O passeio com Nick foi ótimo. Conversamos sobre tudo. E quando digo TUDO, vai desde “O que achou da aula de hoje?” até “Qual é o nome do seu cachorrinho?” (Que por sinal, se chamava Elvis e era um Golden Retriever muito fofo *-*)

- Então, nos vemos amanhã na escola? – Perguntei

- Pode apostar, minha nova e melhor amiga. – Ele sorriu. Como aquele sorriso podia ser tão encantador desse jeito?

[...].

A cada dia que passava, mais gostava e queria estar na companhia do Nick. Ele realmente se tornou um amigo inseparável.

[...].

- Cah, tem uma coisa que eu queria muito te contar, e umas pessoas que queria que conhecessem também. – Ele vinha em minha direção, todo animado, parecendo uma criança que acabara de ganhar um doce.

- Sim, claro. Pode falar.

- Se eu falar aqui, não terá graça. O que acha de ir a minha casa hoje à noite? – Seus olhos brilhavam.

— Tem que ser à noite? – Estava preocupada que a minha mãe não concordasse, afinal conheço bem a dona Elaine.

- Sim, você poderia aproveitar para jantar lá. Vai ser legal, eu garanto.

- Sendo assim, farei de tudo pra ir. Você sabe que não recuso uma boquinha livre. – Rimos juntos.

- Até lá então

- Até Nick. E nos despedimos com um abraço.

E a noite chega... Não entendo porque, mais estava realmente ansiosa para ir à casa de Nick. Já arrumada, e modesta parte, arrasando, percebo meu celular tocando, era uma mensagem e nela estava escrito:

“Estou na frente da sua casa. Imaginei que não conseguiria chegar em casa sem a minha companhia e resolvi vim te buscar. Ansioso pra te ver”.

Nick.

Rapidamente, terminei alguns detalhes que faltavam e fui abrir a porta. Lá estava ele, com aquele seu charminho único.

- Oi. – Eu disse

- Olá. Você está linda, Cah! – Me observava

- Obrigado. Você é que está um gatinho! – Sorri e ele retribuiu o sorriso sem graça

- Mas então, vou ter que esperar chegar até sua casa para saber o que quer me falar? – Ele assentiu com a cabeça. Caminhávamos. A casa dele não ficava muito longe da minha.

[...].

Chegando lá, fiquei maravilhada por tal beleza da casa. Era simplesmente gigante. Logo que entrei, fui recepcionada pelos irmãos de Nick e seus pais.

- Cah, esses são meus pais, Denise e Paul. – Olhei para eles e os cumprimentei.

- Muito prazer! – Olhei para os garotos.

- Você deve ser o Kevin, ou para os mais íntimos, KJ2. — Todos riram

- Pelo visto, você e o Nick, vivem falando da gente. Olhei para Nick e percebi que ele ficara sem graça.

- Só às vezes. Sabe como é? Falta de assunto incomoda geral. — Sorri

- Pode deixar que eu me apresento. – Disse um garoto musculoso de regata preta – Prazer, Sou Joe Jonas, o engraçado. – Ele sorriu encantadoramente.

“Esse charme todo deve ser de família” – pensei

Joe me abraçou e percebi que Nick o olhou meio torto. Do meu lado estava um garotinho que aparentava ter uns 12 anos. Ele era fofo e lembrava muito o Kevin.

-Tenho certeza que você é o caçulinha perfeito de que eu ouço tanto falar. Frankie, certo? — Me abaixei e beijei seu rosto.

- Sou eu mesmo. — Ele corou rapidamente

- Bom Cah, essas são as pessoas que eu fazia tanta questão que conhecesse. Minha família, minha base de apoio. (Awnnnn, ele é a fofura em pessoa mesmo!!)

- E que bela família, eu diria. Agora o senhorito já pode me contar a segunda parte? – O observava, curiosa.

- Claro. Eu, Kevin e Joe estamos numa começando uma banda e gostaríamos que fizesse parte dela nos dando algumas sugestões. O que acha?

Enquanto ele ia me fazendo aquele convite irrecusável, pude notar Joe cochichando com Kevin: “Gostaríamos? Ele quis dizer ‘ela vai fazer parte e ponto final’”

- Com toda certeza do mundo. – Abracei-o com uma força que nem sabia que tinha. Estava super, mega, ultracontente. Iria participar de uma banda, mesmo que indiretamente, e o melhor, COM O NICK.

Mas porque estava tão feliz? Afinal, ele era apenas meu grande amigo. Sim, um amigo super lindo, fofo, simpático que eu não conseguia mais ficar longe, mais ainda sim era só meu amigo.

Depois de uma noite muito agradável na casa Jonas, fui para casa.

A felicidade era tanta que não conseguir esperar o dia seguinte e liguei para a Malu:

- Alô. – Ela atendeu com uma voz sonolenta. Não era pra menos, passara de uma da manhã.

- Malu, você nem vai acreditar no aconteceu hoje?

- Tenho certeza que não foi alguém te acordando quando você estava no mais belo sonho. – Ironizou.

- Engraçadinha!

- Enfim, o que é? Fala logo, to a fim de voltar a dormir.

- Deixa pra lá vai. Você esta muito cansada. Te conto amanha na escola.

- Não, não... Agora você já me acordou mocinha, pode ir falando.

-Quer saber? Mudei de idéia. Até amanha. – Disse rindo

- M... mas... conta agora. — Foi a ultima coisa que a ouvi dizendo antes de desligar o celular.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.