Notas iniciais
Olá. Demorei, né? Eu queria poder dizer que foi de proósito, queria deixar no ar essa ansiedade pelo fechamento da fic. Mas nao, eu estaria mentindo. A escola me pegou desprevinida, e derrepente já era a semana de provas. Eu sinto muito por isso, e espero que voces nao tenham desistido de Rusbel durante ess período. De qualquer forma, eu agradeco desde já a quem acompnahou e deu visualizacoes para a fic. A lista que eu prometi vai estar nas notas finais. Por enquanto, muito obrigada, e boa leitura!

O ano é 2064. Muita coisa mudou. Muita coisa ainda está mudando. Mas a única mudança que realmente importa para Ivan é que sua irmã está prestes a se casar.

O sortudo não poderia ser mais apropriado. Tóris, o funcionário. O ajudante. O companheiro. O que sempre cortejou e nutriu respeito por sua irmã mais nova. O que sempre a amou e cuidou dela, mesmo quando Rússia estava cego para seus próprios sentimentos por Belarus.

Ninguém poderia ser mais merecedor do que ele. Então porque é que Rússia se sentia tão miserável?

Já faziam 50 anos desde aquela tarde. Nada nunca mais havia sido o mesmo.

Ninguém nunca descobriu sobre o que aconteceu entre os dois, exceto o próprio Tóris. Ivan não conseguia entender como o lituano nunca desistiu de Belarus, mesmo depois de saber do que havia ocorrido entre os dois. Ele tinha a mesma esperança inabalável que Natalya tinha, e talvez fosse por isso servissem tão bem um para outro. Parece que determinação pode te levar até seu objetivo no final das contas. Rússia sabia o quão longe a perseverança de Belarus conseguiu levá-la.

Começou aos poucos a mostrar os sinais. Ele ia dormir toda noite sentindo um vazio em seus braços. Os dias em que não a via ou ouvia eram apenas frios e tristes. Tudo ao seu redor parecia parado e sem graça enquanto ela não estivesse do seu lado. Sua mente não lhe dava descanso, e ele tinha essa sensação horrível de peso e agitação no peito.

Não podia mais dormir direito, não pensava em nada além daquilo, e por pouco lhe faltava ar para respirar. De início, ele pensou que estava doente. O médico lhe disse que não havia nada de errado, e que a causa deveria ser o estresse. Então, ele começou a sonhar com a irmã mais vezes, com seus olhos, suas mãos, sua boca. Ele decidiu que estava ficando louco. Podia jurar que algo daria errado enquanto ele não a tivesse por perto. Todo dia era uma luta para manter a decência. Todo dia, ficava mais difícil evitar pegar o carro e dirigir até a Bielorrússia só para ve-la. Ele pensava nisso com muita frequência. Ele sentia que estava aos poucos perdendo a si mesmo.

Eventualmente, durante um final de semana, ele decidiu que iria fazer uma visita a irmã para resolver as coisas de uma vez por todas. Uma coisa levou a outra, e no final do dia as mãos de Natalya ainda lhe serviam tão bem quanto sua camiseta, e sua língua estava amarrada ao longo de três palavras amaldiçoadas.

Aquilo virou rotina. Eram os melhores dias para os dois. O único momento da semana a em que Belarus se sentia segura e feliz, e Ivan podia se permitir fugir do mundo por algumas horas. E enquanto as tardes de sábado eram um sonho trazido para a realidade, as manhas de domingo eram um pesadelo. Nenhum dos dois queria ir embora, nenhum dos dois queria ver o outro ir.

Aquela paixão era inconcebível e eles sabiam disso muito bem. Mesmo assim, o sentimento era como um remédio para todos os problemas. Ivan ainda achava que aquilo que viviam estava fadado a uma tragédia, mas só era preciso ve-la para que todos os problemas fossem embora. E ele sabia que era insanidade, mas olhando para ela deitada ao seu lado, ele quase acreditava que aquilo era para ser.

Mas como todo conto de fadas, o domingo chegava e a semana deveria recomeçar para os dois. E enquanto Rússia dirigia de volta para a casa com um olho na estrada e outro no retrovisor, ele se pegava contando as horas para poder voltar. Mas como todo conto de fadas, um dia aquilo deveria encontrar seu fim.

Contos de fadas não foram feitos para serem reais. Por um bom tempo, ele adiou este dia. Estava muito mergulhado no amor de Natalya e sua cabeça estava alucinada com o novo sentimento. Sabia que era algo que só se sentia uma vez na vida, e estava aproveitando ate o ultimo momento.

Mas então, chegou o dia em que ele a amou demais.

Ele a amou tanto que percebeu que ela nunca poderia ser feliz com ele. E a felicidade dela era muito mais importante que a dele.

Aquele último final de semana foi horrível. Horrível, porque cada segundo que passava do seu lado, ele se lembrava que não poderia mais te-la. Naquele domingo, ele saiu de sua casa com alguns cortes nos braços, resultado da briga. O cabelo dela estava pressionado contra a sua cara, seus olhos vermelhos com a fúria. Tomada pela ira causada pelas palavras dele. Enraivecida pela ilusão que criara para si mesma de que eles dariam certo.

“Você disse que nunca mais ia me deixar sozinha! Você prometeu ficar do meu lado!”

“Me desculpe, Natalya.”

“Não peca desculpas, seu covarde!”, ela gritou, uma faca passou zunindo por seu ouvido. Ele sabia que ela não queria realmente acerta-lo, mas estava descontrolada e precisava descontar em algo. As laminas só o feriam quando ele se mexia. “Você brincou comigo! Você mentiu!”

“Essa nunca foi a minha intenção, eu nunca quis te machucar! Eu tenho que fazer isso por você!”

Foi a última vez que ele percorreu a estrada que ligava Moscou a Minsk.

Passaram-se anos. Ele se pegou por incontáveis invernos se perguntando quem iria manter sua irmã aquecida. Mas era tarde demais para se arrepender. E ao pisar em sua casa pela primeira vez sem ela, ele se sentia imponente demais para continuar.

A insônia voltou, e quando ele finalmente podia dormir, ele a via em seus sonhos, mas ela sempre estava de partida. E ele não podia fazer nada, pois não podia mante-la perto. Havia mergulhado fundo demais para voltar.

Ele se sentia como um garoto desolado novamente. Achou que a distancia poderia então fazer o amor ir embora. Que um dia, ele iria acordar e não sentiria mais nada. Mas o fato de ela ser parte de sua família e de sua vida não ajudaram. A Bielorrússia nunca se livrou da influencia russa, assim como um nunca conseguiu esquecer o outro.

E era exatamente isso que deveria ser mudado.

Certo dia, Ivan chamou Tóris para conversar. Disse a ele que fizesse uma proposta a União Europeia. Que pedisse aos europeus que permitissem o ingresso de Belarus e Ucrânia no bloco comercial deles. Eles hesitaram de início, não tendo certeza se Belarus iria aceitar ser separada do irmão mais velho. Que apenas uma união estável entre o país dela e um simpatizante da União Europeia poderia livrar a Bielorrússia da influencia russa e torna-la apta a ingressar o bloco econômico.

Então Rússia pediu a Lituânia que ele fosse esse país.

"Senhor Rússia..."

"Tóris, por favor. Você vai ser meu cunhado, precisa se acostumar a me chamar pelo meu nome."

"Ivan. Você, tem certeza disso?"

"Absoluta. Eu quero o melhor para as minhas irmãs."

"Perdoe-me pela minha grosseria, mas você não precisa fingir pra mim que isso é sobre as suas irmãs. É sobre a Natalya. Você a ama."

"Mas é claro que a amo."

"Então por que esta dando a mão dela em casamento para mim?"

"Eu confio em você, Tóris. Você pode fazer a minha irmã feliz. Eu não."

E o dia chegou enfim. Era inverno, dia 14 de Fevereiro, que coincidia com o dia de Valentinki ou São Valentim. Os flocos caiam sem parar em Moscou quando ela pisou na sua casa de novo depois do que lhe pareceu séculos.

Ela já não era mais uma garota, agora parecia ter seus vinte e poucos anos. Tinha se livrado do vestido azul que fora presente de Ivan, e usava um sobretudo preto para se proteger do frio. Os cabelos loiros emolduravam seu rosto pálido, os olhos azuis gélidos e o nariz levemente vermelho pelo frio sendo destaque. Ela limpava um pouco da neve sobre a barra do casaco quando seus olhares se encontraram.

Ivan prendeu a respiração, com medo de sua reação. Ela repuxou os cantos dos lábios em um sorriso, e ele suspirou aliviado.

– Vanya.

– Natasha.

Ele se aproximou e se abraçaram com forca. Ele depositou um beijo terno em sua testa e ela estava prestes a lhe retribuir quando seus chefes irromperam pela porta discutindo em alto e bom som os termos do contrato.

Não conseguiram trocar muitas palavras desde então, já que a mansão foi então lotada de países e políticos e imprensa, todos querendo testemunhar e fazer parte do novo acordo. Estônia e Ucrânia foram de longe os que mais lhe roubaram tempo, e Belarus não foi vista por boa parte da reunião, preferindo se isolar num quarto com um bom livro. Não que Rússia não estivesse louco para procurar por ela, mas ele não sabia direito o que poderia dizer. Tudo o que podia fazer era perguntar a Tóris se estava tudo bem. Ele assegurava que sim, e que teriam tempo pra conversar assim que toda aquela gente fosse embora.

Viu ela mais uma vez enquanto assinavam os contratos, e seus olhares se encontraram e ficaram ali por mais tempo do que deveriam. Também foram assinados os contratos que firmavam sua união a Lituânia. O lituano parecia consideravelmente animado, apesar de contido. Ela apenas rabiscou o papel e se retirou da sala. Ivan a acompanhou com os olhos mas não ousou ir atrás dela.

Foi quando estava discutindo com Ucrânia sobre a melhor temporada para esquiar quando pode ver Tóris o chamou. Ivan se desculpou e o acompanhou. Encontrou o lituano oferecendo alguns comes para Belarus dentro de uma sala vazia. Tóris desculpou-se e saiu da sala, alegando que deveria arrumar tudo para a viagem. Ele e Natalya partiriam ainda hoje. Pensando nisso, o coração de Rússia se apertou um pouco.

– Se importa em me acompanhar? — ele tentou começar, estendendo a mão para ela.

– Para onde, irmão? — ela aceitou a oferta, se levantando da poltrona.

– Para o festival de São Valentim, é claro.

Rússia a levou para o festival da cidade antes de ir embora. O lugar que Natalya tinha lhe falado sobre naquela noite. Eles estavam de mãos dadas andando por entre as pessoas que não os reconheciam. Muitos os confundiam com dois namorados e nenhum dos dois negava a informação. Eles apenas sorriam e continuavam andando.

Havia um show pirotécnico acontecendo e um teatro de fantoches entretendo as crianças. A música era animada e havia gente demais ao redor. Mesmo assim, Ivan parou no meio da multidão movimentada e observou o rosto de Natalya, iluminado pela luzes dançantes dos fogos. Ela acariciou seu rosto, e ele fechou os olhos, sentindo o carinho do toque da irma.

Temia o momento em que suas maos deixariam seu rosto. Quis se chutar pelo pensamento. Afinal de contas, ela estava noiva, e o seu futuro marido estava em algum lugar do lado de fora do festival colocando as últimas malas no porta-malas.

Dentro de minutos, os dois estariam partindo para a Lituânia, e então pegariam um avião para a Inglaterra, onde haveria uma conferencia entre os estados da União Europeia e Belarus havia sido convidada.

Depois de hoje, era pouco provável que ela pisasse na casa de Rússia de novo. Ele espantou o pensamento com um sorriso.

– Então, esta preparada para a nova vida? Sabe, fazer amigo na união europeia foi tudo o que a Ucrânia sempre sonhou. Agora você vai fazer parte dela.

– Quase. – ela respondeu — A nova aliança com Lituânia vai me deixar mais próxima da U.E., mas fazer parte desta não passa de um sonho distante. Tenho muito trabalho para fazer antes de entrar lá.

Rússia riu.

– Por acaso você escolheu o homem errado para se casar, irmã?

– Mas é claro. – ela se virou para ele, forcando-o a parar. Olhou fundo nos seus olhos, parecia quere chegar em sua alma — Eu poderia me casar mil vezes, e seria sempre com o homem errado.

Ivan suspirou, o sorriso relaxado deixando seu rosto.

– Talvez seja melhor assim.

– Por que diz isso?

– Olhe para mim. – ele apontou para o próprio tronco. – Eu, você... O que existe entre nós, esta nossa relação profana, ela pertence ao passado. Você tem o seu futuro batendo a sua porta agora, e não deve ficar para trás por minha causa.

Natalya franziu o cenho.

– Não está sugerindo que eu vá embora, está? Que eu finja que nada nunca aconteceu. Você sabe que eu não posso fazer isso. Não depois de tantos "eu te amo". Você não pode fazer isso comigo de novo. Não pode me abandonar, só porque eu vou me casar. Eu te amo, Ivan. Eu te amo mais do que jamais poderia amar meu marido.

Rússia fechou os olhos com forca. Ela não estava facilitando isso em nada.

– Eu sei disso. Esta tarde demais para esquecer. O que eu estou tentando fazer é muito mais difícil. Eu não estou te abandonando. Estou te deixando ir.

Ela o fitou com olhos marejados.

– Não. Eu não vou embora de jeito nenhum. Você já disse adeus vezes demais antes. Não vou te deixar dizer de novo.

– Você não vê? – ele elevou o tom, uma seriedade nunca vista antes em seus olhos. Ele parecia desesperado — Antes era fácil porque eu queria te ver longe. Agora... – ele fitou os pés — Eu estou te libertando porque eu te amo. Porque eu quero o melhor pra você.

Belarus trouxe seus olhos a altura dos dela.

Você e o melhor pra mim. Sempre foi.

– Não, Natalya. – ele a olhou tristemente — Você merece algo melhor do que amar o único homem com quem não pode nunca ficar. Eu fui egoísta por alimentar esta ideia. Eu não tenho lugar no seu futuro. Esta livre agora para ir e amar o seu futuro marido. Talvez eu também possa arranjar alguma nova aliança em breve. Só assim nós poderemos ser verdadeiramente felizes.

Natalya o encarou com desafio.

– E se eu não quiser um futuro sem você nele?

– Mas eu vou estar com você. Eu te fiz uma promessa e pretendo cumpri-la. Eu não vou te abandonar, mas não vou te prender a mim. Eu sou seu irmão mais velho. Nunca foi meu destino ser seu amante. – ele sorriu fraco — Você merece ser feliz com a pessoa certa.

Uma lágrima discreta caiu do olho esquerdo de Belarus. Seus olhos eram uma bagunça de emoções. Tristeza, amor, clareza, certeza, determinação.

Então ela o beijou. Selou seus lábios com um impulso rápido, e Ivan nada fez para pará-la. Ele retribuiu o beijo com paixão. Tinha sentido falta daqueles lábios sobre os seus. E não lhe importava muito com a situação, com o casamento, com quem os visse. A União Europeia podia se danar até onde ele se importava.

Eles só se separaram quando o ar ficou escasso.

– Eu te amo. – ela disse pausadamente, seu olhar queimava e trazia importância para cada palavra.

– Eu também te amo. – ele sorriu. Então a trouxe para mais perto, aquecendo-a e protegendo-a do frio – Agora devemos ir. Tóris já deve estar pronto para partir, e você não pode se atrasar por minha causa.

Andaram em silencio, abraçados. Quando estavam saindo do festival, Natalya o chamou.

– Ivan.

Da, irmã?

Ela o fitou por alguns segundos. Se olharam por tanto tempo que mal se lembravam o que raios estavam fazendo ali. Uma conversa silenciosa se estabelecendo no ar. Como sempre, nenhum dos dois queria ir embora. Nenhum dos dois queria deixar o outro ir.

Então o carro de Tóris virou a esquina, e eles saíram do transe. Antes que o carro os alcançasse, Natalya virou-se para o irmão uma última vez com um pedido simples.

– ...Venha me visitar em breve.

E foi então, quando assentiu com os olhos fechado e um sorriso no rosto, quando fechou a porta do carro para ela e assistiu o carro sumir no horizonte, que Ivan percebeu.

Podia tentar o quanto quiser, mas ele nunca ia conseguir se manter longe da irmãzinha. Ela nunca iria permitir isso. Eles estavam amaldiçoados a pertencerem para sempre um ao outro, sem nunca poderem ficar juntos.

Ivan voltou a pé, sozinho e com o frio cortando suas faces. Mas ele tinha um sorriso fraco no rosto. Por que afinal, a história dos dois era complicada e o amor era uma tragédia. Mas ele não se sentia exclusivamente mal hoje. Estava solitário, é verdade, mas tinha conforto no coração. Porque ele sabia que Natalya estava segura.

Nem a UE, nem o resto do mundo eram mais problema. Eles nunca precisariam saber, e se fosse para ter uma história que ninguém iria ouvir, ele não se importava. Enquanto ela estivesse bem e ele pudesse ve-la, o que poderia haver de mal nisso?

É claro que se alguém a mais descobrisse, seria um pesadelo. Os únicos que poderia ouvir aquela história eram os que faziam parte daquela família louca. Tóris era o mais novo membro e sabia. Mas, e quanto ao membro mais velho? Será que deveria? Só havia um jeito de descobrir.

Rússia tirou o celular do bolso e discou o número.

– Ucrânia? Da, sou eu, Ivan. Desculpe por ligar a esta hora, mas... Eu acabei de me despedir da Belarus e, sabe, bateu uma solidão aqui. Eu tô precisando da minha irmã mais velha pra me dar conforto...Você também esta com saudades dela? Achei que era só eu... Não, não, é claro, você também é família dela, eu só pensei que— bom, é complicado... O quê é complicado? É uma longa história. Talvez eu possa te contar melhor se você vier aqui em casa e trouxer chocolate quente. Mas, bom... Você lembra de uma certa reunião que nós três fomos a muitos anos atrás...?

Notas finais
Obrigada mesmo a todo que leram, acompanharam, comentaram, shipparam e curtiram essa fanfic. Eu escrevi ela inicialmente como uma proposta de video para eu fazer quando, num futuro distante, eu conseguisse fazer cosplay de Bela e achar um Rússia que aceitasse fazer ele comigo. Descobri que isso seria meio difícil, entao deixei pra lá. Mas felizmente, meu amor incondicional pelo ship tornou impossível que eu nao fizesse nada a respeito. Rusbel é muito impopular e mal visto em todo o fandom, e eu quis tentar fazer algo para mudar isso. Belarus e mais que uma stalker com uma faca. Rússia é mais que um cara que treme perto da irma mais nova e bebe vodca o tempo todo. Eu espero ter conseguido passar essa mensagem nessa história. O Guia de Belarus de Como Seduzir o seu Irmão Mais Velho chegou ao fim e apesar de tudo, Natalya conseguiu conquistar o seu irmão mais velho. E mesmo que o final nao tenha sido o perfeito para um conto de fadas, eu nao poderia estar mais feliz. Ao longo do processo de escrita-postagem, a fic recebeu mais de 1.000 visualizações. Obrigada a todos que me deram um chance mesmo com suas dúvidas. Espero que tenham gostado. Comentem aqui em baixo algo bem especial, será sua última chance! E como prometido, aqui está a playlist da fic. Procurem as música com a letra e pensem em Ivan e Natalya enquanto lerem. A sequência das músicas acompanha a história, e se voces prestarem atenção, podem ver coisas que eu nao pus na fic. Aproveitem este meu último presente! Até mais! quixoticHeart Playlist: http://i-lov3-fanfics.tumblr.com/post/113611195033/playlist-rusbel-rusbela
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!