Notas iniciais
Por causa que o capítulo anterior estava demasiado pequeno,resolvi dar um bônus.

O céu ficou de um vermelho intenso, vermelho sangue.

O que era aquilo? Fiquei observando aquele céu negro sem estrelas ficar vermelho.

Então começou a chover. Não chover água, chover sangue. Desesperei-me outra vez. Tentei correr, fugir, fazer qualquer coisa, mas foi outra vez em vão. Era o resultado que eu estava esperando.

Gotas de sangue começaram a cair. Eu quis gritar e fugir. Fechei os olhos e senti gotas de sangue caindo em mim. Primeiras apenas algumas gotas, depois ficou muito forte. E a única coisa que eu podia fazer era chorar, apenas chorar.

Porque medo? Se for aquilo que me paralisava, então é só derrubá-lo, não é?

Eu sou apenas um fraco miserável que não consegue proteger as pessoas que mais ama. Foi minha culpa a morte da minha família. Eu estava com ódio daquele palhaço que gargalhava do meu sofrimento.

Uma onda de fúria e ódio percorreu meu corpo e tentei levantar- me. Inesperadamente consegui. Eu estava furioso como um touro bravo, estava agindo sem pensar, então corri para matar aquele maldito palhaço. Quando cheguei até ele, o mesmo desapareceu como fumaça e apareceu em outro lugar. Corri atrás dele, mas toda vez ele desaparecia e gargalhava, o que aumentava minha fúria. Eu já não me importava mais com todo aquele sangue, mas teve uma coisa que me parou.

– Sabe, parte desse sangue são da sua doce família.

Susto. O sangue delas estava ali? Eu não sabia o que fazer. Gritava? Chorava? Corria inutilmente para aquele palhaço que iria desaparecer? Desesperava-me? Eu só precisava de uma luz no fim do túnel, mas nada viria naquele momento me ajudar.

Então houve um conflito de emoções. Raiva, desespero, tristeza, medo, ira, fúria.

Cai de joelhos e comecei a chorar. Chorar alto, com muitos gritos. Sentimentos fortes todos juntos geravam confusão dentro de mim. E a única saída é chorar e gritar, mais e mais,não importando quanto tempo leve.

– Mãe!irmã! — Gritei

– Bom garoto, desistiu de lutar e agora grita e chora desesperado.

– Oque... Você quer... De mim... Seu filho... De uma... Cadela? — Eu falei entre soluços

– O seu sofrimento.

– Você já não o teve bastante? Deixe-me sair, seu maldito!

– Você pode sair e se encontrar com sua mãe e irmã, mas não nessa vida.

– Então me dê algo para matar-me!

– Eu não disse que estava satisfeito com seu sofrimento. Eu lhe dou algo para você se matar e se libertar deste lugar para sempre, mas só com uma condição. — E então as gargalhadas ecoaram por todo aquele maldito lugar.

Notas finais
Erros ortograficos,pontuação errada etc...me avisem,ok?Eu acho que o próximo capítulo vai ser o último ou o penúltimo,desde o começo,pretendia fazer uma história pequena,mas obrigada,os que leram esta história.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.