Notas iniciais
Hey meus amoreeees!
Primeiramente, queria agradecer a todos que tao comentando! To muito feliz com a repercussão da fic!
Esse cap. aew é bemm love no começo... Mas é meio tristinho no fim... Vocês vão conhecer a história da Emma... Se preparem!

E teremos a apariçao de duas pessoinhas muito chatas... :@ kkk

Espero que gostem!

Boa leitura :D

Na manha seguinte, era um sábado. Emma acordou lentamente se sentindo um pouco espaçosa demais em relação à madrugada, que, por sinal, tinha sido a melhor da sua vida. Quando abriu os olhos não encontrou a morena que lhe tinha proporcionado a noite mais tranquila de todas. Ela estava apenas de calcinha e sutiã, porém as roupas da morena tinham sumido

– Regina? – a loira chamou pela garota não obtendo nenhuma resposta – Será que ela me deixou aqui sozinha mesmo? – Emma puxou o lençol para cobrir o corpo semi-nú e já tinha lágrimas nos olhos quando viu a porta se abrir e a morena aparecer trazendo duas sacolas de papel e um suporte com dois copos com ela. Ao ver que a loira tinha os olhos marejados, Regina correu para abraçar a garota:

– Amor! O que foi que aconteceu? – ela enxugou duas lágrimas que escaparam dos olhos de Emma e tinha uma expressão preocupada no rosto.

– Eu pensei que você tinha me deixado... – a menina sorriu mostrando seu alivio – mas vejo que eu estava errada! – a morena riu e segurou o rosto da loira olhando nos olhos dela

– Sua boba! Voce acha mesmo que depois de tudo que eu falei ontem, eu seria capaz de fazer uma coisa dessas? – ela deu um selinho demorado na garota que tinha o sorriso mais lindo do mundo estampado no rosto.

– O que é isso? – Emma se referiu com curiosidade às sacolas que Regina trazia consigo.

– Bom... – a morena estava corada de vergonha – eu queria te trazer o café da manhã na cama... Mas como não tinha muita coisa na cozinha... – ela deu uma das sacolas para a loira – eu fui num mercadinho aqui perto e comprei umas coisinhas – Regina sorriu e encolheu os ombros, envergonhada. Emma não conseguiu conter o sorriso.

– Você não existe! – ela se estendeu e deu outro selinho na morena – Obrigada! Ninguém nunca fez algo tão lindo assim por mim – Emma estava completamente apaixonada por Regina, e o sentimento era recíproco.

As duas tomaram o café da manhã juntas. Depois Emma começou a se vestir e, se dirigindo à morena, disse um pouco envergonhada:

– Re... Você ainda quer saber de tudo o que aconteceu? Porque... – Emma mordeu o lábio em sinal de que estava nervosa — Eu to disposta a contar... Confio em você – ela deu um pequeno sorriso e Regina retribuiu, não só pelo que ela estava oferecendo, mas por ter ouvido a garota chamá-la por aquele apelido.

– Você quem sabe, Em... Mas confesso que eu detesto ficar na curiosidade – elas riram. Emma mirou o chão e se encaminhou para a cama de novo onde sentou de pernas cruzadas na frente da morena, respirou fundo e começou:

– Bom, então vamos lá...



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– Você entendeu o plano, Aurora?

– Entendi sim Mary, mas porque a gente tem que envolver a bicho-grilo também? O que ela tem a ver com a Emma?

– Ai BedTime... Voce faz juz ao seu nome, lerda... Antigamente seria mais fácil acabar com a reputação da Emma... Mas agora essa rebelde aí entrou em jogo e defende ela com unhas e dentes. Digamos que antigamente a Emma não tinha amigos verdadeiros. Agora ela quase tem! Só uma, mas tem. E essa “amizade” – ela fez o sinal de aspas com as mãos – ta deixando a Emma bem vista no meio do povo que não é popular.

– Então peraí, vamos repassar... Voce vai ameaçar a Emma né?

– Exatamente! Vou dizer que o time todo está querendo que eu me torne capitã e que só esta faltando o meu sim! E então vou dizer que se ela não rejeitar a Regina eu tiro ela do cargo.

– E você acha que ela vai se deixar ser chantageada assim?

– A Emma, honestamente, so é nossa líder porque ela teve a sorte de ter ganhado a votação para capitã. Ela não tem pulso pra isso! O coração dela é mole demais.

– E você acha que diante dessa situação ela vai escolher rejeitar a Regina porque...

– Porque ela não tem motivos pra ter piedade dela... Ou tem?



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– Eu fui abandonada na beira da estrada quando era recém-nascida. Minha mãe biológica engravidou por fruto de uma noitada. E eu sei de tudo isso porque, não me pergunte como, mas acabei encontrando ela! E foi o pior dia da minha vida... – Emma sussurrou a ultima frase e Regina pegou em sua mão dando forças pra que ela continuasse. A morena percebia que aquela história trazia más lembranças a ela – eu fui falar com ela e ela me rejeitou, disse que não me queria na vida dela e que eu fui um grande erro na vida dela – Emma continuou, chorosa. Pra ela doía demais falar sobre aquilo – Mas tudo bem... Fui adotada aos 5 anos por uma família muito boa... Minha mãe me adorava – ela sorriu. Seus olhos brilhavam ao falar da mãe – meu pai também, mas ele trabalhava demais... Naquela época né... Lembro que a minha mãe sempre saia pra ir passear comigo, ficava brincando comigo... Até que um dia... – ela parou e tomou fôlego – A gente tava brincando no tapete da sala e ela de repente colocou a mão na cabeça dizendo que tava doendo muito. Eu era criança, imaginava que era só uma dorzinha de cabeça... Mas ela pediu pra eu ligar pro 911 e depois pro meu pai e então... Ela me olhou! – Emma parecia estar vendo aquela cena de novo – Seus olhos estavam completamente vermelhos... Eu me assustei... Não sabia o que fazer...

– AVC? – deduziu Regina que estava completamente emocionada com a história da garota. Emma balançou a cabeça afirmativamente soltando o choro que ela estava guardando. A morena não aguentou e tomou a loira em seus braços dando um abraço apertado e beijando o topo de sua cabeça. Quando se acalmou, Emma voltou a se sentar na frente de Regina e continuou:

– Ela não resistiu... Meu pai ficou acabado... Então... Ele começou a voltar muito tarde ou nem voltar... – Emma limpou as lagrimas que caiam – Perdi a conta de quantas vezes o vi com a cabeça dentro da privada pondo tudo pra fora menos as lembranças... E o pior... – a loira olhou nos olhos da morena – Quando ele tava chapado... Ele me culpava pela morte dela... Dizia que eu devia ter chamado ele primeiro, ou chamado a ambulância mais rápido... Ele já chegou a me bater, mas foi só uma vez porque sempre que ele terminava de desabafar tudo... Caía no choro e me pedia perdão! – Emma conseguiu parar de chorar – Mas ele largou o emprego e então, com 7 anos eu me vi obrigada a me virar sozinha... Eu estudava em escola pública... E lá, começaram a falar que eu tinha matado a minha mãe – Emma parou e respirou – Eu queria sair de lá... Mas nós não tínhamos dinheiro para pagar qualquer outra escola... Então vi um cartaz na rua dizendo que estavam selecionando pessoas para serem bolsistas na FTL... Mas era só para maiores de 10 anos... Eu, mesmo assim, fui lá e convenci-os a me darem um teste... E eu passei – ela sorriu – até hoje sou bolsista lá. – Regina sorriu orgulhosa da amada – Mas quando entrei, jurei para mim mesma de que seria uma pessoa diferente, seria popular... Então eu... – Emma parou refletindo se deveria falar aquilo. Regina apertou a mão dela dando ainda mais confiança para a menina – eu comecei a roubar, Regina... – ela falou de cabeça baixa e envergonhada – eu roubei roupas para parecer rica, e dinheiro para tentar sustentar aquele barraco... Já tive milhões de empregos só pra poder cuidar do meu pai... – ela começou a chorar de novo – ...Que sumiu a uma semana e agora eu descobri que foi encontrado desmaiado no meio da rua por causa de uma overdose... Mas tá fora de perigo, graças a Deus! – ela respirou e começou a chorar de novo... – e é isso... Essa é a minha história – Emma sussurrou chorando.

Regina estava boquiaberta. A sua amada tinha passado por uma historia muito difícil. Ela se deitou na cama e puxou a loira para deitar em seu peito, abraçando-a:

– Eu vou cuidar de você, pequena – Emma se aconchegou no abraço e ficou ali por um tempo... Quando se acalmou quebrou o silencio:

– Eu já pensei em mandar ele pra rehab sabe? Mas as que prestam mesmo são uma fortuna e eu não tenho dinheiro nem pra pagar a compra do mês... Muito menos o aluguel, quem dirá a rehab...

Regina ficou pensativa afagando os cabelos da loira até que pegou Emma de surpresa quando disse:

– Eu pago! – a morena quase gritou de tão alto que falou. A loira se virou para Regina

– Nem pensar, Re... Nem vem com isso! Não preciso de caridade – Emma recusou

– Mas não é caridade, Emma! É uma ajuda da sua namora... fican... – a loira olhou para a morena rindo – ah você entendeu – ela riu também.

– Não, Regina... Não invent...

– Então eu pago só a rehab... Por favor, amor! Eu quero fazer isso por você e pelo seu pai. – Regina fez uma carinha de cachorrinho e Emma riu. A loira ficou pensativa olhando para a morena...

– Tá... Tudo bem! Eu deixo... Mas só isso... O aluguel eu vou ter que dar um jeito ou procurar outro lugar... – Emma deu um selinho em Regina – Obrigada, meu amor! Eu te amo muito! – Ela sorriu e deitou-se de novo no peito da morena que logo soltou o que ela tinha em mente:

– Bom... Em relação ao aluguel... Já que você não vai me deixar pagar... Vou partir para o plano B – Emma olhou para a morena confusa – Pro seu pai nós já achamos um lugar para ficar... Só falta você... – Regina sorriu

– Sim... E? Conhece alguma pensão que cobre... Hum... Nada? – Emma disse irônica, mas se surpreendeu quando a morena balançou a cabeça afirmativamente – Han? Onde?

– Bom... O endereço é Av. Maine 5001... Mas... – Regina fez uma pausa e sorriu – eu costumo chamar de MINHA CASA!

Notas finais
AAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! OLHA O QUE A REGINA PROPÔS MEU DEUS!

Não perguntem: Mas e os pais dela? Pq eu vou explicar no proximo cap... Ou melhor... A Regina vai kkkk

Mas e aew curtiram? E o café na cama? Fofo não?

E quem quer matar a Mary??? o/
Alguém riu com a lerdeza da Aurora? É que em filmes assim que tem trios... sempre tem a tapada... Na minha fic é a Aurora hahaha!

Bom... Sugestões? Criticas?

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-xox, byebye!