Between Love And Hate
10 Capítulo 10: Stories About Fallen Angels
Notas iniciais
No dia seguinte a chegada de Riku, tanto Sora como Roxas permaneceram na tenda, cuidando do demônio de cabelos prateados com tudo o que tinham em mãos, já que não podiam levá-lo à enfermaria.
Claro que o loiro teve que arrumar alguma desculpa para não ir lutar, senão Altair, aquele Arcanjo convencido, iria ficar no seu pé novamente, o que era simplesmente um saco.
Por volta quase do anoitecer, Roxas foi até o refeitório pegar alguns pedaços de pão e outras comidas e bebidas para levar pra tenda. Vários anjos ainda estavam por lá, comendo e bebendo animadamente enquanto conversavam sobre assuntos comuns demais para uma guerra, mesmo que fosse para aliviar a tensão.
Claro que, assim que adentrou a enorme tenda com várias mesas espalhadas e um grande balcão no final, onde era servida a comida, as conversas cessaram. Ainda era estranhado pelos outros anjos, seja por ser respeitado por ter “fugido” do acampamento dos demônios ou pelo simples fato de não querer contar nada a ninguém sobre o que ouve enquanto estava lá.
De qualquer forma, ignorou aquilo e foi até o balcão, pedindo a comida. Graças à educação que todos os anjos tem, os demais voltaram a conversar, e logo tudo voltou ao normal. Roxas apenas escutava as vozes quando algo chamou sua atenção, numa conversa de uma mesa próximo a si, ocupada por três anjos.
-É verdade mesmo?-Um deles perguntou, com urgência na voz. Era magro, esguio. Comia um prato de sopa com pedaços de pão.
-Pelo menos foi o que eu ouvi. Ele parecia estar falando sério quando falou com aquele outro Arcanjo, o... Como era o nome dele... Ah! Sieghart. -Respondeu o outro anjo, mais encorpado e alto que seu amigo.
-E por que eles estariam escondendo isso de nós?-O terceiro perguntou. Tinha longos cabelos pretos que desciam até sua cintura, lisos.
-Eu não sei... Só sei que somente o Altair vai usar aquilo, porque ele é o melhor de todos nós, e o mais responsável também. Tenho pena dos demônios que cruzarem o caminho dele... -O encorpado riu, partindo seu pedaço de pão em dois e comendo um deles.
-Não sei não... Algo não parece certo aí.
-Por quê? Tudo que ele vai fazer é transformar as almas daqueles demônios em pó! Significa que eles não voltarão pro Inferno, o que também significa menos trabalho pra gente!
O anjo de cabelos negros cruzou os braços, incomodado. Roxas também começava a não gostar daquela história...
-Uma arma, você disse?-Voltou a falar o moreno.
-Aham, ouvi que é tipo uma espada que, quando mata os demônios, destrói, literalmente, as almas deles. Bem legal, não acha?
-Se é tão bom assim, por que não fizeram isso antes?
-Não sei, talvez só tivessem pensado nisso agora...
-Impossível. A guerra entre anjos e demônios pelo universo inteiro dura desde a Criação. Acho que os Arcanjos fizeram alguma coisa de perigosa, e por isso, mantiveram em segredo e somente Altair vai usar.
-Bem, pense o que quiser, eu acho uma boa coisa.-O demônio encorpado se levantou e deixou o refeitório enquanto o moreno e o mais magro permaneceram na mesa.
Roxas pegou o restante da comida e saiu. Aquela história realmente não cheirava bem, ainda mais se Altair estava metido no meio. Aquele Arcanjo estava começando a lhe causar tremendas dores de cabeça.
O loiro voltou para tenda e ali ficou, conversando com Sora e com Riku, quando este estava acordado. De vez em quando, um anjo mensageiro vinha visitar sua tenda, e era recebido do lado de fora, para que não visse o demônio de cabelos prateados. Roxas nem imaginava o que aconteceria se alguém descobrisse o que estava acontecendo ali.
No dia seguinte, voltou ao campo de batalha, sozinho (tinha ordenado a Sora que ficasse com Riku, ajudando-o em tudo que precisasse), querendo tirar suas próprias conclusões sobre aquela “espada” encarregada somente à Altair. Mas o Arcanjo não compareceu, nem nos três dias de batalha que vieram.
Aliás, ninguém nem via o General dos Anjos por aí. Diziam que sua tenda estava lacrada e que ninguém entrava nela, nem mesmo os outros Arcanjos. Realmente estranho. Numa manhã, quando Roxas estava caminhando pelo acampamento (hábito recém adquirido por querer dar privacidade a Sora e a Riku, que claramente estavam num clima mais... íntimo, digamos), o loiro viu Altair se afastando do acampamento, sozinho.
Como ainda era muito cedo, quase todos os outros anjos ainda estavam dormindo, o que significava que era uma boa hora para o Arcanjo dar uma... Escapada.
Roxas se aproximou com passos cautelosos e o seguiu, certo de que seria visto se voasse, principalmente quando a pessoa que seguia era o Arcanjo mais experiente do exército.
Altair se dirigia para o lado sul do acampamento, um emaranhado de arbustos que cresciam na terra poeirenta e áspera, desejando nada mais que água. Era um bom canto para se ter um esconderijo.
O Arcanjo caminhou, paciente, até chegar num lugar onde não havia nenhuma planta, como se ali algo tivesse acontecido que as tinha feito não germinarem mais. Mas além disso, tinha outra coisa: Um anjo estava ali, e segurava algo pelo pescoço, que se contorcia de forma agonizante.
Roxas, atrás de um dos grossos arbustos, observava a cena. O anjo era alto, imponente. Tinha o visto várias vezes pelo acampamento, sempre próximo aos Arcanjos. Devia ser um de seus escudeiros ou empregados, tanto faz.
O loiro estreitou os olhos, tentando ver que criatura aquele anjo segurava, esbugalhando-os de surpresa quando notou que era um demônio, do tipo puro do Inferno.
O bicho tentava escapar, totalmente sem sucesso, da mão que espremia seu pescoço. O anjo não demonstrava nada além da pura frieza que seus olhos azuis escuros transmitiam.
-Teves dificuldade para conseguir este, Logan?-Altair perguntou, imóvel em sua postura ereta.
-Não, senhor. Este estava vagando pelos arredores do acampamento dele quando o vi. -Respondeu Logan, ainda impassível.
-Este será nosso último teste. Ele há de funcionar, Logan.
-Sim, senhor.
-Queres dizer “sim, mestre”.
-Perdão. Sim, mestre.
-Trouxe Masamune?
-Sim, mestre. -Logan, com a mão livre, tirou de dentro do sobretudo branco que vestia uma longa espada, de quase dois metros de comprimento, ainda embainhada. Entregou-a a Altair sem hesitar.
O Arcanjo desembainhou a arma e viu-se segurando uma lâmina tão fina quanto longa, mas de aparência definitivamente mortal. O General, com um golpe rápido e sem delongas, atravessou o peito de demônio com a espada, retirando-a em seguida.
Então o corpo da criatura se desfez em areia, depois se deixando levar pelo vento, até que não houvesse sobrado nada. Então a compreensão caiu. Assim como a espada de Roxas, Oblivion, aquela que destruía as almas dos demônios, aquela arma, Masamune, também fazia o mesmo, embora parecesse ser de um jeito mais assustador.
Logan limpou as mãos no sobretudo, pediu licença e deixou o Arcanjo só, segurando a espada com bastante devoção.
-Pode sair, sei que está aí. -Falou de repente, mas sem se virar, enquanto embainhava a lâmina, guardando-a sobre o braço.
O coração do menor parou, assim como sal respiração. “Merda...”,pensou, deixando seu esconderijo, ao mesmo tempo em que desviava o olhar.
-É algo muito deseducado presenciar um diálogo sem seres convocado, anjo Roxas.
-É muito feio esconder coisas dos outros também. -O loiro respondeu, levantando a cabeça.
Altair virou-se para o menor, encarando-o. Odiava ser desrespeitado, principalmente por um anjo qualquer.
-Volte para tua tenda, anjo. Esqueces o que presenciaste aqui.
-Com todo o prazer, seu energúmeno desprovido de massa encefálica...¹
-O que disseste?! Ouse repetir, meliante!
-Você não manda em mim, seu bundão!-Roxas exclamou, irritado. Tá, esse não era o xingamento que queria dizer, mas seu próprio instinto de sobrevivência o impedia de usar algo mais pejorativo que isso.
Altair, irritado, deu as costas ao loiro, exclamando:
-Volte pra tua tenda, ser ignóbil, agora! Se prezas por tua vida ou pela daquele teu amiguinho insignificante, obedeças!
-Como queres, ó rabo do demônio²!
Roxas então alçou vôo e saiu dali, estressado. Ele sabia que aquilo tinha sido infantil, mas tinha culpa se não aguentava aquele bendito Arcanjo?!
O loiro voltou para a tenda, jogando-se em sua cadeira com força, massageando as têmporas. Minutos depois e finalmente com a cabeça fria, pensou em coisas mais importantes, como aquela espada que agora estava com Altair.
O nome dela, Masamune, era bastante familiar...
-O que houve, Roxas?-Sora perguntou tão logo que viu seu mestre. O loiro contou o ocorrido desde o começo, em voz alta, para que Riku, ainda em sua cama, pudesse escutar também.
-Masamune?!-O demônio exclamou quando o loiro citou o nome da espada.
-Sim. Você sabe de algo, Riku?
-Bem... Ela está nas histórias que os demônios contam, Roxas. Não é uma boa coisa que ela esteja aqui, principalmente com os anjos.
-Conte tudo.-Roxas mandou, aproximando-se do maior para ouvir sem erros.
O demônio suspirou, cansado, e começou:
“Todos sabem que Lúcifer foi o primeiro anjo caído, e que ele criou o Inferno e essas coisas todas... Mas poucos sabem que ele recebeu apoio de um segundo anjo que caiu com ele.
Este anjo se chamava Sephiroth, e era tão poderoso quanto o próprio dono do Inferno. Foi com a ajuda dele que Lúcifer induziu outros anjos a deixar o céu e a começar a criar um reino de fogo que pertenceria somente a eles.
Sephiroth era um anjo que chamava atenção por onde passava, além de que, por natureza, tinha uma aura de superioridade em volta de si. Ele e Lúcifer passaram a governar uma caricatura que viria a ser o Inferno mais tarde. Claro que ambos discutiam várias vezes, porque sempre um queria governar mais do que o outro, mas ainda assim, eram grandes parceiros, se é que isso existia na época.
Mas tudo começou a desandar quando Sephiroth sequestrou um anjo do céu, pelo qual dizia estar apaixonado. O nome desse anjo era Cloud, e pelo o que a história conta, ele também gostava de Sephiroth. É claro que Lúcifer não gostou daquilo, pois seu parceiro já não lhe dava atenção nem se importava mais com o reino que criaram juntos.
Então Lúcifer decidiu assassinar Cloud, de uma vez por todas, e para isso, ele mandou que seus melhores anjos caídos forjassem uma arma nas profundezas do Submundo do Inferno, onde existiam as chamas mais ardentes e mortais de todas. E assim foi criada Bahamuth, a espada que destruía as almas dos anjos.
Dito e feito, Lúcifer acabou com a existência de Cloud, e tão logo que Sephiroth descobriu que seu amado havia sido morto, ficou tão furioso que ele mesmo desceu até o Submundo e forjou sua própria espada, Masamune, aquela que destruía as almas dos demônios.
Sephiroth quase matou Lúcifer, mas não fez, pois antes de dar o golpe final, ele disse: ‘Você não merece desaparecer, e sim permanecer vivo para testemunhar as seguidas quedas de seu próprio reino, sozinho’. Então Sephiroth desapareceu pelo Inferno, juntamente com sua arma, deixando apenas seu único filho como descendente de sua linhagem.
Lúcifer ficou tão furioso com aquilo que mandou procurarem Sephiroth, mas ele nunca foi encontrado. Dizem que ele ainda vaga pelo Inferno, chorando por seu amado.
Seu filho foi desgarrado da sociedade dos demônios, e constantemente tinha que fugir de Lúcifer, que queria prendê-lo perto de si para que pagasse pelos erros de seu pai, mas claro que não pegaram o moleque.
Até hoje Lúcifer continua mandando demônios procurarem por Sephiroth, mas sem sucesso, esperando em seu trono negro, segurando Bahamuth a espera de qualquer anjo que ouse entrar em seus domínios.”
Quando Riku terminou de contar a história, Roxas levantou a voz, perguntando:
-Como sabe disso, Riku?
-Todos os demônios sabem disso.
-Mas como sabe de Cloud? Ele também aparecesse nas nossas histórias, mas dizem que ele tinha sido seqüestrado por um demônio para ser usado no Inferno.
-Bem, é mentira.
-E como você sabe disso?
-Porque eu sou descendente direto de Sephiroth. O moleque filho dele era meu avô, e ele tem passado essa história de geração em geração.
-Faz alguma idéia de por que a Masamune está aqui? E com os Arcanjos?
-Pode ser que eles tenham a encontrado, ou quem sabe, o próprio Sephiroth deu a eles para ajudar os anjos.
-Mas ele não estava desaparecido? E como ele pode estar vivo depois de tanto tempo?
-Lúcifer está, não está?
-Realmente... Mas isso, mesmo assim, não faz sentido...
-Parem de falar sobre isso, okay? Está me dando dor de cabeça... -Sora choramingou, pondo ambas as mãos em sua cabeça e bagunçando seu cabelo.
Riku riu e arrumou os cabelos do moreno, enquanto Roxas apenas sorriu. Conversaram sobre assuntos mais leves pelo restante do dia, embora Roxas ainda estivesse inquieto sobre aquilo. Não conseguiu dormir direito aquela noite.
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Axel abriu os olhos, cansado, mas são. Os gritos que ouvira durante toda a noite começavam a deixar-lhe mais estressado que o de costume. Seus pulsos, aliás, toda a pela ardia em contato com o ferro frio que o tocava, prendendo-o a parede daquela cela.
Ainda bem que ele estava ali, senão com certeza seria pior, pois afinal, todos sabiam o que Axel tinha feito. E nenhum deles considerava boa coisa.
Na mesma noite que mandou Roxas embora e disse todas aquelas coisas pra ele, o ruivo foi levado ao Inferno, sem mal se despedir de Kairi e Riku. Voltando a sua terra natal, o ruivo foi julgado como culpado tanto por dar abrigo a um anjo, a um descendente de Sephiroth, desrespeitar um superior e ainda por cima agredi-lo. O que não era boa coisa.
Enfim, quase todos concordaram em mandá-lo para o Sétimo Círculo, lugar que tinha governado por anos e anos. Mas um dos Generais se opôs. Este era Sirius, que queria que ele fosse para o Oitavo Círculo, que pertencia a ele. Sabe-se lá que torturas Sirius faria com Axel se o ruivo ficasse preso em seu andar.
Mas, graças a burocracia do Inferno, devido ao desacordo do Conselho, Axel foi mandado para o Quinto Círculo a fim de ficar preso até que uma decisão fosse tomada. O que não era tão ruim.
Claro que, desde o começo, o ruivo planejou como escapar dali. As celas eram de ferro negro, maciças, inquebráveis. Então o único jeito era sair pela porta mesmo. De dez em dez horas, um dos carcereiros vinha lhe dar comida, então eles o soltavam (somente os pulsos e pescoço) e lhe estendiam uma tigela com alguma coisa que não tinha gosto de nada, exceto quando tinha se passado três dias.
A cada três dias, a comida vinha com um gosto amargo, então o ruivo sabia que eles tinham posto uma droga ali dentro, justamente para que Axel não pudesse invocar seus Chakrams. Aquela droga o deixava instável, mole e ainda por cima causava febre, não o deixando se concentrar.
Havia dois carcereiros que tomavam de conta das celas. Um deles era mais magro e fraco que o outro. Era o que dava a comida pela noite, e que, por acaso ou não, era o dono das chaves das celas e das demais correntes, tanto que quando ele se aproximava pelo corredor, era possível ouvir o tilintar do metal.
Então o ruivo precisava escapar no terceiro dia, quando a droga estivesse mais fraca, e quando o carcereiro com as chaves tivesse vindo deixar sua comida. Então daria um jeito de fazê-lo desmaiar, roubaria as chaves, se soltaria dos grilhões e então fugiria dali. O que fazer depois deixava para ver na hora mesmo.
Falar é fácil, difícil é fazer.
Mesmo com toda sua inteligência e habilidade, fugir do Inferno não era nada fácil, principalmente quando tinha milhares senão dezenas de milhares de demônios em seu encalço, esperando somente um mínimo segundo para cortá-lo em pedaços.
Seria, com certeza, uma ação suicida, já que precisaria subir do quinto até o primeiro andar, e ainda passar pelo Rio Estige até chegar aos Portões e finalmente sair do Inferno, desembarcando na Terra, onde teria que voar até os céus... Com milhares de demônios em seu encalço, além de vários, senão todos, os Generais. Viu? Uma ação suicida.
Mas Axel precisava tentar. Mesmo que houvesse quase 98% de chances de morrer e de voltar pro Inferno num estado bem pior, precisava tentar. Tudo para voltar a ver aqueles olhos azuis de um tom tão cativante que só Roxas tinha.
Roxas...
Sentia falta do loiro. Mas sentia mais ainda era a culpa por ter mentido para aquele que mais amava. Ter falado todas aquelas mentiras... E de um jeito tão frio, tão cruel. Axel sabia que o menor ficaria arrasado, mas ou era aquilo, ou teria de matar seu anjo.
“Como punição, deve matar o anjo com tuas próprias mãos, e depois voltar ao Inferno para sofrer até que o prazo acabe”, resumindo, este tinha sido o veredicto de seu julgamento. Então o que mais poderia fazer? Ele jamais iria ferir seu anjo!
Por isso juntou todas as suas forças e pôs a expressão mais fria que já fizera na vida em seu rosto, chorando por dentro todas as vezes que pronunciava aquelas mentiras...
Por este motivo, Axel precisava voltar. Para encontrar seu amor e dizer-lhe o quanto o amava até que o loiro enjoasse de escutar aquilo, se é que era possível.
Para abraçá-lo mais uma vez, segurá-lo em seus braços e sussurrar seu nome sem parar. Para cheirar aquela pele como se a fragrância que ela exalava fosse a melhor, a mais pura e a mais viciante de todas. Para tocar naqueles cabelos dourados e sentir sua textura macia até que suas mãos memorizassem aquele sentimento que ousava sentir todas as vezes que olhava o menor.
Amor.
Ou então, resumindo tudo e mais um pouco, para simplesmente amá-lo pelo resto da eternidade, prezando mais nada exceto sua única e total felicidade.
Notas finais
Sim,ficou curto e o Axel não fez PN,mas eu prometo que o próximo chap vai ser quase só ele,então é so esperar pra ver.
Ah, e por favor, mandem reviews!Eu fico tão feliz com elas! Mesmo que sejam bem nonsenses repletas de coments sem noção e coisas do tipo, eu aceito viu?? Senão eu mando o Sirius atrás de vocês!(toddy brinks XD!)(Ou será que não??)(UHAUHAUAHA)
Enfim,Kisses e Obrigada por terem lido!
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