Best Both Worlds
12 Jantar Fora
Notas iniciais
Capítulo 11
Jantar fora
19:10 horas
Sulfus já estava pronto e estava na sala à espera. Usava umas calças de ganga pretas, umas sapatilhas e uma camisola branca e uma gravata preta.
Quando Raf saiu Sulfus ficou espantado. Raf estava a usar um vestido azul que chegava até aos joelhos, uns collans brancos e uns sapatos de salto alto azuis. O seu cabelo apanhado por um rabo-de-cavalo.
Sulfus: Estás linda.
Quando foi para junto da Raf beijou-lhe a mão como um cavalheiro.
Raf: Que cavalheiro.
Sulfus: Faço tudo para te agradar, meu amor.
Raf: Eu só vou dizer ao meu pai que nós já vamos.
Sulfus: Ok.
Raf: Pai!
Robby: Sim querida?
Raf: Eu e o Sulfus já vamos.
Robby: Ok, divirtam-se!
Raf: Bem, vamos Sulfus?
Sulfus: Sim.
Sulfus estendeu a mão e Raf pôs a sua mão na de Sulfus.
Raf: Como é que vamos para o restaurante e já agora qual é o restaurante?
Sulfus: De limusina, como eles sabiam que eu era o baixista da Hannah Montana eles ofereceram-se para levar e trazer. E o restaurante é surpresa.
Raf: Uau, nunca vi nenhum rapaz a fazer isto por mim e muito menos o baixista da minha banda.
Sulfus: Porque eu sei o quanto és especial mesmo quando não estás vestida de Hannah Montana.
Raf: Obrigada, por me fazeres sentir especial.
Sulfus: De nada, amor.
Raf deu-lhe um beijo na bochecha.
Sulfus: Bem vamos entrar?
Sulfus abriu a porta e disse.
Sulfus: As senhoras primeiro.
Raf: Que cavalheiro.
Sulfus: Faço tudo para te agradar. Ah e quando chegarmos lá tens de pôr uma venda.
Entraram na limusina e dirigiram-se para o restaurante Bice o mesmo de quando foram com os seus amigos na noite em que tocaram para os presidentes. Mas foram a esse restaurante sem Raf saber, porque era surpresa.
Restaurante Bice, 19:30 horas
A limusina parou em frente ao restaurante. Como Sulfus tinha dito Raf pôs uma venda.
Sulfus: Bem, podes tirar a venda.
Raf tirou a venda.
Raf: Sulfus é o restaurante Bice o mesmo onde nós cantamos. Até quem fez a reserva pode ter uma sala só para eles para o barulho das outras pessoas não incomodar e também para estar mais à vontade.
Sulfus: Pois é.
Raf começou a desconfiar.
Raf: Não Sulfus, tu não fizeste isso.
Sulfus: Acredita, eu fi-lo.
Raf: Obrigada Sulfus. Mas não gastaste muito dinheiro nisto?
Sulfus: Não.
Sulfus tomou a mão da Raf e foram para a sala.
Assim que entraram viram uma mesa com uma vela acesa, sofás e uma televisão.
Sulfus arrastou a cadeira para a Raf se sentar e depois Sulfus sentou-se.
Durante todo o jantar estiveram de mãos dadas e a conversar sobre novas ideias para músicas para cantarem juntos… até que acabou o jantar. Sulfus foi pagar enquanto Raf estava ao seu lado à sua espera.
Foram para a limusina e Sulfus perguntou.
Sulfus: Gostaste do jantar?
Raf: Eu não gostei, eu adorei.
Sulfus: Eu sabia que tu ias gostar.
Sulfus pôs as mãos nos quadris dela e ela pôs as mãos no pescoço dele e beijaram-se.
Ouviram o telefone da limusina a tocar. Sulfus atendeu.
Motorista: Menino, para onde quer ir?
Sulfus: Para a residência Stewart.
Motorista: O Menino é que sabe.
O Motorista desligou o telefone.
Casa dos Stewart, 20:30 horas
Chegaram a casa e não estava ninguém mas sim um bilhete.
“Cara Raf,
Saímos, só voltamos só por volta da meia-noite. Não esperem por nós.
Pai”
Raf: O que é eles estarão a magicar? Não é normal eles só voltarem lá para a meia-noite.
Sulfus: Não sei, mas eu não me importo, o que me importa é que estivemos os dois.
Raf: Tens razão.
Sulfus deu-lhe um beijo na bochecha.
Raf: E o melhor é que daqui a dois dias faço 19 anos.
Sulfus: Pois é, com esta confusão toda até me esqueci. Já agora o que é que gostavas de ter no teu aniversário?
Raf: Não sei. Mas sabes o que é que o meu pai costumava dar-me no meu aniversário?
Sulfus: O quê?
Raf: Uma canção escrita por ele.
Sulfus: E tu gostavas?
Raf: Adorava.
Sulfus: Bem são 21:00 horas. Queres ver televisão?
Raf: Sim, pode ser, já que eles vão demorar tanto.
Sentaram-se no sofá e ligaram a televisão. Raf tinha a cabeça sobre o peito de Sulfus e estava sempre a olhar para a televisão. Sulfus já não estava tão atento, estava a pensar sobre o presente que ia dar, uma canção, do género da que lhe tinha cantado no Natal.
Adormeceram os dois, no sofá, sem dar por isso, com um sorriso nos lábios.
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