Between Tears And Smiles

13 Amigos... de novo'


Ashley

Assim que as crianças dormiram eu fui para o meu quarto e encontrei o Seth sentado na cama me esperando, ele gesticulou para que eu deitasse e assim o fiz.

- Você não está bem.

- Estou preocupada amor. Quem é que seria tão forte a ponto de conseguir passar pelas minhas barreiras?

- Eu não sei quem conseguiria fazer isso, o que eu sei é que você precisa relaxar um pouco.

- Alguma idéia de como eu posso fazer isso ? – ele riu maroto e me puxou para si.

Nossos lábios se tocaram com urgência e o calor percorreu todo o meu corpo enquanto eu sentia arrepios. Seth me colocou em seu colo enquanto distribui beijos pelo meu corpo e eu apenas me deliciava com a sensação de ter seus lábios tocando minha pele. Enlacei seu cabelo com meus dedos e os puxei, beijei seu pescoço e desmoronei em seus braços quando ele tocou meus seios. Arfei e joguei a cabeça para trás enquanto ele fazia movimentos circulares me levando á loucura, remexi meus quadris fazendo nossas intimidades se tocarem e um gemido baixo escapou de nossos lábios, ele me levantou em seu colo e em seguida me jogou na cama. Eu sorri travessa e o chamei com o dedo, ele veio e lentamente tirou a camisa enquanto eu babava pelo seu peitoral definido.

Aos poucos ele retirou minha blusa levanto junto meu sutiã. Eu de uma só vez tirei sua calça levando junto sua box vermelha, Ele mordeu o lábio e voltou a me beijar com urgência, não percebi que já estava nua assim como ele.

- Por favor amor, pare de me torturar – implorei e ele gargalhou e enquanto olhava em meus olhos me penetrou.

Nossos corpos pareciam possuir o mais perfeito encaixe, nossos movimentos eram urgentes. Eu cravei minhas unhas nas costas do Seth ao sentir nossos músculos se contraírem em um orgasmo.

Ele deitou-se ao meu lado e puxou meu corpo para junto do seu. Assim nós dormimos, abraçados.

***

- Acorda meu amor. – ouvi a voz de Seth me chamar, mas demorei a abrir os olhos.

- Hum, não quero – ele riu e começou a me fazer cócegas.

Eu levantei e fui chamar as crianças, os quatro levantaram resmungando e depois de tomarem café foram para a escola.

All’s

Chegamos á escola no horário e cada um foi para a sua aula.

Nos final das aulas reuni as líderes de torcida no ginásio á pedido do treinador e ele nos avisou do próximo jogo dos meninos e queria uma coreografia até a próxima semana.

- É muito pouco tempo. – as meninas reclamaram e eu logo comecei a organizá-las com a ajuda da San.

Não demorou muito e todas esqueceram do tempo e apenas dançaram.Assim que terminamos o ensaio eu fui para casa, caminhando e pensando um pouco na vida, entrei em casa e mamãe me esperava com um bolo de chocolate.

- Como foi o ensaio?

- Muito bom, as meninas vão estar prontas para a apresentação. Eu vou subir mãe.

- Ok. – assim que deitei em minha cama encarei o teto pensando na vida. E na saudade que nesse momento me afligia. Saúdes do jhonni.

Fui pro chuveiro e tomei um banho relaxante.

A semana passou voando e hoje era o jogo doa meninos. E era obvio que ganharíamos o que aconteceu, no fim do jogo dançamos e nos apresentamos perfeitamente. Todos aplaudiram de pé e vibraram conosco.

Mas em meio a tanta gente e aquele tumulto um cheiro familiar me fez estacar no lugar. Olhei em volta mas nada e então duas mãos pousaram em minha cintura e me puxaram em um abraço de urso.

- Jhonni – sussurrei sorrindo e sentindo que lágrimas ameaçavam cair.

- Oi – ele me apertou mais contra si e eu inspirei seu perfume. – Você estava linda – eu sorri mas no mesmo instante dei um tapa em seu braço

- Por que demorou tanto? – ele gargalhou

- Não sabia que fazia tanta falta. – logo seu olhos foram para outra pessoa segui seu olhar e encontrei um Sarah paralisada com lágrimas nos olhos. Os olhos de Jhonni lacrimejaram e ele abriu os braços nos quais ela correu e se jogou. Ele a rodopiou no ar.

-Eu senti tanto a sua falta

- Eu também maninha. Mas agora eu estou aqui e trouxe companhia – logo atrás dele apareceram Edward e Bella

- Vo.. Bella. Edward – Sarah mal se conteve e pulou nos braços dos avós.

- Você cresceu hein. – Ed brincou logo toda a nossa família estava ali. Nessie e Sarah eram as mais empolgadas. Todos se cumprimentaram e voltamos para casa.

A festa estava feita e nós nos divertimos muito, como a tempos não fazíamos. Jhonni encarava Ammy com um olhar triste e ao mesmo tempo feliz. Vai entender?

Ariel pegou em minha cintura e me rodopiou no ar, depois me deu um beijo estalado na bochecha.

- Fazia tanto tempo que nossa família não se divertia assim. – eu apoiei minha cabeça em seu ombro.

- É verdade.

Já era noite mas mesmo assim todos correram para a piscina e se jogaram.

Jhonni

Era tão bom estar novamente em casa, eu me sentia vivo de novo. Era como se o ar tivesse voltado para os meus pulmões. Meus pais, meus tios, meus primos e minha irmãzinha.

Passamos a madrugada fazendo festa e depois caímos na cama a ali ficamos.

***

- Bom dia família. – cumprimentei á todos e fui tomar café.

Mamãe, Sarah e vó Bell’s estavam conversando animadamente na varanda de casa; Vô Ed, Seth e meu pai estavam na sala.

Entrei na cozinha e meu coração disparou. Ammy estava sentada na bancada com sol batendo em seu corpo e com minha visão consegui ver perfeitamente o brilho da sua pele, como se fossem m ilhares de diamantes.

- Oi – ela sorriu. O sorriso do qual senti tanta falta.

- Oi. – sentei-me mas não tinha nada para falar. Suspirei.

- Não precisa falar nada.

- Obrigada.

- Não me agradeça Jhonni. Há certas coisas na vida que nós não controlamos, aconteceu e ninguém teve culpa mas... – seu rosto era uma máscara de sofrimento.

- Está tudo bem Ammy, esse tempo que passei longe me fez repensar em algumas coisas. Nada precisa ser dito, eu só espero que as coisas entre a gente possa voltar a ser o que eram antes: como irmãos. – eu estendi os braços, temendo um rejeição mas ela sorriu e se jogou neles.

- É claro Jhonni. – eu a joguei para o alto e gargalhamos alto. Eu não deixei de amá-la mas já posso conviver com isso dentro de mim, só para mim.

Ela olhou para o relógio e ficou triste de repente.

- O que foi?

- Tenho que ir.

- Hei, espera. – segurei-a – Onde?

- É o horário de visitas no hospital. A única hora que tenho para ver o Gusttavo.

- Eu...

- Não. É melhor não, até depois. – ela saiu pela porta feito um raio e eu suspirei.

- É bom ver que vocês se entenderam. – Kat me deu um beijo e sorriu.

- Também acho.