Better Days
1 Capítulo um - Um mundo novo.
Notas iniciais
Claire
Aulas, Aulas, e mais aulas, Só de pensar que daqui pra frente terei mais 7 meses pra vir a escola, E logo depois entrar na faculdade e ficar anos já me dava vontade de me matar.
– Bom alunos, É só isso pra hoje, tenham um Bom dia! – O Professor Heitor disse, E o sinal bateu.
Ele saiu da sala de aula e nós ficamos parados em silêncio quando meu irmão chega na sala de aula e diz:
– Clarissa, Ande, Papai mandou lhe chamar! Temos que ir daqui logo. – Todos os olhares na sala de aula vieram para mim, Eu ergui as sombrancelhas, Guardei todos os materiais e saí junto com Nathan.
Nós estavamos andando pelo corredor do Colégio, Ele não disse nada e eu o perguntei:
– Oque está havendo Na? – Ele não respondeu nada, continuamos andando. – Nathan, Eu te fiz uma pergunta. – Mais uma vez silêncio.
Fiquei parada no corredor esperando uma resposta, ele parou logo em seguida e falou:
– Clarissa Anschau, Dá pra você parar de perguntas? – Ele me olhou – Dá pra você andar mais rápido? Quanto mais cedo melhor! Daqui a pouco as estradas estarão cheias e não sobreviveremos!. – Ele voltou a andar e eu andei atrás dele.
Viramos o corredor, Vimos um cara abaixado, Sangue no chão, Ele parecia estar comendo algo, Fui um pouco mais perto de Nathan e o perguntei sussurrando:
– Meu Deus Nathan! Oque é aquilo? – Dei alguns passos para trás, até bater em um extintor de incêndio e ele cair no chão e fazer barulho por todo corredor. .
O cara que estava agachado se alevantou, Estava vindo em nossa direção, Nathan sacou uma arma de sua calça, Apertou o gatilho e atirou bem na cabeça do monstro, Continuei a olhar Nathan que voltou, Pegou em minha mão e voltarmos a correr pela escola até a saída.
Quando chegamos na rua, havia uma mini-van preto, Entramos dentro dela aonde havia Joe meu irmão (6 anos), Minha mãe, Jane, Filha de minha tia (12 anos), Meu pai e minha tia, Entramos no carro e eu perguntei ao meu pai:
– Oque está havendo pai? – Olhei para ele – E porque você e tia Matilde estão fazendo aqui? Não era para vocês estarem no Exército? – Ele disse:
– Sim querida, Era, Mais vim buscar vocês primeiramente. – Ele me olhou e o rádio tocou:
'' Atlanta está infestada! Repetindo, Atlanta está INFESTADA! Coronel, leve sua família para longe! Essas coisas tomaram o local, algum infectado mordeu um dos médicos! ''– barulhos de arma saíram do rádio — '' NÃO SE APROXIMEM DA AVENIDA PRINCIPAL! NÃO SE APROXIMEM DA AVENIDA ''– ele começou a gritar de dor.
– Merda! — minha tia entrou no carro. E pegou o rádio — Soldado! Está na escuta? SOLDADO! — ela falou com o rádio em frente a sua boca. — DROGA! — ela voltou ao lado de fora. E logo voltou com revólveres na mão. — Peguem eles. — ela entregou uma para mim, Mais um para Nathan, um para Jane, e um para a minha mãe. Minha mãe arregalou os olhos ao ver a arma em seu colo — Protejam-se! — ela falou e meu pai apareceu — Clarissa assuma o volante, sua mãe não está disposta a dirigir.
Fui até o banco do motorista.
O Rádio voltou a falar.
'' CORONEL, ATLANTA NÃO É SEGURA! MUITOS MORRERAM! ''– os barulhos de tiro voltaram — '' PRECISAMOS DE REFORÇO! ELES SÃO MUITOS! PRECISA ATIRAR NA CABEÇA PARA DERRUBA-LOS! ''
Meu pai deu um beijo em cada, junto com a minha tia.
– Eu encontro vocês no CCD. — meu pai falou para mim. — Proteja-se, tudo que não falar. Atira, está sangrando? Atira. Está com uma mordida? Atire. — ele falou e meu deu outro beijo — Logo voltaremos a nos ver Claire, Logo logo.
Meu pai e minha tia saíram do carro e passaram pelo pelos militares que estavam em nossa frente. Eu liguei o carro.
Algum tempo se passou, entramos em uma estrada, CHEIA de carros.
– Claire, eu to com fome — o Joe falou com aquela carinha fofa dele. Minha mãe não respondeu — Nath — era como ele chamava Nathan — Eu to com fome.
– Ok – Ele o olhou. – Claire pega aquela rua. – O obedeci e virei pra rua.
– Mais Claire – Jane ela imitou o Joe – O tio George falou para irmos para o CCD. – Ela disse
– Eu sei! Logo estaremos lá, ele nem via perceber que chegamos atrasadas. — disse e o carro voltou a andar.
O Carro passou por uma longa rua, sem nenhum carro, Graças a Deus, rapidamente chegamos a nossa cidade. As ruas, antes cheia de crianças brincando na rua. Estava vazia, sem ninguém nelas.
– Acho que todos estavam naquela maldita estrada! — pensei
Fomos até o Mercado mais próximo. Ele estava vazio. Entramos nele, tudo normal. Minha mãe foi pegar uns refrigerantes, enquanto e pegava bolachas, etc.
– Clarissa — minha mãe sussurrou andando de costas. Fui até ela. — Claire olha — ela apontou para o final de outro corredor, onde havia três caras/mulheres agachados, em cima de uma poça de sangue. Eles deveriam estar comendo algo.
– Ah denovo não! – Parei e saquei a arma, Só que ela caiu no chão, Chamando a atenção daqueles monstros – Ai meu Deus! – Eles viraram-se, Haviam mordidas no pescoço, Bochechas, E arranhões no nariz etc.
Peguei a arma do chão
– Se afaste! — falei e ele começou a andar até nós — Vamos! AFASTECE! — gritei
– Atira NELE! — minha mãe gritou.
Puxei o gatilho e a bala atravessou seu peito, ele nem sequer caiu no chão.
Continuei dando tiros, Eles se aproximavam, E nem caiam no chão. Se afastei com minha mãe, Enquanto eles chegavam mais perto.
Oque faremos agora? Suícidio?
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