Bernardo e Bianca na Terra dos Cangurus- Fim Feliz
1 OneShot - Rescuers Down Under- Alternative Ending
Notas iniciais
(Cody, os ratos e Marahute estão prestes a voar para casa, quando Cody de repente se lembra de algo.)
Cody:
Espere, Marahute, vá praquela direção!
Bianca:
Cody?
O que você está-?
Cody:
Tem algo que eu preciso fazer primeiro!
(Mais tarde, de volta ao esconderijo de McLeach, os animais estão sentados deprimidos em suas gaiolas.)
(De repente, eles ouvem o som de passos se aproximando atrás da porta.)
(Eles ficam tensos, temendo que seja McLeach vindo para levar um deles para ser morto e esfolados.)
(Seu medo cresce à medida que os passos apressados se aproximam.)
(A porta se abre e os olhos do animal se arregalam em descrença quando não vêem McLeach, mas Cody!)
Animais
(em uníssono)
Cody?
(Cody estende a mão e tira as chaves de McLeach do gancho próximo.)
Cody:
Vamos todos!
Vim tirar todos vocês daqui!
(Os animais aplaudem com alegria quando Cody vai de animal em animal e destranca as correntes e as portas da gaiola.)
Canguru:
É ótimo vê-lo novamente, garoto!
(Cody abre a porta para Frank, o lagarto-cobra, mas Frank apenas estremece timidamente e não sai.)
(Cody faz um movimento suave com a mão.)
Cody:
Está tudo bem, Frank.
Você está livre agora.
Eu prometo a você que McLeach se foi, e ele não vai incomodar você ou qualquer outra pessoa nunca mais.
(Olhando para o rosto sorridente de Cody, Frank sai lentamente de sua jaula.)
(Ele então segue Cody e os outros animais libertados para fora da sala e do esconderijo para a liberdade.)
(Mais tarde, Marahute deixa Cody e os ratos a um metro da casa de Cody.
Cody se vira para a grande águia dourada com um sorriso triste — sabendo que isso é um adeus.
Marahute abre uma de suas asas e, usando o bico, remove uma das suas penas douradas.
Ela a estende para Cody, que pega a pena e a esfrega no pescoço.
Cody abraça a cabeça de Marahute com lágrimas nos olhos.)
Cody: Adeus, Marahute.
(funga)
Cuide-se bem e de seus bebês tambem.
(Depois de se separar, Marahute decola do chão e circula sobre Cody e os ratos.
(Ela dá um grito final, antes de voar e desaparecer na distância. Cody se vira e olha para sua casa.)
(Então, ele olha para Bianca, Bernardo , e Jake.)
(Cody se ajoelha, pega os três camundongos e os segura no rosto em um abraço.)
(Ele então os coloca de volta no chão e olha para Bernard com um sorriso agradecido.)
Cody:
Obrigado novamente por me salvar, cara.
Bernardo (corando):
Ah, não foi nada.
(Bianca se aproxima, abraça e beija Bernardo na bochecha — fazendo-o corar ainda mais.)
Bianca:
Estamos felizes em poder ajudá-lo, Cody.
Agora, é hora de voltarmos para casa.
Cody:
Eu vou ver vocês de novo?
(Bernardo e Bianca se entreolham.)
Bernardo:
Bem, Bianca e eu somos da América.
Então, acho que não poderemos nos ver.
Bianca:
Mas você precisa entender, Cody.
Há muitas outras crianças por aí que estão precisando de ajuda.
Jake:
Isso mesmo, garoto.
Você não gostaria que eles abandonassem aqueles meninos só para ficar aqui com você, não é?
Cody:
(Pensando por um momento)
Não, acho que não.
Bernardo:
Mas, se algum dia voltarmos à Austrália, prometo que iremos vê-lo.
(Isso faz Cody sorrir um pouco enquanto se levanta.)
Jake: Bem, é melhor você ir para casa, cara.
Sua mãe provavelmente está muito preocupada com você.
(Cody acena com a cabeça, se vira e começa a caminhar de volta para sua casa.
(Pisando em sua varanda, Cody se vira e dá um último aceno de adeus aos ratos.)
(Os ratos acenam de volta quando ele entra em sua casa.)
Cody
(Entrando para o interior da casa)
Mãe?
(Ele a vê sentada no sofá da sala cabisbaixa abraçada aos restos de sua mochila rasgada e estraçalhada)
(Ele se aproxima um pouco mais e ela fica em choque ao ver o filho de volta ao lar.)
Mãe *assustada*
Cody?
(Ela pensa estar diante de uma assombração, um fantasma.)
(ela toca no rosto do menino e percebe que ele esta vivo.)
...CODY!!!
(soluçando incontrolavelmente)
Eu achei que tivesse te perdido...
Cody :
Oh, mãe, eu senti tanto a sua falta.
(Eles permanecem abraçados)
(Ouvindo isso, os três camundongos sorriem com orgulho, depois se viram e vão embora.)
(Naquela mesma noite, no aeroporto de Sydney, Austrália, Jake leva Bernard e Bianca enquanto se preparam para um jato que se prepara para decolar em meio a noite estrelada)
Jake:
Bem, aqui estamos.
Este voo irá levá-lo direto para Nova York.
Bianca:
Ah, Jake.
Você nos ajudou tanto, como podemos retribuir?
Jake:
Bem, eu não me importaria de um convite para o casamento que vocês dois vão ter.
(Bianca ri e dá um beijo na bochecha de Jake — fazendo o rato canguru corar.)
Bianca:
Vamos garantir que você seja o primeiro da lista.
(Bianca se vira e começa a subir até a esteira que leva ao compartimento de carga do jato.)
(Jake, ainda um pouco corado, se vira para Bernardo.)
Jake:
Tenho que dizer, Bernardo, você é um cara de sorte por se casar com uma dama assim.
(Olhando para Bianca, Bernardo não pode deixar de suspirar e concordar com a cabeça)
Jake: Olha, Bernardo.
Eu sei que tenho te dado um pouco de enrolação nos últimos dois dias. Eu só estava tentando o meu melhor para impressionar a Srta. Bianca. Mas, no final, ela escolheu você. Acho que ela viu algo em você que eu não podia. Mas agora eu vejo. Então, tudo o que posso dizer é... tudo de bom para você, companheiro.
(Jake estende a mão para Bernardo. Bernardo olha para Jake, sorri e pega a mão em sinal de amizade.)
Bernardo: Obrigado... amigo.
Bianca: Rápido, Bernardo.
(Ouvindo isso, Bernardo rapidamente corre e segue Bianca até a esteira rolante.)
(Os dois ratos acenam adeus para Jake enquanto a esteira os move para o compartimento de carga do jato.)
(Jake acena de volta antes de sair da área e observar enquanto o jato se move pela pista e decola no ar.)
(Mais tarde, no compartimento de carga do jato, Bernardo e Bianca estão sentados em uma das malas carregadas.)
(Bianca olha amorosamente para o anel de noivado em seu dedo.)
Bianca:
Assim que voltarmos para Nova York, devemos começar a fazer planos para o casamento.
Acho que deveríamos fazer a cerimônia no meio da primavera ou no início do verão.
O que você acha, querido?
(Bianca olha para Bernardo e o vê olhando para uma janela com um olhar preocupado no rosto.)
Bianca:
Bernardo? Aconteceu alguma coisa, querido?
Bernardo:
Não sei, Bianca.
Eu só tenho essa sensação estranha de que esquecemos alguma coisa.
(Dando um sorriso caloroso, Bianca puxa Bernardo para um beijo.)
Bianca:
Bernardo, você não tem mais nada com que se preocupar:
Cody e Marahute estão seguros;
McLeach esta morto;
todos os animais que ele pegou estão livres;
e estamos indo para casa.
Seja o que for, tenho certeza que não é nada para se preocupar.
(Sentindo a tranquilidade no olhar de Bianca, Bernardo sorri e a beija novamente.)
Bernardo:
Tem razão, Bianca. Não há mais preocupações.
(Nossa visão se volta até Wilbur o albatroz — ainda sentado no ninho de Marahute, acima de um despenhadeiro.)
Wilbur (gritando ao longe)
SOCORROOOO!!
ALGUEM AÍ?
BERNARDO?
BIANCA?
CADÊ VOCÊS?
( silencio. Nenhum som é ouvido. Não se obtém respostas.)
(O albatroz se levanta, indignado com a situação em que foi deixado)
Wilbur*contrariado*
Ta bem. Já chega. To indo embora daqui. Isso é ridículo. Não podem ter me deixado aqui.
*Ri de nervoso* to indo embora.
To indo mesmo.
(Os ovos se quebram e deles saem lindos filhotes de águia dourada)
(Ele fica sem saber o que fazer.)
Wilbur *nervoso*
Ah não.
Voltem pra dentro destes ovos.
É uma ordem direta.
(Um dos filhotes sobe em seu colo, e o olha com grandes olhos, as pupilas dilatadas, subindo em seu colo.)
Wilbur
Ei. Você é fofinho, pequeno.
(Ao se agachar para brincar com os filhotes, sua coluna estrala, o que o faz se deitar no chão com a dor.)
(Mais gritos são ouvidos ao longe.)
(Ainda deitado, o albatroz ouve um riso de uma voz feminina.)
(Ao olhar para cima, consegue observar uma ratinha de pelo marrom, com um tecido amarelo amarrado aos ombros e uma mochila nos braços.)
(Quando os olhares se cruzam, ela recua se escondendo atrás de uma pedra.)
O albatroz tenta se levantar, mas permanece de bruços.)
(Um dos filhotes começa a andar em suas costas.)
Wilbur*sarcástico, mas nervoso ao mesmo tempo.*
Qual é a graça?
(a ratinha o observa ainda escondida, com um olhar tímido)
Ratinha:
Mil desculpas. Não pude resistir.
(Ela continua rindo incontrolavelmente)
(o albatroz engatinha ate onde ela esta.)
Wilbur
E qual é o seu nome?
Ratinha:
Eu sou a Diana.
Mas meus amigos me chamam de Dulce.
Se eu tivesse algum.
Wilbur
Dulce. Gostei.
Você é daqui?
Diana/Dulce
Não. Eu moro em Nova York. E vim pra cá pra ter inspiração nas minhas pinturas. Os ares da cidade grande não estavam me ajudando e decidi viajar pra cá pra ver se conseguia algumas ideias.
(Os filhotes pulam sem parar hiperativos nas costas de Wilbur, ajudando a relaxar da tensão.)
(Sua coluna estrala novamente.)
(Ele suspira aliviado.)
Wilbur*sorrindo*
Isso tá bom demais.
(Dulce não consegue se conter e observa ele com um sorriso.)
(A águia dourada gigante aterrissa no ninho e se aproxima de Wilbur, ao ver os filhotes fora dos ovos, emitindo um guincho.)
( Marahute se aproxima do albatroz, trocando olhares.)
(Dulce sai de seu esconderijo e o olhar da águia se volta para ela)
(A ratinha então explica para a ave em detalhes como Wilbur havia ido parar ali.)
(Wilbur observa como ela se mantem tranquila e sua admiração por ela cresce um pouco mais)
Dulce/Diana
...ele ficou aqui até agora tomando conta de seus filhotes.
(Marahute encosta a testa na dele, um gesto de agradecimento.)
(A águia se deita e seus filhotes vão para baixo das asas da mãe)
(Wilbur se levanta e observa a ratinha desenhando algo em um caderno de capa dura preto.)
(Usando um lápis, ela retrata no papel o que está observando, um momento de ternura e carinho de uma mãe com seus filhotes.)
Wilbur
Está maravilhoso!
Diana/Dulce
Obrigada! Eu gosto de desenhar o que me traz conforto.
(Ela suspira, demonstrando tristeza em suas feições)
(A ratinha continua desenhando por mais alguns instantes e depois guarda o caderno em sua mochila)
Diana/Dulce
Mas agora eu me pergunto como vou poder voltar.
E se o pessoal da galeria de Nova York vai querer me deixar fazer uma exposição nova.
Wilbur*confuso*
Por que não deixariam?
Seus desenhos são maravilhosos.
Diana/Dulce
Mas se não cumpre os requisitos da arte moderna, não passa.
Wilbur
Arte moderna?
Tem a ver com aquelas pinturas de manchas de tinta nas telas?
Diana/Dulce
Sim.
Os curadores querem que eu siga com essa tendência.
Por que parece que os artistas mirins atraem mais a atenção pros visitantes no museu de arte de Nova York.
Wilbur*indignado*
Isso é um absurdo.
A arte deve ser apreciada nos desenhos também.
(O albatroz se oferece para leva-la de volta, no que ela aceita.)
(Wilbur a ouve cantar em gaélico com os braços estendidos, sentindo o vento e os olhos fechados. Sorrindo. E olhando a lua no horizonte do céu daquela noite.)
Wilbur*pensando*
Ela era tudo o que faltava para fazer meu dia valer a pena.
(Bernardo e Bianca estão andando de mãos dadas por um museu de artes de Nova York e o banner chama a atenção de Bianca com os letreiros gigantes em destaque "Encantos da Austrália")
(Ao adentrarem, conseguem reconhecer Wilbur ao longe, ao lado de uma ratinha, a artista que esta expondo os desenhos.)
(Ela está rodeada de repórteres que lhe elogiam e fazem entrevistas para os jornais locais.)
(Bernardo e Bianca entram na galeria e contemplam os desenhos, com um fascínio, e se lembram da aventura que vivenciaram.)
(Eles se aproximam de Wilbur e de sua nova companheira, e se reúnem para uma longa conversa.)
—fim-
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