Belo E A Fera

1 Belo e a Fera


Notas iniciais
Vão ler!

Era uma vez um comerciante que morava com seu filho Hibari, mas ele era tão lindo que todos o chamavam de Belo, Hibari até que gostava do apelido mas preferia ser chamado pelo seu nome mesmo.

Um certo dia o comerciante passou por uma mansão grande, na frente havia um belo jardim com flores belas, o comerciante pegou uma das flores, o velho pegou uma Bogánia que significava timidez, inocência e lealdade no amor, o velho pensou em levar para seu filho, mas foi impedido por uma fera feia que logo fala

— O que pensa que esta fazendo no meu jardim? – Diz furioso.

— Desculpe senhor, eu só ia levar essa flor a meu filho... irei deixar aqui – Diz o comerciante assustado.

— A não, agora ficara aqui e será o meu prisioneiro! – Diz a fera que puxa o senhor com força para dentro da mansão.

O velho e arrastado para um tipo de masmorra – Por favor senhor, deixe eu pelo menos levar a flor para meu filho, depois disso eu volto! – Implora o velho.

A fera olha para o velho com um olhar bem feio mais muito feio mesmo e diz:

— Está bem, mais volte antes do por do sol! – Afirma a fera.

O velho tomou seu caminho para casa, onde seu lindo e esbelto filho o esperava.

Chegando na casa o velho já podia ver o menor dentro de casa. Arrumando-a, Hibari percebe a presença do pai, mas algo estava estranho, o velho entra na casa e sem olhar para o filho lhe entrega a flor e quando estava preste a sair o filho segura-o pelo braço:

— O que você tem? – Pergunta o menor.

O velho conta para o filho o que tinha ocorrido e pela cara do menor, iria ter confusão. O mais velho tentou inutilmente impedir o filho. Chegando na mansão, Hibari pediu para o velho ficar no lado de fora, para que nada o ferisse, Hibari entra na mansão e percebe a fera, tomando vinho, logo se levanta e chega perto do menor e pergunta:

— Quem é você?

Hibari ri – Sou aquele que veio te morde até a morte! – Disse inutilmente chutando a fera.

A fera segura Hibari pelas pernas e o jogou na parede. O som do tombo vez o velho se preocupar, ele entrou na mansão e a fera ia ataca-lo, até que Hibari grita:

—Espere! Não faça nada com ele – Hibari levanta – Eu fico no lugar dele.

— Você não precisa fazer isso meu filho! – Descorda o velho.

— Tudo bem, é melhor ter um escravo jovem do que ter um velho enferrujado – riu a fera – Mas tem um porém, se ele vier até essa mansão eu irei mata-lo!

— Tudo bem. – Concorda Hibari.

— Meu filho! – Grita o velho.

— Adeus. – Se despede.

O velho saiu da mansão com muita culpa, bem era culpa dele mesmo.

Então se passaram messes e a fera aos poucos, começou a tratar Hibari com mais carinho, e começou a surgir um sentimento estranho tanto na fera quanto em Hibari.

Um dia qualquer, a fera fechou os portões, pois tinha boatos que pessoas do vilarejo iria atacar a mansão, pois estavam revoltados com o que tinha acontecido com Hibari, mas é claro que Hibari não fazia ideia dos boatos.

— O que está fazendo? – Perguntou sem expressão.

— Só trancando a mansão, talvez chova hoje. – Disse sorrindo.

Hibari continuou o que fazia, o menor não entendia a fera, messes atrás era assustadora e malvada, agora é boazinha e carinhosa, talvez o ditado ‘’ não julgue as pessoas à primeira vista’’ tinha sentido naquela situação.

O mesmo para a fera, que também não entendia o menor, nunca viu o jovem sorrir ou chorar, só com aquela expressão séria de sempre, talvez ele tinha exagerado messes atrás.

Quando a fera foi para seu quarto, Hibari ficou observando de longe, a fera tinha razão, começou a chover. Mas no meio daquela chuva avistou duas pessoas, uma mulher e sua filha, mesmo com toda aquela chuva deu para escutar o que a senhora dizia:

— Filha, parece que irão atacar essa mansão.

—Por que? – Perguntou a menina.

—Parece que uma fera sequestrou um jovem, provavelmente já deve estar morto, coitado dos pais. – Lamentou em um suspiro.

Hibari a escuta, logo entendeu que não era por causa da chuva que a fera trancou a porta, mas sim por causa dos moradores.

A noite vem, Hibari espera a fera dormir para fugir de lá, pois não queria trazer problemas para a fera, além disso estava devendo uma à fera. Com sucesso, Hibari consegue fugir da mansão e foi para a vila.

Se encontrou com seu pai e com os moradores, que queriam comemorar a volta de Hibari, mas o menor não quis:

— Eu preciso voltar antes que a fera acorde.

Os moradores ficaram triste e seu pai também, mas Hibari bem que podia ficar, pois tinha conseguido fugir, mas Hibari achou muito fácil, pois se caso fosse fácil, teria conseguido fugir a messes atrás.

Será que a fera deixou Hibari fugir?

Hibari no meio do caminho para a mansão escuta um tiro de uma espingarda, Hibari jogou a cesta de frutas que os moradores deram para ele e correu para a mansão. Chegando na mansão Hibari ver a fera deitada no chão, corre até a fera e chega perto dela

— Ei! – A fera não respondeu – Ei, seu idiota, acorde!

— Kyoya? – Fala com dificuldade – Por que está chorando?

— Não estou chorando! Eu corri até aqui... – diz abraçando a fera.

— Kyoya...

— Você sabia que isso iria acontecer, certo? Por que deixou eu fugir? Você não queria salvar sua vida trancando a mansão que eu passo o dia inteiro arrumando-a? – Chora.

— Sim, eu sabia – Tossiu a Fera – Eu não queria que você se machucasse e também não queria que você visse a mansão suja de sangue... – fecha os olhos – E também, você foi a única pessoa que não teve medo de mim, e por isso que eu te amo, Kyoya...

Hibari não tinha como falar naquela hora, só queria que a fera vivesse, agora Hibari entendia o estranho sentimento, era inocente ou só era tímido, ou só não queria admitir?

Hibari se afasta da fera mais não desfazendo o abraço, olha para fera e a beija.

Até que percebe um nevoa ao seu redor, e a fera some.

— F... – Hibari percebe que não sabia o nome do amado.

— Dino, meu nome é Dino – Diz sorrido –

Hibari olha para trás, e ver um homem loiro sorrindo feito um bobão:

— Fera? – Hibari sabia, pois, a voz e o sorriso de idiota que ele tanto gostava em ver na fera, mesmo não admitindo, o fez gostar mais ainda da fera.

— Kyoya – se aproxima e dá a mão ao menor – Obrigado por aceita meus sentimentos.

Hibari já de pé cora instantaneamente:

— Ba-Baka!

Dino se aproxima mais do menor e o beija.

Depois de algum tempo, Hibari voltou para a vila, mas com uma companhia que era Dino e claro, Hibari não estava interessado em como Dino se transformou na Fera, só queria está ali ao seu lado, mesmo não admitindo isso.

Notas finais
E eles viveram felizes para sempre ^^ Até a próxima!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!