Beliving

9 Assassinato das crianças noturnas.


Notas iniciais
Está aqui o capítulo 9 >

Por mais que estava surpresa continuou ali, ele chegava cada vez mais perto, talvez o que distanciava seus rostos um do outro eram apenas 3 centímetros, mas Missy hesitou por um segundo, e ele reparou, desde que aquele momento começou Missy pôde ver James despertando de todo aquele sonho, parece que pela primeira vez ele olhou de uma forma diferente, como se não tivesse entendendo o que estava acontecendo. E se afastou por um momento. Missy olhou para o lado e disse:

- Vamos, vou descer, irei pegar as roupas. Se quiser vir, sabe o caminho.

- Já vou.

Missy virou de costas, e desceu as escadas. As roupas estavam em cima da cama como havia deixado, pegou-as e colocou em uma bolsa que estava jogada em um canto do quarto, logo depois James apareceu:

- Acho melhor irmos logo, talvez depois Lucy fique preocupada! – James disse.

- Estou acabando.

Enquanto isso James deitou na cama mais uma vez e ficou olhando para o teto sem se importar com o que estava acontecendo, Missy pegou a ultima peça de roupa sobre a cama, e colocou dentro da bolsa. Quando tenta andar para ir para mais perto da cama, tropeça caindo com força em cima da cama, na verdade em cima de James.

- O que você pensa que está fazendo? – Ele lança um olhar para Missy como se não estivesse satisfeito com aquilo.

- Eu apenas tropecei desculpa.

Mas James parou, a encarou por um momento, e logo depois puxou-a para perto. Quando reparou, ele estava beijando-a. Estava em seus braços agora. No primeiro momento, era como se os lábios dele estivessem rígidos, ele pressionava sua boca sobre a dela, mas logo depois, sentiu os lábios dele relaxando, a mão dele estava em seu pescoço, e logo depois deslizou por entre seus braços a abraçando. Quando Missy abre os olhos, ela finalmente cai em si, e no que estava fazendo. Empurrou James, levantou, pegou sua bolsa e saiu pela porta do quarto.

- Vamos, temos que ir. – Ela gritou, e pelo jeito James pôde ouvir o grito dela.

Eles vieram em silencio por bastante tempo até chegar ao instituto. Mas ouviram algum barulho vindo de uma outra rua, quando foram até lá havia alguém no chão da rua, chegando mais perto James pôde dizer:

- Uma criança noturna. Foi assassinada, e o assassino talvez estivesse aqui até chegarmos. Tenho que chamar Lucy, ela vai saber o que fazer sobre isso.

Depois de James ir ao instituto, Lucy alertou a Clave o que estava acontecendo, e alguns membros do Conclave foram até lá para saber o que estava acontecendo. Depois de um tempo, Missy decidiu andar pelas ruas e esfriar a cabeça sobre tudo que estava acontecendo.

Missy já iria tocar na maçaneta da porta quando James segura seu braço.

- O que está fazendo aqui? — Missy estava surpresa.

- Você não é a única que gosta de fazer pequenos passeios durante a noite. — Ele responde.

- Pode me deixar entrar?

- Vai querer que eu peça desculpas? – Ele olhava para ela.

- Pelo que?

- Talvez por ter te beijado.

- Você não precisa se desculpar de nada, agora me deixa entrar?

- Apenas te digo, que o que aconteceu, aconteceu, e ninguém precisa se lembrar disso agora, não quero que você fique depois apaixonada por mim, não seria algo muito legal.

- E por que isso iria acontecer?

- É o que normalmente acontece, mas não te culpo se acontecer se sou irresistível. – Ela podia ver bem o olhar de James naquela noite.

- Acredite. Nunca vai acontecer.

Ela largou a mão de James que a segurava no pulso, e entrou pelo portão. Quando entrou na sala de estar Lucy estava sentada no sofá.

- Melissa ainda bem que chegou. – Sua expressão era de alívio. – Aquela sua amiga, Patrícia, está aqui. Na biblioteca, se quiser falar com ela.

- Obrigada Lucy, estou indo.

Missy andou pelos corredores até chegar a biblioteca, Patty estava sentada em uma das cadeiras com um livro na mão.

- Patrícia! Que bom que está aqui!

- Missy, ainda bem, fiquei preocupada, é tão estranho está aqui.

- Tudo bem, os Nephilim são gente boa, você vai gostar deles.

E Missy começou a narrar tudo que tinha acontecido, o ataque do demônio quando estava em casa, a sua mãe dizendo o endereço, e a carta que tinha encontrado mas não sabia o significado.

- Não sabe quem está aqui também. – Missy disse.

- Quem?

Logo a porta se abre, era James.

- Ele.

Depois que James interrompeu a conversa entre Missy e Patty, ela foi para o quarto ajeitar suas coisas, enquanto Patty foi para um outro quarto no mesmo corredor, logo mais tarde decidiu sair e andar pelos corredores como fazia de vez em quando, sabia que agora seria melhor, pois estava na companhia de Patricia, e poderia confiar nela, mas achou melhor esquecer tudo que tinha acontecido em sua casa, enquanto estava fora.

- Amiga legal a sua não é?

Quando se virou, James estava atrás dela.

- Sim, vai adorar Patrícia. – Missy dizia com um sorriso no rosto.

- Ela é linda também, acho que vamos nos dar muito bem. – Ele disse com um sorriso que Missy resolveu fingir que não tinha visto.

- É, vocês talvez sejam bons amigos.

Missy fazia de tudo para ignorar James. Mas parecia que nada do que dizia adiantava suficiente para isso.

- Vou indo, tenho mais o que fazer, caso precisar de alguma coisa, já que você sempre precisa, estarei na sala de armas.

- Acredite, não irei precisar de você.

E James desapareceu na escuridão dos corredores.

Mais tarde Lucy marcou uma reunião com todos os moradores do instituto na biblioteca, dizia que era importante, e que todos deveriam ir.

- Precisamos falar de algo importante. – Ela começou dizendo.

Missy reparou que todos que conheciam estavam lá, James, Patty, Charlotte e Lucy.

- Sobre como os moradores desse instituto está muito grande e que talvez não dê tanta gente assim e teremos que mandar algumas pessoas embora?

- Não James, não é isso.

Missy tinha certeza que ele estava falando dela.

- Está acontecendo algo, algumas das crianças noturnas estão sendo assassinadas ultimamente, os números estão maiores do que o normal, aquela não foi a unica.

- E eu entro no meio da história como o grande herói! – James disse.

- Pelo anjo James, não me interrompa mais. – Ela parou, respirou um pouco e continuou. – Acho que pode estar acontecendo alguma coisa, ouvi alguns membros do submundo discutindo sobre um líder que teria voltado, acho que deveríamos ver melhor isso.

- Quem poderia ser esse líder? – James perguntou. Missy reparou que foi a primeira vez que ele começou a falar sério.

- Não sei, por isso acho que deveria começar a ir para as reuniões do clube pandemonium. – Ela parou por um momento e começou. – Acho que ele deve ser perigoso e muito poderoso, a maioria dos membros do submundo estão falando sobre ele, acho que ele planeja algo, e não vai ser nada bom para a Clave.

- Pelo menos sabe quem é? Ou o nome? – James perguntou.

- Não sei quem é ou o que é, tenho apenas o primeiro nome, e a inicial do sobrenome. Charles W.

Missy não poderia acreditar no que estava escutando, aquele era o mesmo nome que tinha lido na carta que havia encontrado em sua casa.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.