Bem-vindos a Heide

10 O JOGO DE ESPELHOS


Notas iniciais
Antes de começarmos...Respirem fundo. Porque este talvez seja o capítulo mais cruel de Bem-vindos a Heide até agora. Muitas vezes o terror não está nos monstros, nem nos laboratórios, nem nas mentiras. Às vezes o verdadeiro horror acontece quando alguém que você ama olha para você... e não está mais lá. Neste capítulo, queremos que vocês prestem atenção nos detalhes.Nas palavras que são repetidas, nos comportamentos que parecem pequenos, nos olhares, porque em Heide ninguém diz exatamente o que está pensando. E, às vezes, o silêncio é muito mais perigoso do que qualquer ameaça. Boa leitura, e preparem o coração. 🤍

CAPÍTULO 10: O JOGO DE ESPELHOS

O som da água batendo contra o piso de mármore do banheiro era o único ruído permitido no andar de cima. Sob o vapor quente do chuveiro, que embaçava os espelhos e criava uma cortina de privacidade acústica, Bella e Edward se mantinham abraçados, deixando que a água levasse o suor frio do pânico que Aro e Sulpicia haviam plantado no clube.

Edward colou os lábios no ouvido de Bella, o fluxo da água abafando seu sussurro definitivo.

— Sulpicia não estava blefando. Eles vão acelerar o processo com você. James me deu o sinal no laboratório; eles querem você no complexo médico amanhã cedo para os exames admissionais da ala de gestação.

Bella sentiu um calafrio, mas seus dedos se fecharam firmes contra o ombro dele. Ela se afastou o suficiente para olhar em seus olhos verde-esmeralda.

— Eu vou tomar o comprimido agora, Edward. A Victoria me explicou como funciona. Se o James fez a alteração no sistema, o laboratório não vai detectar nada.

Edward assentiu, a expressão carregada de uma solenidade trágica.

— Tome e depois, mude o seu semblante. Quando cruzarmos aquela porta, você é a esposa mais orgulhosa de Heide.

Minutos depois, já vestida com um roupão de algodão egípcio, Bella caminhou até o closet. Com as mãos trêmulas, ela alcançou o fundo de uma gaveta de lenços, tateando o plástico metalizado até encontrar a cartela contrabandeada por Victoria. Ela destacou a primeira pílula circular. Engoliu-a a seco, sentindo o gosto amargo do comprimido descer por sua garganta como o primeiro ato real de rebeldia contra o império dos Volturi. A guerra química em seu próprio corpo havia começado.

A manhã seguinte trouxe consigo a temida convocação oficial. O carro da Fundação Familiar, um sedã branco de vidros espelhados, estacionou silenciosamente na entrada da residência dos Cullen às oito horas. Bella desceu os degraus de marfim usando um vestido de linho azul-claro, com o cabelo meticulosamente alinhado e um sorriso dócil moldado no rosto.

O complexo médico de Heide parecia um templo de ficção científica. Paredes brancas curvas, iluminação indireta e um silêncio asséptico que cheirava a ozônio e anestésicos. Bella foi conduzida por uma enfermeira de movimentos mecânicos até uma sala de exames privada, onde Sulpicia Volturi a esperava, sentada em uma cadeira de couro com uma postura perfeitamente rígida.

— Ah, Isabella. Que pontualidade adorável — Sulpicia sibilou, os olhos estáticos fixos no rosto pálido de Bella. — O Dr. Cullen tem muita sorte. A administração está ansiosa para ver o potencial genético de vocês se materializar. Sente-se, meu bem...

Bella sentou-se na cadeira de coleta, estendendo o braço esquerdo sem hesitar. Ela manteve os olhos fixos em um quadro abstrato na parede enquanto a enfermeira amarrava o garrote e introduzia a agulha em sua veia. O sangue escuro começou a preencher o tubo de ensaio de vidro.

A paranoia gritava em sua mente: E se o James falhou? E se o algoritmo do laboratório detectar o anticoncepcional? Se o sistema fizesse um alerta, ela seria arrastada para os subsolos antes mesmo de Edward saber.

— Você parece perfeitamente calma, minha doce menina — Sulpicia observou, inclinando-se para a frente, o perfume de rosas e formaldeído agredindo os sentidos de Bella. — Algumas esposas tolas, como a Sra. Weber, desenvolviam uma rejeição histérica aos nossos cuidados. Mas você... você entende o seu papel, não é?

— Eu só quero o melhor para o futuro da minha família, Sra. Sulpicia — Bella respondeu, a voz saindo perfeitamente doce, modulada pela pura necessidade de sobrevivência. Ela olhou para a própria veia. — Heide nos deu tudo e é o mínimo que posso fazer em retorno.

Sulpicia sorriu vitorios, com aquela linha vermelha e estática de batom.

— Excelente, neu bem. O resultado do seu painel hormonal sairá em algumas horas. Se tudo estiver perfeito, como prevemos, iniciaremos o protocolo de indução celular na próxima semana.

Ao retornar para o bairro no início da tarde, Bella tentava acalmar as batidas do coração quando avistou uma silhueta familiar parada na calçada, exatamente diante da cerca branca de sua casa.

Era Rosalie.

O impacto visual fez as pernas de Bella fraquejarem por um segundo. A barriga de Rosalie, proeminente e biologicamente impossível para o tempo cronológico da cidade, parecia esticar o tecido de seu vestido de grávida amarelo-pastel. Mas o horror real estava no rosto. Rosalie, a mulher orgulhosa e afiada que Bella conhecera logo que chegou em Heide, exibia agora um olhar vazio, focado no horizonte, e um sorriso perfeitamente simétrico que parecia colado em sua pele.

— Boa tarde, Bella — Rosalie cumprimentou, a voz saindo em uma cadência cantarolada e artificial, desprovida de qualquer nuance de sua antiga personalidade. Ela estendeu as mãos, acariciando distradiamente o próprio ventre avantajado.— Sulpicia me disse que você esteve no complexo hoje. Eu vim para te dizer o quão maravilhoso é esse processo. A Fundação Familiar cuida de nós de uma forma... divina. Você vai amar quando o seu milagre começar a crescer.

Bella engoliu o choro que ameaçava subir por sua garganta. Olhar para Rosalie era como olhar para um cadáver que ainda andava e falava. Heide a havia esvaziado, substituindo sua alma por um roteiro institucional.

— Obrigada, Rosalie — Bella forçou-se a dizer, aproximando-se e tocando de leve no braço gélido da amiga, sentindo a rigidez mecânica sob o tecido. — É muito bom ver você tão... integrada.

— Nós precisamos ser as melhores amigas agora, Bella — Rosalie continuou, o sorriso não vacilando por um milímetro sequer, mas os olhos permanecendo mortos. — Sulpicia me pediu para acompanhar seus primeiros passos na ala de gestação. Eu estarei vigiando você... para garantir que tudo corra bem.

A palavra vigiando ecoou como um disparo na mente de Bella. Rosalie não era mais uma amiga,m ela havia sido transformada em uma extensão dos olhos de Aro no quarteirão. O thriller psicológico de Heide havia transformado suas relações mais íntimas em armadilhas de espelhos.

Enquanto isso, nos subsolos do complexo laboratorial, longe da luz do dia, a tensão atingia o ponto de ruptura. Aproveitando-se do luto oficial que esvaziara os corredores secundários, Edward e Jasper seguiam James por uma ala restrita, onde os servidores centrais de dados eram mantidos.

James movia-se com a rapidez de quem conhecia cada ponto cego das câmeras de segurança. Ele inseriu um cartão magnético criptografado no terminal da diretoria, seus dedos voando pelo teclado enquanto os gráficos de segurança de Heide piscavam na tela.

— Rápido, James. A patrulha da Fundação passa por este corredor a cada doze minutos — Jasper alertou, os olhos dourados tensos, a mão repousando discretamente perto da fiação do painel de controle.

— Estou baixando as rotas de abastecimento que cruzam o quadrante sul do deserto — James sussurrou, o suor escorrendo por sua têmpora. — Se sairmos pelo portão quatro durante a troca de turno dos guardas, temos uma janela de quinze minutos antes que os rastreadores de Aro sejam acionados.

Uma barra de progresso verde alcançou os 90% na tela do terminal. Foi então que uma luz vermelha começou a piscar de forma intermitente no canto superior do monitor. Um bipe sonoro de baixa intensidade, mas agudo, ecoou pela sala de servidores.

Alerta de Divergência de Dados: Painel Hormonial — Paciente Cullen, I.

Edward estacou, o sangue sumindo de seu rosto.

— O que é aquilo, James? — — Edward exigiu, a voz tensa. — É o exame da Bella. O sistema pegou?

James praguejou baixinho, os dedos golpeando as teclas com violência para forçar a sobreposição do código que ele havia criado no dia anterior.

— O algoritmo de segurança do Aro fez uma varredura dupla por causa da presença da Sulpicia na sala de exames — James explicou, a respiração acelerada. — Eu consegui interceptar e mascarar os níveis hormonais da Bella, mas isso gerou uma flutuação no banco de dados geral. Eles vão investigar essa falha no sistema nas próximas quarenta e oito horas.

Jasper olhou para a porta, ouvindo o som distante de passos pesados ecoando pelo corredor de metal. A patrulha estava se aproximando antes do tempo regulamentar.

— Nós não temos quarenta e oito horas — Jasper sentenciou, a gravidade cortante em sua voz. — Aro está fechando o cerco. Se eles descobrirem que o exame da Bella foi manipulado, todos nós vamos parar na mesma árvore que a Angela Weber.

James puxou o dispositivo de memória do terminal assim que a barra completou 100%, apagando o rastro de acesso da tela.

— O mapa está aqui — James disse, guardando o chip no bolso interno de seu terno cinza. Ele olhou para Edward e Jasper com uma seriedade mortal. — O plano de fuga não pode mais esperar pelo final do mês e temos que agir nesta sexta-feira, durante o jantar de gala da administração. É a nossa única chance ou saímos juntos, ou morremos em Heide.

Enquanto isso, a poucos quarteirões dali, a quietude da casa dos Hale era uma fachada para o desespero. Trancado no closet do quarto casal, Emmett puxava uma mochila de lona escura do fundo do armário. Seus movimentos eram brutos, movidos pelo pânico que a visão de Rosalie grávida e alienada havia instalado em seu peito. Ele jogava peças de roupa, maços de dinheiro clandestino e os poucos documentos que conseguira esconder da Fundação Familiar. — O que você está fazendo, meu bem? — A voz de Rosalie ecoou do batente da porta, fria, simétrica e desprovida de qualquer emoção.

Emmett sobressaltou-se, virando-se para encarar a esposa. Ela permanecia imóvel, os braços cruzados sobre a imensa barriga protuberante, os olhos loiros fixos na mochila com uma indiferença que dilacerava o coração dele.

— Nós vamos embora, Rosie — Emmett disse, a voz embargada, aproximando-se e segurando os ombros gélidos dela. — Consegui uns mapas e é a nossa chance. Eu não vou deixar que eles terminem de destruir você, nós vamos fugir desta prisão na sexta-feira.

Rosalie se esquivou do toque dele com uma rigidez mecânica. O sorriso de porcelana de Heide moldou-se em seus lábios de forma assustadora.

— Fugir? Para onde? Não há nada lá fora, Emmett — ela cantarolou, as palavras saindo exatamente como o roteiro institucional da Fundação Familiar. — Heide é perfeita. A administração cuida de nós. O nosso bebê vai nascer aqui, sob a proteção de Aro. Você está sendo histérico, meu amor...Deixe essa mochila de lado.

— Acorda, Rosalie! — Emmett rugiu, as lágrimas finalmente transbordando por seus olhos enquanto ele a sacudia levemente.— Eles lavaram a sua mente! Aquela coisa na sua barriga não é um processo natural, eles te usaram no complexo médico! A Angela está morta, Rose! Eles a enforcaram! Se nós ficarmos, nós seremos os próximos. Eu te amo, por favor, volta para mim!

— Você está quebrando as regras, Emmett. A traição contra a comunidade é uma doença... — ela respondeu, os olhos mortos e fixos nele, sem derramar uma única lágrima diante do desespero do marido.

Sentindo o peito sufocar com a recusa dela, Emmett passou a mão pelo rosto, exausto. Ele precisava de um segundo para respirar, para acalmar o sangue que fervia em suas veias.

— Nós vamos embora na sexta, Rosie. Com ou sem a sua vontade, eu vou te salvar desse inferno — ele sentenciou, caminhando em direção ao banheiro do quarto.— Eu vou tomar um banho e quando eu sair, nós terminamos de conversar.

Emmett entrou no banheiro e ligou o chuveiro, deixando que o som da água abafasse seus soluços de frustração. Ele não viu quando Rosalie caminhou até o telefone de parede da cozinha e digitou o código de emergência da administração.

Vinte minutos depois, a névoa de vapor se dissipou quando Emmett abriu a porta do banheiro, vestindo apenas uma calça de moletom, secando os cabelos com uma toalha. Ele congelou no mesmo instante.

Sentados na cama de casal, vestindo ternos escuros impecáveis e luvas de couro, estavam dois agentes de segurança da Fundação Familiar. Rosalie permanecia de pé ao lado deles, com a mão pousada no ventre avantajado, olhando para o marido com uma calmaria assustadora. A mochila de fuga de Emmett estava aberta no chão, o conteúdo espalhado sobre o tapete branco.

— Sr. Emmett Hale — o primeiro agente disse, a voz robótica e impessoal enquanto se levantava, retirando um par de algemas de aço do paletó. — Você está sendo detido por crime de traição contra a segurança nacional de Heide e conspiração contra a Fundação Familiar.

Emmett olhou para os agentes e depois para Rosalie, o choque paralisando seus músculos.

— Rosie... o que você fez? — ele sussurrou, a voz quebrada. — — Rosie, por quê?

— É pelo bem da nossa família, Emmett — Rosalie respondeu, o sorriso estático não vacilando por um milímetro sequer enquanto os agentes o prensavam contra a parede, puxando seus braços para trás com violência. — A administração vai curar a sua mente. Você vai agradecer a eles depois.

Emmett não lutou. O golpe de ter sido entregue pela própria esposa, a mulher que ele jurara proteger até a morte, havia quebrado sua alma antes mesmo que o aço das algemas tocasse seus pulsos. Ele foi arrastado para fora da casa na escuridão da noite, sob o olhar complacente e de porcelana de sua esposa.

A manhã seguinte em Heide não trouxe apenas a luz do sol; trouxe o horror definitivo.

O alerta comunitário tocou nos alto-falantes da cidade às sete horas, convocando os moradores a evitarem a área do parque central planejado. Mas o aviso chegou tarde demais para os Cullen e seus aliados.

Bella, Edward, Alice e Jasper estavam parados à beira do lago artificial de águas cristalinas, contidos pela fita de isolamento amarela da Fundação Familiar. O choque que os atingiu foi ABSURDAMENTE devastador. Sendo retirado da água por dois mergulhadores da administração, estava o corpo sem vida de Emmett. Seus olhos dourados, que antes transbordavam vida e força, estavam abertos e opacos, encarando o céu sem nuvens do deserto. A pele de seus braços exibia marcas roxas profundas, inconsistentes com um acidente.

— — Não... não, o Emmett não! — — Alice desabou de joelhos na grama perfeita, cobrindo a boca enquanto lágrimas violentas lavavam seu rosto. Jasper a segurou contra o peito, o rosto do ex-militar pálido como cinza, os maxilares travados em uma fúria impotente que o fazia tremer por inteiro.

Bella escondeu o rosto no peito de Edward, soltando um soluço dilacerante que ecoou pelo parque. Edward a abraçou com uma força quase desesperada, seus olhos verdes fixos no corpo do amigo que, na noite anterior, compartilhava com eles o plano de liberdade. A dor e a tristeza do grupo eram um abismo sufocante, mas o anúncio do oficial de Heide, que lia um comunicador digital, transformou o luto em pânico puro.

— Atenção, cidadãos! Lamentamos informar o trágico falecimento do colaborador Emmett Hale — a voz mecânica do oficial ecoou. — Em decorrência do surto de histeria que o levou a tentar cometer atos de vandalismo contra o patrimônio, o Sr. Hale sofreu uma crise de pânico e foi vítima de afogamento acidental no lago central. O caso está encerrado.

Afogamento acidental. Emmett, o homem mais forte do grupo, um nadador experiente de Chicago, morto em um lago artificial que mal passava da altura do peito de um adulto. Era uma execução explícita, um aviso cirúrgico de Aro para os "rebeldes ".

Mas o horror definitivo ainda estava por vir.

James e Victoria aproximaram-se do grupo com passos rápidos, os rostos transtornados pelo pânico. James puxou Edward sutilmente pelo braço, mantendo a voz no menor sussurro possível.

—Vocês precisam ver o que está acontecendo na avenida principal — James disse, os olhos verdes arregalados de assombro. — A Rosalie... ela não está em casa.

Movidos por um transe de pavor e indignação, o grupo caminhou em direção aos limites do parque, onde a imensa limusine preta de Aro Volturi estava estacionada diante dos portões de segurança.

A porta traseira do veículo de luxo se abriu. Escortada pessoalmente por Sulpicia Volturi, Rosalie Hale saiu do carro. Ela não usava mais os vestidos simples de linho do bairro; vestia um traje de seda pura em tom escarlate, joias de rubi reluzindo em seu pescoço. Sua barriga protuberante avançava com imponência.

Bella deu um passo à frente, engolindo o choro, esperando ver qualquer vestígio de choque, dor ou desespero no rosto da amiga cujo marido acabara de ser retirado morto de um lago.

Não havia nada.

Rosalie não estava nem um pouco abalada. Ela caminhava com uma altivez aristocrática, o mesmo sorriso vazio e perfeitamente simétrico colado ao rosto. Ela olhou diretamente para Bella e Alice através da fita de isolamento. Seus olhos mortos não demonstraram um único lampejo de saudade ou tristeza por Emmett. Ela apenas acariciou a barriga e entrou na mansão secundária dos Volturi, os portões de ferro se fechando atrás de si.

— Ela se mudou para a mansão... — — Alice sussurrou, a voz sumindo em um fio de pânico puro. — Ela entregou o Emmett... Ela o matou.

Edward apertou a mão de Bella com tanta força que os diamantes da pulseira riviera marcaram a pele de sua esposa. O jogo de espelhos de Heide havia cobrado sua maior cota de sangue. Rosalie agora era propriedade oficial do núcleo de Aro, e os planos de fuga para a próxima sexta-feira haviam se tornado a única linha tênue entre a vida deles e o fundo daquele lago artificial.

Notas finais
Nós precisamos conversar. Porque sinceramente... O QUE FOI ESSE CAPÍTULO? Emmett acreditou até o último segundo que conseguiria salvar Rosalie e talvez seja justamente isso que torna tudo tão doloroso. Ele não perdeu para Aro. Ele perdeu para Heide. Agora queremos saber: 💭 Em qual momento vocês acham que Rosalie realmente se perdeu? 💭 Ainda existe alguma parte da Rosalie original escondida em algum lugar? 💭 Ou ela já se tornou completamente uma das bonecas de marfim de Aro Volturi? E a pergunta mais importante de todas: 💭 Depois da morte de Emmett, vocês ainda acreditam que o plano de fuga vai funcionar? Ou já é tarde demais? Obrigada por acompanharem essa jornada com a gente. Cada comentário, voto, teoria ou surto nos comentários ajuda muito a história a crescer. 🤍 E para os nossos leitores fantasmas 👻 Se você chegou até aqui e nunca comentou, deixa nem que seja um "❤️" ou um "👀". Vocês não imaginam como isso faz diferença para quem escreve. ✨ E aproveitamos para convidar vocês a conhecer nossa nova fanfic: Unraveled Se vocês gostam de romance intenso, emoções complicadas, personagens quebrados e histórias que mexem com o coração tanto quanto Heide mexe com a mente... talvez vocês se apaixonem por ela também. Agora contem tudo: Quem vocês odeiam mais neste momento? Aro? Sulpicia? Ou Rosalie? Nos vemos no próximo capítulo e lembrem-se: Em Heide, nem todo mundo que está vivo ainda pode ser salvo. 👁️