Beta - The Play [Fanfic Interativa]

6 Capítulo 6 - Sedução Em Paris


Notas iniciais
Terminei minha outra fanfic, portanto minha atenção está na The Play, agora.

Sedução Em Paris

As primas Katrina e Grazy são esbeltas, sexy e ricas. Mas possuem uma doença herdada de família, que ainda é um mistério. Katrina, a mais velha, é cega. Grazy é surda. Os médicos dizem que com o passar do tempo o problema se agravará até que elas não possam mexer nenhum músculo do corpo. Nascidas na Russia, criadas na Inglaterra e em viagem na França, essas patricinhas curtem enquanto ainda podem.

- Katri! – chamou Grazy – Ele não serve mais para mim!

- Então arranje outro – a prima respondeu indiferente.

- Mas eu me apeguei á ele!

- Você só o usou uma vez, ele não ficará triste...

- Mas é tão lindo...

Katrina segurou os ombros da prima, como se estivesse consolando-a.

- Grazy, isso acontece muito na vida de uma mulher, temos de seguir em frente... Eu... Eu sei que é difícil mais... Aposto que encontramos um igual! Ou maior!

- M-Mas... Eu o comprei em Roma!

- Tudo bem, podemos arrumar um de lá! – ela sorriu. – Sutiãs sempre são descartados quando estamos na fase de crescimento, Grazy...

A prima mais nova assentiu, magoada. Katrina não podia deixar a pobre priminha assim...

- Ei, você é a Barbie humana, lembra? A garota mais bonita do mundo. – Katrina tocou seu rosto – Você não fez plástica para ter este rosto fino, nem usa lentes para ter olhos azuis. Seus cabelos são loiros naturalmente e você na teve uma espinha na adolescência... Fique feliz, priminha...

- Você é bem mais bonita que eu. – Grazy virou o rosto – Queria ser como você...

- Não! Eu é que queria ser como você!

- Seus seios são maiores.

- E por isso eu sofri mais abandonando sutiãs! Veja pelo lado positivo, Grazy...

- É... – a prima fungou – Você tem razão, você sofreu mais com os sutiãs...

- Agora se arrume, temos uma importante festa para ir... O filho do primeiro ministro, lembra?

- Ah, aquele idiota... Ficou dando em cima de mim a noite toda quando chegamos em Paris... Ah, que saudade do Daniel...

- Eca! – Katrina mostrou a língua – Aquele atorzinho de segunda? Você consegue coisa melhor...

- Mas ele disse que eu era Sonsa!

- Sonsa?

- É, tem alguma coisa a ver com o filme que ele fez...

- Ah, esqueça o Daniel, ele é um lixo perto do filho do primeiro ministro!

- Ainda bem que sempre posso contar com você, Katri... – Grazy a abraçou. – Mesmo sendo surda e você cega... Nos damos bem...

A comunicação das duas era bem diferente: Grazy dizia enquanto Katrina fazia gestos na língua dos sinais. Assim elas se comunicavam. Aprenderam isso antes da doença afetar audição e visão, quando era menores, assim trocariam segredos sem ninguém descobrir. Poderiam conversar coisas constrangedoras em público que ninguém iria ficar sabendo do que se tratava. Quando a doença invadiu, elas já tinham se acostumado com aquela língua secreta, e por isso era fácil se tornarem pessoas muito próximas, afinal eram de uma família rica, e ninguém iria se dar ao trabalho de aprender a se comunicar com elas. Assim, cresceram sozinhas, tendo somente a si mesmas como companhia.

Com os investimentos dos tios no novo projeto de um jogo, elas poderiam ouvir e ver as coisas naturalmente. Assim, aceitaram o desafio de entrar no jogo. O tio, por sua vez, prometera que as colocaria em um patamar maior quando entrassem no jogo.

Já até tinham escolhido a guilda, Demônio das Trevas. O nome interessou.

º º º

Para entrar no jogo, era muito simples: Acho que vou citar uma outra fanfic aqui, Your Hunger Games. Se alguém já a leu, saberá o que quero dizer, é um emaranhado de fios e uma cadeira. Homens de branco lhe colocaram lá e você dormirá até os jogos acabarem. Mas não se preocupe! Esse jogo não trás a morte! Somente a morte do personagem. Mas acho que nenhum dos doentes querem isso, afinal, o jogo é a chance de viverem normalmente. Não citei a fanfic só para levantar o interesse dos outros leitores sobre ela, imagine...

Sou um narrador um tanto exigente: Tenho meus preferidos. Mas, infelizmente, eu só posso narrar o que esta escritora me dá para o mesmo. E assim, o que estou fazendo agora surgiu num momento de almoço. Acho que ela não perceberá que eu estou alterando a história. Se ela descobrir é capaz de me demitir. E sempre tem um novo narrador para narrar os fatos... Seja ele em primeira pessoa, seja em terceira. Os de segunda raramente aparecem. São primos distantes, eu suponho.

Você pode me imaginar homem ou mulher, criança ou idoso. Solte sua imaginação. Mas nada de querer me imaginar como a mulher da sua vida, meu jovem. Sou assexuado, ou algo do tipo. Não gosto de homens ou mulheres, afinal não somos da mesma espécie, certo? Seria problemático se algum dia um narrador se envolvesse com seu escritor ou vice e versa. Simplesmente não faz parte do curso da vida.

Essa minha conversa está sendo entediante, certo?

º º º

As primas Katrina e Grazy deram o nome de Russa e Barbie para seus personagens no jogo.

Notas finais
Russa: http://img16.imageshack.us/img16/6310/warriorgirlfantasy23124.jpg
Barbie: http://topwalls.net/wallpapers/2012/04/anime-girl-with-a-katana-2048x2560.jpg
--TP--
No capítulo que vêm eu irei colocar uma tabela com a personalidade de cada guilda, assim poderão saber mais sobre cada uma. Beijos.