peças de roupa, jogando-as em um quanto qualquer do quarto. Por mais que eu já tenha visto o corpo de Shin-chan inúmeras vezes, eu nunca me canso. Ele é completamente perfeito. Com a boca, já que sua mão direita se encontrava ocupada, retirou as faixas que cobriam seus dedos da mão esquerda. Tirando os jogos e banho, só o vejo retirar as bandagens nessas horas. Os pensamentos o fizeram corar violentamente, já que estava se sentindo privilegiado, não só por ter um Midorima Shintarou consigo, mas por saber que era alguém especial para o garoto alvo.

Despejou um pouco do líquido na entrada morena, inserindo o primeiro dedo calmamente, esperando que as reações de dor se dissipassem. O segundo dedo foi colocado, e recebido com alguns gemidos que, surpreendentemente não eram sofridos e não revelavam nenhum incômodo. Moveu-os devagar, gesticulando movimentos de abre e fecha, para que pudesse alargar a região. Em algum momento, os gemidos se tornaram mais fortes, mais intensos e cada vez mais apaixonados. Por isso, percebeu que havia encontrado o lugar. Retirou os dedos de uma só vez, escutando reclamações de imediato que, em breve, não mais existiriam.

Inseriu seu membro até o final e, ainda sem se mexer, viu as expressões de dor tomarem a face de seu companheiro, ainda deitado de barriga para cima na cama. Gosto dessa posição pois posso ver as reações de Takao. Ele é incrivelmente lindo.

Ao ver que as reações desconfortáveis iam embora, passou a se mover com calma, arrancando alguns contidos gemidos da boca de Kazunari, que arfava sob si. Com o tempo, as respirações descompassadas passaram a se ritmar, conectando-os física e psicologicamente. As estocadas se fizeram mais intensas e rápidas, os grunhidos ocuparam o espaço do lugar e, por sorte, a casa de Midorima era grande e seus vizinhos muitas vezes não estavam em casa, situação que permitia Takao soltar sua voz e deixá-la preencher a vastidão do cômodo.

As reações de Takao maravilhavam o maior, que já tomava o membro moreno em suas mãos, estimulando-o rapidamente, em conjunto com seus movimentos.

—A-Ahn, Shin-chan! M-Mais!

As estocadas certeiras atingiam exatamente o mesmo ponto no interior de Kazunari, aquele ponto que o fazia arcar as costas, o fazia gemer sem o menor pudor, o fazia rebolar em direção ao nº6. Ouvir Takao gemer seu apelido o excitava, e garantiu não se conter mais. Os movimentos ficaram mais rápidos e mais fortes, tocando a próstata do nº10 com mais voracidade, fazendo-o chegar ao orgasmo, contraindo seu interior, deixando-o mais apertado, fazendo Midorima, também, chegar ao seu ápice.

Ao fim do ato, como sempre, estavam cansados, mas dessa vez, não precisavam se preocupar com qualquer outra coisa. Deixaram lado a lado, de frente um para o outro, entrelaçando suas pernas.

—Obrigado Shin-chan. Obrigado pelo dia de hoje. Você é o melhor presente que eu podia ter desejado.

—Idiota — tentou não demonstrar o quão feliz estava por ouvir aquilo.

—Boa noite — suspirou, aconchegando-se nos braços de seu amado — eu te amo.

—Eu também te amo, Takao, obrigado por ter nascido.

Tirando o dia que começamos a namorar, essa foi apenas a segunda vez que ele disse que me ama... Pensando bem, não ligo para quantas vezes irei ouvir, contanto que meus olhos continuem procurando somente por ele. Eu te amo, Midorima Shintarou.

Eu sei que não sou muito de expressar meus sentimentos, mas eu vou me esforçar, ele é diferente, ele merece. Eu quero que tudo o que eu sinto chegue a ele. Eu quero fazê-lo a pessoa mais feliz do mundo, porque ele merece, porque eu tenho certeza que ele é meu primeiro e único amor.

Com um beijo na testa no moreno, fechou seus olhos, feliz, sabendo que aquela pessoa fofa, linda, perfeita e tão amada, continuaria consigo no dia seguinte, para que ele pudesse fazê-lo se sentir único, porque nunca, ninguém, seria capaz de amar Takao Kazunari mais que ele.

Notas finais
Gostaram? E ai? Vou me esforçar para postar o outro rápido :3 Não garanto nada, estou em semana de prova, mas irei tentar :3
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.