Beijando Leo Valdez

1 Beijando Leo Valdez - OneShot


Notas iniciais
Espero que gostem, alguns dos fatos aqui são baseados naquela fic que eu pus no Disclaimer. Deem uma visitada lá, não é minha, mas é muito boa.

Cap betado.

Desde que cheguei no CHB consegui me enturmar com muitos campistas. Até Clarisse. Ela tem pose de durona, mas qual é, eu tinha que ter alguma amiga do chalé do meu pai, Ares, então eu escolhi ela e conversamos de vez em quando.

Meu lugar preferido no CHB eram os campos de morango e o Bunker 9. Vou te dizer o porquê...

Um belo dia, eu estava caminhando sem nada pra fazer, Tinha sido dispensada do treinamento porque tava com meu braço muito dolorido, do dia anterior. Nem néctar nem ambrosia tinham resolvido o machucado.

No caminho pros campos de morango vejo a única pessoa que ainda não tinha me interado lá no Acampamento. Todos me diziam que ele era um cara super legal e divertido, mas eu não tinha coragem de chegar nele e falar alguma coisa. Isso porque eu me sentia atraída demais por ele. Ele tava lá no arsenal, escolhendo umas pequenas adagas com um filho de Hermes e sua irmã, Nyssa.

Continuei andando e logo avistei o bunker 9. Ele pesava praticamente o dia todo lá, só ele e Nyssa, eram os mais próximos do chalé de Hefesto, verdadeiros amigos. Me sento debaixo de um morangueiro muito lindo. Os galhos eram baixos e os morangos eram ótimos. Logo vejo Leo passando para o bunker sozinho.

Aproveitei essa chance e fui até lá.

– Oi — falei um pouco tímida, eu estava nervosa.

– Oi — ele se voltou pra mim e sorriu. Passaram-se uns segundos e ele perguntou — Então, quer que concerte alguma coisa para você?

– Hein? — Daí eu me toquei que ele era o Repair Boy– Não, não. Erm... Tava só passando por aqui e resolvi visitar aqui. Ainda não conheço bem, apesar de todos falarem como é legal.

– Há! Estão todos certos. Aqui é legal mesmo. Andei concertando algumas coisas com minha irmã, então — ele sorriu de novo e eu comecei a me sentir corada.

– Então tá. Tchau — falei e fui saindo.

– Espera — congelei — não quer conhecer o bunker? Vai ferir meus sentimentos assim.

Começamos a rir a entrei lá. Era um pouco úmido, mas era aconchegante, sabe. Tinham tochas acesas e alguns mapas nas paredes, armas e novos projetos pra serem feitos.

– Olha — cheguei mais perto — esse aqui é meu novo projeto. É tipo um simulador de batalhas melhorado pro Acampamento. Clarisse vai ter mais trabalho pra acabar com os protótipos que já têm aqui. — rimos pensando nela suando pra derrotar um boneco de metal.

– Que bacana, Leo. O que mais?

– Ah, tem um projeto da Nyssa que eu não devia mostrar, mas... — ele se afastou e foi fechar a "porta" do bunker que na verdade era tipo uma rocha toda entalhada e tal — Ela não vai saber se não ver — ele falou levantando as mãos ao lado do corpo — ela tá pensando em colocar uns reparadores automáticos na Arena de Combate e no Anfiteatro. Daí, quando começarem a surgir problemas arquitetônicos, Annabeth não vai precisar ficar vendendo morangos o tempo todo pra conseguir dinheiro e reconstruir tudo.

– Nossa! São ideias muito boas! Uma aliança entre filhos de Hefesto e Atena seria ótima, não?!

– Ares também é uma boa ideia, sabe? São mais resistentes — ele sorriu meio galanteador.

– Somos mesmo! — fiz cara de like a sir pra ele e rimos mais uma vez.

– Tá com sede? — ele me perguntou andando até um retângulo que podia se considerar uma mini geladeira de bronze.

– Da onde vocês tiram tanto bronze? Deuses! — peguei uma latinha de Coca.

– À Hefarena! — ele brindou

– Hefarena?

– Hefesto-Ares-Atena.

Ele se sentou numa mesa desocupada e eu o acompanhei com minha Coca. O clima ficou meio estranho quando a gente parou de conversar, mas ele tratou de ignorar isso.

– Então, já tá arrasando corações aqui?

– Como assim, Leo? Eu não sou assim! — fiquei com vergonhaa de novo.

– Calma, foi só uma pergunta. Mas você sabe que tá falando com o maior galanteador daqui né? — ele riu com a piada — Então, obviamente, eu iria te perguntar isso.

– Hahaha, muito engraçadinho você, Leo.

– Eu sei. — ele me empurrou de leve com o ombro e ficou perto de mim.

– E você acha que conseguiu roubar o coração de alguém já?

– Mas é claro.

– Hum... — fiquei com ciúmes… WTF? — Quem?

– O seu — olhei para ele, pasma da vida.

Leo começou a se aproximar de mim e eu pensei: "Mas já? É nossa primeira conversa!". Ele riu como se tivesse lido meu pensamento. E me beijou. Não senti borboletas na barriga, mas fogos de artifício. Engraçado, fogos de artifício... Mas daí eu me concentrei nele.

O beijo de Leo era muito bom, tipo, era calmo, mas ao mesmo tempo apaixonado. Ele parecia por todo o amor dele, o mesmo amor que ele sentia quanto trabalhava nas máquinas. Mas eu queria mais. Mordi seu lábio inferior e dava pequenos chupões nele, fazendo soltar uns gemidos baixinhos.

Ele desceu da mesa e ficou de frente pra mim, me segurando pela cintura, mantendo nossos corpos unidos. Começou a me dar beijinho na bochecha e fez uma trilha até meu pescoço. Por onde ele passava eu sentia um rastro de fogo na pele. Era ótimo. Enrolei meus dedos em seus cachos e o puxei pra minha boca de novo. Eu tinha que sentir sua língua de novo.

Era um sincronia perfeita no beijo, daí ele aperta um pouco minha cintura me colocando mais pra trás na mesa e ficando sobre mim também. Nossas bocas se moviam vigorosa e luxuriosamente. Ficar com o Leo foi definitivamente divertido. E quente, literalmente.

Então ele me põe em cima dele e continuamos naquela pegação toda. Com a força o beijo e das mordidas, meu lábio tinha começado a sangrar um pouco, isso tava ficando meio nojento. Ele rolou por cima de mim de novo e eu não queria parar aquilo, tava tão bom, mas eu não tava mais conseguindo respirar direito, então, relutante, deixei seus lábios macios e quentes. Ele começou a dar mordidinhas na área que não tava coberta pela minha blusa e eu comecei a gemer baixinho. Eu sei, parece sexo tântrico, mas fazer o que.

Quando ele voltou pra minha boca de novo, foi um beijo mais calmo, mais gentil. Algumas preferiam mais Percy ou Jason, mas eu estava com Leo agora, beijando-o. Meu coração tava super acelerado.

Leo encostou sua testa na minha e relaxou seu corpo um tempo sobre o meu. Passamos alguns minutos ali. Nessa história gigante parecem que foram milhares de minutos, mas não foram nem 15 minutos direito. Eu sentia meu corpo queimar e mais um beijo rápido fez as tochas do bunker ficarem mais intensas e o lugar ficou mais aquecido.

Ele saiu de cima de mim e eu me ajeitei, foi quando Nyssa gritou pra Leo abrir a porta do bunker. Limpei minha boca, me certificando que não tinha mais sangue ali e fiz de tudo pra parecer normal e como se nada tivesse acontecido por ali pra ela não perceber.

Claro que ela tomou um susto quando me viu ali, mas logo sai.

– Então, tchau. Me avisa quando se projeto estiver concluído, ok, Leo?

– Tudo bem. Melhoras pro seu braço.

– Ele agradece. Tchau, Nyssa.

E saí, feliz da feliz, com uma super sensação por todo meu corpo. Eu tava me sentindo fora de mim. Foi sem dúvida, o beijo mais quente que já aconteceu comigo.


Notas finais
Então, gostaram? Eu sentia falta de fazer capítulos com o Leo, não só eu. Todos. Então eu decidi criar essa OneShot. Espero que tenham curtido.

Reviews e recomendações são ótimas demonstrações que voc~e gostou ;D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!