Best Both Worlds
9 Dia de Natal com doença
Notas iniciais
Capítulo 8
Dia de Natal com doença
25 de Dezembro de 2012, 00:10 horas
Depois de uma noite bem passada em família todos foram dormir. Nem todos… Sulfus estava na cama e não conseguia adormecer. Estava a sentir com mau estar e não se sentia como no normal. Talvez fosse uma indisposição.
10:00 horas
Todos já tinham saído da cama mas Sulfus ainda não. Todos estavam preocupados com ele.
Robby: O Sulfus ainda não veio. O que é que se estará a passar?
Raf: Não sei, mas estou a ficar preocupada. Eu vou lá ver.
Robby: Fazes bem.
Já no quarto de Sulfus…
Raf bateu à porta e perguntou.
Raf: Sulfus, posso entrar?
Sulfus não respondeu e ela entrou. Ele estava deitado na cama. A cara dele estava mais pálida do que o normal.
Raf: Sulfus, estás bem?
Sulfus não respondeu e ela começou a temer o pior. Sentou-se na beira da cama e tentou despertá-lo e ele finalmente acordou.
Raf: Sulfus, estás bem?
Sulfus: Não me estou a sentir muito bem.
Raf: Não estás a sentir-te bem?
Raf pôs a mão na testa e viu que estava quente.
Raf: Estás quente. Eu vou buscar um termómetro.
Raf foi buscar um termómetro à casa de banho e voltou para o quarto de Sulfus. Mediu-lhe a temperatura e ele estava com 39 graus de febre.
Raf: Estás com 39 graus de febre. Mas o que é que se passa?
Sulfus: Estou cheio de frio, dói-me a cabeça, entre outras.
Raf: Vais ter de ir ao hospital. Eu vou chamar uma ambulância.
Sulfus: Vai lá.
Já na sala…
Raf chegou à sala e disse.
Raf: Pai, chama uma ambulância.
Robby: Porquê?
Raf: O Sulfus está com 39 graus de febre.
Robby: Vou já chamar.
Robby foi chamar a ambulância e Raf foi para o quarto de Sulfus.
Raf: Estás bem?
Sulfus: Não.
Raf: O meu pai já foi chamar a ambulância e eles vêm em breve.
Ouviram uma ambulância.
Raf: Ou vêm agora.
Raf foi para a sala e já estava lá os enfermeiros a ir para o quarto do Sulfus e toda a gente a olhar para eles.
Robby: Não te preocupes querida, o Sulfus vai ficar bem.
Raf: Achas que sim?
Robby: Acho, porque o Sulfus é forte.
Raf: Vou seguir a ambulância quando ela partir. Vens comigo?
Robby: Claro que sim.
Quando ele terminou de dizer a frase, os enfermeiros já estavam a levar o Sulfus para a ambulância.
Raf: Vamos segui-los.
Robby: Ok. Dolly, podes tomar conta da casa enquanto eu e a Raf vamos ao hospital?
Dolly: Sim.
E lá foram.
Hospital de Milão, 10:30 horas.
Assim que chegaram os enfermeiros levaram-no para um dos quartos.
Raf e o Robby foram para a sala de espera assim que os chamaram.
Recepcionista: O Dr. Antoine Carlo, gostava de falar com Raffaella Stewart e Robby Ray Stewart.
Raf e o Robby foram à recepcionista e ela indicou-os para a sala onde se deviam dirigir.
Raf bateu à porta da sala.
Dr. Antoine Carlo: Pode entrar.
Robby: Bom dia, doutor.
Dr. Antoine Carlo: Presumo que devem ser a Raffaella Stewart e o Robby Ray Stewart.
Raf: Sim doutor.
Dr. Antoine Carlo: São amigos do Sulfus?
Robby e Raf (em coro): Sim.
Dr. Antoine Carlo: O Sulfus não teve de ser disposto a uma cirurgia e também não é muito grave. Só está com gripe.
Raf: E ele vai ter de estar aqui muito mais tempo?
Dr. Antoine Carlo: Só até amanhã de manhã, mais especificamente logo que ele acordar.
Raf: Ok doutor.
Dr. Antoine Carlo: Ah, e agora não é conveniente, as visitas, porque o Sulfus, enquanto estiver aqui vai ter muitas dores de cabeça, porque as macas e assim vai fazer muito barulho e com muitas pessoas não vem muito a calhar e além disso precisa de repouso total. Se um dos dois quiser ficar e a passar cá a noite estão à vontade, mas têm de decidir isso agora.
Raf: Pai, se não te importas eu fico.
Robby: Está bem Raf.
Raf: Eu fico doutor se não se importa.
Dr. Antoine Carlo: Ok então venha comigo.
Raf: Até amanhã pai.
Robby: Até amanhã Raf.
Robby foi-se embora e Raf seguiu o médico.
Dr. Antoine Carlo: Para ele não estar misturado com os outros pacientes que estão em estado grave, pusemo-lo num quarto só dele. Espero que não se importe.
Raf: Não, claro que não me importo.
Chegaram ao quarto.
Dr. Antoine Carlo: Aqui está.
Raf: Obrigada, doutor.
Raf entrou no quarto e viu Sulfus sentado na cama.
Raf: Sulfus.
Sulfus: Raf.
Raf sentou-se na beira da cama ao pé dele.
Raf: Estás melhor?
Sulfus: Sim, mais ou menos.
Raf: Não te preocupes, vais sair daqui, em princípio, amanhã de manhã.
Sulfus: Óptimo, só estou aqui à 5 minutos e já me quero ir embora.
Os dois riram-se.
Raf: Mas lembra-te, que quando voltares para casa, se o médico mandar, vais ter de ficar de cama.
Sulfus: Pois o que não apetecia nada. A esta hora, se eu não estivesse doente, já estávamos nós os dois a andar a cavalo.
Raf: Sim, diz que sim. Mas não te preocupes, não vais ficar aqui sozinho até amanhã.
Raf segurou a mão dele.
Sulfus: Porquê?
Raf: Porque eu vou ficar cá a passar a noite.
Sulfus: Como é que o teu pai deixou?
Raf: Simples, pedi-lhe.
Sulfus: Ok.
Raf deu-lhe um beijo na bochecha. Agora Sulfus precisava de toda a atenção possível.
Raf: Não gosto nada de te ver assim. Faz-me sentir inútil.
Raf olhou para baixo quando disse isto porque não queria olhar para ele nos olhos. Sulfus ao ouvir isto inclinou-se para a frente e com a mão começou a acariciar a bochecha dela e disse.
Sulfus: Raf, não te sintas assim. Tu, para mim, se não tivesses cá ficado, já estava morto de saudades tuas e a sentir-me sozinho, mas tu mudaste isso. Eu preciso de ti.
Raf ao ouvir isto percebeu que Sulfus precisava mais dela do que nunca.
Raf: Obrigada, por teres dito isso.
Sulfus: Só disse isso porque te amo.
Raf não conseguiu evitar esboçar um sorriso nos seus lábios. Sulfus ao ver o seu sorriso, dentro dele fez sentir a esperança renascer de ficar melhor e poder sair dali com ela e aquele sorriso.
Passado 12 horas…
Já eram 22:30 horas e Raf e Sulfus já estavam muito cansados. Raf estava a dormir ao pé de Sulfus como quem diz, a dormir no peito dele. Sulfus estava cansado, e adormeceu com uma mão num dos quadris dela.
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