Notas iniciais
ola gente, voltamos, com mais um capitulo para vocês, como dissemos estamos entrando numa nova fase da história, pouco a pouco vamos ver o beward nascer, não perca, muitas emoções estão por vir, que tal vermos esse novo cap? Não esqueçam de comentar, e se possivel favoritar e recomendar, bgs bgs e boa leitura!

16.

Uma nova vida

Voltei para a sala de Esme com o coração disparando, minhas mãos tremiam e eu tentava disfarçar o meu nervosismo a todo custo, sem sombra de duvidas eu nunca me senti tão ansiosa em minha vida, pois eu sabia que o meu futuro dependia da resposta dela, naquele momento a minha segurança financeira era o que mais eu precisava. Eu estava tão preocupada, mas tanto, que por um momento eu até me esqueci de que me tornar uma modelo realizaria o meu sonho de infância.

— Então... – Esme falou, assim que nós duas entramos na sala, eu parei em frente á mesa dela e ela se virou em minha direção e me olhou com um olhar sério, aquele olhar era o suficiente para o meu coração quase parar de bater. Fiquei na expectativa e vi a boca dela se abrindo para ela continuar a falar, foi quando ela desistiu assim que a porta da sala se abriu, olhei então para o lado para avistar Edward entrando na sala, trazendo alguns papeis consigo.

— Com licença, aqui está os papeis... – ele disse, e colocou os papeis em cima da mesa de Esme, depois ele olhou para mim, com um olhar bastante sério.

— E ai filho, o que você achou dela desfilando? – Esme perguntou, notei que Edward olhou para o chão, suspirou e passou a mão em seu cabelo.

— Ahm... – ele fez. – Ela foi muito bem! – ele falou, franzi as sobrancelhas enquanto o olhava, eu estava com a impressão de que ele estava forçando demais. Ele estava um tanto, esquisito.

Olhei para Esme e vi que ela sorriu para mim.

— Bom, esse é o seu contrato, você agora vai ser a modelo de minha nova campanha, e trabalhará exclusivamente para mim... – ela disse pegando o papel, e em seguida se aproximou de mim bem devagar, ainda me olhando de uma forma estranha, como se reparasse em cada detalhe do meu corpo, do meu rosto. Era um olhar extremamente analisador. – E como eu já te falei, agora sinta-se como se seu corpo me pertencesse, não quero nada de mudanças dessa nova Isabella que eu criei, a única coisa de diferente que eu quero no que você está agora, é que essa tatuagem de rena saia... Estamos entendidos? – ela perguntou e ainda a olhando eu concordei com a cabeça.

O sorriso dela então se alargou.

— Ótimo, então pegue os seus documentos e venha assinar o contrato... – ela falou, e então eu me aproximei da mesa, enquanto mexia em minha bolsa, parei ao lado de Edward, e assim que me abaixei para dar uma olhada no contrato, percebi que ele se afastou.

— Eu já vou para minha sala, qualquer coisa é só me chamar Esme... – o ouvi falar, cheguei a olhar para trás, observando ele sair da sala. Depois voltei a me virar e a olhar para o papel, eu não sabia o porquê, mas eu estava com a impressão de que alguma coisa estranha estava acontecendo, algo que definitivamente eu não conseguia entender o que era.

***

Sai da sala de Esme bem mais aliviada, sentindo que pelo menos a partir de agora eu não precisaria mais me preocupar em como irei me virar nos próximos meses, porém, enquanto eu pegava o elevador e descia o andar para ir embora da casa de modas, eu não poderia deixar de pensar que os meus problemas não haviam terminado. Talvez só tivesse começando, agora que o meu rosto ficaria exposto para todos verem.

Eu torcia para que eu estivesse errada, para que talvez Alec nem se lembrasse mais de mim. Essa era minha esperança, assim eu poderia trabalhar na casa de modas em paz, mas se caso ele aparecesse, eu faria o que Jéssica mesmo disse para eu fazer, tentar concertar as coisas e pagar a Alec tudo que peguei.

Eu já estava prestes a sair da casa de modas, quando, avistei Edward parado próximo a porta, ele estava agora usando óculos escuros e estava com a cabeça abaixada, mexendo em seu celular.

Fiquei alguns segundos parada, meio receosa, pensando se falava com ele ou não, e com essa duvida rodando em minha mente, lembrei-me da forma estranha que ele agiu quando me viu na sala com Esme. Respirei fundo, e ainda continuei por mais alguns segundos no mesmo lugar, ainda pensando se eu passava reto, ou pelo menos dava um “oi”.

Foi quando Edward virou o rosto e olhou para mim, no mesmo momento meu rosto esquentou, pois ele percebeu que eu estava parada, o olhando, feito uma idiota.

Respirei fundo, e comecei a andar, tentando ignorar a vergonha que eu estava sentindo. Parei próximo a ele, e sorri. Então eu vi Edward tirando os óculos escuros do rosto, para então me encarar.

— Oi! – o cumprimentei.

— Oi... – ele cumprimentou. – Então no fim das contas, você acabou vindo trabalhar aqui... – ele falou.

— É eu não tive muita escolha, sai da boate! – falei, passando a mão no cabelo, depois cruzei os braços e fiquei o olhando.

Ele colocou o celular no bolso, e os óculos escuros em sua camisa. Suspirou e depois voltou a me olhar.

— Bom, então seja bem vinda! – ele falou, e sorriu, mas tive a impressão de que o sorriso havia sido forçado.

— Obrigada... – falei, franzindo as sobrancelhas, olhando-o agora com mais atenção. – Está tudo bem? – acabei soltando a pergunta.

— Sim, por que? – ele perguntou, e no momento não tive coragem de responder. Afinal, como iria dizer que eu estava achando ele um tanto seco, nervoso. Não sei. Mas talvez ele só tivesse tendo um dia ruim, e eu estava exagerando demais. Acabei concluindo, que seria uma idiotice falar que eu estava sentindo que ele estava estranho.

— Não, não é nada... – falei, meio sem jeito.

Ele novamente suspirou e passou a mão em seu cabelo.

— Eu tenho que ir! Bom, nos vemos em breve, não é? – ele disse, e sorrindo concordei com a cabeça.

Vi ele dar as costas e então saiu caminhando pela calçada, dei alguns passos para frente para observar Edward voltar a colocar os óculos escuros, e entrar em seu carro, então eu sai da casa de modas e comecei a caminhar pela calçada, no caminho oposto. Mas, ainda arrisquei dar uma olhada para trás, para então avistar o carro de Edward indo embora, e em poucos segundos, sumindo de minha visão.

***

— É agora que sua vida vai mudar de vez amiga! – Jéssica exclamou toda animada, enquanto se sentava a mesa da minha cozinha, eu estava na pia preparando um lanche para nós duas. Já havia anoitecido, e agora eu estava na minha casa, e Jéssica estava me fazendo uma visita.

— Vamos torcer que seja para melhor... – falei, colocando o prato com o lanche em cima da mesa, depois fui pegar o meu, em seguida se sentando á mesa, em frente a ela. E então suspirei, antes de dar primeira mordida em meu lanche natural.

— Ai, não seja pessimista, tenho certeza que você vai ficar famosa e vai ganhar muita grana, espero que não se esqueça de mim quando isso acontecer... – Jéssica comentou, começando a comer o lanche dela. E então eu sorri para ela.

— Mas é claro que não, eu nunca esqueceria você! – falei. – Você é minha melhor amiga, na verdade, a única amiga que tive de verdade até hoje... –acrescentei, e em seguida soltei um suspiro. – Na verdade eu tinha um amigo homem, o Mike, e eu sinto bastante falta dele, de verdade, ele era o único amigo que eu tinha, mesmo ás vezes o Charlie dizendo para mim que ele só queria transar comigo, eu não acreditava nisso, eu acreditava mesmo que Mike tinha boas intenções... – confessei, Jéssica suspirou e ficou me olhando com um olhar interessado.

— E esse Mike era gatinho? – ela perguntou.

— Ah, ele era... – falei dando de ombros. – Mas eu nunca tive sorte com os homens, eles pareciam que nunca queriam me levar a sério, as poucas relações que tive, pareciam que eles queriam apenas ficar me mostrando como se eu fosse um troféu! – eu disse, lembrando das minhas decepções amorosas.

— Bom, mas você está me dizendo que esse Mike era diferente...

— Diferente porque era meu amigo e não um caso meu! – a cortei, engolindo mais um pedaço de pão.

Jéssica deu de ombros e continuou comendo o seu lanche, após alguns segundos continuou a conversa:

— Sabe, quem seria um belo de um partido é aquele riquinho lá, Edward, uau rico e muito bonito... – ela comentou, e então logo me lembrei da ultima conversa que tive com Edward e o quanto estranho ele estava, então, suspirei.

— Pode até ser Jéssica, mas ele não é para nosso bico! – falei.

— Por ser rico? – ela perguntou, arqueando as sobrancelhas.

— É claro, ele deve sair apenas com patricinhas, que gasta por dia o que nós gastamos em um ano... – falei e Jéssica então riu.

— Está falando das enjoadas que deve ter um closet só para sapatos e outro para roupas, e que devem usar cada roupa duas vezes e depois jogar no lixo dizendo que são velhas...

— É, e que passa longe de pessoas como nós, agindo como se pobreza fosse uma doença extremamente contagiosa... – completei, e então rimos juntas.

— Ele não tem cara de que gosta de garotas desse tipo, mas vamos supor que ele goste, vale eu te lembrar que você não vai ser pobre por muito tempo! – ela falou.

— Não é bem assim, vou começar a carreira agora, e eu não acredito que terei um milhão de dólares na conta bancaria do dia para noite! – falei, dando de ombros. – E também, não ache que eu estou querendo dizer que poderia rolar algo entre ele e eu! – eu acrescentei.

— Vocês fariam um belo de um casal! – ela disse, e eu a encarei com as sobrancelhas arqueadas.

— Aonde faríamos um belo casal? Qual é Jéssica, essa coisa de príncipe e plebéia só existe em filmes e novelas, vida real as coisas são bem diferentes e bem mais difíceis!

Jéssica discordou com a cabeça.

— Você sonha muito pouco sabia? Além de ser muito pessimista, tem que acreditar mais, ser mais de boa... – ela me repreendeu, então eu soltei um longo suspiro.

— Está bem, vou sonhar um pouquinho, se eu ficar rica, como você acredita que vá acontecer, eu vou prometer uma coisa a você... – eu disse e Jéssica sorriu.

— O que? O que? – ela perguntou animada.

— Eu te ajudo a abrir o seu salão! – falei, o sorriso dela se alargou.

— AHHHHHHHHH! – ela gritou, levantando-se da mesa, toda animada. – Olha que eu vou cobrar hein!

— Pode cobrar... Agora vamos assistir um filme? – eu a convidei, sorrindo Jéssica concordou com a cabeça, e então logo fomos para a sala, escolher um filme legal para assistirmos e aproveitarmos aquela noite, que era a folga de Jéssica da boate.

***

No outro dia, o meu celular despertou ás seis e meia da manhã, eu tinha que chegar a casa de modas da Esme as oito, então não demorei muito para me levantar, logo eu tomei um longo banho e assim que eu fui ao guarda roupa eu demorei um pouco para escolher a roupa para vestir, respirei fundo enquanto olhava as poucas peças que eu tinha, elas eram simples demais e aquilo meio que me preocupou.

— Preciso comprar mais roupas! – eu disse para mim mesma, enquanto optava por um vestido azul claro. Estava longe de ser o vestido mais elegante, mas também não era tão ruim. Suspirei, enquanto o tirava do cabide. – Vai esse mesmo! – falei para mim mesma.

Eu me vesti o mais depressa possível, deixei os meus cabelos soltos, e decidi sair com o rosto limpo, sem nenhuma maquiagem. Para não gastar muito, optei ir de ônibus para o trabalho, e assim que desci no ponto mais próximo e me aproximei, parando em frente á casa de modas, meu coração já acelerou. Era o meu primeiro dia, e claro, eu estava cheia de expectativas.

Como iria ser? Será que eu aprenderia rápido? Será que eu iria me dar bem com as pessoas? Logo também pensei em Edward... Será que ele continuaria agindo daquela forma estranha?

Respirei fundo e então entrei na casa de modas, subi o elevador até o andar onde ficava a sala de Esme, como eu não sabia muito que fazer, eu logo pensei que teria que ir a sala dela, para saber como seria esse meu primeiro dia. Provavelmente ela me ensinaria a desfilar. Assim que cheguei á recepção, me aproximei da oriental, que eu sabia que era a recepcionista, assim que ela me viu, sorriu para mim, levantando-se de sua mesa.

— Olá, Isabella Swan... Não é? – ela perguntou, sorri para ela surpresa por ela saber o meu nome.

— Isso mesmo... – eu disse, aproximando-me mais dela. Nós nos cumprimentamos com um aperto de mão.

— Esme me disse que você viria... É a modelo escolhida para a nova linha de roupas dela... – ela explicou e seu sorriso se alargou. – Meu nome é Leah!

— Muito prazer! – falei da forma mais simpática o possível.

— Vem, vou te levar a sala dela, ela já está te esperando! – ela falou de uma forma educada, e então eu a acompanhei até a sala de Esme, Leah bateu na porta, antes de abri-la. – Licença senhora, Isabella Swan chegou... – ela falou para Esme e depois olhou para mim. – Pode entrar Isabella!

Ela deu espaço para que eu entrasse na sala e então logo o fiz, deparei-me com Esme em pé, segurando alguns papeis em sua mão, assim que ela me viu, lançou um sorriso.

— Olha só, eu gostei, você é bem pontual! – ela disse, olhando á hora em seu relógio de pulso.

— Com licença! – Leah falou antes de fechar a porta, suspirei e continuei olhando para Esme.

— Então, me acompanhe... Eu vou te levar ao Terris, ele vai te vestir com algumas peças da minha nova linha de roupa, ai você vai tirar algumas fotos para eu poder analisar e verificar se vai precisar fazer algum tipo de modificação... – ela disse, sorrindo para mim. E então saiu da sala, eu sai atrás dela sentindo-me levemente ansiosa.

***

Enquanto seguia Esme eu olhava para todos os lados, tentando guardar cada canto daquele lugar, parecia que ainda estava difícil de digerir as mudanças que estavam acontecendo em minha vida. Afinal, da noite para o dia, eu tinha deixado de ser uma garçonete, para me tornar uma modelo. Era como se estivesse dentro de um conto de fadas. Então, tudo que eu olhava, ainda era novo para mim.

Sorri para mim mesma, enquanto pensava no que Charlie diria se pudesse saber disso, eu queria muito ver a expressão de surpresa no rosto dele. Afinal, ele nunca acreditou que um dia eu poderia me tornar uma modelo, muito pelo contrario, ele sempre fazia questão de rir quando eu dizia para ele que eu sonhava em um dia poder subir numa passarela.

Ele havia apagado os meus sonhos, pisado neles com o maior prazer do mundo, e agora eu estava ali, vendo uma pequena luz naquele abismo que fora minha vida nesses anos todos.

— Terris, olha quem eu te trouxe! – ouvi Esme falar, fazendo só então eu acordar dos meus pensamentos para eu me dar conta de que eu estava no “canto do Terris”, o salão que ficava um monte de roupas, uma mais linda do que a outra.

— Ah a nossa futura estrela chegou... – ele falou todo animado, aproximando-se de mim, com um sorriso amável no rosto, sorri para ele também.

— Bom, ela ficará em suas mãos, estou lotada de trabalho, você já sabe o que tem que fazer... – Esme falou e depois olhou para mim. – Até mais tarde querida! – ela falou, tocando de leve no meu ombro, e depois se afastou.

Suspirei e em seguida olhei para Terris.

— Ah você é tão linda, com certeza vai ficar magnífica com as novas roupas de Esme! – ele exclamou, deixando-me levemente envergonhada, desviei o olhar para baixo enquanto colocava uma mecha do meu cabelo atrás da orelha.

— Você me viu desfilar? – perguntei para ele.

— Vi sim... Você foi muito bem, mesmo não tendo experiência... Desfilou com uma segurança, que parecia uma veterana! – ele me elogiou e então voltei a olhá-lo.

— Que bom que eu consegui disfarçar, pois no fundo eu estava extremamente nervosa, sinceramente eu estava morrendo de medo de passar mal e cair da passarela! – confessei e então ele riu.

— Todas ficam nervosas no começo, mas acredite logo você estará fazendo isso de uma forma tão natural, que até mesmo vai esquecer que tem gente te olhando, tirando fotos, etc e etc... – ele falou, e só dele falar isso meu coração disparou acelerado. Eu não gostava nem de pensar o nervosismo que vou sentir em meu primeiro desfile. – Bom, a roupa que você vai vestir não está aqui, então eu vou pegá-las e já volto, fica aqui, está bem? – ele falou, sorrindo eu concordei com a cabeça, e fiquei observando Terris se afastar, até sair de vez da sala.

Olhei a minha volta e fui percorrendo os meus olhos em cada peça de roupa que havia naquele salão, eram tantas, que era difícil de parar os olhos por muito tempo em uma só.

Eu me aproximei de um vestido dourado que estava num cabide, junto com vários outros, o puxei levemente para olhá-lo melhor, sorri encantada com a beleza dele, e aquilo até me distraiu por alguns minutos, até que então alguns passos de salto alto batendo no chão, me fez acordar para realidade. Alguém estava se aproximando, e então eu me virei para ver de quem se tratava.

Fiquei observando três mulheres pararem bem próximas de mim e me olharem, como se eu fosse uma pedra em seus sapatos.

— Tem certeza Rose que é essa ai a modelo que a Esme escolheu? – uma delas perguntou, reparei que todas as três mulheres eram altas, esbeltas e de boa aparência. Aparência de modelo, é claro. A que perguntou era uma morena, de cabelos lisos e olhos verdes. A outra era uma negra, a mais alta, tinha cabelos crespos, volumosos e muito bem arrumados. E a outra, era uma loira que eu já havia visto uma vez, no bar, acompanhada dos Cullens.

Essa estava no meio das outras duas, estava de braços cruzados, e me olhava como se eu fosse um ser bem inferior a ela. Olhou-me dos pés a cabeça, bem lentamente, como se reparasse em cada detalhe, até seus olhos pararem em meu rosto e ela em seguida virar a cabeça, como se eu estivesse fedendo.

— Sim, eu tenho certeza absoluta! – a loira disse, em seguida jogou seu cabelo para trás e se afastou, começando a andar pelo salão.

— Sinceramente eu não estou vendo nada demais nela... – a negra falou, olhando-me com uma expressão de nojo no rosto.

— Qual é? Vocês vão ficar falando como se eu não estivesse aqui, eu não sou surda, ta legal? – eu falei já cansada de ouvi-las falar de mim como se eu fosse um ser invisível e não estivesse por perto, e ainda para piorar elas pareciam querer me jogar lá para baixo, como se fossem trilhões de vezes melhor do que eu.

A negra arqueou as sobrancelhas e cruzou os braços, a loira e a outra morena também me olhou. A tal da Rose, abriu a boca para já falar, quando, novos passos á fez desistir, as três viraram para olhar quem estava se aproximando, e logo então eu notei que duas, das três, já mudaram a sua expressão quando viram de quem se tratava, começaram a sorrir de forma exagerada, e até mesmo mexeram na roupa, parecendo querer ajeitá-las, logo eu revirei os olhos.

“Atiradas!”.

Eu pensei, assim que vi Edward se aproximando, com mais um homem que eu ainda não conhecia.

Continua...

Notas finais
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